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Analise a tirinha a seguir para responder à questão.

Enunciado 932088-1

O efeito de humor da tirinha depende da distinta possibilidade de sentido que a palavra “vendo” pode assumir. A esse respeito, analise as afirmativas a seguir.
I. No primeiro quadrinho, devido à pergunta feita ao garoto, entende-se que o verbo ‘vender’ foi conjugado na primeira pessoa do singular, no presente do indicativo. II. No segundo quadrinho, devido à resposta do garoto, entende-se que o verbo ‘ver’, em “vendo pôr do sol”, foi conjugado na segunda pessoa do singular, no presente do indicativo. III. No terceiro quadrinho, em “aproveite para ver também”, tem-se o gerúndio do verbo ‘ver’.

Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
 

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932087 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Lagoa Santa-MG
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A marcha do obscurantismo contra o pensamento crítico

Por João Batista da Silveira
Chamou a atenção nos últimos dias e ganhou repercussão nas redes sociais uma Ideia Legislativa sob consulta no Portal e-Cidadania, do Senado Federal, que propõe a extinção dos cursos de Humanas nas universidades públicas. Como argumento, o autor da proposta alega se tratarem de “cursos baratos que facilmente poderão ser realizados em universidades privadas”, podendo ser realizados “presencialmente e à distância em qualquer outra instituição paga”, e que não é adequado “usar dinheiro público e espaço direcionado a esses cursos quando o país precisa de mais médicos e cientistas”.
A reação foi imediata. Rapidamente, uma outra Ideia Legislativa, contrária, foi submetida à consulta no site do Senado, defendendo a permanência das humanidades nas instituições de ensino superior públicas e a necessidade de “acesso igualitário à educação em todos os níveis de ensino”. Se a primeira “ideia” contava, na manhã de 13 de abril, com pouco mais de 6.400 apoios, a segunda ultrapassou largamente os 20 mil necessários (eram quase 46 mil apoios até a mesma manhã) para ser transformada em Sugestão Legislativa e ser debatida pelos senadores.
A proporção mostra que há um enfrentamento forte à tentativa de solapar a formação crítica. No entanto, a simples existência de 6 mil pessoas — ainda que pareça pouco — dispostas, até a sexta-feira 13, a apoiar a extinção dos cursos de Filosofia, História, Geografia, Sociologia, Artes e Artes Cênicas nas universidades públicas é sintomática e reflete um obscurantismo que, se pela obviedade, tem mais dificuldade de prosperar numa consulta desse tipo, em outras vertentes já se impõe de forma sorrateira e perigosa.
É o que acontece, por exemplo, com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) para o Ensino Médio, apresentada pelo Ministério da Educação no último dia 3 de abril. Corroborando o que já havia sido aprovado na Reforma do Ensino Médio, o texto da BNCC dilui as disciplinas de Filosofia, Sociologia, História e Geografia — sim, as mesmas cujos cursos superiores são atacados pela Ideia Legislativa que propõe seu fim — na ampla área de ciências humanas e sociais aplicadas que se constitui como um dos itinerários formativos (os outros são linguagens, matemática, ciências da natureza e formação técnica e profissional) que, segundo a proposta do MEC, “deverão ser organizados por meio da oferta de diferentes arranjos curriculares, conforme a relevância para o contexto local e a possibilidade dos sistemas de ensino”.
Em teoria, a intenção é que, ao passo que as áreas de linguagens e matemáticas sejam obrigatórias durante todo o Ensino Médio, as outras sejam distribuídas ao longo dos três anos a critério das redes de ensino, permitindo que o estudante escolha seu percurso. O texto da BNCC considera que os itinerários, previstos na lei da Reforma do Ensino Médio, são estratégicos para a flexibilização da organização curricular desse nível da educação básica, permitindo que o próprio estudante faça sua opção.
A realidade, porém, é outra. Como se não bastasse o fato de que essa estrutura representa um retrocesso em relação à Lei de Diretrizes e Bases (LDB) de 1996 e à concepção de uma educação propedêutica, que leve a um nível mais profundo de aprendizagem, a própria condição enunciada na BNCC – “conforme relevância para o contexto local e a possibilidade dos sistemas de ensino” – abre brechas para que as disciplinas da grande área de ciências humanas e sociais aplicadas sejam cada vez menos ofertadas, sob justificativa previsível e equivalente àquela usada na Ideia Legislativa contra os cursos de humanas: a de que a “relevância para o contexto local” é a formação técnica ou ligada às ciências exatas e da natureza, privilegiadas na impossibilidade financeira dos sistemas de ensino de ofertarem todos os itinerários.
Com isso, pode-se alijar cada vez mais Filosofia, Sociologia, História e Geografia das salas de aula, com o claro objetivo de embotar a formação de pensamento crítico.
Disponível em:<http://www.cartaeducacao.com.br/artigo/amarcha-do-obscurantismo-contra-o-pensamento-critico/>. Acesso em 25 jan. 2019.
Em determinada parte do texto, é utilizada uma estratégia de contra-argumentação. Isso se dá
 

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932085 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Lagoa Santa-MG
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Tô ouvindo alguém me chamar

(“Aí mano, o Guina mandou isso aqui pra você”)

Tô ouvindo alguém gritar meu nome

Parece um mano meu, é voz de homem.

Eu não consigo ver quem me chama

É tipo a voz do Guina

Não, não, não, o Guina tá em cana.

Será? Ouvi dizer que morreu

sei lá!

Última vez que eu o vi,

eu lembro até que eu não quis ir, ele foi

Parceria forte aqui era nós dois

Louco, louco, louco e como era [...]

Todo ponta firme, foi professor no crime

Também mó sangue frio, não dava boi pra ninguém

[...]

só moto nervosa

só mina da hora

só roupa da moda

Deu uma pá de blusa pra mim

naquela fita na butique do Itaim

Mas sem essa de sermão, mano, eu também quero ser assim

vida de ladrão não é tão ruim!

Pensei

entrei

no outro assalto eu colei e pronto

aí o Guina deu mó ponto:

- Aí é um assalto, todo mundo pro chão, pro chão...!

- Aí, [...] aqui ninguém tá de brincadeira não!

- Mais eu ofereço o cofre mano, o cofre, o cofre...

- Vamo lá que o bicho vai pegar!

Pela primeira vez vi o sistema aos meus pés

Apavorei, desempenho nota dez

Dinheiro na mão, o cofre já tava aberto

O segurança tentou ser mais esperto

Foi defender o patrimônio do playboy (tiros)

Não vai dar mais pra ser super-herói!

Se o seguro vai cobrir (Ha! Ha!),

[...] e daí ?

O Guina não tinha dó:

se reagir, Bum!, vira pó

Sinto a garganta ressecada

e a minha vida escorrer pela escada

Mas se eu sair daqui eu vou mudar

Eu to ouvindo alguém me chamar

Eu to ouvindo alguém me chamar

Tinha um maluco lá na rua de trás

que tava com moral até demais

Ladrão, e dos bons

especialista em invadir mansão

Comprava brinquedo a reviria

chamava a molecada e distribuía

Sempre que eu via ele tava só

O cara é gente fina mas eu sou melhor

Eu aqui na pior, ele tem o que eu quero:

joia escondida e uma 380

No desbaratino ele até se crescia

se pan, ignorava até que eu existia

Tem um brilho na janela, é então

A bola da vez

tá vendo televisão

(Psiu....Vamo, vai, entrando)

Guina no portão, eu e mais um mano “

- Como é que é neguinho?”

Se dirigia a mim, e ria, ria, como se eu não fosse nada

Ria, como fosse ter virada

Estava em jogo, meu nome e atitude. (tiros)

Era uma vez Robin Hood.

Fulano sangue-ruim, caiu de olho aberto

Tipo me olhando, é, me jurando

Eu tava bem de perto e acertei uns seis

o Guina foi e deu mais três.

Lembro que um dia o Guina me falou

que não sabia bem o que era amor

Falava quando era criança

uma mistura de ódio, frustração e dor

De como era humilhante ir pra escola

usando a roupa dada de esmola

De ter um pai inútil, digno de dó

mais um bêbado, [...] e só.

[...] Todo dia igual

sem feliz aniversário, Páscoa ou Natal

Longe dos cadernos, bem depois

a primeira mulher e o 22

Prestou vestibular no assalto do busão

numa agência bancária se formou ladrão

Não, não se sente mais inferior

Aí neguinho, agora eu tenho o meu valor

Racionais MC’s. Disponível em:<https://www.letras.mus.br/racionais-mcs/63438/> . Acesso em: 05 dez. 2018

Considere os itens a seguir como justificativas para o trabalho com o texto de Racionais MC’s nas aulas de Língua Portuguesa:

I. O texto apresenta tema possível de ser trabalhado, porque reforça o conhecimento, a elaboração e a consolidação de princípios éticos que norteiam a elaboração de políticas públicas em diferentes áreas, como saúde, educação e cultura.

II. O texto apresenta tema da desigualdade social que pode trazer, nas aulas de Língua Portuguesa, resultados efetivos, uma vez que trata da realidade de sujeitos oriundos de classes menos favorecidas presentes nas escolas.

III. O texto apresenta tema que tem apelo para os alunos de qualquer classe social, mesmo aqueles que pertencem a classes economicamente favorecidas, porque é importante que se discutam formas de preconceito, injustiças e violências sofridas por muitos deles.

IV. O texto apresenta tema com possibilidade de reflexão sobre a condição social de parcela da população, podendo levar à ideia de acolhimento, de respeito às diferenças, considerando ainda a modalidade oral da língua.

Estão corretos os itens:

 

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Analise a tirinha a seguir para responder à questão.

Enunciado 932082-1

Em relação à norma-padrão, assinale a alternativa incorreta.
 

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Enunciado 932081-1

A respeito da linguagem utilizada pelo texto II, analise as afirmativas a seguir, assinalando com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) O meme utiliza uma linguagem informal, o que se observa no exemplo da substituição do pronome possessivo ‘nossa’ pela construção ‘da gente’. ( ) Na primeira imagem, a palavra ‘paranóia’ está acentuada de acordo com as regras do Novo Acordo Ortográfico. ( ) A linguagem utilizada por esse meme é um exemplo da variação linguística comum na internet, o internetês.
Assinale a sequência correta.
 

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Leia o fragmento a seguir.

“Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), crianças (com 9 anos) não devem usar as telas (de celular) por mais de duas horas diárias. Já para as de 2 a 5 anos o rigor é maior: até uma hora. E bebês com menos de 2 anos não deveriam ter contato.”

Muito tempo de tela diminui memória e atenção da criança. Jornal O Tempo, 7 de out de 2018, p 29.

A fim de orientar pais e responsáveis por criança no uso de telas (celular, computadores, TVs, etc.), a SBP recomenda que os adultos também se desconectem quando em contato com crianças, ou que façam uso solidário do aparelho, discutindo e orientando o que se apresenta na tela, bem como limitem o acesso antes do sono e durante as refeições das crianças.

Em se tratando das refeições, o uso do celular deve ser evitado porque:

 

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“Entre 2008 e 2017, segundo dados levantado pela SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria) junto ao Sistema de Informações Ambulatoriais do SUS (Sistema Única de Saúde), dobrou o número de tomografias computadorizadas em pacientes de até 19 anos. No mesmo período, essa faixa etária diminuiu no país. [...]”

O TEMPO. “Campanha pelo uso racional de exame com radiação em criança”, 13 out. 2018. p. 14.

A Sociedade Brasileira de Pediatria lançou uma campanha em favor do uso racional de exames com radiação em crianças. Essa campanha se relaciona a(o)

 

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“Posso dizer que 100% das minhas vendas são concluídas pelo WhatsApp. Faço a divulgação no Facebook e no Instagram, mas negocio com o cliente via WhatsApp afirma a microempresária [...] (que) vende bolos e doces há três anos na internet. [...]” O TEMPO. “WhatsApp é a ferramenta de venda para
70% dos negócios”, 14 out. 2018. p. 12.

De acordo com a reportagem, as redes sociais têm potencializado muitos negócios.
Considerando os fatores que explicam esse tipo de negócio, é correto afirmar:
 

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Leia o fragmento a seguir.
“A concentração econômica nos municípios caiu um pouco na passagem de 2002 para 2016, conforme o Produto Interno Bruto (PIB) dos Municípios de 2016, pesquisa divulgada ontem (14/12/2018) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Em 2016 apenas seis cidades concentravam um quarto do PIB nacional [...].
Apesar da elevada concentração, o quadro é melhor que o de 2002 (quando) apenas quatro municípios concentravam quase um quarto da atividade econômica nacional [...]”
O TEMPO. “Seis municípios concentravam 25%
do PIB em 2016”. 15 dez. 2018. p. 12.

De acordo com esse trecho da reportagem, é correto afirmar sobre o PIB dos municípios no país:
 

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Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o número de assassinatos chega a 4,8 para cada 100 mil mulheres. O Mapa da Violência de 2015 aponta que, entre 1980 e 2013, 106.093 pessoas morreram por sua condição de ser mulher. As mulheres negras são ainda mais violentadas. Apenas entre 2003 e 2013, houve aumento de 54% no registro de mortes, passando de 1.864 para 2.875 nesse período. Muitas vezes, são os próprios familiares (50,3%) ou parceiros / ex-parceiros (33,2%) os que cometem os assassinatos.
Disponível em:<https://exame.abril.com.br/brasil/taxa-de feminicidios-no-brasil-e-a-quinta-maior-do-mundo/>. Acesso em: 20 dez. 2018.

Desde 2015, com a aprovação da Lei nº 13.140, o feminicídio passou a constar no Código Penal. Consequentemente,
Questão Anulada

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