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TEXTO 01
Férias ampliam tempo de tela
e impulsionam debate sobre estímulos
no conteúdo infantil
As férias escolares costumam ampliar o tempo das
crianças diante das telas e, com isso, acendem um alerta
entre especialistas em desenvolvimento infantil. Longe
da rotina escolar, muitos pequenos passam horas consumindo vídeos curtos, desenhos acelerados e conteúdos
altamente estimulantes, cenário que tem alimentado as
discussões sobre o chamado brain rot, termo usado para
descrever o desgaste cognitivo provocado pelo excesso de
estímulos digitais rápidos e fragmentados.
Nesse contexto, animações de baixo estímulo vêm
ganhando espaço como alternativas mais saudáveis, especialmente durante as férias. São produções com ritmo
mais calmo, menos cortes, trilhas sonoras suaves e narrativas que respeitam o tempo da infância, permitindo que
a criança acompanhe histórias com começo, meio e fim.
Essa mudança de olhar tem influenciado diretamente a produção de conteúdos infantis brasileiros. (...)
Desenvolvido pela Totoy Corp, com apoio de pedagogos
e psicólogos, os desenhos apostam em episódios afetivos e
cotidianos, abordando temas como empatia, cooperação,
curiosidade e hábitos diários, sem sobrecarregar o sistema
sensorial das crianças. (...)
A mesma visão é compartilhada pela psicóloga Isa
Vaal, cofundadora da empresa e uma das diretoras da série. “A infância precisa de pausas. Quando tudo é rápido,
barulhento e excessivo, o corpo da criança responde com
agitação. Um bom desenho acolhe, não acelera”, diz. (...)
A preocupação com os impactos do excesso de estímulos também aparece nas discussões clínicas. Para a
psicanalista e CEO do Grupo Altis, Ana Lisboa, o cérebro
infantil aprende a funcionar a partir dos estímulos que recebe. “Quando a criança se acostuma apenas a conteúdos
rápidos e fragmentados, o cérebro passa a operar no modo
da urgência. Isso reduz a capacidade de foco e aumenta
a busca por recompensas imediatas”, explica. Para Ana, o
brain rot afeta tanto o desempenho cognitivo quanto a organização emocional.(...)
O cuidado com a infância também é reforçado por
médicos e especialistas em saúde infantil. O pediatra Daniel Becker, conhecido pelo perfil Pediatra Integral no Instagram, defende escolhas conscientes no uso das telas. (...)
(Disponivel: https://www1.folha.uol.com.br/blogs/maternar/2026/01/22/ férias-ampliam-tempo-de-tela-e-impulsionamdebate-sobre-estimulos-no-conteudo-infantil.shtml. Acesso em:
22.jan.2026. Texto adaptado).
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TEXTO 01
Férias ampliam tempo de tela
e impulsionam debate sobre estímulos
no conteúdo infantil
As férias escolares costumam ampliar o tempo das
crianças diante das telas e, com isso, acendem um alerta
entre especialistas em desenvolvimento infantil. Longe
da rotina escolar, muitos pequenos passam horas consumindo vídeos curtos, desenhos acelerados e conteúdos
altamente estimulantes, cenário que tem alimentado as
discussões sobre o chamado brain rot, termo usado para
descrever o desgaste cognitivo provocado pelo excesso de
estímulos digitais rápidos e fragmentados.
Nesse contexto, animações de baixo estímulo vêm
ganhando espaço como alternativas mais saudáveis, especialmente durante as férias. São produções com ritmo
mais calmo, menos cortes, trilhas sonoras suaves e narrativas que respeitam o tempo da infância, permitindo que
a criança acompanhe histórias com começo, meio e fim.
Essa mudança de olhar tem influenciado diretamente a produção de conteúdos infantis brasileiros. (...)
Desenvolvido pela Totoy Corp, com apoio de pedagogos
e psicólogos, os desenhos apostam em episódios afetivos e
cotidianos, abordando temas como empatia, cooperação,
curiosidade e hábitos diários, sem sobrecarregar o sistema
sensorial das crianças. (...)
A mesma visão é compartilhada pela psicóloga Isa
Vaal, cofundadora da empresa e uma das diretoras da série. “A infância precisa de pausas. Quando tudo é rápido,
barulhento e excessivo, o corpo da criança responde com
agitação. Um bom desenho acolhe, não acelera”, diz. (...)
A preocupação com os impactos do excesso de estímulos também aparece nas discussões clínicas. Para a
psicanalista e CEO do Grupo Altis, Ana Lisboa, o cérebro
infantil aprende a funcionar a partir dos estímulos que recebe. “Quando a criança se acostuma apenas a conteúdos
rápidos e fragmentados, o cérebro passa a operar no modo
da urgência. Isso reduz a capacidade de foco e aumenta
a busca por recompensas imediatas”, explica. Para Ana, o
brain rot afeta tanto o desempenho cognitivo quanto a organização emocional.(...)
O cuidado com a infância também é reforçado por
médicos e especialistas em saúde infantil. O pediatra Daniel Becker, conhecido pelo perfil Pediatra Integral no Instagram, defende escolhas conscientes no uso das telas. (...)
(Disponivel: https://www1.folha.uol.com.br/blogs/maternar/2026/01/22/ férias-ampliam-tempo-de-tela-e-impulsionamdebate-sobre-estimulos-no-conteudo-infantil.shtml. Acesso em:
22.jan.2026. Texto adaptado).
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Férias ampliam tempo de tela
e impulsionam debate sobre estímulos
no conteúdo infantil
As férias escolares costumam ampliar o tempo das
crianças diante das telas e, com isso, acendem um alerta
entre especialistas em desenvolvimento infantil. Longe
da rotina escolar, muitos pequenos passam horas consumindo vídeos curtos, desenhos acelerados e conteúdos
altamente estimulantes, cenário que tem alimentado as
discussões sobre o chamado brain rot, termo usado para
descrever o desgaste cognitivo provocado pelo excesso de
estímulos digitais rápidos e fragmentados.
Nesse contexto, animações de baixo estímulo vêm
ganhando espaço como alternativas mais saudáveis, especialmente durante as férias. São produções com ritmo
mais calmo, menos cortes, trilhas sonoras suaves e narrativas que respeitam o tempo da infância, permitindo que
a criança acompanhe histórias com começo, meio e fim.
Essa mudança de olhar tem influenciado diretamente a produção de conteúdos infantis brasileiros. (...)
Desenvolvido pela Totoy Corp, com apoio de pedagogos
e psicólogos, os desenhos apostam em episódios afetivos e
cotidianos, abordando temas como empatia, cooperação,
curiosidade e hábitos diários, sem sobrecarregar o sistema
sensorial das crianças. (...)
A mesma visão é compartilhada pela psicóloga Isa
Vaal, cofundadora da empresa e uma das diretoras da série. “A infância precisa de pausas. Quando tudo é rápido,
barulhento e excessivo, o corpo da criança responde com
agitação. Um bom desenho acolhe, não acelera”, diz. (...)
A preocupação com os impactos do excesso de estímulos também aparece nas discussões clínicas. Para a
psicanalista e CEO do Grupo Altis, Ana Lisboa, o cérebro
infantil aprende a funcionar a partir dos estímulos que recebe. “Quando a criança se acostuma apenas a conteúdos
rápidos e fragmentados, o cérebro passa a operar no modo
da urgência. Isso reduz a capacidade de foco e aumenta
a busca por recompensas imediatas”, explica. Para Ana, o
brain rot afeta tanto o desempenho cognitivo quanto a organização emocional.(...)
O cuidado com a infância também é reforçado por
médicos e especialistas em saúde infantil. O pediatra Daniel Becker, conhecido pelo perfil Pediatra Integral no Instagram, defende escolhas conscientes no uso das telas. (...)
(Disponivel: https://www1.folha.uol.com.br/blogs/maternar/2026/01/22/ férias-ampliam-tempo-de-tela-e-impulsionamdebate-sobre-estimulos-no-conteudo-infantil.shtml. Acesso em:
22.jan.2026. Texto adaptado).
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Férias ampliam tempo de tela
e impulsionam debate sobre estímulos
no conteúdo infantil
As férias escolares costumam ampliar o tempo das
crianças diante das telas e, com isso, acendem um alerta
entre especialistas em desenvolvimento infantil. Longe
da rotina escolar, muitos pequenos passam horas consumindo vídeos curtos, desenhos acelerados e conteúdos
altamente estimulantes, cenário que tem alimentado as
discussões sobre o chamado brain rot, termo usado para
descrever o desgaste cognitivo provocado pelo excesso de
estímulos digitais rápidos e fragmentados.
Nesse contexto, animações de baixo estímulo vêm
ganhando espaço como alternativas mais saudáveis, especialmente durante as férias. São produções com ritmo
mais calmo, menos cortes, trilhas sonoras suaves e narrativas que respeitam o tempo da infância, permitindo que
a criança acompanhe histórias com começo, meio e fim.
Essa mudança de olhar tem influenciado diretamente a produção de conteúdos infantis brasileiros. (...)
Desenvolvido pela Totoy Corp, com apoio de pedagogos
e psicólogos, os desenhos apostam em episódios afetivos e
cotidianos, abordando temas como empatia, cooperação,
curiosidade e hábitos diários, sem sobrecarregar o sistema
sensorial das crianças. (...)
A mesma visão é compartilhada pela psicóloga Isa
Vaal, cofundadora da empresa e uma das diretoras da série. “A infância precisa de pausas. Quando tudo é rápido,
barulhento e excessivo, o corpo da criança responde com
agitação. Um bom desenho acolhe, não acelera”, diz. (...)
A preocupação com os impactos do excesso de estímulos também aparece nas discussões clínicas. Para a
psicanalista e CEO do Grupo Altis, Ana Lisboa, o cérebro
infantil aprende a funcionar a partir dos estímulos que recebe. “Quando a criança se acostuma apenas a conteúdos
rápidos e fragmentados, o cérebro passa a operar no modo
da urgência. Isso reduz a capacidade de foco e aumenta
a busca por recompensas imediatas”, explica. Para Ana, o
brain rot afeta tanto o desempenho cognitivo quanto a organização emocional.(...)
O cuidado com a infância também é reforçado por
médicos e especialistas em saúde infantil. O pediatra Daniel Becker, conhecido pelo perfil Pediatra Integral no Instagram, defende escolhas conscientes no uso das telas. (...)
(Disponivel: https://www1.folha.uol.com.br/blogs/maternar/2026/01/22/ férias-ampliam-tempo-de-tela-e-impulsionamdebate-sobre-estimulos-no-conteudo-infantil.shtml. Acesso em:
22.jan.2026. Texto adaptado).
I. A linguagem predominante no texto é o nível formal, com rigor gramatical.
II. Predominam, no texto, as funções de linguagem metalinguística e referencial.
III. O texto aborda o tempo das crianças diante de telas num viés clínico e pedagógico.
IV. No texto, há opiniões controversas entre especialistas em desenvolvimento infantil.
Está correto o que se afirma em:
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e impulsionam debate sobre estímulos
no conteúdo infantil
As férias escolares costumam ampliar o tempo das
crianças diante das telas e, com isso, acendem um alerta
entre especialistas em desenvolvimento infantil. Longe
da rotina escolar, muitos pequenos passam horas consumindo vídeos curtos, desenhos acelerados e conteúdos
altamente estimulantes, cenário que tem alimentado as
discussões sobre o chamado brain rot, termo usado para
descrever o desgaste cognitivo provocado pelo excesso de
estímulos digitais rápidos e fragmentados.
Nesse contexto, animações de baixo estímulo vêm
ganhando espaço como alternativas mais saudáveis, especialmente durante as férias. São produções com ritmo
mais calmo, menos cortes, trilhas sonoras suaves e narrativas que respeitam o tempo da infância, permitindo que
a criança acompanhe histórias com começo, meio e fim.
Essa mudança de olhar tem influenciado diretamente a produção de conteúdos infantis brasileiros. (...)
Desenvolvido pela Totoy Corp, com apoio de pedagogos
e psicólogos, os desenhos apostam em episódios afetivos e
cotidianos, abordando temas como empatia, cooperação,
curiosidade e hábitos diários, sem sobrecarregar o sistema
sensorial das crianças. (...)
A mesma visão é compartilhada pela psicóloga Isa
Vaal, cofundadora da empresa e uma das diretoras da série. “A infância precisa de pausas. Quando tudo é rápido,
barulhento e excessivo, o corpo da criança responde com
agitação. Um bom desenho acolhe, não acelera”, diz. (...)
A preocupação com os impactos do excesso de estímulos também aparece nas discussões clínicas. Para a
psicanalista e CEO do Grupo Altis, Ana Lisboa, o cérebro
infantil aprende a funcionar a partir dos estímulos que recebe. “Quando a criança se acostuma apenas a conteúdos
rápidos e fragmentados, o cérebro passa a operar no modo
da urgência. Isso reduz a capacidade de foco e aumenta
a busca por recompensas imediatas”, explica. Para Ana, o
brain rot afeta tanto o desempenho cognitivo quanto a organização emocional.(...)
O cuidado com a infância também é reforçado por
médicos e especialistas em saúde infantil. O pediatra Daniel Becker, conhecido pelo perfil Pediatra Integral no Instagram, defende escolhas conscientes no uso das telas. (...)
(Disponivel: https://www1.folha.uol.com.br/blogs/maternar/2026/01/22/ férias-ampliam-tempo-de-tela-e-impulsionamdebate-sobre-estimulos-no-conteudo-infantil.shtml. Acesso em:
22.jan.2026. Texto adaptado).
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Analise as sentenças no escopo da lei complementar nº 4165, de 2023, Código de posturas do Município de
Catalão:
I. A lei estabelece que as medidas de polícia administrativa do Município abrangem higiene pública, costumes, locais e funcionamento de estabelecimentos industriais, comerciais e de prestadores de serviços.
II. Compete ao Prefeito e, em geral, aos servidores municipais, conforme suas atribuições, velar pelo cumprimento das posturas, utilizando instrumentos de polícia administrativa, especialmente vistorias de licenciamento e vistorias técnicas rotineiras e por denúncia.
III. Os casos omissos ou dúvidas suscitadas devem ser resolvidos pelo Chefe do Poder Executivo, ouvidos os dirigentes dos órgãos administrativos municipais.
IV. A lei atribui à Câmara Municipal, com precedência sobre o Prefeito, a decisão final em todos os casos omissos relativos à polícia administrativa.
Assinale a alternativa correta:
I. A lei estabelece que as medidas de polícia administrativa do Município abrangem higiene pública, costumes, locais e funcionamento de estabelecimentos industriais, comerciais e de prestadores de serviços.
II. Compete ao Prefeito e, em geral, aos servidores municipais, conforme suas atribuições, velar pelo cumprimento das posturas, utilizando instrumentos de polícia administrativa, especialmente vistorias de licenciamento e vistorias técnicas rotineiras e por denúncia.
III. Os casos omissos ou dúvidas suscitadas devem ser resolvidos pelo Chefe do Poder Executivo, ouvidos os dirigentes dos órgãos administrativos municipais.
IV. A lei atribui à Câmara Municipal, com precedência sobre o Prefeito, a decisão final em todos os casos omissos relativos à polícia administrativa.
Assinale a alternativa correta:
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No contrato de obra por preço global, o limite para
acréscimos/supressões é:
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Um EIA/RIMA contém nomes, e-mails e telefones
de técnicos e terceirizados. O tratamento adequado pela da
Lei Federal nº 12.527/2011 (Lei de Acesso à Informação) é:
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Um órgão ambiental recebeu pedido de acesso a relatório técnico e anexos. À luz da Lei Federal nº
12.527/2011 (Lei de Acesso à Informação), assinale a alternativa correta:
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Nos últimos quatro meses do mandato, um prefeito
emite ordens de serviço de obras de drenagem (R$ 8 milhões) e assina medições de R$ 3 milhões sem que haja disponibilidade de caixa suficiente para pagamento até 31/12,
pretendendo inscrever tudo em restos a pagar. A Secretaria
de Finanças alerta para risco de violação ao art. 42 da LRF
(Lei de Responsabilidade Fiscal).
Assinale a alternativa correta:
Assinale a alternativa correta:
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Cadernos
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