Magna Concursos

Foram encontradas 378 questões.

1539236 Ano: 2015
Disciplina: Enfermagem
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. Cristiano Otoni-MG
Provas:
Assinale a alternativa que representa a principal causa de AVE (Acidente Vascular Encefálico), anteriormente conhecido como AVC (Acidente Vascular Cerebral):
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1539230 Ano: 2015
Disciplina: Odontologia
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. Cristiano Otoni-MG
Em relação aos materiais críticos e semicríticos utilizados em um consultório odontológico, qual é o que oferece maior risco de contaminação pelo vírus da AIDS após seu uso?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1539091 Ano: 2015
Disciplina: Legislação Tributária Municipal
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. Cristiano Otoni-MG
Provas:
Marque a alternativa incorreta no que se refere a Lei Complementar Municipal Nº 006/2001 -A Seção III Da Extinção do Crédito Tributário Art. 25 – Extinguem o crédito tributário no seguinte caso:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1538903 Ano: 2015
Disciplina: Serviço Social
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. Cristiano Otoni-MG
Provas:
E falando de assistência social, voltemos nosso olhar para Seguridade Social enquanto instituição político-estatal, que conta com a participação de entidades e da sociedade civil, através de consórcios administrativos e o poder público, onde seus objetivos embasam-se na:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1537217 Ano: 2015
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. Cristiano Otoni-MG
Provas:
Atividades que envolvam a livre expressão do inconsciente do paciente, possibilitando catarse emocional e alívio das tensões, como: pintura, desenho, colagens, dança; são chamadas:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Texto para a questão.
QUANDO O NEGÓCIO É TORTURAR A LÍNGUA
Enunciado 1536718-1
Se duas empresas pertencentes a um mesmo grupo resolvem trabalhar em colaboração para vender melhor seus produtos, esse será apenas um fato trivial no mundo dos negócios. Uma palavra, porém, pode fazer toda a diferença. No lugar de “colaboração”, diga “sinergia”. As portas do mercado global parecem se abrir. Daí em diante, o céu é o limite: o empresário pode “ajustar seus processos para potencializar um clima organizacional que propicie o ciclo sinergístico”. Isso não quer dizer rigorosamente nada – mas impressiona. Tal estilo pernóstico e vazio permeia grande parte da cultura corporativa. Bobagens palavrosas garantem a boa vida de muito guru empresarial, do tipo que adora fazer palestras com PowerPoint – programa do Windows para apresentações de texto e imagem. Os consultores americanos Brian Fugere, Chelsea Hardaway e Jon Warshawsky cansaram de tanta besteira. Um livro escrito pelos três pretende por fim à embromação e restituir a clareza aos ambientes de negócios. Na busca por uma linguagem transparente, não poderiam ter encontrado um título melhor: Por que as Pessoas de Negócios Falam como Idiotas (tradução de Alice Xavier; Best Seller; 192 páginas; 24,90 reais).
Os autores identificam um mecanismo de compensação psicológica no gosto dos executivos por esse palavreado que recheia reuniões e reuniões: ele confere uma aura de importância e inovação às realizações mais comezinhas. A empresa passou a trabalhar com um software mais avançado? Será mais emocionante afirmar que houve uma “mudança de paradigma tecnológico”. O recurso à linguagem empolada, porém, nem sempre é tão inocente. Com frequência, a verborragia está lá para encobrir a negligência, a incompetência e até a fraude. Um exemplo expressivo é a seguinte frase perfeitamente vazia de sentido: “Temos redes robustas de ativos estratégicos dos quais detemos a propriedade ou o acesso contratual, o que nos dá mais flexibilidade e velocidade para, de modo confiável, fornecer soluções logísticas abrangentes”. Essa pérola faz parte do relatório anual de 2000 da empresa americana Enron. No ano seguinte, a companhia declarou falência depois que se descobriu que sua contabilidade era toda falsificada. Não por acaso, a tendência à linguagem estupefaciente é maior entre as empresas desonestas. Isso é demonstrável na análise das cartas aos acionistas que acompanham os relatórios anuais de grandes corporações. Os autores de Por que as Pessoas de Negócios... pontuaram esses textos com o índice Flesch, criado nos anos 40 pelo educador de origem austríaca Rudolf Flesch, que indica a clareza da linguagem em inglês. Quanto mais elevada à nota na escala, maior a clareza. Empresas admiradas como o Google, a General Electric e a Amazon pontuaram acima de 40. A Enron ficou com apenas 18.
Maus resultados financeiros, demissões, produtos que falham – a embromação tenta obscurecer qualquer fato desagradável. Veja por exemplo um memorando de Edgar Bronfman Jr., presidente da Warner Music: “Estamos anunciando hoje uma série de passos necessários à reestruturação e cruciais para o futuro do Warner Music Group. (...) É da máxima importância fazermos, tão logo possível, as mudanças necessárias para que o WMG possa continuar a progredir, com redobrada força e confiança, como uma organização mais competitiva, ágil e eficiente”. O objetivo de todo esse papo-furado era anunciar um corte de 20% do pessoal. Medidas drásticas como essa são muitas vezes necessárias, especialmente em indústria em crise. Mas encobri-las com eufemismos como “reestruturação” ou “reengenharia” insulta os demitidos.
Talvez o maior vilão de Por que as Pessoas de Negócios Falam como Idiotas seja um programa de computador: o já citado PowerPoint. Muito usado em palestras corporativas, ele é a versão informatizada dos obsoletos projetores de slides e transparências. Com seus modelos padronizados e as facilidades que oferece para o desenho de diagramas e organogramas, tornou-se também o veículo ideal para os clichês empresariais. Em 2003, uma equipe de técnicos da Nasa, a agência espacial americana, fez uma apresentação em PowerPoint sobre defeitos estruturais no ônibus espacial Columbia. A exposição alertava para a possibilidade de que pedaços do revestimento dos tanques de combustível, se se desprendessem e atingissem a nave, causariam danos graves. Só que a informação estava perdida no meio de uma tela do PowerPoint, entre outras frases irrelevantes e expressões vazias como “dano significativo” (“significativo” compete com “estratégico” pelo lugar de adjetivo mais vago do jargão corporativo). Uma semana depois, o Columbia explodiu ao reentrar na atmosfera terrestre, matando os sete tripulantes. A causa do acidente: pedaços do revestimento que se soltaram. O jargão obscuro, como se vê, não tortura apenas a língua. Pode também fazer vítimas fatais.
Jerônimo Teixeira
Veja. 18 de julho, 2007.
O autor do texto, ao se referir ao assunto de que trata seu discurso, usa palavras que reiteram sua apreciação pejorativa sobre a questão. A opção abaixo que não traz uma palavra ou expressão que se relaciona a isso é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1536315 Ano: 2015
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. Cristiano Otoni-MG
Texto para a questão.
The title of this revised and expanded second edition indicates that Allen and Valette's book now includes materials specifically designed for the ESL classroom. There is a certain logic to gathering all "foreign" language teaching techniques together. However, some ESL teachers, especially the more linguistically grounded, may resist this yoking, feeling it to be a dilution rather than an enrichment. Such feelings may be reinforced by the book's format, which spreads itself among Spanish, German, French, and ESL materials designed for use on the elementary, intermediate and advanced levels. Still, ESL teachers of all orientations should find help here.
The authors advance no one basic method. Rather, their materials are suited to all methods. As they point out in the preface, even in the case of a brand new teacher who first meets with an established program, "the manner in which the content is presented to the student . . . is left to the determination of the teacher." And "manner" equals the "techniques" of the title. Techniques ranging from art work to organizing group activities to eavesdropping are organized according to a Dewey Decimal-like system for easy retrieval.
These techniques are distributed through four parts and an appendix of sample lesson plans. Part One gives an overview of the language classroom; Two uses traditional terminology to present techniques for teaching sound systems, grammar, and vocabulary; Three treats the developmental skills of listening, speaking, reading, and writing; and Four offers techniques for introducing students to the target culture. While experienced teachers may find the book a convenient supplement and rejuvenator, it is likely to be most attractive to new teachers who are accumulating their own arsenals of classroom techniques.
JJAMES E. FORD https://ojs.lib.byu.edu/spc/index.php/TESL/article/viewFile/2932/2706, download em 04/3/2016.
In: “The authors advance no one basic method. Rather, their materials are suited to all methods”, the second sentence is an example of:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1535966 Ano: 2015
Disciplina: Pedagogia
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. Cristiano Otoni-MG
Provas:
Os problemas da educação brasileira figuram sempre no topo das listas de discussões entre profissionais da área e seus representantes no governo, porém, quase nunca as alterações feitas conseguem preencher todas as lacunas existentes. Para quem atua no segmento, já ficou claro que o processo educacional deve ser avaliado e reavaliado com o objetivo de mantê-lo atualizado e sincronizado com o desenvolvimento mundial. Entretanto, no nosso país, além de questões mais ideológicas, como a relação entre o aluno e o professor e a inserção da tecnologia no espaço de ensino, há ainda problemas sociais graves no que tange a educação. Em meados da década de 1980, o maior objetivo do governo em relação à educação era reduzir o número de analfabetos, ampliando vagas e melhorando o acesso ao ensino básico e fundamental. Em 1996, implementou-se a Lei de Diretrizes e Bases da Educação, conjunto de normas que regulamenta a atividade no país. A LDB ajudou a normatizar processos relacionados ao ensino e tornou obrigatório, por exemplo, que toda criança a partir dos quatros anos de idade (segundo o texto atualizado) esteja matriculada na educação infantil, sendo a matrícula um dever dos pais. O dever do governo estadual e municipal, no caso do sistema público de ensino, é oferecer vagas suficientes para todos. De lá para cá, muita coisa mudou: as estatísticas mostram que hoje o número de analfabetos representa 2,5% da população contra 20% em 1985. A evasão escolar também diminuiu em cerca de 17%, duas vitórias consideráveis.
Disponível: http://appprova.com.br/2015/04/02/mazelas-e-desafios-educacao-brasileira. Acessado em 27/03/2016.
Com base no texto acima, quanto aos desafios da Educação Brasileira, marque a alternativa correta:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1522167 Ano: 2015
Disciplina: Educação Física
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. Cristiano Otoni-MG
Na perspectiva da construção coletiva do Projeto Político e Pedagógico o professor de Educação Física não deve:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Se ganhei R$ 2.500,00 em dois meses de trabalho, então para ganhar R$ 6.250,00 tenho que trabalhar:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas