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Foram encontradas 351 questões.

1516647 Ano: 2012
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: NUCEPE
Orgão: Câm. Teresina-PI
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As emendas dos deputados à proposta da Lei Orçamentária Anual – LOA, conforme dispositivo constitucional, devem ser encaminhadas para o(a):
 

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1515508 Ano: 2012
Disciplina: Direito Penal
Banca: NUCEPE
Orgão: Câm. Teresina-PI
Quanto ao crime funcional contra a ordem tributária, analise as proposições abaixo.
  1. extraviar livro oficial, processo fiscal ou qualquer documento, de que tenha a guarda em razão da função; sonegá-lo, ou inutilizá-lo, total ou parcialmente, acarretando pagamento indevido ou inexato de tributo ou contribuição social;
  2. exigir, solicitar ou receber, para si ou para outrem, direta ou indiretamente, ainda que fora da função ou antes de iniciar seu exercício, mas em razão dela, vantagem indevida; ou aceitar promessa de tal vantagem, para deixar de lançar ou cobrar tributo ou contribuição social, ou cobrá-los parcialmente apenas em espécie. Pena - reclusão, de 2 (dois) a 4 (quatro) anos, e multa.
  3. patrocinar, direta ou indiretamente, interesse privado perante a administração fazendária, valendo-se da qualidade de funcionário público, apenas se este for estável. Pena - reclusão, de 1 (um) a 8 (oito) anos, e multa.
Está(ão) correta(s), apenas:
 

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1515370 Ano: 2012
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: NUCEPE
Orgão: Câm. Teresina-PI
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A despesa com a aquisição de títulos representativos do capital de empresas ou entidades de qualquer espécie, já constituídas, quando a operação não importe aumento do capital, deve ser empenhada como:
 

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1515351 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: NUCEPE
Orgão: Câm. Teresina-PI
A prática da leitura se faz presente em nossas vidas desde o momento em que começamos a "compreender" o mundo à nossa volta. No constante desejo de decifrar e interpretar o sentido das coisas que nos cercam, de perceber o mundo sob diversas perspectivas, de relacionar a realidade ficcional com a que vivemos, no contato com um livro, enfim, em todos estes casos estamos, de certa forma, lendo - embora, muitas vezes, não nos demos conta.
A atividade de leitura não corresponde a uma simples decodificação de símbolos, mas significa, de fato, interpretar e compreender o que se lê. Nesse processamento do texto, tornam-se imprescindíveis também alguns conhecimentos prévios do leitor: os linguísticos, que correspondem ao vocabulário e a regras da língua e seu uso; os textuais, que englobam o conjunto de noções e conceitos sobre o texto; e os de mundo, que correspondem ao acervo pessoal do leitor. Numa leitura satisfatória, ou seja, na qual a compreensão do que se lê é alcançada, esses diversos tipos de conhecimento estão em interação. Percebemos, então, que a leitura é um processo interativo.
Quando nos referimos à necessidade do conhecimento prévio de mundo para a compreensão da leitura, podemos inferir o caráter subjetivo que essa atividade assume. Assim, conforme afirma Leonardo Boff, cada um lê com os olhos que tem. E interpreta onde os pés pisam. Todo ponto de vista é a vista de um ponto. Para entender o que alguém lê, é necessário saber como são seus olhos e qual é a sua visão de mundo. Isto faz da leitura sempre uma releitura. Sendo assim, fica evidente que cada leitor é coautor.
A partir daí, podemos começar a refletir sobre o relacionamento leitor-texto. Já dissemos que ler é, acima de tudo, compreender. Para que isso aconteça, além dos já referidos processamento cognitivo da leitura e conhecimentos prévios necessários a ela, é preciso que o leitor esteja comprometido com sua leitura. Ele precisa manter um posicionamento crítico sobre o que lê, não apenas passivo. Quando atende a essa necessidade, o leitor se projeta no texto, levando para dentro dele toda sua vivência pessoal, com suas emoções, expectativas, seus
preconceitos etc. É por isso que consegue ser tocado pela leitura.
Assim, o leitor mergulha no texto e se confunde com ele, em busca de seu sentido. Ao comparar o leitor a uma aranha, Roland Barthes afirma que “o texto se faz, se trabalha através de um entrelaçamento perpétuo; perdido neste tecido - nessa textura -, o sujeito se desfaz nele, qual uma aranha que se dissolve ela mesma nas secreções construtivas de sua teia.” Dessa forma, o único limite para a amplidão da leitura é a imaginação do leitor; é ele mesmo quem constrói as imagens acerca do que está lendo. Por isso ela se revela como uma atividade extremamente frutífera e prazerosa. Por meio dela, além de adquirirmos mais conhecimentos e cultura - o que nos fornece maior
capacidade de diálogo e nos prepara melhor para atingir às necessidades de um mercado de trabalho exigente -, experimentamos novas experiências, ao conhecermos mais do mundo em que vivemos e também sobre nós mesmos, já que ela nos leva à reflexão.
E refletir, sabemos, é o que permite ao homem abrir as portas de sua percepção. Quando movido por curiosidade, pelo desejo de crescer, o homem se renova constantemente, tornando-se cada dia mais apto a estar no mundo, capaz de compreender até as entrelinhas daquilo que ouve e vê, do sistema em que está inserido. Assim, tem ampliada sua visão de mundo e seu horizonte de expectativas. Desse modo, a leitura se configura como um poderoso e essencial instrumento libertário para a sobrevivência do homem.
Há, entretanto, uma condição para que a leitura seja de fato prazerosa e válida: o desejo do leitor. Como afirma Daniel Pennac, "o verbo ler não suporta o imperativo". Quando transformada em obrigação, a leitura se resume a simples enfado. Para suscitar esse desejo e garantir o prazer da leitura, Pennac prescreve alguns direitos do leitor, como o de escolher o que quer ler, o de reler, o de ler em qualquer lugar, ou, até mesmo, o de não ler. Respeitados esses direitos, o leitor, da mesma forma, passa a respeitar e valorizar a leitura. Está criado, então, um vínculo indissociável. A leitura passa a ser um imã que atrai e prende o leitor, numa relação de amor da qual ele, por sua vez, não deseja desprender-se.
Maria Carolina. Disponível em: http://colegiosantamaria.com.br/ santamaria/aprenda-mais/artigos/ver.asp?artigo_id=2. Acesso em 15/03/2012. Adaptado.
Sobre as características do Texto 1, analise as proposições abaixo.
  1. Ao longo do texto, a opção pela primeira pessoa (“nós”) indica que a autora se considera participante da realidade sobre a qual comenta.
  2. A autora recorre à estratégia de trazer “outras vozes” para seu texto, todas em conformidade com as ideias por ela defendidas.
  3. Prevalecem, no texto, os segmentos narrativos, por meio dos quais a autora vai dando a conhecer seu ponto de vista.
  4. Os diversos trechos injuntivos presentes no texto são cruciais para a autora alcançar seu objetivo de convencer o leitor.
Estão correta(s):
 

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1514885 Ano: 2012
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: NUCEPE
Orgão: Câm. Teresina-PI
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Compete à Mesa Diretora da Câmara Municipal, além de outras atribuições estabelecidas no Regimento Interno:

  1. enviar ao Prefeito Municipal, até o primeiro dia de fevereiro, as contas do exercício anterior, salvo nos fins de mandato, quando o prazo será antecipado para 10 (dez) de janeiro.
  2. elaborar e encaminhar ao Prefeito Municipal, até o dia 31 (trinta e um) de agosto, após aprovação pelo Plenário, a proposta parcial do orçamento da Câmara Municipal para ser incluída na proposta geral do Município.
  3. propor ao Plenário projetos de resolução que criem, transformem ou extingam cargos, empregos e funções da Câmara Municipal.

Está(ão) correta(s):

 

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1512051 Ano: 2012
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: NUCEPE
Orgão: Câm. Teresina-PI

São objetivos fundamentais do Município:

  1. a preservação das condições ambientais adequadas à qualidade de vida e ao meio ambiente ecologicamente equilibrado.
  2. a lei estabelecerá o procedimento para desapropriação por necessidade ou utilidade pública, ou por interesse social, mediante justa e prévia indenização em dinheiro.
  3. no caso de iminente perigo público, a autoridade competente poderá usar de propriedade particular, assegurada ao proprietário indenização ulterior, se houver dano.

Está(ão) correta(s), apenas:

 

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1511999 Ano: 2012
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: NUCEPE
Orgão: Câm. Teresina-PI

Para fins administrativos o Município é dividido em regiões de Administrações Regionais e de Administrações Rurais. Sobre elas é incorreto afirmar que:

 

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1511660 Ano: 2012
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: NUCEPE
Orgão: Câm. Teresina-PI
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De acordo com as definições da Norma NBR 6028, da Associação Brasileira de Normas Técnicas, que trata da Apresentação de Resumos, o resumo crítico é a:
 

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1509736 Ano: 2012
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: NUCEPE
Orgão: Câm. Teresina-PI

Assinale a alternativa que corresponde integralmente a interpretação do texto normativo abaixo.

Enunciado 1509736-1

 

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1509500 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: NUCEPE
Orgão: Câm. Teresina-PI
Uma característica de todas as línguas do mundo é que elas não são unas, não são uniformes, mas apresentam variedades, ou seja, não são faladas da mesma maneira por todos os seus usuários.
Muitas pessoas dizem que isso ocorre na nossa língua, porque “os brasileiros não sabem direito o português”. Não é verdade, todas as línguas apresentam variações: o inglês, o francês, o italiano etc. Também as línguas antigas tinham variações. O português e as outras línguas românicas provêm de uma variedade do latim, o chamado latim vulgar (popular), muito diferente do latim culto. A variação linguística é inerente ao fenômeno linguístico.
As línguas têm formas variáveis porque as sociedades são divididas em grupos: há os mais jovens e os mais velhos, os que habitam uma região ou outra, os que têm esta ou aquela profissão, os que são de uma ou outra classe social e assim por diante. O uso de determinada variedade linguística serve para marcar a inclusão de um desses grupos, dá uma identidade para seus membros.
Aprendemos a distinguir as falas variáveis, a imitá-las e a julgá-las. Quando alguém começa a falar, sabemos se é do interior de São Paulo, gaúcho, carioca ou mesmo português. Sabemos que certas expressões pertencem à fala dos mais jovens, que determinadas formas se usam em situações informais, mas não em ocasiões formais. As variedades são consideradas elegantes ou feias, certas ou erradas. Há, pois, um julgamento social sobre elas.
SAVIOLI, Francisco Platão e FIORIN, José Luiz. Lições de texto: leitura e redação. 5ª ed. São Paulo: Ática, 2006, p.110-111. Adaptado.
Assinale a alternativa na qual as regras da concordância foram obedecidas.
 

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