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Foram encontradas 277 questões.

3594367 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: MPE-AM

Texto

Haverá uma história da pandemia?

Haverá uma história para contar quando tudo isso acabar? Haverá razão para ouvir essa história e paciência para acompanhar as minúcias de tantas vidas interrompidas? Será narrável a magnitude dessa experiência, tão absoluta e insistente, que de um momento para outro se apoderou do mundo inteiro e não nós poupara tão cedo? Ou preferimos não narrar nada, nos render ao desejo de seguir em frente, de deixar tudo para trás, de esquecer, recalcar, ocultando de nós mesmos uma vivência desoladora e agônica, sem redenção possível?

Respostas a tais perguntas não são fáceis de encontrar, e sobretudo não cabe antecipa-las se ainda estamos tão imersos no presente. Mas o grande ensaísta alemão Walter Benjamin, num de seus textos mais conhecidos, “O narrador", talvez nos ajude a ventilar ideias e alinhavar suspeitas. É ele quem fala de uma crise de experiência que marcaria o nosso tempo. É ele quem afirma, ainda em 1936, que “as ações da experiência estão em baixa, e tudo indica que continuarão caindo até que seu valor desapareça de todo”. Estaremos cumprindo, nestes anos atípicos, o surpreendente vaticínio de Benjamin? Vivemos agora a culminação da crise, uma carência de palavras que de fato deem conta da experiência ora vivida, que de fato possam nos expressar?

Em breve frase, Benjamin contempla seu maior exemplo para o fim da transmissão das experiências humanas: a situação dos soldados que voltavam mudos da Primeira Guerra Mundial, desprovidos de histórias, “não mais ricos, e sim mais pobres em experiência comunicável”. Os muito livros posteriores em nada redimiriam tal silêncio. O caso é que a nova estratégia de guerra alienava os combatentes, confinados em trincheiras, isolados uns dos outros, sem a possibilidade de acompanhar de perto a vastidão dos acontecimentos. Dali, nada veem, tudo ouvem e estremecem. São parte inerte de uma “paisagem em que nada permanecera inalterado, exceto as nuvens, e debaixo delas, num campo de forças de torrentes e explosões, o frágil e minúsculo corpo humano”, nas palavras de Benjamin.

(Adaptado de: FUKS, Julián. Lembramos do futuro. São Paulo: Companhia das Letras, 2022, p. 61-62)

Na frase Ou preferimos não narrar nada, nos render ao desejo de seguir em frente, o elemento sublinhado pode ser adequadamente substituído por

 

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3594366 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: MPE-AM

Texto

Haverá uma história da pandemia?

Haverá uma história para contar quando tudo isso acabar? Haverá razão para ouvir essa história e paciência para acompanhar as minúcias de tantas vidas interrompidas? Será narrável a magnitude dessa experiência, tão absoluta e insistente, que de um momento para outro se apoderou do mundo inteiro e não nós poupara tão cedo? Ou preferimos não narrar nada, nos render ao desejo de seguir em frente, de deixar tudo para trás, de esquecer, recalcar, ocultando de nós mesmos uma vivência desoladora e agônica, sem redenção possível?

Respostas a tais perguntas não são fáceis de encontrar, e sobretudo não cabe antecipa-las se ainda estamos tão imersos no presente. Mas o grande ensaísta alemão Walter Benjamin, num de seus textos mais conhecidos, “O narrador", talvez nos ajude a ventilar ideias e alinhavar suspeitas. É ele quem fala de uma crise de experiência que marcaria o nosso tempo. É ele quem afirma, ainda em 1936, que “as ações da experiência estão em baixa, e tudo indica que continuarão caindo até que seu valor desapareça de todo”. Estaremos cumprindo, nestes anos atípicos, o surpreendente vaticínio de Benjamin? Vivemos agora a culminação da crise, uma carência de palavras que de fato deem conta da experiência ora vivida, que de fato possam nos expressar?

Em breve frase, Benjamin contempla seu maior exemplo para o fim da transmissão das experiências humanas: a situação dos soldados que voltavam mudos da Primeira Guerra Mundial, desprovidos de histórias, “não mais ricos, e sim mais pobres em experiência comunicável”. Os muito livros posteriores em nada redimiriam tal silêncio. O caso é que a nova estratégia de guerra alienava os combatentes, confinados em trincheiras, isolados uns dos outros, sem a possibilidade de acompanhar de perto a vastidão dos acontecimentos. Dali, nada veem, tudo ouvem e estremecem. São parte inerte de uma “paisagem em que nada permanecera inalterado, exceto as nuvens, e debaixo delas, num campo de forças de torrentes e explosões, o frágil e minúsculo corpo humano”, nas palavras de Benjamin.

(Adaptado de: FUKS, Julián. Lembramos do futuro. São Paulo: Companhia das Letras, 2022, p. 61-62)

É coesa e coerente a redação deste comentário sobre o texto:

 

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3594365 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: MPE-AM

Texto

Haverá uma história da pandemia?

Haverá uma história para contar quando tudo isso acabar? Haverá razão para ouvir essa história e paciência para acompanhar as minúcias de tantas vidas interrompidas? Será narrável a magnitude dessa experiência, tão absoluta e insistente, que de um momento para outro se apoderou do mundo inteiro e não nós poupara tão cedo? Ou preferimos não narrar nada, nos render ao desejo de seguir em frente, de deixar tudo para trás, de esquecer, recalcar, ocultando de nós mesmos uma vivência desoladora e agônica, sem redenção possível?

Respostas a tais perguntas não são fáceis de encontrar, e sobretudo não cabe antecipa-las se ainda estamos tão imersos no presente. Mas o grande ensaísta alemão Walter Benjamin, num de seus textos mais conhecidos, “O narrador", talvez nos ajude a ventilar ideias e alinhavar suspeitas. É ele quem fala de uma crise de experiência que marcaria o nosso tempo. É ele quem afirma, ainda em 1936, que “as ações da experiência estão em baixa, e tudo indica que continuarão caindo até que seu valor desapareça de todo”. Estaremos cumprindo, nestes anos atípicos, o surpreendente vaticínio de Benjamin? Vivemos agora a culminação da crise, uma carência de palavras que de fato deem conta da experiência ora vivida, que de fato possam nos expressar?

Em breve frase, Benjamin contempla seu maior exemplo para o fim da transmissão das experiências humanas: a situação dos soldados que voltavam mudos da Primeira Guerra Mundial, desprovidos de histórias, “não mais ricos, e sim mais pobres em experiência comunicável”. Os muito livros posteriores em nada redimiriam tal silêncio. O caso é que a nova estratégia de guerra alienava os combatentes, confinados em trincheiras, isolados uns dos outros, sem a possibilidade de acompanhar de perto a vastidão dos acontecimentos. Dali, nada veem, tudo ouvem e estremecem. São parte inerte de uma “paisagem em que nada permanecera inalterado, exceto as nuvens, e debaixo delas, num campo de forças de torrentes e explosões, o frágil e minúsculo corpo humano”, nas palavras de Benjamin.

(Adaptado de: FUKS, Julián. Lembramos do futuro. São Paulo: Companhia das Letras, 2022, p. 61-62)

Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente o sentido de um segmento do texto em:

 

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3594364 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: MPE-AM

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Haverá uma história da pandemia?

Haverá uma história para contar quando tudo isso acabar? Haverá razão para ouvir essa história e paciência para acompanhar as minúcias de tantas vidas interrompidas? Será narrável a magnitude dessa experiência, tão absoluta e insistente, que de um momento para outro se apoderou do mundo inteiro e não nós poupara tão cedo? Ou preferimos não narrar nada, nos render ao desejo de seguir em frente, de deixar tudo para trás, de esquecer, recalcar, ocultando de nós mesmos uma vivência desoladora e agônica, sem redenção possível?

Respostas a tais perguntas não são fáceis de encontrar, e sobretudo não cabe antecipa-las se ainda estamos tão imersos no presente. Mas o grande ensaísta alemão Walter Benjamin, num de seus textos mais conhecidos, “O narrador", talvez nos ajude a ventilar ideias e alinhavar suspeitas. É ele quem fala de uma crise de experiência que marcaria o nosso tempo. É ele quem afirma, ainda em 1936, que “as ações da experiência estão em baixa, e tudo indica que continuarão caindo até que seu valor desapareça de todo”. Estaremos cumprindo, nestes anos atípicos, o surpreendente vaticínio de Benjamin? Vivemos agora a culminação da crise, uma carência de palavras que de fato deem conta da experiência ora vivida, que de fato possam nos expressar?

Em breve frase, Benjamin contempla seu maior exemplo para o fim da transmissão das experiências humanas: a situação dos soldados que voltavam mudos da Primeira Guerra Mundial, desprovidos de histórias, “não mais ricos, e sim mais pobres em experiência comunicável”. Os muito livros posteriores em nada redimiriam tal silêncio. O caso é que a nova estratégia de guerra alienava os combatentes, confinados em trincheiras, isolados uns dos outros, sem a possibilidade de acompanhar de perto a vastidão dos acontecimentos. Dali, nada veem, tudo ouvem e estremecem. São parte inerte de uma “paisagem em que nada permanecera inalterado, exceto as nuvens, e debaixo delas, num campo de forças de torrentes e explosões, o frágil e minúsculo corpo humano”, nas palavras de Benjamin.

(Adaptado de: FUKS, Julián. Lembramos do futuro. São Paulo: Companhia das Letras, 2022, p. 61-62)

No 3º parágrafo, a especifica pobreza em experiência comunicável detectada por Walter Benjamin deve-se, segundo este, à

 

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3594363 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: MPE-AM

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Haverá uma história da pandemia?

Haverá uma história para contar quando tudo isso acabar? Haverá razão para ouvir essa história e paciência para acompanhar as minúcias de tantas vidas interrompidas? Será narrável a magnitude dessa experiência, tão absoluta e insistente, que de um momento para outro se apoderou do mundo inteiro e não nós poupara tão cedo? Ou preferimos não narrar nada, nos render ao desejo de seguir em frente, de deixar tudo para trás, de esquecer, recalcar, ocultando de nós mesmos uma vivência desoladora e agônica, sem redenção possível?

Respostas a tais perguntas não são fáceis de encontrar, e sobretudo não cabe antecipa-las se ainda estamos tão imersos no presente. Mas o grande ensaísta alemão Walter Benjamin, num de seus textos mais conhecidos, “O narrador", talvez nos ajude a ventilar ideias e alinhavar suspeitas. É ele quem fala de uma crise de experiência que marcaria o nosso tempo. É ele quem afirma, ainda em 1936, que “as ações da experiência estão em baixa, e tudo indica que continuarão caindo até que seu valor desapareça de todo”. Estaremos cumprindo, nestes anos atípicos, o surpreendente vaticínio de Benjamin? Vivemos agora a culminação da crise, uma carência de palavras que de fato deem conta da experiência ora vivida, que de fato possam nos expressar?

Em breve frase, Benjamin contempla seu maior exemplo para o fim da transmissão das experiências humanas: a situação dos soldados que voltavam mudos da Primeira Guerra Mundial, desprovidos de histórias, “não mais ricos, e sim mais pobres em experiência comunicável”. Os muito livros posteriores em nada redimiriam tal silêncio. O caso é que a nova estratégia de guerra alienava os combatentes, confinados em trincheiras, isolados uns dos outros, sem a possibilidade de acompanhar de perto a vastidão dos acontecimentos. Dali, nada veem, tudo ouvem e estremecem. São parte inerte de uma “paisagem em que nada permanecera inalterado, exceto as nuvens, e debaixo delas, num campo de forças de torrentes e explosões, o frágil e minúsculo corpo humano”, nas palavras de Benjamin.

(Adaptado de: FUKS, Julián. Lembramos do futuro. São Paulo: Companhia das Letras, 2022, p. 61-62)

No 2º parágrafo, considera-se que a dificuldade de se encontrar uma resposta à pergunta que da titulo ao texto deve-se ao fato de que

 

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3594362 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: MPE-AM

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Haverá uma história da pandemia?

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Respostas a tais perguntas não são fáceis de encontrar, e sobretudo não cabe antecipa-las se ainda estamos tão imersos no presente. Mas o grande ensaísta alemão Walter Benjamin, num de seus textos mais conhecidos, “O narrador", talvez nos ajude a ventilar ideias e alinhavar suspeitas. É ele quem fala de uma crise de experiência que marcaria o nosso tempo. É ele quem afirma, ainda em 1936, que “as ações da experiência estão em baixa, e tudo indica que continuarão caindo até que seu valor desapareça de todo”. Estaremos cumprindo, nestes anos atípicos, o surpreendente vaticínio de Benjamin? Vivemos agora a culminação da crise, uma carência de palavras que de fato deem conta da experiência ora vivida, que de fato possam nos expressar?

Em breve frase, Benjamin contempla seu maior exemplo para o fim da transmissão das experiências humanas: a situação dos soldados que voltavam mudos da Primeira Guerra Mundial, desprovidos de histórias, “não mais ricos, e sim mais pobres em experiência comunicável”. Os muito livros posteriores em nada redimiriam tal silêncio. O caso é que a nova estratégia de guerra alienava os combatentes, confinados em trincheiras, isolados uns dos outros, sem a possibilidade de acompanhar de perto a vastidão dos acontecimentos. Dali, nada veem, tudo ouvem e estremecem. São parte inerte de uma “paisagem em que nada permanecera inalterado, exceto as nuvens, e debaixo delas, num campo de forças de torrentes e explosões, o frágil e minúsculo corpo humano”, nas palavras de Benjamin.

(Adaptado de: FUKS, Julián. Lembramos do futuro. São Paulo: Companhia das Letras, 2022, p. 61-62)

Tratando da pandemia da Covid-19, o autor faz referência a um texto do pensador alemão Walter Benjamin, por conta

 

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3594361 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: MPE-AM

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Respostas a tais perguntas não são fáceis de encontrar, e sobretudo não cabe antecipa-las se ainda estamos tão imersos no presente. Mas o grande ensaísta alemão Walter Benjamin, num de seus textos mais conhecidos, “O narrador", talvez nos ajude a ventilar ideias e alinhavar suspeitas. É ele quem fala de uma crise de experiência que marcaria o nosso tempo. É ele quem afirma, ainda em 1936, que “as ações da experiência estão em baixa, e tudo indica que continuarão caindo até que seu valor desapareça de todo”. Estaremos cumprindo, nestes anos atípicos, o surpreendente vaticínio de Benjamin? Vivemos agora a culminação da crise, uma carência de palavras que de fato deem conta da experiência ora vivida, que de fato possam nos expressar?

Em breve frase, Benjamin contempla seu maior exemplo para o fim da transmissão das experiências humanas: a situação dos soldados que voltavam mudos da Primeira Guerra Mundial, desprovidos de histórias, “não mais ricos, e sim mais pobres em experiência comunicável”. Os muito livros posteriores em nada redimiriam tal silêncio. O caso é que a nova estratégia de guerra alienava os combatentes, confinados em trincheiras, isolados uns dos outros, sem a possibilidade de acompanhar de perto a vastidão dos acontecimentos. Dali, nada veem, tudo ouvem e estremecem. São parte inerte de uma “paisagem em que nada permanecera inalterado, exceto as nuvens, e debaixo delas, num campo de forças de torrentes e explosões, o frágil e minúsculo corpo humano”, nas palavras de Benjamin.

(Adaptado de: FUKS, Julián. Lembramos do futuro. São Paulo: Companhia das Letras, 2022, p. 61-62)

As normas de concordância verbal estão plenamente respeitadas na frase:

 

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3168320 Ano: 2024
Disciplina: Direito Penal
Banca: FCC
Orgão: MPE-AM
Os crimes previstos na Lei de Abuso de Autoridade (Lei nº 13.869/2019) são, em regra, de ação penal pública incondicionada. Caso o Ministério Público não a ajuíze no prazo legal, segundo expressa previsão da Lei, poderá ser intentada
 

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3168319 Ano: 2024
Disciplina: Legislação do Ministério Público
Banca: FCC
Orgão: MPE-AM
Atenção: Para responder à questão, considere o que estabelece a Lei Orgânica do Ministério Público do Estado do Amazonas (Lei Complementar nº 011, de 17 de dezembro de 1993).
O procedimento eventual de verificação específica do funcionamento eficiente dos órgãos, unidades, cargos ou serviços do Ministério Público, havendo evidências de irregularidades, acúmulo de serviço e grau de resolutividade, realizada através do comparecimento pessoal do Corregedor-Geral às Procuradorias e Promotorias de Justiça, independente de prévio aviso, é chamado de
 

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3168318 Ano: 2024
Disciplina: Legislação do Ministério Público
Banca: FCC
Orgão: MPE-AM
Atenção: Para responder à questão, considere o que estabelece a Lei Orgânica do Ministério Público do Estado do Amazonas (Lei Complementar nº 011, de 17 de dezembro de 1993).
Aos membros do Ministério Público é permitido
 

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