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729109 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: ITA
Orgão: ITA
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Um triângulo está inscrito numa circunferência de raio 1 cm. O seu maior lado mede 2 cm e sua área é de !$ { \large {1 \over \sqrt2}}\, cm^2 !$. Então, o menor lado do triângulo, em !$ cm !$, mede
 

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727786 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: ITA
Orgão: ITA
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Texto 2
Com o declínio da velha lavoura e a quase concomitante ascensão dos centros urbanos, precipitada grandemente pela vinda, em 1808, da Corte Portuguesa e depois pela Independência, os senhorios rurais principiam a perder muito de sua posição privilegiada e singular. Outras ocupações reclamam agora igual eminência, ocupações nitidamente citadinas, como a atividade política, a burocracia, as profissões liberais.
É bem compreensível que semelhantes ocupações venham a caber, em primeiro lugar, à gente principal do país, toda ela constituída de lavradores e donos de engenhos. E que, transportada de súbito para as cidades, essa gente carregue consigo a mentalidade, os preconceitos e, tanto quanto possível, o teor de vida que tinham sido atributos específicos de sua primitiva condição.
Não parece absurdo relacionar a tal circunstância um traço constante de nossa vida social: a posição suprema que nela detêm, de ordinário, certas qualidades de imaginação e “inteligência”, em prejuízo das manifestações do espírito prático ou positivo. O prestígio universal do “talento”, com o timbre particular que recebe essa palavra nas regiões, sobretudo, onde deixou vinco mais forte a lavoura colonial e escravocrata, como o são eminentemente as do Nordeste do Brasil, provém sem dúvida do maior decoro que parece conferir a qualquer indivíduo o simples exercício da inteligência, em contraste com as atividades que requerem algum esforço físico.
O trabalho mental, que não suja as mãos e não fatiga o corpo, pode constituir, com efeito, ocupação em todos os sentidos digna de antigos senhores de escravos e dos seus herdeiros. Não significa forçosamente, neste caso, amor ao pensamento especulativo, – a verdade é que, embora presumindo o contrário, dedicamos, de modo geral, pouca estima às especulações intelectuais – mas amor à frase sonora, ao verbo espontâneo e abundante, à erudição ostentosa, à expressão rara. E que para bem corresponder ao papel que, mesmo sem o saber, lhe conferimos, inteligência há de ser ornamento e prenda, não instrumento de conhecimento e de ação.
Numa sociedade como a nossa, em que certas virtudes senhoriais ainda merecem largo crédito, as qualidades do espírito substituem, não raro, os títulos honoríficos, e alguns dos seus distintivos materiais, como o anel de grau e a carta de bacharel, podem equivaler a autênticos brasões de nobreza. Aliás, o exercício dessas qualidades que ocupam a inteligência sem ocupar os braços, tinha sido expressamente considerado, já em outras épocas, como pertinente aos homens nobres e livres, de onde, segundo parece, o nome de liberais dado a determinadas artes, em oposição às mecânicas que pertencem às classes servis.
(Sérgio Buarque de Holanda. Raízes do Brasil. Rio de Janeiro: José Olympio, 1984, p. 50-51)
Conforme a norma padrão da Língua Portuguesa, o emprego de vírgulas é opcional em
 

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727065 Ano: 2015
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: ITA
Orgão: ITA
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O poema abaixo é de José Paulo Paes:

Bucólica

O camponês sem terra

Detém a charrua

E pensa em colheitas

Que nunca serão suas.

(Em: Um por todos – poesia reunida. São Paulo:

Brasiliense, 1986.)

O texto apresenta

 

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726745 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: ITA
Orgão: ITA
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Texto 2
Com o declínio da velha lavoura e a quase concomitante ascensão dos centros urbanos, precipitada grandemente pela vinda, em 1808, da Corte Portuguesa e depois pela Independência, os senhorios rurais principiam a perder muito de sua posição privilegiada e singular. Outras ocupações reclamam agora igual eminência, ocupações nitidamente citadinas, como a atividade política, a burocracia, as profissões liberais.
É bem compreensível que semelhantes ocupações venham a caber, em primeiro lugar, à gente principal do país, toda ela constituída de lavradores e donos de engenhos. E que, transportada de súbito para as cidades, essa gente carregue consigo a mentalidade, os preconceitos e, tanto quanto possível, o teor de vida que tinham sido atributos específicos de sua primitiva condição.
Não parece absurdo relacionar a tal circunstância um traço constante de nossa vida social: a posição suprema que nela detêm, de ordinário, certas qualidades de imaginação e “inteligência”, em prejuízo das manifestações do espírito prático ou positivo. O prestígio universal do “talento”, com o timbre particular que recebe essa palavra nas regiões, sobretudo, onde deixou vinco mais forte a lavoura colonial e escravocrata, como o são eminentemente as do Nordeste do Brasil, provém sem dúvida do maior decoro que parece conferir a qualquer indivíduo o simples exercício da inteligência, em contraste com as atividades que requerem algum esforço físico.
O trabalho mental, que não suja as mãos e não fatiga o corpo, pode constituir, com efeito, ocupação em todos os sentidos digna de antigos senhores de escravos e dos seus herdeiros. Não significa forçosamente, neste caso, amor ao pensamento especulativo, – a verdade é que, embora presumindo o contrário, dedicamos, de modo geral, pouca estima às especulações intelectuais – mas amor à frase sonora, ao verbo espontâneo e abundante, à erudição ostentosa, à expressão rara. E que para bem corresponder ao papel que, mesmo sem o saber, lhe conferimos, inteligência há de ser ornamento e prenda, não instrumento de conhecimento e de ação.
Numa sociedade como a nossa, em que certas virtudes senhoriais ainda merecem largo crédito, as qualidades do espírito substituem, não raro, os títulos honoríficos, e alguns dos seus distintivos materiais, como o anel de grau e a carta de bacharel, podem equivaler a autênticos brasões de nobreza. Aliás, o exercício dessas qualidades que ocupam a inteligência sem ocupar os braços, tinha sido expressamente considerado, já em outras épocas, como pertinente aos homens nobres e livres, de onde, segundo parece, o nome de liberais dado a determinadas artes, em oposição às mecânicas que pertencem às classes servis.
(Sérgio Buarque de Holanda. Raízes do Brasil. Rio de Janeiro: José Olympio, 1984, p. 50-51)
O emprego das aspas em “inteligência” e “talento” tem a função de
I. realçar ironicamente essas palavras.
II. retomar uma explicação dada anteriormente.
III. destacar que essas palavras não são peculiares ao estilo do autor.
Está(ão) correta(s) apenas:
 

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726708 Ano: 2015
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: ITA
Orgão: ITA
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Your Facial Bone Structure Has a Big Influence on How People See You
(…) Selfies, headshots, mug shots — photos of oneself convey more these days than snapshots ever did back in the Kodak era. Most digitally minded people continually post and update pictures of themselves at professional, social media and dating sites such as LinkedIn, Facebook, Match.com and Tinder. For better or worse, viewers then tend to make snap judgments about someone’s personality or character from a single shot. As such, it can be a stressful task to select the photo that conveys the best impression of ourselves. For those of us seeking to appear friendly and trustworthy to others, a new study underscores an old, chipper piece of advice: Put on a happy face.
A newly published series of experiments by cognitive neuroscientists at New York University is reinforcing the relevance of facial expressions to perceptions of characteristics such as trustworthiness and friendliness. More importantly, the research also revealed the unexpected finding that perceptions of abilities such as physical strength are not dependent on facial expressions but rather on facial bone structure.
The team’s first experiment featured photographs of 10 different people presenting five different facial expressions each. Study subjects rated how friendly, trustworthy or strong the person in each photo appeared. A separate group of subjects scored each face on an emotional scale from “very angry” to “very happy.” And three experts not involved in either of the previous two ratings to avoid confounding results calculated the facial width-to-height ratio for each face. An analysis revealed that participants generally ranked people with a happy expression as friendly and trustworthy but not those with angry expressions. Surprisingly, participants did not rank faces as indicative of physical strength based on facial expression but graded faces that were very broad as that of a strong individual.
In a second survey facial expression and facial structure were manipulated in computer-generated faces. Participants rated each face for the same traits as in the first survey, with the addition of a rating for warmth. Again, people thought a happy expression, but not an angry one, indicated friendliness, trustworthiness — and in this case, warmth. The researchers then showed two additional sets of participants the same faces, this time either with areas relevant to facial expressions obscured or the width cropped. In the first variation, for faces lacking emotional cues, people could no longer perceive personality traits but could still perceive strength based on width. Similarly, for those faces lacking structural cues, people could no longer perceive strength but could still perceive personality traits based on facial expressions.
In a third iteration of the survey participants had to pick four faces out of a lineup of eight faces varied for expression and width that they might select either as their financial advisor or as the winner of a power-lifting competition. As might be expected, participants picked faces with happier expressions as financial advisors and selected broader faces as belonging to power-lifting champs.
In a final survey the researchers generated more than 100 variations of one individual “base face” by varying facial features. Participants saw two faces at a time, and then picked one as either trustworthy or high in ability or as a good financial advisor or power-lifting winner. Using these results, a computer then created an average face for each of these four categories, which were shown to a separate set of participants who had to pick which face appeared either more trustworthy or stronger. Most of the participants found the computer-generated averages to be good representations of trustworthiness or strength — and generally saw the average “financial advisor” face as more trustworthy and the “powerlifter” face as stronger. The findings from all four surveys were published in the Personality and Social Psychology Bulletin on June 18.
Adaptado de www.scientific.american.com/article/your-facial-bone-strecture-has-a-big-influence-on-how-people-see-you.(acesso em 20/8/2015)
De acordo com o texto,
 

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724560 Ano: 2015
Disciplina: Física
Banca: ITA
Orgão: ITA
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Um corpo flutua estavelmente em um tanque contendo dois líquidos imiscíveis, um com o dobro da densidade do outro, de tal forma que as interfaces líquido/líquido e líquido/ar dividem o volume do corpo exatamente em três partes iguais. Sendo completamente removido o líquido mais leve, qual proporção do volume do corpo permanece imerso no líquido restante?
 

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1469976 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: ITA
Orgão: ITA
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Escolhendo-se, aleatoriamente, três números inteiros distintos no intervalo !$ [1; 20] !$, a probabilidade de que eles estejam, em alguma ordem, em progressão geométrica é igual a
Questão Anulada

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1469810 Ano: 2015
Disciplina: Engenharia Química
Banca: ITA
Orgão: ITA
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A constante ebulioscópica da água é !$ 0,51 K·kg·mol^{−1} !$. Dissolve-se em água !$ 15,7 \,g !$ de um composto solúvel, não volátil e não eletrólito, cuja massa molar é de !$ 157 \,g·mol^{−1} !$. Assinale a alternativa que corresponde à variação na temperatura de ebulição desta solução aquosa, em kelvin.
Questão Anulada

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1469783 Ano: 2015
Disciplina: Química
Banca: ITA
Orgão: ITA
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A energia do estado fundamental do átomo de hidrogênio é 13,6 eV. Considerando todas as espécies químicas no estado gasoso e em seu estado eletrônico fundamental, é CORRETO afirmar que o valor absoluto
Questão Anulada

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1469736 Ano: 2015
Disciplina: Física
Banca: ITA
Orgão: ITA
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Um bloco de massa !$ m !$ encontra-se inicialmente em repouso sobre uma plataforma apoiada por uma mola, como visto na figura. Em seguida, uma pessoa de massa !$ M !$ sobe na plataforma e ergue o bloco até uma altura !$ h !$ da plataforma, sendo que esta se desloca para baixo até uma distância !$ d !$. Quando o bloco é solto das mãos, o sistema (plataforma+pessoa+mola) começa a oscilar e, ao fim da primeira oscilação completa, o bloco colide com a superfície da plataforma num choque totalmente inelástico. A razão entre a amplitude da primeira oscilação e a da que se segue após o choque é igual a
Enunciado 1469736-1
Questão Anulada

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