Foram encontradas 277 questões.
A governança tem função
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André, Bruno e Cláudio, servidores do Estado do Amazonas, ingressaram juntos no serviço público e têm todos
o mesmo tempo de efetivo exercício na referência, apurado em dias. André apresenta maior tempo na classe;
Bruno, maior tempo na série de classe, e Cláudio, por sua vez, é o mais velho dos três. Para promoção por
antiguidade, configurado, como no caso em questão, o empate, segundo o critério estabelecido pelo Estatuto
dos Funcionários Públicos Civis do Estado do Amazonas (Lei Estadual nº 1.762, de 14/11/1986 e alterações), a
ordem de preferência para a promoção será, sucessivamente:
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De acordo com o que estabelece o Estatuto dos Funcionários Públicos Civis do Estado do Amazonas (Lei
Estadual nº 1.762, de 14/11/1986 e alterações), a forma pela qual o funcionário progride na série de classes, e
consiste na passagem da referência em que se encontra para a imediatamente superior, é chamado de
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De acordo com o que estabelece o Estatuto dos Funcionários Públicos Civis do Estado do Amazonas (Lei
Estadual nº 1.762, de 14/11/1986 e alterações) acerca da promoção:
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Considere as seguintes condutas à luz do Código de Ética Profissional dos Servidores Públicos Civis e dos
Militares do Estado do Amazonas (Lei Estadual nº 2.869, de 22/12/2003):
I. deixar de utilizar os avanços técnicos e científicos ao seu alcance ou do seu conhecimento para atendimento do seu mister.
II. retirar da repartição pública, mesmo que legalmente autorizado, qualquer documento, livro ou bem pertencente ao patrimônio público.
III. iludir ou tentar iludir qualquer pessoa que necessite do atendimento em serviços públicos.
IV. exercer atividade profissional aética ou ligar o seu nome a empreendimentos de cunho duvidoso.
São condutas VEDADAS ao servidor público as referidas em
I. deixar de utilizar os avanços técnicos e científicos ao seu alcance ou do seu conhecimento para atendimento do seu mister.
II. retirar da repartição pública, mesmo que legalmente autorizado, qualquer documento, livro ou bem pertencente ao patrimônio público.
III. iludir ou tentar iludir qualquer pessoa que necessite do atendimento em serviços públicos.
IV. exercer atividade profissional aética ou ligar o seu nome a empreendimentos de cunho duvidoso.
São condutas VEDADAS ao servidor público as referidas em
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De acordo com o que estabelece a Lei Estadual nº 3.960, de 8/11/2013, que regula o regime disciplinar e o
Processo Administrativo Disciplinar para os servidores administrativos da Procuradoria-Geral de Justiça do
Estado do Amazonas, a ação disciplinar, quanto às infrações puníveis com advertência, prescreverá em:
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Conforme texto do Decreto-lei nº 4.657/1942, que dispõe sobre as normas do direito brasileiro, na aplicação de
sanções por parte da Administração Pública, devem-se considerar, dentre outras circunstâncias,
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Atenção: Considere a crônica “Tartaruga de arrastão”, de Rachel de Queiroz, para responder à questão..
O caso deu-se aqui na ilha, numa pescaria de arrastão. Da primeira redada veio um tal peixe que causou
espanto: ninguém podia crer que naquele côncavo de mar morasse tanto peixe assim. Havia de ser alguma
piracema que ia passando; para lá de trés toneladas de pescado foram apanhadas de uma só vez. Na segunda
redada nada veio, ou quase nada — fugira a piracema ou fora toda colhida pela rede. Entretanto, no meio
daquele quase nada apareceu um bicho estranho: uma tartaruga do mar. Tartaruga diferente daquelas fluviais
que a gente conhece, tartaruga das profundezas salinas, meio peixe, porque em vez de pernas tem nadadeiras.
Primeiro ela se debateu e tentou de todas as maneiras furar a malha. Depois foi agarrada e atirada
ignominiosamente na areia, de barriga para cima. Por fim puseram-na em posição normal; e ela, recuperando
imediatamente a compostura, estirou o pescoço enrugado e correu em torno de si um olho temeroso. Não sei
se os presentes compreenderam quanto havia de surpresa, terror e pasmo nos olhos da tartaruga. Muito pior
que um bicho da terra pego numa rede: este pode estranhar a prisão, mas afinal continua dentro de um
elemento conhecido, pisando chão, vendo árvores familiares, sentindo o cheiro da terra. A tartaruga não: para
ela, nascida e vivida no mar, aquela era a mais estranha, a mais inacreditável e terrível das aventuras. Para
aquela tartaruga era o mesmo que seria para um de nós vermo-nos transportados subitamente, sem dano
físico, até o fundo do mar. Imagine que estranho, que portentoso e medonho não parece. As caras
desconhecidas de ignorados animais - no caso, homens. E todos, todos, canibais ou pior que isso — pois bem
sentia ela sobre o seu casco grosso, sobre a carapaça encaracada, o olhar doce e atento e cobiçoso dos
comedores de carne.
A sorte da coitada foi ninguém chegar a um acordo sobre a forma de abatê-la. E sorte maior o fato de
ninguém, pessoalmente, querer se responsabilizar pela carnificina naquela quinta-feira santa. Mas levaram-na
para o galinheiro - que ignominia, uma veterana dos sete mares a ser atirada entre as galinhas, na noite que
deveria ser a última da sua vida; ela que decerto esperava sepultar-se entre areias claras, nalgum maciço
colorido de anêmonas do mar. Mas felizmente para a tartaruga, incerto é o coração do homem, incertos, os
seus impulsos. Tanto val para um lado como para o outro, tanto procura devorar hoje o seu irmão bicho, como
amanhã o festeja e liberta. O fato é que um coração se apiedou da tragédia e houve mão que abriu a porta da
capoeira e encaminhou a marcha rampante do bicho marinho em direção da prala, em direção do mar, sua
pátria. Ela também não esperou arrependimento, não hesitou, não agradeceu. Cortou a areia deixando um
rastro longo, penetrou na água como um barco a deslizar do estaleiro, mergulhou, emergiu, voltou a cabeça
ainda assustada para aquele mundo sujo, escuro, inimigo, onde viviam os homens, onde esperava nunca mais
voltar; e mergulhou de novo, abraçando toda a água que podia entre as nadadeiras abertas.
(Adaptado de: QUEIROZ, Rachel de. 100 crônicas escolhidas: um alpendre, uma rede, um açude. Rio de
Janeiro: José Olympio, 2021)
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Atenção: Considere a crônica “Tartaruga de arrastão”, de Rachel de Queiroz, para responder à questão..
O caso deu-se aqui na ilha, numa pescaria de arrastão. Da primeira redada veio um tal peixe que causou
espanto: ninguém podia crer que naquele côncavo de mar morasse tanto peixe assim. Havia de ser alguma
piracema que ia passando; para lá de trés toneladas de pescado foram apanhadas de uma só vez. Na segunda
redada nada veio, ou quase nada — fugira a piracema ou fora toda colhida pela rede. Entretanto, no meio
daquele quase nada apareceu um bicho estranho: uma tartaruga do mar. Tartaruga diferente daquelas fluviais
que a gente conhece, tartaruga das profundezas salinas, meio peixe, porque em vez de pernas tem nadadeiras.
Primeiro ela se debateu e tentou de todas as maneiras furar a malha. Depois foi agarrada e atirada
ignominiosamente na areia, de barriga para cima. Por fim puseram-na em posição normal; e ela, recuperando
imediatamente a compostura, estirou o pescoço enrugado e correu em torno de si um olho temeroso. Não sei
se os presentes compreenderam quanto havia de surpresa, terror e pasmo nos olhos da tartaruga. Muito pior
que um bicho da terra pego numa rede: este pode estranhar a prisão, mas afinal continua dentro de um
elemento conhecido, pisando chão, vendo árvores familiares, sentindo o cheiro da terra. A tartaruga não: para
ela, nascida e vivida no mar, aquela era a mais estranha, a mais inacreditável e terrível das aventuras. Para
aquela tartaruga era o mesmo que seria para um de nós vermo-nos transportados subitamente, sem dano
físico, até o fundo do mar. Imagine que estranho, que portentoso e medonho não parece. As caras
desconhecidas de ignorados animais - no caso, homens. E todos, todos, canibais ou pior que isso — pois bem
sentia ela sobre o seu casco grosso, sobre a carapaça encaracada, o olhar doce e atento e cobiçoso dos
comedores de carne.
A sorte da coitada foi ninguém chegar a um acordo sobre a forma de abatê-la. E sorte maior o fato de
ninguém, pessoalmente, querer se responsabilizar pela carnificina naquela quinta-feira santa. Mas levaram-na
para o galinheiro - que ignominia, uma veterana dos sete mares a ser atirada entre as galinhas, na noite que
deveria ser a última da sua vida; ela que decerto esperava sepultar-se entre areias claras, nalgum maciço
colorido de anêmonas do mar. Mas felizmente para a tartaruga, incerto é o coração do homem, incertos, os
seus impulsos. Tanto val para um lado como para o outro, tanto procura devorar hoje o seu irmão bicho, como
amanhã o festeja e liberta. O fato é que um coração se apiedou da tragédia e houve mão que abriu a porta da
capoeira e encaminhou a marcha rampante do bicho marinho em direção da prala, em direção do mar, sua
pátria. Ela também não esperou arrependimento, não hesitou, não agradeceu. Cortou a areia deixando um
rastro longo, penetrou na água como um barco a deslizar do estaleiro, mergulhou, emergiu, voltou a cabeça
ainda assustada para aquele mundo sujo, escuro, inimigo, onde viviam os homens, onde esperava nunca mais
voltar; e mergulhou de novo, abraçando toda a água que podia entre as nadadeiras abertas.
(Adaptado de: QUEIROZ, Rachel de. 100 crônicas escolhidas: um alpendre, uma rede, um açude. Rio de
Janeiro: José Olympio, 2021)
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Atenção: Considere a crônica “Tartaruga de arrastão”, de Rachel de Queiroz, para responder à questão..
O caso deu-se aqui na ilha, numa pescaria de arrastão. Da primeira redada veio um tal peixe que causou
espanto: ninguém podia crer que naquele côncavo de mar morasse tanto peixe assim. Havia de ser alguma
piracema que ia passando; para lá de trés toneladas de pescado foram apanhadas de uma só vez. Na segunda
redada nada veio, ou quase nada — fugira a piracema ou fora toda colhida pela rede. Entretanto, no meio
daquele quase nada apareceu um bicho estranho: uma tartaruga do mar. Tartaruga diferente daquelas fluviais
que a gente conhece, tartaruga das profundezas salinas, meio peixe, porque em vez de pernas tem nadadeiras.
Primeiro ela se debateu e tentou de todas as maneiras furar a malha. Depois foi agarrada e atirada
ignominiosamente na areia, de barriga para cima. Por fim puseram-na em posição normal; e ela, recuperando
imediatamente a compostura, estirou o pescoço enrugado e correu em torno de si um olho temeroso. Não sei
se os presentes compreenderam quanto havia de surpresa, terror e pasmo nos olhos da tartaruga. Muito pior
que um bicho da terra pego numa rede: este pode estranhar a prisão, mas afinal continua dentro de um
elemento conhecido, pisando chão, vendo árvores familiares, sentindo o cheiro da terra. A tartaruga não: para
ela, nascida e vivida no mar, aquela era a mais estranha, a mais inacreditável e terrível das aventuras. Para
aquela tartaruga era o mesmo que seria para um de nós vermo-nos transportados subitamente, sem dano
físico, até o fundo do mar. Imagine que estranho, que portentoso e medonho não parece. As caras
desconhecidas de ignorados animais - no caso, homens. E todos, todos, canibais ou pior que isso — pois bem
sentia ela sobre o seu casco grosso, sobre a carapaça encaracada, o olhar doce e atento e cobiçoso dos
comedores de carne.
A sorte da coitada foi ninguém chegar a um acordo sobre a forma de abatê-la. E sorte maior o fato de
ninguém, pessoalmente, querer se responsabilizar pela carnificina naquela quinta-feira santa. Mas levaram-na
para o galinheiro - que ignominia, uma veterana dos sete mares a ser atirada entre as galinhas, na noite que
deveria ser a última da sua vida; ela que decerto esperava sepultar-se entre areias claras, nalgum maciço
colorido de anêmonas do mar. Mas felizmente para a tartaruga, incerto é o coração do homem, incertos, os
seus impulsos. Tanto val para um lado como para o outro, tanto procura devorar hoje o seu irmão bicho, como
amanhã o festeja e liberta. O fato é que um coração se apiedou da tragédia e houve mão que abriu a porta da
capoeira e encaminhou a marcha rampante do bicho marinho em direção da prala, em direção do mar, sua
pátria. Ela também não esperou arrependimento, não hesitou, não agradeceu. Cortou a areia deixando um
rastro longo, penetrou na água como um barco a deslizar do estaleiro, mergulhou, emergiu, voltou a cabeça
ainda assustada para aquele mundo sujo, escuro, inimigo, onde viviam os homens, onde esperava nunca mais
voltar; e mergulhou de novo, abraçando toda a água que podia entre as nadadeiras abertas.
(Adaptado de: QUEIROZ, Rachel de. 100 crônicas escolhidas: um alpendre, uma rede, um açude. Rio de
Janeiro: José Olympio, 2021)
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