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- UniãoExecutivoDecreto 1.171/1994: Código de Ética do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal
Luciana, servidora pública federal, trabalha em um
setor responsável por analisar pedidos
administrativos. Durante a análise de um processo,
percebeu que um colega havia cometido um erro
no preenchimento de dados, mas optou por não
registrar a falha, justificando que não queria criar
problemas para o colega, já que ele é seu amigo de
longa data. Além disso, em outro atendimento, ela
percebeu que um cidadão estava ansioso e insistia
em obter informações sobre o andamento do seu
pedido. Para ganhar tempo e evitar pressão,
Luciana respondeu de forma evasiva e ilusória,
sem dar informações claras, dizendo apenas que o
processo estava em análise, mesmo sabendo que
já havia uma decisão desfavorável registrada no
sistema. Com base no Decreto nº 1.171/1994, que
aprovou o Código de Ética Profissional do Servidor
Público Civil do Poder Executivo Federal, assinale
a alternativa correta.
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- UniãoExecutivoDecreto 1.171/1994: Código de Ética do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal
Em relação às regras deontológicas previstas no
Decreto nº 1.171/1994, que aprovou o Código de
Ética Profissional do Servidor Público Civil do
Poder Executivo Federal, assinale a alternativa
correta.
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Com base na Lei nº 9.784/1999, que regula o
processo administrativo no âmbito da
Administração Pública Federal, assinale a
alternativa correta.
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De acordo com a Lei nº 9.784/1999, que regula o
processo administrativo no âmbito da
Administração Pública Federal, terão prioridade na
tramitação,
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João, que já era servidor público federal, foi
aprovado em concurso público e nomeado para
ocupar novo cargo de provimento efetivo em um
órgão federal. O ato de provimento foi publicado
em 10 de março. No entanto, João estava em
licença por motivo de doença em pessoa da
família, que se encerrou em 25 de março. No dia 28
de março, João compareceu ao órgão para tomar
posse, apresentando declaração de bens e de
acumulação de cargos, mas não havia realizado a
inspeção médica oficial exigida. Com base na Lei
nº 8.112/1990, que dispõe sobre o regime jurídico
dos servidores públicos civis da União, das
autarquias e das fundações públicas federais, é
correto afirmar que
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Nos termos da Lei nº 8.112/1990, que dispõe sobre
o regime jurídico dos servidores públicos civis da
União, das autarquias e das fundações públicas
federais, às pessoas portadoras de deficiência é
assegurado o direito de se inscrever em concurso
público, observado que, para tais pessoas, serão
reservadas
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Pedro é professor efetivo de uma Instituição
Federal de Ensino (IFE), ocupando tal cargo há
apenas seis meses. Em razão de uma
oportunidade, ele manifesta interesse em se
afastar de suas funções para participar de um
programa de doutorado em uma universidade na
Alemanha. Nesse caso, com base na Lei
nº 12.772/2012, assinale a alternativa correta.
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Nos termos da Lei nº 11.892/2008, os Reitores dos
Institutos Federais serão nomeados
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Em 2023, Maria foi aprovada em concurso público
para o cargo efetivo de professora no IFCE, e lá
permanece há exatos três anos, em efetivo
exercício. Acontece que, em razão de afastamento
de membros da comissão de avaliação especial de
desempenho desde 2022, Maria recebeu a
informação de que ainda não havia adquirido a
estabilidade. Com base nessas informações, é
correto afirmar que
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ENTRE O SOFÁ E A MARATONA
Bruno Gualano
Há cada vez mais indícios de que pequenas
mudanças no estilo de vida fazem diferença. A
evidência mais recente vem de uma ampla revisão
sistemática que estimou a proporção de mortes
potencialmente evitáveis caso fossem implementadas
alterações pequenas e realistas na atividade física e
no comportamento sedentário em nível populacional.
Especificamente, os pesquisadores avaliaram o
impacto de um acréscimo de meros cinco minutos por
dia de atividade física de intensidade moderada a
vigorosa – aquela que acelera os batimentos cardíacos
e a respiração – e da redução de 30 minutos no tempo
diário sentado.
A meta-análise reuniu dados individuais de sete
coortes da Noruega, Suécia e Estados Unidos,
totalizando 40.327 participantes, além de uma análise
separada com 94.719 participantes do UK Biobank.
As estimativas consideraram dois cenários
hipotéticos: no menos otimista, apenas os 20% menos
ativos adotariam as mudanças; no mais animador,
todos cumpririam as metas, exceto os 20% mais
ativos.
No primeiro cenário, um aumento de apenas cinco
minutos diários de atividade moderada a vigorosa
poderia prevenir 6% das mortes entre os menos ativos. No segundo, a prevenção chegaria a 10%.
Com a redução de 30 minutos no tempo sentado,
estimou-se uma prevenção de 3% das mortes no
cenário menos otimista; no mais favorável, essa
proporção mais do que dobraria.
Curiosamente, as simulações indicam maiores
benefícios justamente entre os menos ativos.
Aumentar a atividade física de 1 para 11 minutos por
dia associou-se a uma redução de 42% no risco de
mortalidade, enquanto incrementos em níveis já
elevados de atividade renderam ganhos menores.
Para acréscimos superiores a 24 minutos por dia, por
exemplo, não se observou redução adicional evidente
no risco.
Em análise complementar, até mesmo o aumento de
30 minutos de atividade física leve – como tarefas
domésticas ou caminhada lenta – associou-se à
prevenção de cerca de 9% das mortes entre os mais
inativos. À primeira vista pode parecer pouco, mas vale
lembrar que uma redução de 5 mmHg na pressão
arterial por meio de medicamentos reduz o risco de
eventos cardiovasculares em magnitude semelhante.
Como destacam os autores, é improvável que toda
a população alcance as diretrizes da OMS (150
minutos de atividade física por semana). Ainda assim,
metas factíveis – ainda que modestas e abaixo do ideal
– podem gerar impacto relevante em saúde pública,
sem impor frustração a quem, por um motivo ou outro,
não consegue cumprir as recomendações.
Os novos achados reforçam a ideia de que, quando
o assunto é movimento, cada minuto conta. Subir
escadas, interromper longos períodos diante da tela
com breves caminhadas em ritmo moderado
(4-5 km/h), passear com o cachorro na praça, praticar
o esporte preferido (ainda que apenas nos fins de
semana) e até cair na folia do Carnaval são formas
acessíveis de se manter ativo, com potencial real de
melhorar a saúde e a qualidade de vida.
À medida que as evidências se acumulam, torna-se
cada vez mais claro que os benefícios da atividade
física não exigem esforços extraordinários. Mudanças
sutis já produzem ganhos mensuráveis e podem abrir
caminho para transformações mais profundas.
No mundo fitness, entretanto, a mensagem que
vigora é “no pain, no gain” – a noção de que só há
resultados quando o corpo é levado ao limite. Prefira a
versão da ciência: entre o sofá e a maratona, há um
meio do caminho possível que também conduz à
longevidade.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/brunogualano/2026/02/entre-o-sofa-e-a-maratona.shtml. Acesso em: 3
mar. 2026.
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