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4159506 Ano: 2025
Disciplina: Direito Civil
Banca: ESMAL
Orgão: MPE-PI
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Segundo as disposições do Código Civil sobre Direito de Família, marque a alternativa CORRETA.

 

I - O casamento religioso equipara-se ao civil, produzindo efeitos a partir da data de sua celebração.

 

II - O reconhecimento dos filhos não pode ser revogado, nem mesmo quando feito em testamento.

 

III - O pai ou a mãe que contrai novas núpcias, ou estabelece união estável, não perde, quanto aos filhos do relacionamento anterior, os direitos ao poder familiar, exercendo-os sem qualquer interferência do novo cônjuge ou companheiro.

Questão Anulada

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4159505 Ano: 2025
Disciplina: Direito Civil
Banca: ESMAL
Orgão: MPE-PI
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Segundo o Código Civil brasileiro, marque a alternativa CORRETA.

Questão Anulada

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4159504 Ano: 2025
Disciplina: Administração de Recursos Materiais
Banca: ESMAL
Orgão: MPE-PI
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Analise as afirmativas CORRETAS em relação aos estoques (Ativos):

 

I - Na forma de materiais ou suprimentos a serem consumidos no processo de produção.

 

II - Na forma de materiais ou suprimentos a serem consumidos ou empregados na prestação de serviços.

 

III - Mantidos para venda, incluindo, por exemplo, mercadorias compradas por varejista para revenda ou terrenos e outros imóveis para revenda.

 

IV - Mantidos para distribuição no curso normal das operações ou no processo de produção, incluindo, por exemplo, livros didáticos para doação a escolas.

 

Estão CORRETAS as afirmativas:

Questão Anulada

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4159503 Ano: 2025
Disciplina: Design Gráfico
Banca: ESMAL
Orgão: MPE-PI
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Os símbolos gráficos

 

Enunciado 4699883-1

 

são convenções de desenho técnico utilizados para indicar, respectivamente, revestimentos de:

Questão Anulada

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4159502 Ano: 2025
Disciplina: Administração Geral
Banca: ESMAL
Orgão: MPE-PI
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De acordo com Bresser-Pereira no artigo “Da Administração Pública Burocrática à Gerencial”, a transição da Administração Pública Burocrática para a Gerencial caracteriza-se por uma mudança significativa de ênfase. Qual das opções a seguir melhor representa essa mudança?

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4159501 Ano: 2025
Disciplina: Administração Geral
Banca: ESMAL
Orgão: MPE-PI
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No artigo “Da Administração Pública Burocrática à Gerencial”, Bresser-Pereira destaca três modelos de gestão pública ao longo da história do Estado moderno. Em relação à Administração Pública Gerencial, assinale a afirmativa CORRETA:

Questão Anulada

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4159500 Ano: 2025
Disciplina: Administração Geral
Banca: ESMAL
Orgão: MPE-PI
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Nos últimos anos, a Administração Pública passou a adotar diversos conceitos oriundos da iniciativa privada, com o objetivo de melhorar sua eficiência e capacidade de entrega de resultados à sociedade. Entre esses conceitos, destacam-se:

 

I. Governança, que é sinônimo de governabilidade e corresponde à legitimidade política.

 

II. Eficiência, relacionada ao uso racional e econômico dos recursos na produção de bens e serviços.

 

III. Efetividade, que se refere ao impacto das ações públicas e ao grau em que os objetivos sociais são alcançados.

 

Com base nesses conceitos, está correto o que se afirma em:

Questão Anulada

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Leia o texto a seguir para responder a questão abaixo.

Leia o conto “Momento cristalino”, de Geni Guimarães:

Para dezembro foi marcada a data para realização do evento.

Minha colação de grau.

Em casa conversamos e decidimos que todos da família estariam presentes.

Discutimos o ter que calçar e vestir todo mundo adequadamente, como exigia a ocasião.

Fizemos o balanço e, vendo a escassez do dinheiro, concordamos no seguinte: só compraríamos tudo novo para mim. Os outros só comprariam aquilo que não tivessem mesmo, de jeito nenhum. Portanto, compramos roupa para um, sapato para outro e assim por diante.

A Cecília tinha dois vestidos de sair e a Cema dois pares de sapatos, porque tinha ganho um da sua madrinha de crisma. Então, minha mãe usaria um dos vestidos da Cecília e um dos pares de sapato da Cema.

Para meu pai compramos um terno lindo, azul. Compramos ainda uma gravata listrada e um par de meias brancas. Emprestamos para ele o sapato do cunhado Zé e cerzimos uma camisa branca que só tinha uns rasgadinhos na gola.

No dia, todos estavam nervosos, mas arrumaram-se muito cedo para a cerimônia.

Meu pai cortou o cabelo do Zezinho, do Dirceu e dos outros homens da família. Depois o Joãozinho cortou o do meu pai.

Tanta gente e tanto esmero na arrumação fizeram com que chegássemos ao local do evento em cima da hora.

Indiquei-lhes o lugar onde deveriam ficar e fui ocupar o meu, entre os formandos. De onde estava, via-os todos, incomodados nos trajes de missa.

Vez em quando, encorajava-os com um riso. Meu pai, ao lado da minha mãe, estava pleno, altivo, sereno. Com os olhos acompanhava todos os meus movimentos, engolindo salivas de prazer.

Minha mãe me bebia através dos ares do meu pai, que, embevecido, ajeitava a gola da camisa propositalmente, me segredando que estava feliz.

Fui chamada para receber o certificado. Eles, meus pais, não se puderam conter só com as palmas. Levantaram e me aplaudiram em pé. Mãos abertas, barulhentas, livres.

Meus irmãos, contagiados, perderam a timidez e também se puseram em pé, me aplaudindo e apontando, como se só eu existisse ali, como se no momento eu estivesse me apossando da chave do céu.

O diretor esperou pacientemente até que eles percebessem o ultrapassar do limite e fossem, um a um, retomando seus lugares nos bancos.

Terminada a entrega dos certificados, fui convidada para discursar, por ter sido escolhida para oradora da turma.

De novo, meu pai ficou em pé, desatou o nó da gravata e assumiu postura de rei. Para melhor me ouvir, esqueceu a etiqueta, fez conchas com as mãos e envolveu as orelhas.

As formalidades todas terminaram. Fui até eles para voltarmos juntos.

Eu, princesa, entreguei meu certificado ao rei, que o embrulhou no lenço de bolso e passou a carregá-lo como se fosse um vaso de cristal.

Em casa, tomados de euforia, começamos a relembrar os acontecimentos da festa. Rimos das palmas fora da hora, das mãos do meu pai segurando as orelhas, da cara do diretor ao vê-los donos do ambiente. Determinada hora, minha mãe interrompeu nossa sadia algazarra e disse:

– Agora é que vocês vão dar risada de verdade – cutucou meu pai. – Mostra pra eles, Mariano.

Ele, fingindo brincar de mágico, retirou os sapatos dos pés e nos mostrou: duas bexigas enormes desfiguravam seus calcanhares e algumas escoriações marcavam toda a região no peito dos pés.

Fiquei estática. Tudo aquilo por mim, para mim. Toda aquela dor para me ver receber o certificado. Não me contive.

-Perdão, pai.

– Perdão do quê? Eu é que peço perdão. Imagine só… esquecer de usar a meia. Já pensou se um dos seus amigos visse? Deus me livre de te envergonhar! Pensou um pouco e arrematou a conversa:

– E quer saber de uma coisa? Se precisar, enfio de novo o desgraçado do sapato do Zé no pé, sem meia e tudo, e volto lá pra bater todas aquelas palmas de novo.

Novamente, leve onda de riso encheu a sala. O Dirceu pediu a bênção e se retirou para dormir. Todos fizeram a mesma coisa, e eu já estava para imitá-los quando vi meu pai procurando alguma coisa.

– O senhor queria alguma coisa, pai?

– Estou vendo onde foi que guardei o danado do diploma. Vou dormir com ele debaixo do travesseiro que é pra sonhar sonho bonito.

(GUIMARÃES, Geni. A cor da ternura. São Paulo: Quinteto, 2022.)

Assinale a alternativa CORRETA:

Questão Anulada

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Leia o texto a seguir para responder a questão abaixo.

Leia o conto “Momento cristalino”, de Geni Guimarães:

Para dezembro foi marcada a data para realização do evento.  

Minha colação de grau.  

Em casa conversamos e decidimos que todos da família estariam presentes. 

Discutimos o ter que calçar e vestir todo mundo adequadamente, como exigia a ocasião.

Fizemos o balanço e, vendo a escassez do dinheiro, concordamos no seguinte: só compraríamos tudo novo para mim. Os outros só comprariam aquilo que não tivessem mesmo, de jeito nenhum. Portanto, compramos roupa para um, sapato para outro e assim por diante.

A Cecília tinha dois vestidos de sair e a Cema dois pares de sapatos, porque tinha ganho um da sua madrinha de crisma. Então, minha mãe usaria um dos vestidos da Cecília e um dos pares de sapato da Cema.

Para meu pai compramos um terno lindo, azul. Compramos ainda uma gravata listrada e um par de meias brancas. Emprestamos para ele o sapato do cunhado Zé e cerzimos uma camisa branca que só tinha uns rasgadinhos na gola.

No dia, todos estavam nervosos, mas arrumaram-se muito cedo para a cerimônia.

Meu pai cortou o cabelo do Zezinho, do Dirceu e dos outros homens da família. Depois o Joãozinho cortou o do meu pai.

Tanta gente e tanto esmero na arrumação fizeram com que chegássemos ao local do evento em cima da hora.

Indiquei-lhes o lugar onde deveriam ficar e fui ocupar o meu, entre os formandos. De onde estava, via-os todos, incomodados nos trajes de missa.

Vez em quando, encorajava-os com um riso. Meu pai, ao lado da minha mãe, estava pleno, altivo, sereno. Com os olhos acompanhava todos os meus movimentos, engolindo salivas de prazer.

Minha mãe me bebia através dos ares do meu pai, que, embevecido, ajeitava a gola da camisa propositalmente, me segredando que estava feliz.

Fui chamada para receber o certificado. Eles, meus pais, não se puderam conter só com as palmas. Levantaram e me aplaudiram em pé. Mãos abertas, barulhentas, livres.

Meus irmãos, contagiados, perderam a timidez e também se puseram em pé, me aplaudindo e apontando, como se só eu existisse ali, como se no momento eu estivesse me apossando da chave do céu.

O diretor esperou pacientemente até que eles percebessem o ultrapassar do limite e fossem, um a um, retomando seus lugares nos bancos.

Terminada a entrega dos certificados, fui convidada para discursar, por ter sido escolhida para oradora da turma.

De novo, meu pai ficou em pé, desatou o nó da gravata e assumiu postura de rei. Para melhor me ouvir, esqueceu a etiqueta, fez conchas com as mãos e envolveu as orelhas.

As formalidades todas terminaram. Fui até eles para voltarmos juntos.

Eu, princesa, entreguei meu certificado ao rei, que o embrulhou no lenço de bolso e passou a carregá-lo como se fosse um vaso de cristal.

Em casa, tomados de euforia, começamos a relembrar os acontecimentos da festa. Rimos das palmas fora da hora, das mãos do meu pai segurando as orelhas, da cara do diretor ao vê-los donos do ambiente. Determinada hora, minha mãe interrompeu nossa sadia algazarra e disse:

– Agora é que vocês vão dar risada de verdade – cutucou meu pai. – Mostra pra eles, Mariano.

Ele, fingindo brincar de mágico, retirou os sapatos dos pés e nos mostrou: duas bexigas enormes desfiguravam seus calcanhares e algumas escoriações marcavam toda a região no peito dos pés.

Fiquei estática. Tudo aquilo por mim, para mim. Toda aquela dor para me ver receber o certificado. Não me contive.

-Perdão, pai.

– Perdão do quê? Eu é que peço perdão. Imagine só… esquecer de usar a meia. Já pensou se um dos seus amigos visse? Deus me livre de te envergonhar! Pensou um pouco e arrematou a conversa:

– E quer saber de uma coisa? Se precisar, enfio de novo o desgraçado do sapato do Zé no pé, sem meia e tudo, e volto lá pra bater todas aquelas palmas de novo.

Novamente, leve onda de riso encheu a sala. O Dirceu pediu a bênção e se retirou para dormir. Todos fizeram a mesma coisa, e eu já estava para imitá-los quando vi meu pai procurando alguma coisa.

– O senhor queria alguma coisa, pai?

– Estou vendo onde foi que guardei o danado do diploma. Vou dormir com ele debaixo do travesseiro que é pra sonhar sonho bonito.

(GUIMARÃES, Geni. A cor da ternura. São Paulo: Quinteto, 2022.)

Analise as sentenças a seguir:

 

I- Na frase, “Depois de ouvir Davi Kopenawa, fui dormir tarde”, o termo sublinhado é um advérbio.

II- Na frase, “Droga! Não lembro mais do meu sonho”, o termo sublinhado é um pronome.

III- Na frase, “Estou morto de cansado. Entretanto, não pego no sono”, o termo sublinhado é uma conjunção.

IV- Na frase, “Ele disse as horas exatas para a promotora”, o termo sublinhado é um advérbio.

Assinale a alternativa CORRETA:

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Leia o texto a seguir para responder a questão abaixo.

Leia o conto “Momento cristalino”, de Geni Guimarães:

Para dezembro foi marcada a data para realização do evento.  

Minha colação de grau.  

Em casa conversamos e decidimos que todos da família estariam presentes. 

Discutimos o ter que calçar e vestir todo mundo adequadamente, como exigia a ocasião.

Fizemos o balanço e, vendo a escassez do dinheiro, concordamos no seguinte: só compraríamos tudo novo para mim. Os outros só comprariam aquilo que não tivessem mesmo, de jeito nenhum. Portanto, compramos roupa para um, sapato para outro e assim por diante.

A Cecília tinha dois vestidos de sair e a Cema dois pares de sapatos, porque tinha ganho um da sua madrinha de crisma. Então, minha mãe usaria um dos vestidos da Cecília e um dos pares de sapato da Cema.

Para meu pai compramos um terno lindo, azul. Compramos ainda uma gravata listrada e um par de meias brancas. Emprestamos para ele o sapato do cunhado Zé e cerzimos uma camisa branca que só tinha uns rasgadinhos na gola.

No dia, todos estavam nervosos, mas arrumaram-se muito cedo para a cerimônia.

Meu pai cortou o cabelo do Zezinho, do Dirceu e dos outros homens da família. Depois o Joãozinho cortou o do meu pai.

Tanta gente e tanto esmero na arrumação fizeram com que chegássemos ao local do evento em cima da hora.

Indiquei-lhes o lugar onde deveriam ficar e fui ocupar o meu, entre os formandos. De onde estava, via-os todos, incomodados nos trajes de missa.

Vez em quando, encorajava-os com um riso. Meu pai, ao lado da minha mãe, estava pleno, altivo, sereno. Com os olhos acompanhava todos os meus movimentos, engolindo salivas de prazer.

Minha mãe me bebia através dos ares do meu pai, que, embevecido, ajeitava a gola da camisa propositalmente, me segredando que estava feliz.

Fui chamada para receber o certificado. Eles, meus pais, não se puderam conter só com as palmas. Levantaram e me aplaudiram em pé. Mãos abertas, barulhentas, livres.

Meus irmãos, contagiados, perderam a timidez e também se puseram em pé, me aplaudindo e apontando, como se só eu existisse ali, como se no momento eu estivesse me apossando da chave do céu.

O diretor esperou pacientemente até que eles percebessem o ultrapassar do limite e fossem, um a um, retomando seus lugares nos bancos.

Terminada a entrega dos certificados, fui convidada para discursar, por ter sido escolhida para oradora da turma.

De novo, meu pai ficou em pé, desatou o nó da gravata e assumiu postura de rei. Para melhor me ouvir, esqueceu a etiqueta, fez conchas com as mãos e envolveu as orelhas.

As formalidades todas terminaram. Fui até eles para voltarmos juntos.

Eu, princesa, entreguei meu certificado ao rei, que o embrulhou no lenço de bolso e passou a carregá-lo como se fosse um vaso de cristal.

Em casa, tomados de euforia, começamos a relembrar os acontecimentos da festa. Rimos das palmas fora da hora, das mãos do meu pai segurando as orelhas, da cara do diretor ao vê-los donos do ambiente. Determinada hora, minha mãe interrompeu nossa sadia algazarra e disse:

– Agora é que vocês vão dar risada de verdade – cutucou meu pai. – Mostra pra eles, Mariano.

Ele, fingindo brincar de mágico, retirou os sapatos dos pés e nos mostrou: duas bexigas enormes desfiguravam seus calcanhares e algumas escoriações marcavam toda a região no peito dos pés.

Fiquei estática. Tudo aquilo por mim, para mim. Toda aquela dor para me ver receber o certificado. Não me contive.

-Perdão, pai.

– Perdão do quê? Eu é que peço perdão. Imagine só… esquecer de usar a meia. Já pensou se um dos seus amigos visse? Deus me livre de te envergonhar! Pensou um pouco e arrematou a conversa:

– E quer saber de uma coisa? Se precisar, enfio de novo o desgraçado do sapato do Zé no pé, sem meia e tudo, e volto lá pra bater todas aquelas palmas de novo.

Novamente, leve onda de riso encheu a sala. O Dirceu pediu a bênção e se retirou para dormir. Todos fizeram a mesma coisa, e eu já estava para imitá-los quando vi meu pai procurando alguma coisa.

– O senhor queria alguma coisa, pai?

– Estou vendo onde foi que guardei o danado do diploma. Vou dormir com ele debaixo do travesseiro que é pra sonhar sonho bonito.

(GUIMARÃES, Geni. A cor da ternura. São Paulo: Quinteto, 2022.)

Classifique V para as sentenças verdadeiras e F para as falsas:

I. ( ) O conto “Momento cristalino” foi narrado em versos e dividido em estrofes.

II. ( ) O verbo da frase “minha mãe interrompeu nossa sadia algazarra” está no modo indicativo.

III. ( ) Na frase, “Vou dormir com ele debaixo do travesseiro que é pra sonhar sonho bonito”, os termos sublinhados são, respectivamente, interjeição e adjetivo.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

Questão Anulada

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