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Foram encontradas 279 questões.

790521 Ano: 2015
Disciplina: Direito do Consumidor
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Pradópolis-SP
De acordo com as disposições do Código de Defesa do Consumidor (Lei n.º 8.078/1990) e jurisprudência sobre os serviços públicos, é correto afirmar que
 

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790319 Ano: 2015
Disciplina: Informática
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Pradópolis-SP
Muitos navegadores de internet podem ser utilizados no MS-Windows 7.
Assinale a alternativa que contém o nome do navegador de internet padrão, incluído no MS-Windows 7, em sua configuração original.
 

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790318 Ano: 2015
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Pradópolis-SP
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Uma empresa comercial vendeu a prazo mercadorias ao seu melhor cliente, em vinte prestações iguais e sucessivas, sendo que a primeira prestação vencerá em 30 dias da data da negociação. O valor de cada prestação será de R$ 2.000,00, totalizando uma venda de R$ 40.000,00, e os juros cobrados serão de 2% ao mês, taxa que será utilizada para cálculo do ajuste a valor presente desse fluxo de caixa. Nesse caso, a empresa utilizará o fator atual para a série de pagamentos relacionados ao fluxo de caixa. A empresa contabilizou toda a operação de acordo com as Normas Brasileiras de Contabilidade e, especificamente no caso do ajuste a valor presente dessa série de pagamentos, tal ajuste impactou as demonstrações contábeis de modo que
 

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790109 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Pradópolis-SP
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Alzira, Bernadete e Cláudio são os únicos sócios de uma empresa que, em sua fundação, contou com investimentos de R$ 6.000,00, R$ 18.600,00 e R$ 15.400,00 de cada um, respectivamente. Atualmente, Cláudio repassou !$ \large2\over\large7 !$ da sua participação na empresa para Alzira, e Bernadete repassou !$ \large1\over\large3 !$ da sua participação na empresa para Cláudio. Depois desse remanejamento, a empresa faturou R$ 20.000,00 em um mês, que foi repartido para cada sócio de acordo com sua participação atual. Com relação à repartição dessa quantia entre eles, é correto afirmar que
 

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790025 Ano: 2015
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Pradópolis-SP
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Leia as informações a seguir para responder à questão.
Uma empresa de prestação de serviços de pintura, Pinta o Sete Ltda., registrou receitas de vendas relativas ao primeiro trimestre, findo em 31 de março de 2015, nos seguintes valores:
  • Janeiro – R$ 850.000,00;
  • Fevereiro – R$ 890.000,00;
  • Março – R$ 930.000,00.
A empresa não apresenta qualquer incentivo ou diferencial fiscal de alíquota e está enquadrada na tributação pelo lucro presumido.
Por hipótese, o contador necessita calcular para o trimestre acumulado o valor do imposto de renda e o respectivo adicional do imposto de renda. Considerando as alíquotas pertinentes com o enquadramento na tributação da referida empresa, os respectivos valores são:
 

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781180 Ano: 2015
Disciplina: Legislação Federal
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Pradópolis-SP
Com relação à locação de imóveis urbanos, regulada pela Lei n.º 8.245/1991, assinale a alternativa correta no que tange ao direito de preferência.
 

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777952 Ano: 2015
Disciplina: Arquivologia
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Pradópolis-SP
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Os diversos métodos de arquivamento, que ao longo dos anos foram desenvolvidos em todas as partes do mundo, podem ser utilizados tanto nas empresas como nos órgãos governamentais. Dentre eles há o Método Alfabético que, no caso de sobrenomes que vêm precedidos de prefixo ou preposição em letra maiúscula, fazendo parte integrante do sobrenome, arquiva-se pela letra do
 

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776297 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Pradópolis-SP
Leia o texto para responder à questão.
A era dos excessos
Colocando foco em problemas brasileiros, lembro uma frase atribuída a Paracelso, médico e físico do século 16: “A diferença entre um veneno e um remédio está só na dosagem”.
O país precisa muito refletir sobre essa ideia, que está longe de se aplicar apenas à química e à medicina. Há um claro exagero em quase tudo no país: na polarização política, na ortodoxia econômica e monetária, nas críticas, no denuncismo e no pessimismo geral que deprime cada vez mais os brasileiros.
Nada é mais deprimente, por exemplo, do que o nível das discussões que se desenrolam nas redes sociais. Pessoas xingam-se e acusam-se mutuamente por discordâncias ideológicas ou religiosas, sem nenhum receio de cometer crimes de calúnia, injúria e difamação. É preciso diminuir a dosagem desses atritos para um nível civilizado de discussão de convicções e ideias.
Doses exageradas de crítica têm um nome: intolerância, atitude que, infelizmente, já saiu das redes sociais para a vida real. Todos vimos imagens de um ex-ministro sendo hostilizado em restaurantes, chamado de muitas coisas ruins. Assistimos, durante a Copa do Mundo do ano passado, a presidente ser xingada por grupos de torcedores com uma frase-palavrão que não dá para transcrever. Ambos são responsáveis por acertos e erros, mas não é disso que se trata. Trata-se de educação, civilidade, boas maneiras, respeito às diferenças e tolerância, coisas que estão em falta no atual momento brasileiro.
Esses excessos fazem muito mal ao país. O pessimismo é insuflado de forma estridente nas manchetes de jornais, no rádio, na televisão e, com ódio e intolerância, no dia a dia dos debates das redes sociais. Se você manifestar uma opinião um pouco diferente, é hostilizado imediatamente.
Aqueles que cometem excessos por razões políticas, unicamente pela disputa do poder, e que apostam no “quanto pior, melhor” deveriam saber que o resultado dessa disputa é o desemprego, a desagregação de famílias, o sofrimento de mães e crianças, o aumento da criminalidade, a insegurança e a desesperança geral no país.
Acreditamos que a frase de Paracelso embute uma mensagem que se aplica perfeitamente ao Brasil de hoje. Todos temos a obrigação de dosar as críticas para que elas sejam remédio e não veneno, aceitar diferenças, evitar radicalismos e buscar entendimento.
(Benjamin Steinbruch, Folha de S.Paulo. Adaptado)
De acordo com o texto, as discussões que acontecem nas redes sociais
 

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776294 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Pradópolis-SP
Leia o texto para responder à questão.
A era dos excessos
Colocando foco em problemas brasileiros, lembro uma frase atribuída a Paracelso, médico e físico do século 16: “A diferença entre um veneno e um remédio está só na dosagem”.
O país precisa muito refletir sobre essa ideia, que está longe de se aplicar apenas à química e à medicina. Há um claro exagero em quase tudo no país: na polarização política, na ortodoxia econômica e monetária, nas críticas, no denuncismo e no pessimismo geral que deprime cada vez mais os brasileiros.
Nada é mais deprimente, por exemplo, do que o nível das discussões que se desenrolam nas redes sociais. Pessoas xingam-se e acusam-se mutuamente por discordâncias ideológicas ou religiosas, sem nenhum receio de cometer crimes de calúnia, injúria e difamação. É preciso diminuir a dosagem desses atritos para um nível civilizado de discussão de convicções e ideias.
Doses exageradas de crítica têm um nome: intolerância, atitude que, infelizmente, já saiu das redes sociais para a vida real. Todos vimos imagens de um ex-ministro sendo hostilizado em restaurantes, chamado de muitas coisas ruins. Assistimos, durante a Copa do Mundo do ano passado, a presidente ser xingada por grupos de torcedores com uma frase-palavrão que não dá para transcrever. Ambos são responsáveis por acertos e erros, mas não é disso que se trata. Trata-se de educação, civilidade, boas maneiras, respeito às diferenças e tolerância, coisas que estão em falta no atual momento brasileiro.
Esses excessos fazem muito mal ao país. O pessimismo é insuflado de forma estridente nas manchetes de jornais, no rádio, na televisão e, com ódio e intolerância, no dia a dia dos debates das redes sociais. Se você manifestar uma opinião um pouco diferente, é hostilizado imediatamente.
Aqueles que cometem excessos por razões políticas, unicamente pela disputa do poder, e que apostam no “quanto pior, melhor” deveriam saber que o resultado dessa disputa é o desemprego, a desagregação de famílias, o sofrimento de mães e crianças, o aumento da criminalidade, a insegurança e a desesperança geral no país.
Acreditamos que a frase de Paracelso embute uma mensagem que se aplica perfeitamente ao Brasil de hoje. Todos temos a obrigação de dosar as críticas para que elas sejam remédio e não veneno, aceitar diferenças, evitar radicalismos e buscar entendimento.
(Benjamin Steinbruch, Folha de S.Paulo. Adaptado)
De acordo com o texto, é correto afirmar que o autor
 

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776147 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Pradópolis-SP
Leia o texto para responder à questão.
A era dos excessos
Colocando foco em problemas brasileiros, lembro uma frase atribuída a Paracelso, médico e físico do século 16: “A diferença entre um veneno e um remédio está só na dosagem”.
O país precisa muito refletir sobre essa ideia, que está longe de se aplicar apenas à química e à medicina. Há um claro exagero em quase tudo no país: na polarização política, na ortodoxia econômica e monetária, nas críticas, no denuncismo e no pessimismo geral que deprime cada vez mais os brasileiros.
Nada é mais deprimente, por exemplo, do que o nível das discussões que se desenrolam nas redes sociais. Pessoas xingam-se e acusam-se mutuamente por discordâncias ideológicas ou religiosas, sem nenhum receio de cometer crimes de calúnia, injúria e difamação. É preciso diminuir a dosagem desses atritos para um nível civilizado de discussão de convicções e ideias.
Doses exageradas de crítica têm um nome: intolerância, atitude que, infelizmente, já saiu das redes sociais para a vida real. Todos vimos imagens de um ex-ministro sendo hostilizado em restaurantes, chamado de muitas coisas ruins. Assistimos, durante a Copa do Mundo do ano passado, a presidente ser xingada por grupos de torcedores com uma frase-palavrão que não dá para transcrever. Ambos são responsáveis por acertos e erros, mas não é disso que se trata. Trata-se de educação, civilidade, boas maneiras, respeito às diferenças e tolerância, coisas que estão em falta no atual momento brasileiro.
Esses excessos fazem muito mal ao país. O pessimismo é insuflado de forma estridente nas manchetes de jornais, no rádio, na televisão e, com ódio e intolerância, no dia a dia dos debates das redes sociais. Se você manifestar uma opinião um pouco diferente, é hostilizado imediatamente.
Aqueles que cometem excessos por razões políticas, unicamente pela disputa do poder, e que apostam no “quanto pior, melhor” deveriam saber que o resultado dessa disputa é o desemprego, a desagregação de famílias, o sofrimento de mães e crianças, o aumento da criminalidade, a insegurança e a desesperança geral no país.
Acreditamos que a frase de Paracelso embute uma mensagem que se aplica perfeitamente ao Brasil de hoje. Todos temos a obrigação de dosar as críticas para que elas sejam remédio e não veneno, aceitar diferenças, evitar radicalismos e buscar entendimento.
(Benjamin Steinbruch, Folha de S.Paulo. Adaptado)
Leia a tirinha para responder à questão.
Enunciado 776147-1
(www.paraalemdocerebro.blogspot.com.br)
A partir da leitura do texto A era dos excessos e da tirinha, é correto afirmar que
 

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