Foram encontradas 1.504 questões.
- SintaxeTermos Acessórios e Independentes
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinadas Adverbial
- Interpretação de Textos
Leia o texto para responder à questão:
Memórias de um aprendiz de escritor
Cresci ouvindo histórias. Porque tinham histórias a contar, eles: meus pais, meus tios, nossos vizinhos. Eram, na
maioria, emigrantes. Da Rússia. Lá tinham vivido, como seus
antepassados, em pequenas aldeias, em meio a uma lírica
miséria, lendo a Bíblia, praticando a religião e trabalhando
como artesãos e pequenos comerciantes. A ruína do império czarista, nos anos que precederam a Revolução de 1917,
acarretou também a destruição desse pequeno mundo.
Contar histórias. Eis uma coisa que meus pais sabiam
fazer particularmente bem, com graça e humor; sabiam transformar pessoas em personagens, acontecimentos em situações ou cenas.
De minha mãe adquiri o gosto pela leitura. Éramos pobres, não indigentes; não chegávamos a passar fome, mas
tínhamos de economizar. Apesar disso nunca me faltou
dinheiro para livros. Minha mãe me levava à tradicional Livraria do Globo e eu podia escolher à vontade. Desde pequeno estava lendo. De tudo, como até hoje: Monteiro Lobato e
revistas em quadrinhos, divulgação científica e romances.
Ler. Lembro-me: uma manhã, acordo cedo. Não são seis
horas ainda. Vou para a salinha da frente, abro a janela, pego
um livro (são as aventuras do Camundongo Mickey). Leio um
pouco. Olho pela janela. No leito da rua, uma pomba debica
entre as pedras. Levanta a cabecinha e fixa em mim um pequeno olho escuro, duro como um grão. Mickey e a pomba.
Por onde andará a pomba porto-alegrense que à tênue luz
da madrugada parou um instante de bicar para olhar o garoto
com o livro na mão? Não sei, não sei de nada.
Monteiro Lobato era meu autor preferido. Mas eu também lia
o “Tesouro da Juventude”, uma enciclopédia infanto-juvenil em
dezoito volumes. Curioso, eu queria saber tudo: por que chove?
Quem depois de morta foi rainha? Lia, lia. Deitado num sofá,
o livro servindo como barreira entre a criança e o mundo. Isto:
o livro é uma barreira; mas é também a porta. A porta para um
mundo imaginário, onde eu vivia grande parte de meu tempo.
(Moacyr Scliar. Minha mãe não dorme
enquanto eu não chegar. 1996. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
- SintaxeTermos Integrantes da Oração
- MorfologiaPronomesPronomes PessoaisPronomes Pessoais Retos
- MorfologiaPronomesPronomes PessoaisPronomes Pessoais Oblíquos
Leia o texto para responder à questão:
Memórias de um aprendiz de escritor
Cresci ouvindo histórias. Porque tinham histórias a contar, eles: meus pais, meus tios, nossos vizinhos. Eram, na
maioria, emigrantes. Da Rússia. Lá tinham vivido, como seus
antepassados, em pequenas aldeias, em meio a uma lírica
miséria, lendo a Bíblia, praticando a religião e trabalhando
como artesãos e pequenos comerciantes. A ruína do império czarista, nos anos que precederam a Revolução de 1917,
acarretou também a destruição desse pequeno mundo.
Contar histórias. Eis uma coisa que meus pais sabiam
fazer particularmente bem, com graça e humor; sabiam transformar pessoas em personagens, acontecimentos em situações ou cenas.
De minha mãe adquiri o gosto pela leitura. Éramos pobres, não indigentes; não chegávamos a passar fome, mas
tínhamos de economizar. Apesar disso nunca me faltou
dinheiro para livros. Minha mãe me levava à tradicional Livraria do Globo e eu podia escolher à vontade. Desde pequeno estava lendo. De tudo, como até hoje: Monteiro Lobato e
revistas em quadrinhos, divulgação científica e romances.
Ler. Lembro-me: uma manhã, acordo cedo. Não são seis
horas ainda. Vou para a salinha da frente, abro a janela, pego
um livro (são as aventuras do Camundongo Mickey). Leio um
pouco. Olho pela janela. No leito da rua, uma pomba debica
entre as pedras. Levanta a cabecinha e fixa em mim um pequeno olho escuro, duro como um grão. Mickey e a pomba.
Por onde andará a pomba porto-alegrense que à tênue luz
da madrugada parou um instante de bicar para olhar o garoto
com o livro na mão? Não sei, não sei de nada.
Monteiro Lobato era meu autor preferido. Mas eu também lia
o “Tesouro da Juventude”, uma enciclopédia infanto-juvenil em
dezoito volumes. Curioso, eu queria saber tudo: por que chove?
Quem depois de morta foi rainha? Lia, lia. Deitado num sofá,
o livro servindo como barreira entre a criança e o mundo. Isto:
o livro é uma barreira; mas é também a porta. A porta para um
mundo imaginário, onde eu vivia grande parte de meu tempo.
(Moacyr Scliar. Minha mãe não dorme
enquanto eu não chegar. 1996. Adaptado)
• Minha mãe me levava à tradicional Livraria do Globo, onde eu podia escolher à vontade leituras para ______________.
• Desde pequeno estava lendo. De tudo, como até hoje: Monteiro Lobato e revistas em quadrinhos, divulgação científica e romances. Era tudo para _______________ ler, quando quisesse.
• Por onde andará a pomba porto-alegrense que parou um instante de bicar para ______________ com o livro na mão?
• Deitado num sofá, o livro servindo como barreira entre _______________ e o mundo.
Em conformidade com a norma-padrão, as lacunas do texto devem ser preenchidas, respectivamente, com:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinadas Adverbial
- SintaxeConectivos
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
Leia o texto para responder à questão:
Memórias de um aprendiz de escritor
Cresci ouvindo histórias. Porque tinham histórias a contar, eles: meus pais, meus tios, nossos vizinhos. Eram, na
maioria, emigrantes. Da Rússia. Lá tinham vivido, como seus
antepassados, em pequenas aldeias, em meio a uma lírica
miséria, lendo a Bíblia, praticando a religião e trabalhando
como artesãos e pequenos comerciantes. A ruína do império czarista, nos anos que precederam a Revolução de 1917,
acarretou também a destruição desse pequeno mundo.
Contar histórias. Eis uma coisa que meus pais sabiam
fazer particularmente bem, com graça e humor; sabiam transformar pessoas em personagens, acontecimentos em situações ou cenas.
De minha mãe adquiri o gosto pela leitura. Éramos pobres, não indigentes; não chegávamos a passar fome, mas
tínhamos de economizar. Apesar disso nunca me faltou
dinheiro para livros. Minha mãe me levava à tradicional Livraria do Globo e eu podia escolher à vontade. Desde pequeno estava lendo. De tudo, como até hoje: Monteiro Lobato e
revistas em quadrinhos, divulgação científica e romances.
Ler. Lembro-me: uma manhã, acordo cedo. Não são seis
horas ainda. Vou para a salinha da frente, abro a janela, pego
um livro (são as aventuras do Camundongo Mickey). Leio um
pouco. Olho pela janela. No leito da rua, uma pomba debica
entre as pedras. Levanta a cabecinha e fixa em mim um pequeno olho escuro, duro como um grão. Mickey e a pomba.
Por onde andará a pomba porto-alegrense que à tênue luz
da madrugada parou um instante de bicar para olhar o garoto
com o livro na mão? Não sei, não sei de nada.
Monteiro Lobato era meu autor preferido. Mas eu também lia
o “Tesouro da Juventude”, uma enciclopédia infanto-juvenil em
dezoito volumes. Curioso, eu queria saber tudo: por que chove?
Quem depois de morta foi rainha? Lia, lia. Deitado num sofá,
o livro servindo como barreira entre a criança e o mundo. Isto:
o livro é uma barreira; mas é também a porta. A porta para um
mundo imaginário, onde eu vivia grande parte de meu tempo.
(Moacyr Scliar. Minha mãe não dorme
enquanto eu não chegar. 1996. Adaptado)
Os termos destacados na passagem exprimem, correta e respectivamente, sentidos de:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto para responder à questão:
Memórias de um aprendiz de escritor
Cresci ouvindo histórias. Porque tinham histórias a contar, eles: meus pais, meus tios, nossos vizinhos. Eram, na
maioria, emigrantes. Da Rússia. Lá tinham vivido, como seus
antepassados, em pequenas aldeias, em meio a uma lírica
miséria, lendo a Bíblia, praticando a religião e trabalhando
como artesãos e pequenos comerciantes. A ruína do império czarista, nos anos que precederam a Revolução de 1917,
acarretou também a destruição desse pequeno mundo.
Contar histórias. Eis uma coisa que meus pais sabiam
fazer particularmente bem, com graça e humor; sabiam transformar pessoas em personagens, acontecimentos em situações ou cenas.
De minha mãe adquiri o gosto pela leitura. Éramos pobres, não indigentes; não chegávamos a passar fome, mas
tínhamos de economizar. Apesar disso nunca me faltou
dinheiro para livros. Minha mãe me levava à tradicional Livraria do Globo e eu podia escolher à vontade. Desde pequeno estava lendo. De tudo, como até hoje: Monteiro Lobato e
revistas em quadrinhos, divulgação científica e romances.
Ler. Lembro-me: uma manhã, acordo cedo. Não são seis
horas ainda. Vou para a salinha da frente, abro a janela, pego
um livro (são as aventuras do Camundongo Mickey). Leio um
pouco. Olho pela janela. No leito da rua, uma pomba debica
entre as pedras. Levanta a cabecinha e fixa em mim um pequeno olho escuro, duro como um grão. Mickey e a pomba.
Por onde andará a pomba porto-alegrense que à tênue luz
da madrugada parou um instante de bicar para olhar o garoto
com o livro na mão? Não sei, não sei de nada.
Monteiro Lobato era meu autor preferido. Mas eu também lia
o “Tesouro da Juventude”, uma enciclopédia infanto-juvenil em
dezoito volumes. Curioso, eu queria saber tudo: por que chove?
Quem depois de morta foi rainha? Lia, lia. Deitado num sofá,
o livro servindo como barreira entre a criança e o mundo. Isto:
o livro é uma barreira; mas é também a porta. A porta para um
mundo imaginário, onde eu vivia grande parte de meu tempo.
(Moacyr Scliar. Minha mãe não dorme
enquanto eu não chegar. 1996. Adaptado)
• A ruína do império czarista, nos anos que precederam a Revolução de 1917... (1° parágrafo)
• Éramos pobres, não indigentes... (3° parágrafo)
• Por onde andará a pomba porto-alegrense que à tênue luz da madrugada parou um instante de bicar... (4° parágrafo)
• A porta para um mundo imaginário, onde eu vivia grande parte de meu tempo. (5° parágrafo)
No contexto em que estão empregados, os termos destacados significam, correta e respectivamente:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
- SemânticaDenotação e Conotação
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de Linguagem
Leia o texto para responder à questão:
Memórias de um aprendiz de escritor
Cresci ouvindo histórias. Porque tinham histórias a contar, eles: meus pais, meus tios, nossos vizinhos. Eram, na
maioria, emigrantes. Da Rússia. Lá tinham vivido, como seus
antepassados, em pequenas aldeias, em meio a uma lírica
miséria, lendo a Bíblia, praticando a religião e trabalhando
como artesãos e pequenos comerciantes. A ruína do império czarista, nos anos que precederam a Revolução de 1917,
acarretou também a destruição desse pequeno mundo.
Contar histórias. Eis uma coisa que meus pais sabiam
fazer particularmente bem, com graça e humor; sabiam transformar pessoas em personagens, acontecimentos em situações ou cenas.
De minha mãe adquiri o gosto pela leitura. Éramos pobres, não indigentes; não chegávamos a passar fome, mas
tínhamos de economizar. Apesar disso nunca me faltou
dinheiro para livros. Minha mãe me levava à tradicional Livraria do Globo e eu podia escolher à vontade. Desde pequeno estava lendo. De tudo, como até hoje: Monteiro Lobato e
revistas em quadrinhos, divulgação científica e romances.
Ler. Lembro-me: uma manhã, acordo cedo. Não são seis
horas ainda. Vou para a salinha da frente, abro a janela, pego
um livro (são as aventuras do Camundongo Mickey). Leio um
pouco. Olho pela janela. No leito da rua, uma pomba debica
entre as pedras. Levanta a cabecinha e fixa em mim um pequeno olho escuro, duro como um grão. Mickey e a pomba.
Por onde andará a pomba porto-alegrense que à tênue luz
da madrugada parou um instante de bicar para olhar o garoto
com o livro na mão? Não sei, não sei de nada.
Monteiro Lobato era meu autor preferido. Mas eu também lia
o “Tesouro da Juventude”, uma enciclopédia infanto-juvenil em
dezoito volumes. Curioso, eu queria saber tudo: por que chove?
Quem depois de morta foi rainha? Lia, lia. Deitado num sofá,
o livro servindo como barreira entre a criança e o mundo. Isto:
o livro é uma barreira; mas é também a porta. A porta para um
mundo imaginário, onde eu vivia grande parte de meu tempo.
(Moacyr Scliar. Minha mãe não dorme
enquanto eu não chegar. 1996. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto para responder à questão:
Memórias de um aprendiz de escritor
Cresci ouvindo histórias. Porque tinham histórias a contar, eles: meus pais, meus tios, nossos vizinhos. Eram, na
maioria, emigrantes. Da Rússia. Lá tinham vivido, como seus
antepassados, em pequenas aldeias, em meio a uma lírica
miséria, lendo a Bíblia, praticando a religião e trabalhando
como artesãos e pequenos comerciantes. A ruína do império czarista, nos anos que precederam a Revolução de 1917,
acarretou também a destruição desse pequeno mundo.
Contar histórias. Eis uma coisa que meus pais sabiam
fazer particularmente bem, com graça e humor; sabiam transformar pessoas em personagens, acontecimentos em situações ou cenas.
De minha mãe adquiri o gosto pela leitura. Éramos pobres, não indigentes; não chegávamos a passar fome, mas
tínhamos de economizar. Apesar disso nunca me faltou
dinheiro para livros. Minha mãe me levava à tradicional Livraria do Globo e eu podia escolher à vontade. Desde pequeno estava lendo. De tudo, como até hoje: Monteiro Lobato e
revistas em quadrinhos, divulgação científica e romances.
Ler. Lembro-me: uma manhã, acordo cedo. Não são seis
horas ainda. Vou para a salinha da frente, abro a janela, pego
um livro (são as aventuras do Camundongo Mickey). Leio um
pouco. Olho pela janela. No leito da rua, uma pomba debica
entre as pedras. Levanta a cabecinha e fixa em mim um pequeno olho escuro, duro como um grão. Mickey e a pomba.
Por onde andará a pomba porto-alegrense que à tênue luz
da madrugada parou um instante de bicar para olhar o garoto
com o livro na mão? Não sei, não sei de nada.
Monteiro Lobato era meu autor preferido. Mas eu também lia
o “Tesouro da Juventude”, uma enciclopédia infanto-juvenil em
dezoito volumes. Curioso, eu queria saber tudo: por que chove?
Quem depois de morta foi rainha? Lia, lia. Deitado num sofá,
o livro servindo como barreira entre a criança e o mundo. Isto:
o livro é uma barreira; mas é também a porta. A porta para um
mundo imaginário, onde eu vivia grande parte de meu tempo.
(Moacyr Scliar. Minha mãe não dorme
enquanto eu não chegar. 1996. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
4272528
Ano: 2026
Disciplina: Direito Urbanístico
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Jardinopolis-SP
Disciplina: Direito Urbanístico
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Jardinopolis-SP
Provas:
Assinale a alternativa que está de acordo com a
Lei da Regularização Fundiária e Urbana “Reurb” (Lei
n°
13.465/2017).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
4272527
Ano: 2026
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Jardinopolis-SP
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Jardinopolis-SP
Provas:
Imagine que Bruna tem 25 (vinte e cinco) anos, acabou há
três meses sua graduação em engenharia têxtil, reside no
município ABC e deseja se candidatar para ser membro
do Conselho Tutelar do referido município, cuja eleição
ocorrerá no mês de outubro do presente ano.
Com base na situação hipotética apresentada e no disposto no Estatuto da Criança e do Adolescente, é correto afirmar que
Com base na situação hipotética apresentada e no disposto no Estatuto da Criança e do Adolescente, é correto afirmar que
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Suponha que o município ABC deseja prestar o serviço público de saneamento básico por entidade que não
integre a administração pública. De acordo com o disposto na Lei do Saneamento Básico (Lei n°
11.445/2007), é
correto afirmar que, para tanto, o município ABC dependerá da celebração de
Provas
Questão presente nas seguintes provas
4272525
Ano: 2026
Disciplina: Direito Processual Civil
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Jardinopolis-SP
Disciplina: Direito Processual Civil
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Jardinopolis-SP
Provas:
Suponha que a Associação Trânsito Seguro ajuizou uma
ação civil pública em face da fabricante de carros Velocidade Ltda., e, após regular processamento, o juiz julgou
procedente o pedido, condenando o réu nos termos do
requerido na petição inicial, inclusive imputando-lhe o
pagamento de honorários advocatícios.
Com base na situação hipotética apresentada e no disposto na jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça, é correto afirmar que a condenação da parte ré em honorários advocatícios foi
Com base na situação hipotética apresentada e no disposto na jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça, é correto afirmar que a condenação da parte ré em honorários advocatícios foi
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container