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Para que serve o “kaol”?
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2238596
Ano: 2015
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Câm. Rebouças-PR
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Câm. Rebouças-PR
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Com relação a execução orçamentária de Receitas e Despesas, conforme previsto na Lei 4.320 de 17 de Março de 1964, assinale a opção CORRETA:
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2238595
Ano: 2015
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Câm. Rebouças-PR
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Câm. Rebouças-PR
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O artigo 12 da lei n. 9784/99, assim relata: “um órgão administrativo e seu titular poderão, se não houver impedimento legal, delegar parte da sua competência a outros órgãos ou titulares, ainda que estes não lhe sejam hierarquicamente subordinados, quando for conveniente, em razão de circunstâncias de índole técnica, social, econômica, jurídica ou territorial.” Diante dessa afirmação, não podem ser objeto de delegação:
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O som que vai animar o Brasil
Wilson Aquino (waquino@istoe.com.br)
Saiu a lista das músicas que serão ouvidas sem parar nos próximos meses. Nas lojas a partir da segunda-feira 12, o CD “One Love, One Rhythm: Álbum Oficial da Copa do Mundo da Fifa 2014” reúne 17 faixas com as canções escolhidas pela gravadora Sony Music e pela organizadora do evento. Apenas oito artistas brasileiros foram selecionados: Alexandre Pires, Arlindo Cruz, Bebel Gilberto, Carlinhos Brown, Preta Gil, Psirico, Rodrigo Alexey e Sérgio Mendes. Eles dividem microfones com astros latinos como Rick Martin, Jennifer Lopez, Pitbull e Shakira, além do lendário guitarrista mexicano Carlos Santana. No clima “não vai ter Copa”, o álbum chega como alvo de críticas. “Então, Zeca Pagodinho e Ivete Sangalo, que teriam uma qualidade melhor, não estão no disco porque pertencem à gravadora rival Universal?”, reclama o crítico Mauro Ferreira. O pesquisador Ricardo Cravo Albin engrossa o coro, diz que faltou brasilidade: “É um disco mundial, mas eles foram ingratos em não contemplar mais o país do futebol e do samba. É descartável demais.”
Com seu grande potencial de divulgação dos cantores, o CD bem que poderia ter investido mais no time canarinho. Segundo o cantor e compositor Carlinhos Brown, que participa com uma parceria com Sérgio Mendes (“One Nation”), o lobby nacional foi fraco. “A Fifa é quem toma as decisões. Não questiono. Falta é mais interlocução para a gente aproveitar melhor nossas oportunidades”, diz ele. Do lado da Fifa, o elenco é um verdadeiro dream team. “Os fãs de futebol e de música de todo o mundo vão adorar a grande combinação entre as melhores estrelas internacionais e os fantásticos artistas brasileiros”, afirma Thierry Weil, diretor de marketing da federação. “O álbum vai oferecer um ritmo contagiante ao futebol que veremos no Brasil.” O time titular não reclama. Nem tem como, caso de Márcio Victor, da banda Psirico. “Quem escolheu o repertório está atento ao que acontece no Brasil. O ‘Lepo Lepo’ é a música mais cantada nos estádios”, diz.
Lançado com a tiragem inicial de 50 mil cópias, o CD tem dois formatos: o standard (R$ 24,90) e a versão limitada (R$ 49,90) para colecionador, que sai com livro em capa dura de 24 páginas, fotos e informações das cidades-sede. Ambas as versões trazem instruções para que as pessoas acessem o aplicativo do mascote Fuleco, através de smartphones e tablets – o seu tema é interpretado por Arlindo Cruz. Com trechos em português, espanhol e inglês, a música “We Are One” (somos um) foi escolhida como tema oficial da Copa e será cantada na cerimônia de abertura pelo rapper Pitbull, Jennifer Lopez e Claudia Leitte. “Dar um Jeito” (We Will Find A Way), com Carlos Santana, Wyclef, Alexandre Pires e o DJ Avicii, é a música da cerimônia de encerramento. O álbum traz ainda a faixa “Vida”, vencedora do concurso SuperSong, decidido pelos fãs. Seu intérprete, Ricky Martin, aparece mais uma vez entre os selecionados de um disco da Copa – o ex-Menudo emplacou “The Cup of Life”, no Mundial de 1998, na França.
Para o consultor de marketing e gestão esportiva Amir Somoggi, esse tipo de disco é um item menor na megaoperação da grande festa esportiva. “Os projetos de marketing, como música tema, camarotes padronizados e venda de produtos licenciados existem mais para fortalecer a marca Fifa”, afirma Somoggi. O historiador carioca Carlos Eduardo Lima, colaborador da revista “Rolling Stone”, concorda que o CD “não é uma obra que a pessoa consuma pelo valor artístico”, mas reconhece a importância do lançamento. “A pessoa compra porque quer que a Copa faça parte da vida dela. É mais uma lembrancinha do evento. Quando acabar a Copa, ninguém ouve mais.”
http://www.istoe.com.br/reportagens/362168_O+SOM+QUE+VAI+ANIMAR+O+BRASIL
Classifique corretamente as palavras sublinhadas na frase: “O álbum traz ainda a faixa “Vida”, vencedora do concurso SuperSong, decidido pelos fãs.”
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2238593
Ano: 2015
Disciplina: Administração Geral
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Câm. Rebouças-PR
Disciplina: Administração Geral
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Câm. Rebouças-PR
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As atividades de uma organização, seja ela pública ou privada, se mantêm organizadas e unificadas por meio do fluxo de comunicação e pela maneira como as informações são repassadas aos diferentes níveis hierárquicos. Com base nessa premissa, assinale a alternativa correta:
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Assinale a alternativa em que todas as palavras que levam hífen estejam corretas:
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Acerca da responsabilidade civil, assinale a alternativa INCORRETA:
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2238589
Ano: 2015
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Câm. Rebouças-PR
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Câm. Rebouças-PR
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No fim do exercício, as despesas orçamentárias empenhadas e não pagas serão inscritas em Restos a Pagar e constituirão a dívida flutuante. Podem-se distinguir dois tipos de Restos a Pagar: os Processados e os Não Processados. No que se refere a Restos a Pagar Processados e os Não Processados, é INCORRETO afirmar:
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Texto:
N° Edição: 2320 | 09.Mai.14 - 20:50 | Atualizado em 28.Out.15 - 17:51
Um brasileiro no coração das trevas
Por Yan Boechat (yan@istoe.com.br) (textos e fotos),
enviado especial ao Congo
As primeiras horas da manhã da quinta-feira 17 de abril estavam especialmente quentes na densa floresta que serve de fronteira natural entre a República Democrática do Congo e Uganda. Antes de se embrenhar pela vereda de terra entre as árvores, o general Carlos Alberto dos Santos Cruz retirou o colete à prova de balas e o capacete. “Se algo acontecer, é preciso ser ágil,” explicou. O caminho é perigoso, as emboscadas são comuns. O general tinha usado esse equipamento de mais de 15 quilos, capaz de segurar balas de fuzil AK-47, durante todo o trajeto de 40 quilômetros entre o batalhão da ONU na cidade de Beni e a trilha que o levaria a uma base rebelde conquistada pelo Exército congolês uma semana antes.
Santos Cruz vestia a farda camuflada das Forças Armadas brasileiras. No ombro esquerdo, a bandeira do Brasil. No direito, a palavra comandos, que em todo o mundo militar carrega o mesmo significado: ali está um soldado das tropas de elite, um cara durão, preparado para sobreviver na adversidade. Três pequenas estrelas costuradas nas pontas do colarinho o distinguem como um general de divisão. Além do FAL, o fuzil usado pelo Exército brasileiro há quase três décadas, Santos Cruz levava uma pistola Glock 9mm no coldre colado à coxa direita.
À medida que avançava, o acesso no terreno úmido da floresta tropical a poucos quilômetros ao sul da linha do Equador ia se estreitando. O sol logo desapareceu sob a copa das árvores. Santos Cruz teve a sensação de que estava na Amazônia. “É igual ao Brasil, não muda nada”, disse. Na longa marcha até a principal base conquistada do grupo inimigo, a paisagem dava ideia de como havia sido o combate: troncos perfurados por tiros, árvores derrubadas pelo impacto das RPGs, o chão coberto por um tapete metálico de cápsulas deflagradas. Cartazes escritos à mão indicavam a localização de minas e explosivos. Um pouco mais adiante, covas rasas ao lado da trilha ainda exalavam o cheiro forte dos corpos recém-enterrados pelos vencedores. ?Muitos foram queimados, outros enterramos aqui mesmo, é menos trabalho?, explicou um soldado congolês ao lado do amontoado de terra fofa onde as moscas tentavam encontrar caminho para chegar aos restos putrefatos dos inimigos.
Foram três horas de uma caminhada tensa. Com os rebeldes ainda a poucos quilômetros dali, o risco de uma emboscada não recomendava pausas para descanso. A tropa só parou ao chegar a Medina, um vilarejo improvisado no meio da floresta que o grupo radical islâmico ADF usava como uma de suas maiores bases no Congo. Logo começaram a surgir da floresta centenas de soldados. Sujos e cansados, carregando colares de munição e armamento pesado, eles saudavam Santos Cruz. Pela primeira vez, viam naquele front de batalha um militar tão graduado da ONU. O general brasileiro apertou a mão dos oficiais que combateram os rebeldes islâmicos. Aos soldados, distribuiu cigarros congoleses baratos, comprados a US$ 1 o maço.
http://www.istoe.com.br/reportagens/362169_UM+BRASILEIRO+NO+CORACA
O+DAS+TREVAS
O título do texto justifica-se:
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MEDICINA & BEM-ESTAR
| N° Edição: 2320 | 09.Mai.14 - 20:50 | Atualizado
em 28.Out.15 - 01:49
Freios no envelhecimento
Cilene Pereira (cilene@istoe.com.br)
Na última semana, a ciência apresentou ao mundo alguns dos mais promissores recursos contra os efeitos do envelhecimento. Todos são resultado de extensas pesquisas e configuram mais um passo importante para atenuar os prejuízos que o processo provoca para o funcionamento do organismo.
A primeira boa novidade foi apresentada por pesquisadores da Northwestern Medicine (EUA). Depois de três anos estudando a molécula TM5441, eles verificaram que a substância estendeu em até quatro vezes mais o tempo de vida de cobaias programadas para passar por um processo acelerado de envelhecimento. A droga ainda impediu o envelhecimento dos vasos sanguíneos dos animais. Em experimentos anteriores, o mesmo grupo havia constatado que, em cobaias, ela tem potencial para auxiliar na prevenção da aterosclerose (pode levar ao infarto) e da hipertensão. “Este é o primeiro composto que apresenta resultados tão robustos em nossos estudos”, afirmou à ISTOÉ o cientista Douglas Vaughan, líder do trabalho.
De fato, o potencial da droga é tão atraente que ela é uma das poucas selecionadas para teste pelo órgão americano National Institute on Aging – um dos mais atuantes do mundo na busca por recursos antienvelhecimento. A próxima etapa da pesquisa será estudar a eficácia do composto em cobaias programadas para um envelhecimento normal. Depois, vêm os testes em humanos. “Pretendemos iniciá-los em dois anos”, informou Vaughan à ISTOÉ.
Na Universidade da Califórnia (EUA), os cientistas testaram a eficácia de uma substância recém-identificada que atua sobre o metabolismo e parece retardar o envelhecimento pelos mesmos caminhos fisiológicos pelos quais atua a restrição calórica – estratégia eficaz para prolongar a longevidade. O metabólito estendeu em 50% o tempo de vida das cobaias.
O alvo dos pesquisadores da Universidade do Colorado (EUA) foi impedir o envelhecimento das artérias. Eles fizeram isso por meio da administração em cobaias, durante um mês, de um composto chamado MitoQ. Ao final, os animais, com idade equivalente à de humanos com 70, 80 anos, apresentavam vasos sanguíneos com saúde equivalente à de uma pessoa com 25 a 35 anos. “O MitoQ restaurou completamente a função do endotélio, camada que reveste os vasos sanguíneos”, explicou a cientista Rachel Gioscia- Ryan, responsável pelo experimento.
A infusão de plasma (parte líquida do sangue) extraído de cobaias jovens em animais mais velhos, por sua vez, atenuou a degeneração cerebral. Os doadores foram cobaias de três meses. Os receptores tinham 18 meses de idade. Em comparação a um grupo que não recebeu as infusões, eles apresentaram melhores resultados em testes de memória. “Há fatores no sangue dos ratos mais jovens que reativam o cérebro dos mais velhos. Assim, ele funciona de forma mais parecida com a de um cérebro mais novo”, afirmou Tony Wyss-Coray, da Stanford University (EUA), coordenador da pesquisa.
http://www.istoe.com.br/reportagens/362162_FREIOS+NO+ENVELHECIMENTO
A ideia central do texto é:
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