Foram encontradas 40 questões.
O surpreendente lado positivo - e até social - da selfie
A palavra “selfie” pode trazer à mente a imagem de uma menina adolescente fazendo caretas para um iPhone e aparentando estar alheia ao seu entorno, ou alguém ousado se fotografando na beira de um arranha-céu momentos antes de morrer - sintomas de uma cultura obcecada por si mesma e, dizem alguns, do declínio da sociedade. Mas as selfies têm implicações culturais muito mais profundas, que complicam esses estereótipos. Em seu novo livro, A Geração da Selfie, a escritora Alicia Eler rompe com clichês para imaginar a selfie como uma faca de dois gumes, um fenômeno empoderador e vulnerável, característico da era digital.
Em oposição à premissa de que são apenas objetificadoras ou narcisistas, as selfies têm sido chave para o empoderamento de grupos marginalizados como mulheres, pessoas de cor, a comunidade LGBT, imigrantes e refugiados. Ter a mídia na palma da mão permitiu o acesso para todos os tipos de grupos, com uma nova geração de pessoas que não têm medo de ser diferentes ou únicas, criando por fim um espelho, diz Eler. “Houve alguma época em que adolescentes não eram obcecados com a sua própria imagem?”, pergunta ela.
Jovem ou velho, você não pode culpar as pessoas por querer aceitação, e agora isso está a um toque de distância. Além disso, por mais que postar selfies publicamente sempre acabe expondo as pessoas a discursos de ódio e assédio, isso também as conecta a uma rede global de apoio em potencial. Com a popularização da selfie, imagens de pessoas marginalizadas que antigamente ficavam de fora dos principais canais de comunicação se tornaram icônicas.
Desde 2013, quando “selfie” foi nomeada a palavra do ano pelo Dicionário de Oxford, esses auto-retratos contemporâneos se tornaram onipresentes em uma época em que visibilidade às vezes é considerada um sinônimo de poder político. Movimentos de resistência e protestos tomaram novas formas desde então. Eles são menos sobre marchar com placas ou organização de comunidades e mais sobre fluidez descentralizada ou ser visto em várias plataformas on-line. “Seu objetivo é ganhar visibilidade em uma lógica diferente - usando imagens comuns, táticas, hashtags, políticas de identidade e eventos icônicos”, escreveu a acadêmica Irmgard Emmelhainz.
http://www.bbc.com/... - adaptado.
Há palavras e expressões idênticas em sua pronúncia, mas muito diferentes em seus significados. Considerando-se o contexto das frases, assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE:
O local para onde vamos fica ________ de 200km daqui, espero que não _____ problemas na estrada.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
1312977
Ano: 2018
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Paraíba Sul-RJ
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Paraíba Sul-RJ
Provas:
De acordo com a Lei nº 674/2004 - Regime Jurídico dos Servidores Públicos Municipais, a posse é a aceitação expressa das atribuições, deveres e responsabilidades inerentes ao cargo público e o exercício é o desempenho das atribuições do cargo pelo servidor. Com base no trecho, analisar os itens abaixo:
I - A posse dar-se-á no prazo máximo de 15 dias e não poderá ser prorrogado, mesmo a pedido do servidor.
II - Tornar-se-á sem efeito a nomeação caso a posse não seja realizada no prazo estipulado na lei.
III - A promoção, a readaptação e a recondução interrompem o exercício.
Está(ão) CORRETO(S):
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O surpreendente lado positivo - e até social - da selfie
A palavra “selfie” pode trazer à mente a imagem de uma menina adolescente fazendo caretas para um iPhone e aparentando estar alheia ao seu entorno, ou alguém ousado se fotografando na beira de um arranha-céu momentos antes de morrer - sintomas de uma cultura obcecada por si mesma e, dizem alguns, do declínio da sociedade. Mas as selfies têm implicações culturais muito mais profundas, que complicam esses estereótipos. Em seu novo livro, A Geração da Selfie, a escritora Alicia Eler rompe com clichês para imaginar a selfie como uma faca de dois gumes, um fenômeno empoderador e vulnerável, característico da era digital.
Em oposição à premissa de que são apenas objetificadoras ou narcisistas, as selfies têm sido chave para o empoderamento de grupos marginalizados como mulheres, pessoas de cor, a comunidade LGBT, imigrantes e refugiados. Ter a mídia na palma da mão permitiu o acesso para todos os tipos de grupos, com uma nova geração de pessoas que não têm medo de ser diferentes ou únicas, criando por fim um espelho, diz Eler. “Houve alguma época em que adolescentes não eram obcecados com a sua própria imagem?”, pergunta ela.
Jovem ou velho, você não pode culpar as pessoas por querer aceitação, e agora isso está a um toque de distância. Além disso, por mais que postar selfies publicamente sempre acabe expondo as pessoas a discursos de ódio e assédio, isso também as conecta a uma rede global de apoio em potencial. Com a popularização da selfie, imagens de pessoas marginalizadas que antigamente ficavam de fora dos principais canais de comunicação se tornaram icônicas.
Desde 2013, quando “selfie” foi nomeada a palavra do ano pelo Dicionário de Oxford, esses auto-retratos contemporâneos se tornaram onipresentes em uma época em que visibilidade às vezes é considerada um sinônimo de poder político. Movimentos de resistência e protestos tomaram novas formas desde então. Eles são menos sobre marchar com placas ou organização de comunidades e mais sobre fluidez descentralizada ou ser visto em várias plataformas on-line. “Seu objetivo é ganhar visibilidade em uma lógica diferente - usando imagens comuns, táticas, hashtags, políticas de identidade e eventos icônicos”, escreveu a acadêmica Irmgard Emmelhainz.
http://www.bbc.com/... - adaptado.
Segundo seu sentido no texto, as palavras “alheia” (primeiro parágrafo) e “chave” (segundo parágrafo) encontram antônimos em:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Segundo a Lei nº 13.146/2015, a avaliação da deficiência, quando necessária, será realizada por equipe multiprofissional e interdisciplinar e considerará, entre outros fatores:
I - Os impedimentos nas funções e nas estruturas do corpo.
II - A limitação no desempenho de atividades.
III - Os fatores socioambientais, psicológicos e pessoais.
Estão CORRETOS:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
1296003
Ano: 2018
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Paraíba Sul-RJ
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Paraíba Sul-RJ
Provas:
No ano de 2018, completa 100 anos da morte do jornalista e poeta Olavo Bilac, sendo ele o:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
1215471
Ano: 2018
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Paraíba Sul-RJ
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Paraíba Sul-RJ
Provas:
- ECAGeralDireitos Fundamentais (art. 7º ao 69)Do Direito à Educação, à Cultura, ao Esporte e ao Lazer (Art. 53 a 59)
Segundo a Lei nº 8.069/1990 - ECA, quanto aos casos em que os dirigentes de estabelecimentos de Ensino Fundamental devem comunicar ao Conselho Tutelar, analisar os itens abaixo:
I - Maus-tratos envolvendo seus alunos.
II - Quaisquer faltas injustificadas e evasão escolar.
III - Elevados níveis de repetência.
Estão CORRETOS:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Segundo VASCONCELOS, sobre o Projeto Político-Pedagógico, analisar os itens abaixo:
I - É o plano global da instituição.
II - Pode ser entendido como a sistematização definitiva de um processo de planejamento participativo, que define claramente o tipo de ação educativa que se quer realizar, a partir de um posicionamento quanto a sua intencionalidade e de uma leitura da realidade.
III - Trata-se de um importante caminho para a construção da identidade da instituição.
Estão CORRETOS:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
1215405
Ano: 2018
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Paraíba Sul-RJ
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Paraíba Sul-RJ
Provas:
De acordo com a Lei nº 9.394/1996 - LDB, a educação é obrigatória e gratuita no seguinte caso:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O surpreendente lado positivo - e até social - da selfie
A palavra “selfie” pode trazer à mente a imagem de uma menina adolescente fazendo caretas para um iPhone e aparentando estar alheia ao seu entorno, ou alguém ousado se fotografando na beira de um arranha-céu momentos antes de morrer - sintomas de uma cultura obcecada por si mesma e, dizem alguns, do declínio da sociedade. Mas as selfies têm implicações culturais muito mais profundas, que complicam esses estereótipos. Em seu novo livro, A Geração da Selfie, a escritora Alicia Eler rompe com clichês para imaginar a selfie como uma faca de dois gumes, um fenômeno empoderador e vulnerável, característico da era digital.
Em oposição à premissa de que são apenas objetificadoras ou narcisistas, as selfies têm sido chave para o empoderamento de grupos marginalizados como mulheres, pessoas de cor, a comunidade LGBT, imigrantes e refugiados. Ter a mídia na palma da mão permitiu o acesso para todos os tipos de grupos, com uma nova geração de pessoas que não têm medo de ser diferentes ou únicas, criando por fim um espelho, diz Eler. “Houve alguma época em que adolescentes não eram obcecados com a sua própria imagem?”, pergunta ela.
Jovem ou velho, você não pode culpar as pessoas por querer aceitação, e agora isso está a um toque de distância. Além disso, por mais que postar selfies publicamente sempre acabe expondo as pessoas a discursos de ódio e assédio, isso também as conecta a uma rede global de apoio em potencial. Com a popularização da selfie, imagens de pessoas marginalizadas que antigamente ficavam de fora dos principais canais de comunicação se tornaram icônicas.
Desde 2013, quando “selfie” foi nomeada a palavra do ano pelo Dicionário de Oxford, esses auto-retratos contemporâneos se tornaram onipresentes em uma época em que visibilidade às vezes é considerada um sinônimo de poder político. Movimentos de resistência e protestos tomaram novas formas desde então. Eles são menos sobre marchar com placas ou organização de comunidades e mais sobre fluidez descentralizada ou ser visto em várias plataformas on-line. “Seu objetivo é ganhar visibilidade em uma lógica diferente - usando imagens comuns, táticas, hashtags, políticas de identidade e eventos icônicos”, escreveu a acadêmica Irmgard Emmelhainz.
http://www.bbc.com/... - adaptado.
Conforme as regras de acentuação gráfica, analisar os itens abaixo e, após, assinalar a alternativa CORRETA:
I - Prática: Acentuam-se as palavras paroxítonas terminadas em ditongo crescente.
II - Pulôver: Acentuam-se todas as palavras proparoxítonas.
III - Baiuca: Paroxítona não acentuada porque é ditongo decrescente.
Está(ão) CORRETO(S):
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O surpreendente lado positivo - e até social - da selfie
A palavra “selfie” pode trazer à mente a imagem de uma menina adolescente fazendo caretas para um iPhone e aparentando estar alheia ao seu entorno, ou alguém ousado se fotografando na beira de um arranha-céu momentos antes de morrer - sintomas de uma cultura obcecada por si mesma e, dizem alguns, do declínio da sociedade. Mas as selfies têm implicações culturais muito mais profundas, que complicam esses estereótipos. Em seu novo livro, A Geração da Selfie, a escritora Alicia Eler rompe com clichês para imaginar a selfie como uma faca de dois gumes, um fenômeno empoderador e vulnerável, característico da era digital.
Em oposição à premissa de que são apenas objetificadoras ou narcisistas, as selfies têm sido chave para o empoderamento de grupos marginalizados como mulheres, pessoas de cor, a comunidade LGBT, imigrantes e refugiados. Ter a mídia na palma da mão permitiu o acesso para todos os tipos de grupos, com uma nova geração de pessoas que não têm medo de ser diferentes ou únicas, criando por fim um espelho, diz Eler. “Houve alguma época em que adolescentes não eram obcecados com a sua própria imagem?”, pergunta ela.
Jovem ou velho, você não pode culpar as pessoas por querer aceitação, e agora isso está a um toque de distância. Além disso, por mais que postar selfies publicamente sempre acabe expondo as pessoas a discursos de ódio e assédio, isso também as conecta a uma rede global de apoio em potencial. Com a popularização da selfie, imagens de pessoas marginalizadas que antigamente ficavam de fora dos principais canais de comunicação se tornaram icônicas.
Desde 2013, quando “selfie” foi nomeada a palavra do ano pelo Dicionário de Oxford, esses auto-retratos contemporâneos se tornaram onipresentes em uma época em que visibilidade às vezes é considerada um sinônimo de poder político. Movimentos de resistência e protestos tomaram novas formas desde então. Eles são menos sobre marchar com placas ou organização de comunidades e mais sobre fluidez descentralizada ou ser visto em várias plataformas on-line. “Seu objetivo é ganhar visibilidade em uma lógica diferente - usando imagens comuns, táticas, hashtags, políticas de identidade e eventos icônicos”, escreveu a acadêmica Irmgard Emmelhainz.
http://www.bbc.com/... - adaptado.
Quanto ao uso dos porquês, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª de forma a preencher as lacunas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(1) porque
(2) por que
(3) por quê
(2) por que
(3) por quê
(---) A palestra será sobre ________ esta espécie está desaparecendo.
(---) Não gostei desse último filme, mas não sei dizer ________.
(---) Você sabe ________ o instituto teve que fechar as portas?
(---) Não gostei desse último filme, mas não sei dizer ________.
(---) Você sabe ________ o instituto teve que fechar as portas?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container