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TEXTO DE APOIO
O Labirinto da Informação e a Erosão da Pragmática
Ética
A contemporaneidade assiste a um fenômeno singular: a
hipertrofia do acesso à informação concomitante a uma
atrofia da capacidade analítica. Sob a égide de uma
celeridade digital que não admite hiatos, as instituições —
e os indivíduos que as operacionalizam — converteram a
eficiência, outrora um meio operacional, em um fim
teleológico absoluto. Vivemos a era do "entregável", onde
a velocidade da resposta suplanta a densidade do conteúdo,
e o pragmatismo rasteiro substitui a maturação necessária
ao pensamento crítico. Esse cenário estabelece um
paradoxo epistemológico: dispomos de um volume de
dados sem precedentes, todavia, parecemos cada vez
menos aptos a converter esse amálgama informativo em
conhecimento estruturado e aplicado.
Nesse ecossistema de urgências, a exacerbação da
produtividade muitas vezes atua como uma cortina de
fumaça para uma estagnação reflexiva. Onde o olhar
deveria deter-se para perscrutar as nuances e as
contradições intrínsecas à realidade social e jurídica,
impõe-se a lógica do algoritmo, que premia a obviedade
replicável e pune a hesitação analítica. Não se trata,
contudo, de um manifesto de resistência tecnofóbica; a
tecnologia é ferramenta indispensável. O cerne da crise
reside na submissão acrítica aos seus imperativos de
velocidade, o que gera uma "miopia de gestão". Quando a
rapidez se torna o único critério de excelência,
negligenciam-se os fundamentos éticos e a visão de longo
prazo, elementos que deveriam alicerçar a verdadeira
liderança e a administração pública de alta performance.
A consequência mais nefasta dessa dinâmica é a erosão da
capacidade de síntese. Fragmentados por notificações e
demandas simultâneas, os gestores perdem a habilidade de
conectar pontos distantes, resultando em decisões
paliativas que atacam sintomas, mas preservam as
patologias estruturais. O conhecimento, que exige tempo
de fermentação e confronto de ideias, é trocado pela
conveniência da opinião pronta. Assim, o intelectual e o
técnico são empurrados para as margens, enquanto o
"operador de fluxos" assume o protagonismo. Reverter
essa tendência exige mais do que novas métricas; demanda
uma revalorização do ócio criativo e do rigor intelectual
como pilares da competência profissional, sob pena de
transformarmos nossas instituições em engrenagens
perfeitas de um sistema vazio de propósito.
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Ética
A contemporaneidade assiste a um fenômeno singular: a
hipertrofia do acesso à informação concomitante a uma
atrofia da capacidade analítica. Sob a égide de uma
celeridade digital que não admite hiatos, as instituições —
e os indivíduos que as operacionalizam — converteram a
eficiência, outrora um meio operacional, em um fim
teleológico absoluto. Vivemos a era do "entregável", onde
a velocidade da resposta suplanta a densidade do conteúdo,
e o pragmatismo rasteiro substitui a maturação necessária
ao pensamento crítico. Esse cenário estabelece um
paradoxo epistemológico: dispomos de um volume de
dados sem precedentes, todavia, parecemos cada vez
menos aptos a converter esse amálgama informativo em
conhecimento estruturado e aplicado.
Nesse ecossistema de urgências, a exacerbação da
produtividade muitas vezes atua como uma cortina de
fumaça para uma estagnação reflexiva. Onde o olhar
deveria deter-se para perscrutar as nuances e as
contradições intrínsecas à realidade social e jurídica,
impõe-se a lógica do algoritmo, que premia a obviedade
replicável e pune a hesitação analítica. Não se trata,
contudo, de um manifesto de resistência tecnofóbica; a
tecnologia é ferramenta indispensável. O cerne da crise
reside na submissão acrítica aos seus imperativos de
velocidade, o que gera uma "miopia de gestão". Quando a
rapidez se torna o único critério de excelência,
negligenciam-se os fundamentos éticos e a visão de longo
prazo, elementos que deveriam alicerçar a verdadeira
liderança e a administração pública de alta performance.
A consequência mais nefasta dessa dinâmica é a erosão da
capacidade de síntese. Fragmentados por notificações e
demandas simultâneas, os gestores perdem a habilidade de
conectar pontos distantes, resultando em decisões
paliativas que atacam sintomas, mas preservam as
patologias estruturais. O conhecimento, que exige tempo
de fermentação e confronto de ideias, é trocado pela
conveniência da opinião pronta. Assim, o intelectual e o
técnico são empurrados para as margens, enquanto o
"operador de fluxos" assume o protagonismo. Reverter
essa tendência exige mais do que novas métricas; demanda
uma revalorização do ócio criativo e do rigor intelectual
como pilares da competência profissional, sob pena de
transformarmos nossas instituições em engrenagens
perfeitas de um sistema vazio de propósito.
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Ética
A contemporaneidade assiste a um fenômeno singular: a
hipertrofia do acesso à informação concomitante a uma
atrofia da capacidade analítica. Sob a égide de uma
celeridade digital que não admite hiatos, as instituições —
e os indivíduos que as operacionalizam — converteram a
eficiência, outrora um meio operacional, em um fim
teleológico absoluto. Vivemos a era do "entregável", onde
a velocidade da resposta suplanta a densidade do conteúdo,
e o pragmatismo rasteiro substitui a maturação necessária
ao pensamento crítico. Esse cenário estabelece um
paradoxo epistemológico: dispomos de um volume de
dados sem precedentes, todavia, parecemos cada vez
menos aptos a converter esse amálgama informativo em
conhecimento estruturado e aplicado.
Nesse ecossistema de urgências, a exacerbação da
produtividade muitas vezes atua como uma cortina de
fumaça para uma estagnação reflexiva. Onde o olhar
deveria deter-se para perscrutar as nuances e as
contradições intrínsecas à realidade social e jurídica,
impõe-se a lógica do algoritmo, que premia a obviedade
replicável e pune a hesitação analítica. Não se trata,
contudo, de um manifesto de resistência tecnofóbica; a
tecnologia é ferramenta indispensável. O cerne da crise
reside na submissão acrítica aos seus imperativos de
velocidade, o que gera uma "miopia de gestão". Quando a
rapidez se torna o único critério de excelência,
negligenciam-se os fundamentos éticos e a visão de longo
prazo, elementos que deveriam alicerçar a verdadeira
liderança e a administração pública de alta performance.
A consequência mais nefasta dessa dinâmica é a erosão da
capacidade de síntese. Fragmentados por notificações e
demandas simultâneas, os gestores perdem a habilidade de
conectar pontos distantes, resultando em decisões
paliativas que atacam sintomas, mas preservam as
patologias estruturais. O conhecimento, que exige tempo
de fermentação e confronto de ideias, é trocado pela
conveniência da opinião pronta. Assim, o intelectual e o
técnico são empurrados para as margens, enquanto o
"operador de fluxos" assume o protagonismo. Reverter
essa tendência exige mais do que novas métricas; demanda
uma revalorização do ócio criativo e do rigor intelectual
como pilares da competência profissional, sob pena de
transformarmos nossas instituições em engrenagens
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Ética
A contemporaneidade assiste a um fenômeno singular: a
hipertrofia do acesso à informação concomitante a uma
atrofia da capacidade analítica. Sob a égide de uma
celeridade digital que não admite hiatos, as instituições —
e os indivíduos que as operacionalizam — converteram a
eficiência, outrora um meio operacional, em um fim
teleológico absoluto. Vivemos a era do "entregável", onde
a velocidade da resposta suplanta a densidade do conteúdo,
e o pragmatismo rasteiro substitui a maturação necessária
ao pensamento crítico. Esse cenário estabelece um
paradoxo epistemológico: dispomos de um volume de
dados sem precedentes, todavia, parecemos cada vez
menos aptos a converter esse amálgama informativo em
conhecimento estruturado e aplicado.
Nesse ecossistema de urgências, a exacerbação da
produtividade muitas vezes atua como uma cortina de
fumaça para uma estagnação reflexiva. Onde o olhar
deveria deter-se para perscrutar as nuances e as
contradições intrínsecas à realidade social e jurídica,
impõe-se a lógica do algoritmo, que premia a obviedade
replicável e pune a hesitação analítica. Não se trata,
contudo, de um manifesto de resistência tecnofóbica; a
tecnologia é ferramenta indispensável. O cerne da crise
reside na submissão acrítica aos seus imperativos de
velocidade, o que gera uma "miopia de gestão". Quando a
rapidez se torna o único critério de excelência,
negligenciam-se os fundamentos éticos e a visão de longo
prazo, elementos que deveriam alicerçar a verdadeira
liderança e a administração pública de alta performance.
A consequência mais nefasta dessa dinâmica é a erosão da
capacidade de síntese. Fragmentados por notificações e
demandas simultâneas, os gestores perdem a habilidade de
conectar pontos distantes, resultando em decisões
paliativas que atacam sintomas, mas preservam as
patologias estruturais. O conhecimento, que exige tempo
de fermentação e confronto de ideias, é trocado pela
conveniência da opinião pronta. Assim, o intelectual e o
técnico são empurrados para as margens, enquanto o
"operador de fluxos" assume o protagonismo. Reverter
essa tendência exige mais do que novas métricas; demanda
uma revalorização do ócio criativo e do rigor intelectual
como pilares da competência profissional, sob pena de
transformarmos nossas instituições em engrenagens
perfeitas de um sistema vazio de propósito.
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O Labirinto da Informação e a Erosão da Pragmática
Ética
A contemporaneidade assiste a um fenômeno singular: a
hipertrofia do acesso à informação concomitante a uma
atrofia da capacidade analítica. Sob a égide de uma
celeridade digital que não admite hiatos, as instituições —
e os indivíduos que as operacionalizam — converteram a
eficiência, outrora um meio operacional, em um fim
teleológico absoluto. Vivemos a era do "entregável", onde
a velocidade da resposta suplanta a densidade do conteúdo,
e o pragmatismo rasteiro substitui a maturação necessária
ao pensamento crítico. Esse cenário estabelece um
paradoxo epistemológico: dispomos de um volume de
dados sem precedentes, todavia, parecemos cada vez
menos aptos a converter esse amálgama informativo em
conhecimento estruturado e aplicado.
Nesse ecossistema de urgências, a exacerbação da
produtividade muitas vezes atua como uma cortina de
fumaça para uma estagnação reflexiva. Onde o olhar
deveria deter-se para perscrutar as nuances e as
contradições intrínsecas à realidade social e jurídica,
impõe-se a lógica do algoritmo, que premia a obviedade
replicável e pune a hesitação analítica. Não se trata,
contudo, de um manifesto de resistência tecnofóbica; a
tecnologia é ferramenta indispensável. O cerne da crise
reside na submissão acrítica aos seus imperativos de
velocidade, o que gera uma "miopia de gestão". Quando a
rapidez se torna o único critério de excelência,
negligenciam-se os fundamentos éticos e a visão de longo
prazo, elementos que deveriam alicerçar a verdadeira
liderança e a administração pública de alta performance.
A consequência mais nefasta dessa dinâmica é a erosão da
capacidade de síntese. Fragmentados por notificações e
demandas simultâneas, os gestores perdem a habilidade de
conectar pontos distantes, resultando em decisões
paliativas que atacam sintomas, mas preservam as
patologias estruturais. O conhecimento, que exige tempo
de fermentação e confronto de ideias, é trocado pela
conveniência da opinião pronta. Assim, o intelectual e o
técnico são empurrados para as margens, enquanto o
"operador de fluxos" assume o protagonismo. Reverter
essa tendência exige mais do que novas métricas; demanda
uma revalorização do ócio criativo e do rigor intelectual
como pilares da competência profissional, sob pena de
transformarmos nossas instituições em engrenagens
perfeitas de um sistema vazio de propósito.
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Governo lança Plano Clima com meta de reduzir
emissões até 2035
O governo federal lançou em Brasília o Plano Clima,
documento que orienta Estado e sociedade para
enfrentarem a crise climática. Amplamente debatido, o
plano descreve ações de mitigação e adaptação para o
Brasil ser uma economia de baixo carbono, sustentável do
ponto de vista socioambiental. A meta principal é reduzir
entre 59% e 67% as emissões de dióxido de carbono até
2035, sendo esses percentuais relativos aos níveis de 2005.
Essa contenção será o caminho para que, até 2050, não
haja mais emissões líquidas de gases de efeito estufa no
Brasil. A elaboração do plano, iniciada em 2023, envolveu
a participação de 24 mil pessoas e resultou em cerca de 5
mil propostas, sintetizadas pelo Comitê Interministerial
sobre Mudança Climática (CIM), que é formado por 25
pastas ministeriais.
Segundo a ministra Marina Silva, o Plano Clima é a
principal estratégia para o enfrentamento aos graves
problemas da mudança do clima que já assolam o país,
referindo-se a desastres recentes na Bahia, Rio Grande do
Sul, São Paulo, Minas Gerais e Amazônia. Para viabilizar
tais metas, o plano contará com financiamento do Eco
Invest Brasil, focado em investimentos privados, além de
recursos de cooperação global da plataforma BIP e verbas
do Fundo Clima, operado pelo BNDES. Para o corrente
ano, o Fundo Clima disporá de mais de R$ 33 bilhões,
sendo a maior parte (R$ 27,5 bilhões) em recursos
reembolsáveis.
O ministro Rui Costa avaliou que a iniciativa posiciona o
Brasil na liderança global da agenda ambiental,
funcionando como um chamado à ação para estados,
municípios e setor privado. Complementarmente, a
ministra Luciana Santos assinalou que o plano consolida a
ciência como base para o enfrentamento à crise,
permitindo que o país não esteja apenas reagindo aos
desastres, mas antecipando soluções estratégicas para o
futuro sustentável da nação.
(Fonte:https://www.adufg.org.br/noticias/34-agenciabrasil/12534-governo-lanca-plano-clima-com-meta-dereduzir-emissoes-ate-2035. ADAPTADO; Acessado em:
17/03/2026).
I. O projeto era inovador, mas não obteve o financiamento necessário.
II. Ele não apenas apresentou o relatório, como também sugeriu novas estratégias.
III. O faturamento da empresa caiu drasticamente; deve-se, pois, reduzir os custos.
IV. O palestrante ora citava dados técnicos, ora recorria a exemplos práticos.
Assinale a alternativa que apresenta a classificação correta e respectiva das conjunções destacadas:
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Governo lança Plano Clima com meta de reduzir
emissões até 2035
O governo federal lançou em Brasília o Plano Clima,
documento que orienta Estado e sociedade para
enfrentarem a crise climática. Amplamente debatido, o
plano descreve ações de mitigação e adaptação para o
Brasil ser uma economia de baixo carbono, sustentável do
ponto de vista socioambiental. A meta principal é reduzir
entre 59% e 67% as emissões de dióxido de carbono até
2035, sendo esses percentuais relativos aos níveis de 2005.
Essa contenção será o caminho para que, até 2050, não
haja mais emissões líquidas de gases de efeito estufa no
Brasil. A elaboração do plano, iniciada em 2023, envolveu
a participação de 24 mil pessoas e resultou em cerca de 5
mil propostas, sintetizadas pelo Comitê Interministerial
sobre Mudança Climática (CIM), que é formado por 25
pastas ministeriais.
Segundo a ministra Marina Silva, o Plano Clima é a
principal estratégia para o enfrentamento aos graves
problemas da mudança do clima que já assolam o país,
referindo-se a desastres recentes na Bahia, Rio Grande do
Sul, São Paulo, Minas Gerais e Amazônia. Para viabilizar
tais metas, o plano contará com financiamento do Eco
Invest Brasil, focado em investimentos privados, além de
recursos de cooperação global da plataforma BIP e verbas
do Fundo Clima, operado pelo BNDES. Para o corrente
ano, o Fundo Clima disporá de mais de R$ 33 bilhões,
sendo a maior parte (R$ 27,5 bilhões) em recursos
reembolsáveis.
O ministro Rui Costa avaliou que a iniciativa posiciona o
Brasil na liderança global da agenda ambiental,
funcionando como um chamado à ação para estados,
municípios e setor privado. Complementarmente, a
ministra Luciana Santos assinalou que o plano consolida a
ciência como base para o enfrentamento à crise,
permitindo que o país não esteja apenas reagindo aos
desastres, mas antecipando soluções estratégicas para o
futuro sustentável da nação.
(Fonte:https://www.adufg.org.br/noticias/34-agenciabrasil/12534-governo-lanca-plano-clima-com-meta-dereduzir-emissoes-ate-2035. ADAPTADO; Acessado em:
17/03/2026).
Preencha as lacunas do texto abaixo com as preposições adequadas, considerando a regência dos verbos destacados:
"O novo gestor sempre ASPIRAVA _______ (1) cargo de diretoria, mas sabia que sua conduta ética IMPLICAVA _______ (2) as velhas práticas da empresa. Ao ASSISTIR _______ (3) apresentações dos projetos, ele VISAVA _______ (4) sucesso absoluto da instituição."
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas, seguindo a norma-padrão:
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Governo lança Plano Clima com meta de reduzir
emissões até 2035
O governo federal lançou em Brasília o Plano Clima,
documento que orienta Estado e sociedade para
enfrentarem a crise climática. Amplamente debatido, o
plano descreve ações de mitigação e adaptação para o
Brasil ser uma economia de baixo carbono, sustentável do
ponto de vista socioambiental. A meta principal é reduzir
entre 59% e 67% as emissões de dióxido de carbono até
2035, sendo esses percentuais relativos aos níveis de 2005.
Essa contenção será o caminho para que, até 2050, não
haja mais emissões líquidas de gases de efeito estufa no
Brasil. A elaboração do plano, iniciada em 2023, envolveu
a participação de 24 mil pessoas e resultou em cerca de 5
mil propostas, sintetizadas pelo Comitê Interministerial
sobre Mudança Climática (CIM), que é formado por 25
pastas ministeriais.
Segundo a ministra Marina Silva, o Plano Clima é a
principal estratégia para o enfrentamento aos graves
problemas da mudança do clima que já assolam o país,
referindo-se a desastres recentes na Bahia, Rio Grande do
Sul, São Paulo, Minas Gerais e Amazônia. Para viabilizar
tais metas, o plano contará com financiamento do Eco
Invest Brasil, focado em investimentos privados, além de
recursos de cooperação global da plataforma BIP e verbas
do Fundo Clima, operado pelo BNDES. Para o corrente
ano, o Fundo Clima disporá de mais de R$ 33 bilhões,
sendo a maior parte (R$ 27,5 bilhões) em recursos
reembolsáveis.
O ministro Rui Costa avaliou que a iniciativa posiciona o
Brasil na liderança global da agenda ambiental,
funcionando como um chamado à ação para estados,
municípios e setor privado. Complementarmente, a
ministra Luciana Santos assinalou que o plano consolida a
ciência como base para o enfrentamento à crise,
permitindo que o país não esteja apenas reagindo aos
desastres, mas antecipando soluções estratégicas para o
futuro sustentável da nação.
(Fonte:https://www.adufg.org.br/noticias/34-agenciabrasil/12534-governo-lanca-plano-clima-com-meta-dereduzir-emissoes-ate-2035. ADAPTADO; Acessado em:
17/03/2026).
Analise as palavras abaixo, extraídas de um contexto cotidiano:
1. QUEIJO 2. QUARTO
Considerando a análise fonética das palavras destacadas, assinale a alternativa que apresenta corretamente a quantidade de letras e fonemas de cada uma, respectivamente:
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TEXTO DE APOIO
Governo lança Plano Clima com meta de reduzir
emissões até 2035
O governo federal lançou em Brasília o Plano Clima,
documento que orienta Estado e sociedade para
enfrentarem a crise climática. Amplamente debatido, o
plano descreve ações de mitigação e adaptação para o
Brasil ser uma economia de baixo carbono, sustentável do
ponto de vista socioambiental. A meta principal é reduzir
entre 59% e 67% as emissões de dióxido de carbono até
2035, sendo esses percentuais relativos aos níveis de 2005.
Essa contenção será o caminho para que, até 2050, não
haja mais emissões líquidas de gases de efeito estufa no
Brasil. A elaboração do plano, iniciada em 2023, envolveu
a participação de 24 mil pessoas e resultou em cerca de 5
mil propostas, sintetizadas pelo Comitê Interministerial
sobre Mudança Climática (CIM), que é formado por 25
pastas ministeriais.
Segundo a ministra Marina Silva, o Plano Clima é a
principal estratégia para o enfrentamento aos graves
problemas da mudança do clima que já assolam o país,
referindo-se a desastres recentes na Bahia, Rio Grande do
Sul, São Paulo, Minas Gerais e Amazônia. Para viabilizar
tais metas, o plano contará com financiamento do Eco
Invest Brasil, focado em investimentos privados, além de
recursos de cooperação global da plataforma BIP e verbas
do Fundo Clima, operado pelo BNDES. Para o corrente
ano, o Fundo Clima disporá de mais de R$ 33 bilhões,
sendo a maior parte (R$ 27,5 bilhões) em recursos
reembolsáveis.
O ministro Rui Costa avaliou que a iniciativa posiciona o
Brasil na liderança global da agenda ambiental,
funcionando como um chamado à ação para estados,
municípios e setor privado. Complementarmente, a
ministra Luciana Santos assinalou que o plano consolida a
ciência como base para o enfrentamento à crise,
permitindo que o país não esteja apenas reagindo aos
desastres, mas antecipando soluções estratégicas para o
futuro sustentável da nação.
(Fonte:https://www.adufg.org.br/noticias/34-agenciabrasil/12534-governo-lanca-plano-clima-com-meta-dereduzir-emissoes-ate-2035. ADAPTADO; Acessado em:
17/03/2026).
I. O diretor da empresa caminhou com serenidade até a sala de reuniões para iniciar a assembleia.
II. A secretária executiva entregou todos os relatórios pendentes a sua supervisora imediata.
III. O palestrante dedicou a última hora do evento a Maria, reconhecendo seu empenho no projeto.
IV. O acesso a informações sigilosas foi restrito aos membros da diretoria durante o processo de auditoria.
De acordo com as regras de regência e o emprego do sinal indicativo de crase, o uso da crase é facultativo apenas em:
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Governo lança Plano Clima com meta de reduzir
emissões até 2035
O governo federal lançou em Brasília o Plano Clima,
documento que orienta Estado e sociedade para
enfrentarem a crise climática. Amplamente debatido, o
plano descreve ações de mitigação e adaptação para o
Brasil ser uma economia de baixo carbono, sustentável do
ponto de vista socioambiental. A meta principal é reduzir
entre 59% e 67% as emissões de dióxido de carbono até
2035, sendo esses percentuais relativos aos níveis de 2005.
Essa contenção será o caminho para que, até 2050, não
haja mais emissões líquidas de gases de efeito estufa no
Brasil. A elaboração do plano, iniciada em 2023, envolveu
a participação de 24 mil pessoas e resultou em cerca de 5
mil propostas, sintetizadas pelo Comitê Interministerial
sobre Mudança Climática (CIM), que é formado por 25
pastas ministeriais.
Segundo a ministra Marina Silva, o Plano Clima é a
principal estratégia para o enfrentamento aos graves
problemas da mudança do clima que já assolam o país,
referindo-se a desastres recentes na Bahia, Rio Grande do
Sul, São Paulo, Minas Gerais e Amazônia. Para viabilizar
tais metas, o plano contará com financiamento do Eco
Invest Brasil, focado em investimentos privados, além de
recursos de cooperação global da plataforma BIP e verbas
do Fundo Clima, operado pelo BNDES. Para o corrente
ano, o Fundo Clima disporá de mais de R$ 33 bilhões,
sendo a maior parte (R$ 27,5 bilhões) em recursos
reembolsáveis.
O ministro Rui Costa avaliou que a iniciativa posiciona o
Brasil na liderança global da agenda ambiental,
funcionando como um chamado à ação para estados,
municípios e setor privado. Complementarmente, a
ministra Luciana Santos assinalou que o plano consolida a
ciência como base para o enfrentamento à crise,
permitindo que o país não esteja apenas reagindo aos
desastres, mas antecipando soluções estratégicas para o
futuro sustentável da nação.
(Fonte:https://www.adufg.org.br/noticias/34-agenciabrasil/12534-governo-lanca-plano-clima-com-meta-dereduzir-emissoes-ate-2035. ADAPTADO; Acessado em:
17/03/2026).
"Os diretores da instituição pretendem apresentar os novos projetos aos sócios durante a próxima reunião de condomínio."
Com base na estrutura do enunciado acima, assinale a classificação correta do período:
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