Foram encontradas 30 questões.
1814359
Ano: 2015
Disciplina: Direito Sanitário
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. Cristiano Otoni-MG
Disciplina: Direito Sanitário
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. Cristiano Otoni-MG
Provas:
O artigo 27 (Lei Complementar 005/2001), trata da permissão de abertura de poços, em que circunstância será permitida abertura de poços ou aproveitamento de fontes para fornecimento de agua potável, reguladas em normas técnicas específicas em conformidade com artigo.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
1814154
Ano: 2015
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. Cristiano Otoni-MG
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. Cristiano Otoni-MG
Provas:
De acordo com a Lei Orgânica do Município de Cristiano Otoni, Capítulo IV – Da Educação em seu Art. 155. “O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios:”, marque a alternativa que apresenta um dos princípios:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Texto para a questão.
Uma conversa inicial
Todos nós somos pesquisadores desde pequenininhos. Na língua nativa, por exemplo, intuitivamente reproduzimos palavras que nos são apresentadas por nossa família, primeiro, e vamos conpreendendo que, ao pronunciar aquilo, temos um resultado e que, ao dizermos outra palavra, temos outra reação dos nossos próximos. E começamos a (re)produzir nossas primeiras frases, testando o resultado do que dizemos no lugar em que dizemos e para quem o dizemos. Presenciando esses atos de fala, vamos construindo o nosso repertório de palavras e de frases as quais vão passando a serem característicos de nós mesmos. Com isso, vamos formando uma consciência linguística por meio de hipóteses que se dão normalmente entre 0 e 3 anos e vão se firmando de 4 a 6 anos. Nessas fases, somos aprendizes da língua, autênticos pesquisadores da linguagem e do próprio mundo. Mas, vamos sair da área da Linguagem...; afinal, não é esse o propósito deste texto.
Ainda pequenos, vemos cores, formas, coisas estranhas que não compreendemos e pomo-nos a tentar compreender aquilo que vemos, comparando, testando, concluindo. Por exemplo, quantos entre vocês não pegaram uma descarga elétrica ao pôr o dedo na tomada? Quantos entre nós não descobrimos que temos sexos diferentes quando tivemos a oportunidade de ver o sexo oposto ao nosso?
Viu como somos pesquisadores?!! Não? Observe como em tudo o que foi dito acima há um pouco de testagem, de levantamento de dados, de reflexão sobre o resultado da pesquisa, de conclusões mais evidentes e palpáveis dos resultados de suas observações. Assim é que se faz pesquisa e é-se pesquisador.
Se pensarmos, então, por esse caminho, veremos que nossas mães são perfeitas pesquisadoras, pois sabem muito bem onde comprar com qualidade sem gastar muito; nossos pais também, pois sabem que, às vezes, mesmo você estudando numa escola mais cara, há uma série de variáveis que contribuem para sair mais barato. Eles comparam, avaliam, testam, ponderam, chegam a resultados os quais você fica sabendo logo, logo. Às vezes não concorda com a tomada de decisão deles, mas acredita que seja para o seu bem. E assim vai passando a vida. Eles praticamente fazem isso o tempo todo, mas você normalmente acha que seu pai ou sua mãe é um avarento, não é mesmo? Não são não! São excelentes pesquisadores, sim.
(...)
Na escola, a pesquisa nos é jogada nos peitos por muitos professores. Quase nenhum professor nos ensina como fazer a pesquisa que ele/ela acabou de passar. Os pais de vocês que o digam! Coitados! Quantas e quantas vezes não se veem obrigados a deixar seus afazeres para ajudá-lo(a) a pesquisar? Do contrário, vão amargar junto com você uma nota, uma média, um conceito não muito agradável. Aliás, existem situações em que a tal pesquisa vale a nota total da prova, ou a maior parte na avaliação sumativa. E aí? Como garantir uma boa nota na pesquisa? Não tem jeito: você tem que aprender a pesquisar, e isso só é possível fazendo. Quanto mais o seu professor for um estudioso daquilo que ele ensina, mais ele sabe sobre o ato de pesquisar e o papel que a pesquisa tem no processo de ensino e aprendizagem. E mais ainda ele será exigente nas pesquisas solicitadas a você e/ou à sua turma. Se não, qualquer “coisa” que você produzir vai satisfazê-lo.
Gostaria ainda de dizer que bem mais como uma nota a mais ou a única, a pesquisa deve ser encarada como um ato de estudo, de reflexão, de doação. E este material que ora chega às suas mãos quer promover isso. A pesquisa constitui – ainda que nem todos os professores tenham vislumbrado isto – a base de todo o conhecimento humano; afinal, o homem aprende quando ele próprio constrói o seu saber mediatizado pelo professor que passa a ser um direcionador, um encaminhador de suas leituras, um orientador de suas produções. Quando isso acontece, ambos saem ganhando, porque o ato educacional só se efetiva quando ele é coparticipativo, coprodutivo, coconstrutivo. E a pesquisa contribui para isso se ambos compreenderem os propósitos dela.
Boa leitura e excelentes pesquisas!
LISBÔA, Wandré G de C. O que é PESQUISAR? – Material didático produzido para o Ensino Fundamental. Belém/PA, 2009.
No trecho: “Na língua nativa, por exemplo, intuitivamente reproduzimos palavras que nos são apresentadas por nossa família, primeiro...”, a palavra primeiro é:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Texto para a questão.
Uma conversa inicial
Todos nós somos pesquisadores desde pequenininhos. Na língua nativa, por exemplo, intuitivamente reproduzimos palavras que nos são apresentadas por nossa família, primeiro, e vamos conpreendendo que, ao pronunciar aquilo, temos um resultado e que, ao dizermos outra palavra, temos outra reação dos nossos próximos. E começamos a (re)produzir nossas primeiras frases, testando o resultado do que dizemos no lugar em que dizemos e para quem o dizemos. Presenciando esses atos de fala, vamos construindo o nosso repertório de palavras e de frases as quais vão passando a serem característicos de nós mesmos. Com isso, vamos formando uma consciência linguística por meio de hipóteses que se dão normalmente entre 0 e 3 anos e vão se firmando de 4 a 6 anos. Nessas fases, somos aprendizes da língua, autênticos pesquisadores da linguagem e do próprio mundo. Mas, vamos sair da área da Linguagem...; afinal, não é esse o propósito deste texto.
Ainda pequenos, vemos cores, formas, coisas estranhas que não compreendemos e pomo-nos a tentar compreender aquilo que vemos, comparando, testando, concluindo. Por exemplo, quantos entre vocês não pegaram uma descarga elétrica ao pôr o dedo na tomada? Quantos entre nós não descobrimos que temos sexos diferentes quando tivemos a oportunidade de ver o sexo oposto ao nosso?
Viu como somos pesquisadores?!! Não? Observe como em tudo o que foi dito acima há um pouco de testagem, de levantamento de dados, de reflexão sobre o resultado da pesquisa, de conclusões mais evidentes e palpáveis dos resultados de suas observações. Assim é que se faz pesquisa e é-se pesquisador.
Se pensarmos, então, por esse caminho, veremos que nossas mães são perfeitas pesquisadoras, pois sabem muito bem onde comprar com qualidade sem gastar muito; nossos pais também, pois sabem que, às vezes, mesmo você estudando numa escola mais cara, há uma série de variáveis que contribuem para sair mais barato. Eles comparam, avaliam, testam, ponderam, chegam a resultados os quais você fica sabendo logo, logo. Às vezes não concorda com a tomada de decisão deles, mas acredita que seja para o seu bem. E assim vai passando a vida. Eles praticamente fazem isso o tempo todo, mas você normalmente acha que seu pai ou sua mãe é um avarento, não é mesmo? Não são não! São excelentes pesquisadores, sim.
(...)
Na escola, a pesquisa nos é jogada nos peitos por muitos professores. Quase nenhum professor nos ensina como fazer a pesquisa que ele/ela acabou de passar. Os pais de vocês que o digam! Coitados! Quantas e quantas vezes não se veem obrigados a deixar seus afazeres para ajudá-lo(a) a pesquisar? Do contrário, vão amargar junto com você uma nota, uma média, um conceito não muito agradável. Aliás, existem situações em que a tal pesquisa vale a nota total da prova, ou a maior parte na avaliação sumativa. E aí? Como garantir uma boa nota na pesquisa? Não tem jeito: você tem que aprender a pesquisar, e isso só é possível fazendo. Quanto mais o seu professor for um estudioso daquilo que ele ensina, mais ele sabe sobre o ato de pesquisar e o papel que a pesquisa tem no processo de ensino e aprendizagem. E mais ainda ele será exigente nas pesquisas solicitadas a você e/ou à sua turma. Se não, qualquer “coisa” que você produzir vai satisfazê-lo.
Gostaria ainda de dizer que bem mais como uma nota a mais ou a única, a pesquisa deve ser encarada como um ato de estudo, de reflexão, de doação. E este material que ora chega às suas mãos quer promover isso. A pesquisa constitui – ainda que nem todos os professores tenham vislumbrado isto – a base de todo o conhecimento humano; afinal, o homem aprende quando ele próprio constrói o seu saber mediatizado pelo professor que passa a ser um direcionador, um encaminhador de suas leituras, um orientador de suas produções. Quando isso acontece, ambos saem ganhando, porque o ato educacional só se efetiva quando ele é coparticipativo, coprodutivo, coconstrutivo. E a pesquisa contribui para isso se ambos compreenderem os propósitos dela.
Boa leitura e excelentes pesquisas!
LISBÔA, Wandré G de C. O que é PESQUISAR? – Material didático produzido para o Ensino Fundamental. Belém/PA, 2009.
Conforme o texto, somente um dos atos, nos pares de ações abaixo, não foi apontado como um ato do pesquisador. Qual?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
1740278
Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. Cristiano Otoni-MG
Disciplina: Matemática
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. Cristiano Otoni-MG
Provas:
Sabe-se que 5 operários constroem uma certa obra em 12 dias. O número de dias que 30 operários, com a mesma eficiência dos primeiros, construiriam a mesma obra é:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
1710019
Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. Cristiano Otoni-MG
Disciplina: Matemática
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. Cristiano Otoni-MG
Provas:
O resultado da operação 0,5dm + 15cm – 12mm, em centímetros, está escrito corretamente em:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Texto para a questão.
Uma conversa inicial
Todos nós somos pesquisadores desde pequenininhos. Na língua nativa, por exemplo, intuitivamente reproduzimos palavras que nos são apresentadas por nossa família, primeiro, e vamos conpreendendo que, ao pronunciar aquilo, temos um resultado e que, ao dizermos outra palavra, temos outra reação dos nossos próximos. E começamos a (re)produzir nossas primeiras frases, testando o resultado do que dizemos no lugar em que dizemos e para quem o dizemos. Presenciando esses atos de fala, vamos construindo o nosso repertório de palavras e de frases as quais vão passando a serem característicos de nós mesmos. Com isso, vamos formando uma consciência linguística por meio de hipóteses que se dão normalmente entre 0 e 3 anos e vão se firmando de 4 a 6 anos. Nessas fases, somos aprendizes da língua, autênticos pesquisadores da linguagem e do próprio mundo. Mas, vamos sair da área da Linguagem...; afinal, não é esse o propósito deste texto.
Ainda pequenos, vemos cores, formas, coisas estranhas que não compreendemos e pomo-nos a tentar compreender aquilo que vemos, comparando, testando, concluindo. Por exemplo, quantos entre vocês não pegaram uma descarga elétrica ao pôr o dedo na tomada? Quantos entre nós não descobrimos que temos sexos diferentes quando tivemos a oportunidade de ver o sexo oposto ao nosso?
Viu como somos pesquisadores?!! Não? Observe como em tudo o que foi dito acima há um pouco de testagem, de levantamento de dados, de reflexão sobre o resultado da pesquisa, de conclusões mais evidentes e palpáveis dos resultados de suas observações. Assim é que se faz pesquisa e é-se pesquisador.
Se pensarmos, então, por esse caminho, veremos que nossas mães são perfeitas pesquisadoras, pois sabem muito bem onde comprar com qualidade sem gastar muito; nossos pais também, pois sabem que, às vezes, mesmo você estudando numa escola mais cara, há uma série de variáveis que contribuem para sair mais barato. Eles comparam, avaliam, testam, ponderam, chegam a resultados os quais você fica sabendo logo, logo. Às vezes não concorda com a tomada de decisão deles, mas acredita que seja para o seu bem. E assim vai passando a vida. Eles praticamente fazem isso o tempo todo, mas você normalmente acha que seu pai ou sua mãe é um avarento, não é mesmo? Não são não! São excelentes pesquisadores, sim.
(...)
Na escola, a pesquisa nos é jogada nos peitos por muitos professores. Quase nenhum professor nos ensina como fazer a pesquisa que ele/ela acabou de passar. Os pais de vocês que o digam! Coitados! Quantas e quantas vezes não se veem obrigados a deixar seus afazeres para ajudá-lo(a) a pesquisar? Do contrário, vão amargar junto com você uma nota, uma média, um conceito não muito agradável. Aliás, existem situações em que a tal pesquisa vale a nota total da prova, ou a maior parte na avaliação sumativa. E aí? Como garantir uma boa nota na pesquisa? Não tem jeito: você tem que aprender a pesquisar, e isso só é possível fazendo. Quanto mais o seu professor for um estudioso daquilo que ele ensina, mais ele sabe sobre o ato de pesquisar e o papel que a pesquisa tem no processo de ensino e aprendizagem. E mais ainda ele será exigente nas pesquisas solicitadas a você e/ou à sua turma. Se não, qualquer “coisa” que você produzir vai satisfazê-lo.
Gostaria ainda de dizer que bem mais como uma nota a mais ou a única, a pesquisa deve ser encarada como um ato de estudo, de reflexão, de doação. E este material que ora chega às suas mãos quer promover isso. A pesquisa constitui – ainda que nem todos os professores tenham vislumbrado isto – a base de todo o conhecimento humano; afinal, o homem aprende quando ele próprio constrói o seu saber mediatizado pelo professor que passa a ser um direcionador, um encaminhador de suas leituras, um orientador de suas produções. Quando isso acontece, ambos saem ganhando, porque o ato educacional só se efetiva quando ele é coparticipativo, coprodutivo, coconstrutivo. E a pesquisa contribui para isso se ambos compreenderem os propósitos dela.
Boa leitura e excelentes pesquisas!
LISBÔA, Wandré G de C. O que é PESQUISAR? – Material didático produzido para o Ensino Fundamental. Belém/PA, 2009.
Em relação ao uso do acento indicativo da crase em: “E mais ainda ele será exigente nas pesquisas solicitadas a você e/ou à sua turma”, é correto afirmar:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Texto para a questão.
Uma conversa inicial
Todos nós somos pesquisadores desde pequenininhos. Na língua nativa, por exemplo, intuitivamente reproduzimos palavras que nos são apresentadas por nossa família, primeiro, e vamos conpreendendo que, ao pronunciar aquilo, temos um resultado e que, ao dizermos outra palavra, temos outra reação dos nossos próximos. E começamos a (re)produzir nossas primeiras frases, testando o resultado do que dizemos no lugar em que dizemos e para quem o dizemos. Presenciando esses atos de fala, vamos construindo o nosso repertório de palavras e de frases as quais vão passando a serem característicos de nós mesmos. Com isso, vamos formando uma consciência linguística por meio de hipóteses que se dão normalmente entre 0 e 3 anos e vão se firmando de 4 a 6 anos. Nessas fases, somos aprendizes da língua, autênticos pesquisadores da linguagem e do próprio mundo. Mas, vamos sair da área da Linguagem...; afinal, não é esse o propósito deste texto.
Ainda pequenos, vemos cores, formas, coisas estranhas que não compreendemos e pomo-nos a tentar compreender aquilo que vemos, comparando, testando, concluindo. Por exemplo, quantos entre vocês não pegaram uma descarga elétrica ao pôr o dedo na tomada? Quantos entre nós não descobrimos que temos sexos diferentes quando tivemos a oportunidade de ver o sexo oposto ao nosso?
Viu como somos pesquisadores?!! Não? Observe como em tudo o que foi dito acima há um pouco de testagem, de levantamento de dados, de reflexão sobre o resultado da pesquisa, de conclusões mais evidentes e palpáveis dos resultados de suas observações. Assim é que se faz pesquisa e é-se pesquisador.
Se pensarmos, então, por esse caminho, veremos que nossas mães são perfeitas pesquisadoras, pois sabem muito bem onde comprar com qualidade sem gastar muito; nossos pais também, pois sabem que, às vezes, mesmo você estudando numa escola mais cara, há uma série de variáveis que contribuem para sair mais barato. Eles comparam, avaliam, testam, ponderam, chegam a resultados os quais você fica sabendo logo, logo. Às vezes não concorda com a tomada de decisão deles, mas acredita que seja para o seu bem. E assim vai passando a vida. Eles praticamente fazem isso o tempo todo, mas você normalmente acha que seu pai ou sua mãe é um avarento, não é mesmo? Não são não! São excelentes pesquisadores, sim.
(...)
Na escola, a pesquisa nos é jogada nos peitos por muitos professores. Quase nenhum professor nos ensina como fazer a pesquisa que ele/ela acabou de passar. Os pais de vocês que o digam! Coitados! Quantas e quantas vezes não se veem obrigados a deixar seus afazeres para ajudá-lo(a) a pesquisar? Do contrário, vão amargar junto com você uma nota, uma média, um conceito não muito agradável. Aliás, existem situações em que a tal pesquisa vale a nota total da prova, ou a maior parte na avaliação sumativa. E aí? Como garantir uma boa nota na pesquisa? Não tem jeito: você tem que aprender a pesquisar, e isso só é possível fazendo. Quanto mais o seu professor for um estudioso daquilo que ele ensina, mais ele sabe sobre o ato de pesquisar e o papel que a pesquisa tem no processo de ensino e aprendizagem. E mais ainda ele será exigente nas pesquisas solicitadas a você e/ou à sua turma. Se não, qualquer “coisa” que você produzir vai satisfazê-lo.
Gostaria ainda de dizer que bem mais como uma nota a mais ou a única, a pesquisa deve ser encarada como um ato de estudo, de reflexão, de doação. E este material que ora chega às suas mãos quer promover isso. A pesquisa constitui – ainda que nem todos os professores tenham vislumbrado isto – a base de todo o conhecimento humano; afinal, o homem aprende quando ele próprio constrói o seu saber mediatizado pelo professor que passa a ser um direcionador, um encaminhador de suas leituras, um orientador de suas produções. Quando isso acontece, ambos saem ganhando, porque o ato educacional só se efetiva quando ele é coparticipativo, coprodutivo, coconstrutivo. E a pesquisa contribui para isso se ambos compreenderem os propósitos dela.
Boa leitura e excelentes pesquisas!
LISBÔA, Wandré G de C. O que é PESQUISAR? – Material didático produzido para o Ensino Fundamental. Belém/PA, 2009.
Em: “Quando isso acontece, ambos saem ganhando, porque o ato educacional só se efetiva quando ele é coparticipativo, coprodutivo, coconstrutivo”, as três últimas palavras se iniciam com o mesmo morfema. É correto dizer sobre eles que:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Texto para a questão.
Uma conversa inicial
Todos nós somos pesquisadores desde pequenininhos. Na língua nativa, por exemplo, intuitivamente reproduzimos palavras que nos são apresentadas por nossa família, primeiro, e vamos conpreendendo que, ao pronunciar aquilo, temos um resultado e que, ao dizermos outra palavra, temos outra reação dos nossos próximos. E começamos a (re)produzir nossas primeiras frases, testando o resultado do que dizemos no lugar em que dizemos e para quem o dizemos. Presenciando esses atos de fala, vamos construindo o nosso repertório de palavras e de frases as quais vão passando a serem característicos de nós mesmos. Com isso, vamos formando uma consciência linguística por meio de hipóteses que se dão normalmente entre 0 e 3 anos e vão se firmando de 4 a 6 anos. Nessas fases, somos aprendizes da língua, autênticos pesquisadores da linguagem e do próprio mundo. Mas, vamos sair da área da Linguagem...; afinal, não é esse o propósito deste texto.
Ainda pequenos, vemos cores, formas, coisas estranhas que não compreendemos e pomo-nos a tentar compreender aquilo que vemos, comparando, testando, concluindo. Por exemplo, quantos entre vocês não pegaram uma descarga elétrica ao pôr o dedo na tomada? Quantos entre nós não descobrimos que temos sexos diferentes quando tivemos a oportunidade de ver o sexo oposto ao nosso?
Viu como somos pesquisadores?!! Não? Observe como em tudo o que foi dito acima há um pouco de testagem, de levantamento de dados, de reflexão sobre o resultado da pesquisa, de conclusões mais evidentes e palpáveis dos resultados de suas observações. Assim é que se faz pesquisa e é-se pesquisador.
Se pensarmos, então, por esse caminho, veremos que nossas mães são perfeitas pesquisadoras, pois sabem muito bem onde comprar com qualidade sem gastar muito; nossos pais também, pois sabem que, às vezes, mesmo você estudando numa escola mais cara, há uma série de variáveis que contribuem para sair mais barato. Eles comparam, avaliam, testam, ponderam, chegam a resultados os quais você fica sabendo logo, logo. Às vezes não concorda com a tomada de decisão deles, mas acredita que seja para o seu bem. E assim vai passando a vida. Eles praticamente fazem isso o tempo todo, mas você normalmente acha que seu pai ou sua mãe é um avarento, não é mesmo? Não são não! São excelentes pesquisadores, sim.
(...)
Na escola, a pesquisa nos é jogada nos peitos por muitos professores. Quase nenhum professor nos ensina como fazer a pesquisa que ele/ela acabou de passar. Os pais de vocês que o digam! Coitados! Quantas e quantas vezes não se veem obrigados a deixar seus afazeres para ajudá-lo(a) a pesquisar? Do contrário, vão amargar junto com você uma nota, uma média, um conceito não muito agradável. Aliás, existem situações em que a tal pesquisa vale a nota total da prova, ou a maior parte na avaliação sumativa. E aí? Como garantir uma boa nota na pesquisa? Não tem jeito: você tem que aprender a pesquisar, e isso só é possível fazendo. Quanto mais o seu professor for um estudioso daquilo que ele ensina, mais ele sabe sobre o ato de pesquisar e o papel que a pesquisa tem no processo de ensino e aprendizagem. E mais ainda ele será exigente nas pesquisas solicitadas a você e/ou à sua turma. Se não, qualquer “coisa” que você produzir vai satisfazê-lo.
Gostaria ainda de dizer que bem mais como uma nota a mais ou a única, a pesquisa deve ser encarada como um ato de estudo, de reflexão, de doação. E este material que ora chega às suas mãos quer promover isso. A pesquisa constitui – ainda que nem todos os professores tenham vislumbrado isto – a base de todo o conhecimento humano; afinal, o homem aprende quando ele próprio constrói o seu saber mediatizado pelo professor que passa a ser um direcionador, um encaminhador de suas leituras, um orientador de suas produções. Quando isso acontece, ambos saem ganhando, porque o ato educacional só se efetiva quando ele é coparticipativo, coprodutivo, coconstrutivo. E a pesquisa contribui para isso se ambos compreenderem os propósitos dela.
Boa leitura e excelentes pesquisas!
LISBÔA, Wandré G de C. O que é PESQUISAR? – Material didático produzido para o Ensino Fundamental. Belém/PA, 2009.
Na passagem: “– ainda que nem todos os professores tenham vislumbrado isto – ”, a esse recurso da linguagem utilizado pelo autor para dizer como o diz o que diz chamamos de:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
1657259
Ano: 2015
Disciplina: Direito Sanitário
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. Cristiano Otoni-MG
Disciplina: Direito Sanitário
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. Cristiano Otoni-MG
Provas:
De acordo com os artigos 2º e 3º (Código Sanitário). É de responsabilidade do departamento de saúde em cooperação com o sistema único de saúde, zelar pelas condições sanitárias em todo o território do município. É incorreto afirmar:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container