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Foram encontradas 60 questões.

632530 Ano: 2014
Disciplina: História
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Barra Mansa-RJ
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Enunciado 632530-1
http://clichistoria.blogspot.com.br/p/2-ano-ensino-medio.html
São aspectos do tráfico de escravos africano na época moderna, EXCETO:
 

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629445 Ano: 2014
Disciplina: História
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Barra Mansa-RJ
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O enunciado moderno de “poder igual para todos” difere do ideal grego de igualdade política pelo critério de
 

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629045 Ano: 2014
Disciplina: História
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Barra Mansa-RJ
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“Em seu tempo, a declaração mais importante feita em Casa Grande & Senzala [de Gilberto Freyre] era seu elogio da miscigenação (...), já que fazer essa afirmação era inverter o saber convencional. Nos anos 30, a visão ortodoxa ainda era a que tinha sido expressa pelo Conde Gobineau (que visitou o Brasil em 1870) entre outros, afirmando que a miscigenação levava à degradação física”.
BURKE, Peter e PALHARES-BURKE, Maria Lúcia. Repensando os trópicos: um retrato intelectual de Gilberto
Freyre. São Paulo: Editora UNESP, 2009, p. 92.
A noção de que “a miscigenação levava à degradação física”, comum entre os intelectuais e teóricos brasileiros no início do século XX e que Gilberto Freyre soube inverter, estava associada à teoria
 

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TEXTO
PALMAS PARA ELA
Jornal do Brasil, 26/5/2000
Embora muitos leitores não acreditem no que vou dizer, porque acham que nós, jornalistas, somos mórbidos e masoquistas, só gostamos de falar mal, a verdade é que é bom também falar bem, podem crer. Só não dá para falar o tempo todo. Um jornal feito só de boas notícias, edificantes, seria uma chatice, como provou o tempo da ditadura, quando os militares tentavam impor pela censura uma imprensa cor- de- rosa, falando sistematicamente a favor.
O contrário, porém, falar mal sem parar, sempre do contra, confundindo crítica com mau humor, seria também insuportável – e essa é a crítica que muitos fazem à mídia hoje: “vocês só veem o lado ruim das coisas!”, dizem, achando que a imprensa já está sofrendo de um grave defeito de visão, de uma distorção para o mal: estaria obsessivamente voltada para esse lado.
Acho que não. Essa semana, por exemplo, uma das melhores notícias, a mais inesperada, foi uma novidade positiva, que recebeu destaque em toda a mídia, eletrônica e escrita, contrariando a crença de que notícia boa é só notícia ruim. A boa notícia foi que a PM agiu direito, foi impecável, deve por isso receber os parabéns. Portanto, palmas para ela, que ela merece!
A tese defendida neste texto, de forma global, é a de que:
 

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613437 Ano: 2014
Disciplina: História
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Barra Mansa-RJ
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Assinale a alternativa que caracteriza corretamente uma formulação teórica sobre o Estado Nacional moderno.
 

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605312 Ano: 2014
Disciplina: História
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Barra Mansa-RJ
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A política de preservação de acervos culturais no Brasil é uma das maneiras de a sociedade refletir e discutir sobre a diversidade cultural brasileira, ao mesmo tempo criando mecanismos de proteção e celebração das várias formas sob as quais comparecem os traços identitários dessa cultura. A capoeira, por exemplo, foi tornada patrimônio cultural imaterial brasileiro, registrado pelo IPHAN (Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) em 2008. Em relação à atual política brasileira de preservação cultural em sua relação com a diversidade cultural brasileira, avalie se são verdadeiras (V) ou falsas (F) as afirmativas a seguir:
I – Preservar patrimônio é uma forma de garantia da memória coletiva, entendida como um pilar de apoio aos valores imutáveis da tradição.
II – Políticas de preservação patrimonial são uma maneira de proteger as formas plurais de ver e pensar o mundo, conforme os diversos legados culturais.
III – Os acervos culturais preservados e a preservar devem guardar relação com a identidade, a ação e a memória dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira.
As afirmativas I, II e III são respectivamente:
 

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TEXTO
PALMAS PARA ELA
Jornal do Brasil, 26/5/2000
Embora muitos leitores não acreditem no que vou dizer, porque acham que nós, jornalistas, somos mórbidos e masoquistas, só gostamos de falar mal, a verdade é que é bom também falar bem, podem crer. Só não dá para falar o tempo todo. Um jornal feito só de boas notícias, edificantes, seria uma chatice, como provou o tempo da ditadura, quando os militares tentavam impor pela censura uma imprensa cor- de- rosa, falando sistematicamente a favor.
O contrário, porém, falar mal sem parar, sempre do contra, confundindo crítica com mau humor, seria também insuportável – e essa é a crítica que muitos fazem à mídia hoje: “vocês só veem o lado ruim das coisas!”, dizem, achando que a imprensa já está sofrendo de um grave defeito de visão, de uma distorção para o mal: estaria obsessivamente voltada para esse lado.
Acho que não. Essa semana, por exemplo, uma das melhores notícias, a mais inesperada, foi uma novidade positiva, que recebeu destaque em toda a mídia, eletrônica e escrita, contrariando a crença de que notícia boa é só notícia ruim. A boa notícia foi que a PM agiu direito, foi impecável, deve por isso receber os parabéns. Portanto, palmas para ela, que ela merece!
O argumento básico para a defesa da tese exposta no texto é:
 

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600194 Ano: 2014
Disciplina: História
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Barra Mansa-RJ
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“(...) se vamos à essência de nossa formação veremos que na realidade nos constituímos para fornecer açúcar, tabaco, alguns outros gêneros (...) e, em seguida, café, para o comércio europeu (...). É com tal objetivo (...) que se organizaram a sociedade e a economia brasileiras”.
PRADO Jr., Caio. Formação do Brasil contemporâneo. São Paulo: Brasiliense, 1977, p. 19.
A obra de Caio Prado Jr. forneceu um paradigma para a explicação da sociedade e economia coloniais em termos estruturais, em torno da ideia de um “sentido da colonização”, que se explica:
 

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“A União aplicará, anualmente, nunca menos de , e os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, , no mínimo, da receita resultante de impostos, compreendida a proveniente de transferências, na manutenção e desenvolvimento do ensino.” (CF, art. 212).

As lacunas são corretamente preenchidas respectivamente por:

 

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Fazendo eco ao art. 210 da Constituição Federal de 1988, as diretrizes são entendidas pelo Conselho Nacional de Educação como linhas gerais de ação, como proposição de caminhos abertos à tradução em diferentes programas de ensino. A sétima diretriz componente do documento das Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental, diz respeito a propostas pedagógicas capazes de zelar pela existência de um clima escolar de cooperação e de condições básicas para planejar os usos do espaço e do tempo escolar. Ela se refere, assim:

 

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