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De acordo com a Lei nº 14.133, de 1 de abril de 2021,
a Lei de Contratos e Licitações, algumas definições
são fundamentais para a compreensão dos processos licitatórios e para o firmamento de contratos no
contexto da administração pública.
Associe corretamente o elemento à sua respectiva definição.
ELEMENTOS
1. Licitante
2. Contratante
3. Contratado
4. Autoridade
DEFINIÇÕES
( ) Agente do governo que tem a responsabilidade de tomar decisões.
( ) Pessoa, empresa ou grupo de empresas que assinou um contrato com a administração pública.
( ) Pessoa jurídica que faz parte da administração pública e que é responsável por realizar a contratação.
( ) Pessoa, empresa ou grupo de empresas que participa ou demonstra interesse em participar de uma licitação.
A sequência correta para essa associação é:
Associe corretamente o elemento à sua respectiva definição.
ELEMENTOS
1. Licitante
2. Contratante
3. Contratado
4. Autoridade
DEFINIÇÕES
( ) Agente do governo que tem a responsabilidade de tomar decisões.
( ) Pessoa, empresa ou grupo de empresas que assinou um contrato com a administração pública.
( ) Pessoa jurídica que faz parte da administração pública e que é responsável por realizar a contratação.
( ) Pessoa, empresa ou grupo de empresas que participa ou demonstra interesse em participar de uma licitação.
A sequência correta para essa associação é:
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Em função de uma reforma em uma das salas de arquivos da Câmara Municipal de Viçosa, vários documentos
foram deslocados para outros locais até que a obra fosse concluída. Nesse processo, os servidores aproveitaram
a oportunidade para realizar uma seleção, de modo a verificar se alguns desses documentos poderiam ser eliminados.
São exemplos de documentos de guarda permanente de um órgão ou entidade, EXCETO aqueles que
São exemplos de documentos de guarda permanente de um órgão ou entidade, EXCETO aqueles que
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A teoria das três idades é aquela que classifica os arquivos como correntes, intermediários e permanentes. O que
caracteriza cada um deles é a frequência de uso e a identificação de seus valores, se primários ou secundários.
Sobre o conteúdo dessa teoria, avalie o que se afirma a seguir.
I - O arquivo corrente corresponde aos documentos que são de uso constante do órgão ou entidade que o produziu, tendo valor primário administrativo, legal ou fiscal.
II - O arquivo intermediário origina-se do arquivo corrente e está em processo de definição quanto a sua destinação final, sendo pouco utilizado pelo órgão ou entidade que o produziu.
III - Os arquivos permanentes, como o próprio nome já diz, são arquivos que permanecem na instituição, mesmo não sendo mais usados como fontes, não tendo valor nem primário e nem secundário.
Está correto apenas o que se afirma em
Sobre o conteúdo dessa teoria, avalie o que se afirma a seguir.
I - O arquivo corrente corresponde aos documentos que são de uso constante do órgão ou entidade que o produziu, tendo valor primário administrativo, legal ou fiscal.
II - O arquivo intermediário origina-se do arquivo corrente e está em processo de definição quanto a sua destinação final, sendo pouco utilizado pelo órgão ou entidade que o produziu.
III - Os arquivos permanentes, como o próprio nome já diz, são arquivos que permanecem na instituição, mesmo não sendo mais usados como fontes, não tendo valor nem primário e nem secundário.
Está correto apenas o que se afirma em
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Ao buscar um documento importante na base de
dados da Câmara Municipal de Viçosa, o agente legislativo deparou-se com a informação de que havia sido realizado um aditamento ao arquivo.
É correto afirmar que isso significa que
É correto afirmar que isso significa que
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Entende-se que a satisfação do cidadão com as instituições públicas é um somatório da excelência dos
serviços prestados pela instituição e do atendimento
realizado pelos servidores.
É correto afirmar que, para um atendimento de excelência, NÃO se espera que o servidor seja
É correto afirmar que, para um atendimento de excelência, NÃO se espera que o servidor seja
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O trabalho do agente legislativo envolve competências associadas ao desempenho de variadas tarefas
administrativas, desde as mais simples até as que
envolvem maior complexidade. Para o desempenho
dessas tarefas, é importante o conhecimento sobre
as funções administrativas.
Associe corretamente a função administrativa ao seu respectivo conceito.
FUNÇÕES
1. Planejar
2. Organizar
3. Dirigir
4. Controlar
CONCEITOS
( ) Reunir os recursos necessários.
( ) Avaliar o plano traçado e realizar ajustes.
( ) Dar o direcionamento sobre o uso dos recursos.
( ) Antecipar o futuro e desenhar um plano de ação.
A sequência correta para essa associação é:
Associe corretamente a função administrativa ao seu respectivo conceito.
FUNÇÕES
1. Planejar
2. Organizar
3. Dirigir
4. Controlar
CONCEITOS
( ) Reunir os recursos necessários.
( ) Avaliar o plano traçado e realizar ajustes.
( ) Dar o direcionamento sobre o uso dos recursos.
( ) Antecipar o futuro e desenhar um plano de ação.
A sequência correta para essa associação é:
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A administração pública brasileira se organiza em administração direta e indireta.
É INCORRETO afirmar que fazem parte da administração indireta brasileira as
É INCORRETO afirmar que fazem parte da administração indireta brasileira as
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Um dos princípios da Administração Pública referese à necessária imparcialidade do agente público no
exercício de suas funções, sem favorecimentos ou
discriminações de qualquer natureza.
A esse respeito, é correto afirmar que esse é o princípio da
A esse respeito, é correto afirmar que esse é o princípio da
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A QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO SEGUINTE.
Tinha um rio no meio do caminho
Inspirado em uma viagem que fiz à foz do rio
Doce, no Espírito Santo, em meados do ano passado,
encarei um itinerário ainda mais ambicioso: explorar
um pouco mais do percurso desse rio.
Não era apenas por mera curiosidade de ver como
a região estava quase dez anos depois de uma das
maiores tragédias ambientais da nossa história. O
que eu queria mesmo era ampliar a experiência que
tive quando fui à tal foz: a de encontrar pessoas incríveis.
Sabia que não me decepcionaria logo no meu
ponto de partida, em Mariana (MG), onde fui conhecer o precioso trabalho de restauro na reserva técnica lá montada. De uma peça de altar à folha de papel
destruída, tudo ganha novamente vida por lá.
Por mais minucioso que seja o trabalho desses
técnicos, o que me chamava a atenção era o carinho
envolvido nesses restauros. Qualquer mesa de trabalho parecia uma oficina de ourivesaria. Visitar uma
sala com peças já restauradas era como adentrar um
berçário.
Isso tinha a ver com as pessoas envolvidas, não só
no restauro. Estrada adentro em direção à foz, cruzei
o Perd (Parque Estadual do Rio Doce) e novamente
me emocionei primeiro com as pessoas, depois com
a natureza.
Seja o Marlon procurando bichos exóticos, a Lariane me mostrando o guia das aves que os turistas do
mundo vêm conferir no Perd, o Maurício explicando
como o rio Doce é monitorado ou o Vicente me lembrando que onde tem capivara tem onça... A paixão é
o ponto comum entre eles.
Claro que o Perd é absolutamente exuberante. É
uma das maiores áreas contínuas de mata atlântica
preservada no Brasil, e a lagoa Dom Helvécio, ou Lagoa do Bispo, a mais profunda do Brasil, é de uma
imensidão apaixonante.
Pode ser num grupo de maracatu em Governador
Valadares (MG), o animadíssimo Maracatudo, ou em
volta de uma mesa em Regência, em Linhares (ES),
comendo o peixe frito da Deia, no Comida de Mãe. Aí
está o maior patrimônio dessa região: humanidade.
Essa viagem serviu para reforçar minha ideia de que esse é um país que se mistura e que se orgulha
de ser tão mestiço. Há, em cada uma dessas pessoas,
uma conexão muito forte com a história dos lugares.
Não era apenas uma ligação geográfica. A terra ali
significa não só um solo, mas um passado. Ou, ainda,
uma narrativa em comum. E que com carinho, apesar de todas as dificuldades, todos fazem questão de
preservar. Isso aumentou a minha fé de que eu estava viajando por um Brasil maior.
"Tenho certeza de que esse lugar ainda vai ser o
que era antes", me conta Deia. "As pessoas saindo
pra pescar, com alegria e com a certeza de trazer a
comida pra mesa". Uma lágrima, inevitavelmente,
assinou a sua fala. Outra desceu pelo rosto de quem
a ouvia.
A mesma Deia encontrei depois, batendo seu
tambor no ensaio do Congo de São Benedito. "Eu
tava no porto do dia do desastre. O rio e o mar estavam a coisa mais linda", ela continuou. "Parece que
Deus falou: vou dar essa visão pra você", completa,
na certeza de que ela ainda vai poder mostrar a seus
netos uma paisagem como aquela.
Porque tem esse rio no meio do caminho dessa
gente. No meio dessa gente tem esse rio Doce. Mineiro que sou, como o Drummond de quem empresto os versos, não posso deixar de desejar uma visão
como essa para as retinas tão fatigadas de Deia.
Camargo, Zeca. Tinha um rio no meio do caminho. Folha de S. Paulo, Turismo, 20 jan. 2025, p. B11. Adaptado.
Texto I
“Essa viagem serviu para reforçar minha ideia de que esse é um país que se mistura e que se orgulha de ser tão mestiço”.
Texto II
Disponível em: https://www.gazetanews.com/oi-o-tucano-ecologista-papagaio-roxo/index.html#google_vignette
Preencha corretamente as lacunas do texto a seguir quanto à função do pronome ESSE.
Tanto no Texto I quanto no Texto II, o pronome __________ "esse" constitui um elemento de __________ porque conecta, respectivamente, o __________ a que se refere com o contexto conhecido, garantindo que a mensagem faça sentido.
A sequência que preenche corretamente as lacunas do texto é:
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A QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO SEGUINTE.
Tinha um rio no meio do caminho
Inspirado em uma viagem que fiz à foz do rio
Doce, no Espírito Santo, em meados do ano passado,
encarei um itinerário ainda mais ambicioso: explorar
um pouco mais do percurso desse rio.
Não era apenas por mera curiosidade de ver como
a região estava quase dez anos depois de uma das
maiores tragédias ambientais da nossa história. O
que eu queria mesmo era ampliar a experiência que
tive quando fui à tal foz: a de encontrar pessoas incríveis.
Sabia que não me decepcionaria logo no meu
ponto de partida, em Mariana (MG), onde fui conhecer o precioso trabalho de restauro na reserva técnica lá montada. De uma peça de altar à folha de papel
destruída, tudo ganha novamente vida por lá.
Por mais minucioso que seja o trabalho desses
técnicos, o que me chamava a atenção era o carinho
envolvido nesses restauros. Qualquer mesa de trabalho parecia uma oficina de ourivesaria. Visitar uma
sala com peças já restauradas era como adentrar um
berçário.
Isso tinha a ver com as pessoas envolvidas, não só
no restauro. Estrada adentro em direção à foz, cruzei
o Perd (Parque Estadual do Rio Doce) e novamente
me emocionei primeiro com as pessoas, depois com
a natureza.
Seja o Marlon procurando bichos exóticos, a Lariane me mostrando o guia das aves que os turistas do
mundo vêm conferir no Perd, o Maurício explicando
como o rio Doce é monitorado ou o Vicente me lembrando que onde tem capivara tem onça... A paixão é
o ponto comum entre eles.
Claro que o Perd é absolutamente exuberante. É
uma das maiores áreas contínuas de mata atlântica
preservada no Brasil, e a lagoa Dom Helvécio, ou Lagoa do Bispo, a mais profunda do Brasil, é de uma
imensidão apaixonante.
Pode ser num grupo de maracatu em Governador
Valadares (MG), o animadíssimo Maracatudo, ou em
volta de uma mesa em Regência, em Linhares (ES),
comendo o peixe frito da Deia, no Comida de Mãe. Aí
está o maior patrimônio dessa região: humanidade.
Essa viagem serviu para reforçar minha ideia de que esse é um país que se mistura e que se orgulha
de ser tão mestiço. Há, em cada uma dessas pessoas,
uma conexão muito forte com a história dos lugares.
Não era apenas uma ligação geográfica. A terra ali
significa não só um solo, mas um passado. Ou, ainda,
uma narrativa em comum. E que com carinho, apesar de todas as dificuldades, todos fazem questão de
preservar. Isso aumentou a minha fé de que eu estava viajando por um Brasil maior.
"Tenho certeza de que esse lugar ainda vai ser o
que era antes", me conta Deia. "As pessoas saindo
pra pescar, com alegria e com a certeza de trazer a
comida pra mesa". Uma lágrima, inevitavelmente,
assinou a sua fala. Outra desceu pelo rosto de quem
a ouvia.
A mesma Deia encontrei depois, batendo seu
tambor no ensaio do Congo de São Benedito. "Eu
tava no porto do dia do desastre. O rio e o mar estavam a coisa mais linda", ela continuou. "Parece que
Deus falou: vou dar essa visão pra você", completa,
na certeza de que ela ainda vai poder mostrar a seus
netos uma paisagem como aquela.
Porque tem esse rio no meio do caminho dessa
gente. No meio dessa gente tem esse rio Doce. Mineiro que sou, como o Drummond de quem empresto os versos, não posso deixar de desejar uma visão
como essa para as retinas tão fatigadas de Deia.
Camargo, Zeca. Tinha um rio no meio do caminho. Folha de S. Paulo, Turismo, 20 jan. 2025, p. B11. Adaptado.
Com base nesse postulado, a separação silábica da palavra está corretamente indicada em:
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