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- Teoria em HistóriaExpansão Comercial a Marítima: a busca de novos mundos
- Teoria em HistóriaOcupação de novos territórios: Colonialismo
- História Geral
- História da América LatinaColonialismo espanhol: Ocupação e exploração do território americano
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Fonte:BENTIVOGLIO, Julio César. Teoria e metodologia da história: fundamentos do conhecimento histórico e da historiografia/Julio Bentivoglio, Patrícia Merlo-Vitória: Universidade Federal do Espírito Santo, Secretaria de Ensino a Distância, 2014. Reimpressão, 2015.
Considerando o Saber historiográfico, suas produções e oficio do historiador, analisar as afirmativas a seguir:
I. Marc Bloch: a História é a ciência dos homens no tempo e deve investigar problemas, não apenas narrar fatos.
II. Carlo Ginzburg: pequenos indícios e histórias de pessoas comuns podem revelar grandes estruturas sociais.
III. Michel Foucault: saber e poder estão profundamente ligados e moldam os comportamentos e as instituições.
IV. Paul Ricoeur: a História ganha sentido por meio das narrativas que articulam memória, tempo e experiência humana.
Estão CORRETOS:
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Leia o texto abaixo e responda à questão
TEXTO I
Banhos de mar
Meu pai acreditava que todos os anos se devia fazer uma cura de banhos de mar. E nunca fui tão feliz quanto naquelas temporadas de banhos em Olinda.
Meu pai também acreditava que o banho de mar salutar era o tomado antes do sol nascer. Como explicar o que eu sentia de presente inaudito em sair de casa de madrugada e pegar o bonde vazio que nos levaria para Olinda, ainda na escuridão?
De noite eu ia dormir, mas o coração se mantinha acordado, em expectativa. E de puro alvoroço, eu acordava às quatro e pouco da madrugada e despertava o resto da família. Vestíamos depressa e saíamos em jejum. Porque meu pai acreditava que assim devia ser: em jejum. (...)
Eu não sei da infância alheia. Mas essa viagem diária me tornava uma criança completa de alegria. E me serviu como promessa de felicidade para o futuro. Minha capacidade de ser feliz se revelava. Eu me agarrava, dentro de uma infância muito feliz, a essa ilha encantada que era a viagem diária.
O mar de Olinda era muito perigoso. Davam-se alguns passos em um fundo raso e de repente caía-se num fundo de dois metros, calculo.
Outras pessoas também acreditavam em tomar banho de mar quando o sol nascia. Havia um salva-vidas que, por uma ninharia de dinheiro, levava as senhoras para o banho: abria os dois braços, e as senhoras agarravam-se a eles para lutar contra as ondas fortíssimas do mar.
O cheiro do mar me invadia e me embriagava. As algas boiavam. Oh, bem sei que não estou transmitindo o que significavam como vida pura esses banhos em jejum, com o sol se levantando pálido ainda no horizonte. Bem sei que estou tão emocionada que não consigo escrever. O mar de Olinda era muito iodado e salgado. E eu fazia o que no futuro sempre iria fazer: com as mãos em concha, eu as mergulhava nas águas e trazia um pouco de mar até minha boca: eu bebia diariamente o mar, de tal modo queria me unir a ele.
Não demorávamos muito. O sol já se levantara todo, e meu pai tinha que trabalhar cedo. Mudávamos de roupa nas cabinas, e a roupa ficava impregnada de sal. Meus cabelos salgados me colavam na cabeça.
Então esperávamos, ao vento, a vinda do bonde para Recife. No bonde a brisa ia secando meus cabelos duros de sal.
A quem devo pedir que na minha vida se repita a felicidade? Como sentir com a frescura da inocência o sol vermelho se levantar? Nunca mais?
Nunca mais. Nunca.
Clarice Lispector. A descoberta do Mundo.
pp. 249-251. Editora Nova fronteira, Rio, 1984
Essa ampliação também contribuiu para questionar práticas, valores e representações durante muito tempo percebidos como naturais ou permanentes, evidenciando que crenças, comportamentos e relações sociais são historicamente constituídos e podem estar relacionados a contextos de conflitos, dominação, violência e aculturação.
Considerando a perspectiva historiográfica apresentada no texto e os fundamentos que orientam a renovação do ensino de História, assinale a alternativa CORRETA.
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Leia o texto abaixo e responda à questão
TEXTO I
Banhos de mar
Meu pai acreditava que todos os anos se devia fazer uma cura de banhos de mar. E nunca fui tão feliz quanto naquelas temporadas de banhos em Olinda.
Meu pai também acreditava que o banho de mar salutar era o tomado antes do sol nascer. Como explicar o que eu sentia de presente inaudito em sair de casa de madrugada e pegar o bonde vazio que nos levaria para Olinda, ainda na escuridão?
De noite eu ia dormir, mas o coração se mantinha acordado, em expectativa. E de puro alvoroço, eu acordava às quatro e pouco da madrugada e despertava o resto da família. Vestíamos depressa e saíamos em jejum. Porque meu pai acreditava que assim devia ser: em jejum. (...)
Eu não sei da infância alheia. Mas essa viagem diária me tornava uma criança completa de alegria. E me serviu como promessa de felicidade para o futuro. Minha capacidade de ser feliz se revelava. Eu me agarrava, dentro de uma infância muito feliz, a essa ilha encantada que era a viagem diária.
O mar de Olinda era muito perigoso. Davam-se alguns passos em um fundo raso e de repente caía-se num fundo de dois metros, calculo.
Outras pessoas também acreditavam em tomar banho de mar quando o sol nascia. Havia um salva-vidas que, por uma ninharia de dinheiro, levava as senhoras para o banho: abria os dois braços, e as senhoras agarravam-se a eles para lutar contra as ondas fortíssimas do mar.
O cheiro do mar me invadia e me embriagava. As algas boiavam. Oh, bem sei que não estou transmitindo o que significavam como vida pura esses banhos em jejum, com o sol se levantando pálido ainda no horizonte. Bem sei que estou tão emocionada que não consigo escrever. O mar de Olinda era muito iodado e salgado. E eu fazia o que no futuro sempre iria fazer: com as mãos em concha, eu as mergulhava nas águas e trazia um pouco de mar até minha boca: eu bebia diariamente o mar, de tal modo queria me unir a ele.
Não demorávamos muito. O sol já se levantara todo, e meu pai tinha que trabalhar cedo. Mudávamos de roupa nas cabinas, e a roupa ficava impregnada de sal. Meus cabelos salgados me colavam na cabeça.
Então esperávamos, ao vento, a vinda do bonde para Recife. No bonde a brisa ia secando meus cabelos duros de sal.
A quem devo pedir que na minha vida se repita a felicidade? Como sentir com a frescura da inocência o sol vermelho se levantar? Nunca mais?
Nunca mais. Nunca.
Clarice Lispector. A descoberta do Mundo.
pp. 249-251. Editora Nova fronteira, Rio, 1984
Fonte: REIS, Aoran Sena Cerqueira. A teoria de Rüsen e o Ensino de História: possibilidades de pesquisa da consciência histórica. In: Bueno, André; Campos, Carlos Eduardo; Porto, Nilza (org.) Ensino de História: Teorias e Metodologias. 1ª Ed. Rio de Janeiro: Sobre Ontens/UFMS, 2020. ISBN: 978-65-00-02128-8 497pp.
Considerando o texto acima, que narra sobre os aspectos metodológicos do ensino de história, analise as proposições a seguir:
I. A aprendizagem histórica consiste na ampliação qualitativa das formas pelas quais os sujeitos produzem sentido para a experiência temporal.
II. A competência histórica manifesta-se na capacidade de relacionar criticamente experiências do passado com problemas do presente e expectativas de futuro.
III. A consciência histórica, por sua natureza epistemológica, deve permanecer desvinculada de valores e orientações práticas, preservando a objetividade do conhecimento histórico.
IV. A narrativa histórica constitui uma operação cognitiva por meio da qual a experiência temporal é organizada e convertida em orientação para a ação humana.
Estão CORRETOS.
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COLUNA I
1. Violência física
2. Violência psicológica
3. Violência patrimonial
4. Violência moral
COLUNA II
( ) Conduta que cause dano emocional, diminuição da autoestima ou prejuízo à saúde psicológica e à autodeterminação, podendo envolver ameaça, humilhação, manipulação, isolamento, vigilância, perseguição ou controle.
( ) Conduta que configure calúnia, difamação ou injúria.
( ) Conduta que ofenda a integridade ou a saúde corporal.
( ) Conduta que envolva retenção, subtração ou destruição de objetos, instrumentos de trabalho, documentos, bens, valores, direitos ou recursos econômicos.
Assinale a sequência CORRETA:
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Sobre a redação atualmente vigente do Art. 7º, assinale a alternativa INCORRETA:
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- Assistência Social
- Políticas SociaisPNAS: Política Nacional de Assistência Social
- Políticas SociaisSUAS: Sistema Único de Assistência Social
( ) A Proteção Social Básica tem caráter preventivo e busca reduzir situações de vulnerabilidade e risco social, fortalecendo vínculos familiares e comunitários.
( ) O CRAS é uma unidade pública de base territorial, localizada prioritariamente em áreas com maiores índices de vulnerabilidade e risco social.
( ) A Proteção Social Especial destina-se exclusivamente a situações de pobreza econômica, independentemente da existência de ameaça ou violação de direitos.
( ) O trabalho social no SUAS pode envolver atuação interdisciplinar e articulação com outras políticas públicas e com a rede de garantia de direitos.
( ) A abordagem territorial significa restringir o atendimento aos usuários que residem exatamente no endereço correspondente à área física do equipamento, sendo vedadas ações articuladas com outros territórios ou serviços.
Assinale a sequência CORRETA:
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- Assistência Social
- Políticas SociaisSUAS: Sistema Único de Assistência Social
- Proteção SocialProteção Social Básica
- Proteção SocialFamíliaPAIF: Serviço de Proteção e Atendimento Integral a Família
- Proteção SocialProteção Social de Média e Alta Complexidade
Sobre a organização da proteção social prevista na LOAS e no SUAS, assinale a alternativa CORRETA:
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- Psicologia da SaúdePsicologia e SaúdePolíticas PúblicasPolíticas Públicas de Saúde Mental
- Psicologia da SaúdeSaúde Mental
Classifique as afirmativas em V (VERDADEIRA) ou F (FALSA):
( ) A RAPS pressupõe a articulação entre diferentes pontos de atenção, não se restringindo aos serviços especializados em saúde mental.
( ) A organização da atenção psicossocial em rede é compatível com a perspectiva de cuidado territorial, integral e articulado entre diferentes serviços.
( ) A existência de CAPS em determinado município torna desnecessária a articulação com a Atenção Primária à Saúde, pois o CAPS passa a concentrar integralmente o cuidado das pessoas com transtornos mentais.
( ) A lógica da RAPS contempla pessoas com sofrimento ou transtorno mental, inclusive aquelas com necessidades relacionadas ao uso de álcool e outras drogas.
( ) A articulação entre os pontos da rede permite a construção compartilhada do cuidado, conforme as necessidades dos usuários e as características do território.
Assinale a sequência CORRETA:
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Com base na Portaria GM/MS nº 336/2002, analise:
I. O CAPS I possui capacidade operacional para atendimento em municípios com população entre 20.000 e 70.000 habitantes.
II. O CAPS II é destinado ao atendimento de pessoas com transtornos mentais graves e persistentes, funcionando como serviço de atenção diária.
III. O CAPS III diferencia-se por oferecer atendimento contínuo, incluindo funcionamento 24 horas, todos os dias da semana, conforme a regulamentação aplicável.
IV. O CAPS ad é destinado exclusivamente ao atendimento de crianças e adolescentes com transtornos do neurodesenvolvimento, enquanto o CAPS i é destinado exclusivamente a pessoas adultas com necessidades relacionadas ao uso de álcool e outras drogas.
Estão CORRETAS:
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