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TEXTO DE APOIO
Governo lança Plano Clima com meta de reduzir
emissões até 2035
O governo federal lançou em Brasília o Plano Clima,
documento que orienta Estado e sociedade para
enfrentarem a crise climática. Amplamente debatido, o
plano descreve ações de mitigação e adaptação para o
Brasil ser uma economia de baixo carbono, sustentável do
ponto de vista socioambiental. A meta principal é reduzir
entre 59% e 67% as emissões de dióxido de carbono até
2035, sendo esses percentuais relativos aos níveis de 2005.
Essa contenção será o caminho para que, até 2050, não
haja mais emissões líquidas de gases de efeito estufa no
Brasil. A elaboração do plano, iniciada em 2023, envolveu
a participação de 24 mil pessoas e resultou em cerca de 5
mil propostas, sintetizadas pelo Comitê Interministerial
sobre Mudança Climática (CIM), que é formado por 25
pastas ministeriais.
Segundo a ministra Marina Silva, o Plano Clima é a
principal estratégia para o enfrentamento aos graves
problemas da mudança do clima que já assolam o país,
referindo-se a desastres recentes na Bahia, Rio Grande do
Sul, São Paulo, Minas Gerais e Amazônia. Para viabilizar
tais metas, o plano contará com financiamento do Eco
Invest Brasil, focado em investimentos privados, além de
recursos de cooperação global da plataforma BIP e verbas
do Fundo Clima, operado pelo BNDES. Para o corrente
ano, o Fundo Clima disporá de mais de R$ 33 bilhões,
sendo a maior parte (R$ 27,5 bilhões) em recursos
reembolsáveis.
O ministro Rui Costa avaliou que a iniciativa posiciona o
Brasil na liderança global da agenda ambiental,
funcionando como um chamado à ação para estados,
municípios e setor privado. Complementarmente, a
ministra Luciana Santos assinalou que o plano consolida a
ciência como base para o enfrentamento à crise,
permitindo que o país não esteja apenas reagindo aos
desastres, mas antecipando soluções estratégicas para o
futuro sustentável da nação.
(Fonte:https://www.adufg.org.br/noticias/34-agenciabrasil/12534-governo-lanca-plano-clima-com-meta-dereduzir-emissoes-ate-2035. ADAPTADO; Acessado em:
17/03/2026).
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Governo lança Plano Clima com meta de reduzir
emissões até 2035
O governo federal lançou em Brasília o Plano Clima,
documento que orienta Estado e sociedade para
enfrentarem a crise climática. Amplamente debatido, o
plano descreve ações de mitigação e adaptação para o
Brasil ser uma economia de baixo carbono, sustentável do
ponto de vista socioambiental. A meta principal é reduzir
entre 59% e 67% as emissões de dióxido de carbono até
2035, sendo esses percentuais relativos aos níveis de 2005.
Essa contenção será o caminho para que, até 2050, não
haja mais emissões líquidas de gases de efeito estufa no
Brasil. A elaboração do plano, iniciada em 2023, envolveu
a participação de 24 mil pessoas e resultou em cerca de 5
mil propostas, sintetizadas pelo Comitê Interministerial
sobre Mudança Climática (CIM), que é formado por 25
pastas ministeriais.
Segundo a ministra Marina Silva, o Plano Clima é a
principal estratégia para o enfrentamento aos graves
problemas da mudança do clima que já assolam o país,
referindo-se a desastres recentes na Bahia, Rio Grande do
Sul, São Paulo, Minas Gerais e Amazônia. Para viabilizar
tais metas, o plano contará com financiamento do Eco
Invest Brasil, focado em investimentos privados, além de
recursos de cooperação global da plataforma BIP e verbas
do Fundo Clima, operado pelo BNDES. Para o corrente
ano, o Fundo Clima disporá de mais de R$ 33 bilhões,
sendo a maior parte (R$ 27,5 bilhões) em recursos
reembolsáveis.
O ministro Rui Costa avaliou que a iniciativa posiciona o
Brasil na liderança global da agenda ambiental,
funcionando como um chamado à ação para estados,
municípios e setor privado. Complementarmente, a
ministra Luciana Santos assinalou que o plano consolida a
ciência como base para o enfrentamento à crise,
permitindo que o país não esteja apenas reagindo aos
desastres, mas antecipando soluções estratégicas para o
futuro sustentável da nação.
(Fonte:https://www.adufg.org.br/noticias/34-agenciabrasil/12534-governo-lanca-plano-clima-com-meta-dereduzir-emissoes-ate-2035. ADAPTADO; Acessado em:
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emissões até 2035
O governo federal lançou em Brasília o Plano Clima,
documento que orienta Estado e sociedade para
enfrentarem a crise climática. Amplamente debatido, o
plano descreve ações de mitigação e adaptação para o
Brasil ser uma economia de baixo carbono, sustentável do
ponto de vista socioambiental. A meta principal é reduzir
entre 59% e 67% as emissões de dióxido de carbono até
2035, sendo esses percentuais relativos aos níveis de 2005.
Essa contenção será o caminho para que, até 2050, não
haja mais emissões líquidas de gases de efeito estufa no
Brasil. A elaboração do plano, iniciada em 2023, envolveu
a participação de 24 mil pessoas e resultou em cerca de 5
mil propostas, sintetizadas pelo Comitê Interministerial
sobre Mudança Climática (CIM), que é formado por 25
pastas ministeriais.
Segundo a ministra Marina Silva, o Plano Clima é a
principal estratégia para o enfrentamento aos graves
problemas da mudança do clima que já assolam o país,
referindo-se a desastres recentes na Bahia, Rio Grande do
Sul, São Paulo, Minas Gerais e Amazônia. Para viabilizar
tais metas, o plano contará com financiamento do Eco
Invest Brasil, focado em investimentos privados, além de
recursos de cooperação global da plataforma BIP e verbas
do Fundo Clima, operado pelo BNDES. Para o corrente
ano, o Fundo Clima disporá de mais de R$ 33 bilhões,
sendo a maior parte (R$ 27,5 bilhões) em recursos
reembolsáveis.
O ministro Rui Costa avaliou que a iniciativa posiciona o
Brasil na liderança global da agenda ambiental,
funcionando como um chamado à ação para estados,
municípios e setor privado. Complementarmente, a
ministra Luciana Santos assinalou que o plano consolida a
ciência como base para o enfrentamento à crise,
permitindo que o país não esteja apenas reagindo aos
desastres, mas antecipando soluções estratégicas para o
futuro sustentável da nação.
(Fonte:https://www.adufg.org.br/noticias/34-agenciabrasil/12534-governo-lanca-plano-clima-com-meta-dereduzir-emissoes-ate-2035. ADAPTADO; Acessado em:
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O governo federal lançou em Brasília o Plano Clima,
documento que orienta Estado e sociedade para
enfrentarem a crise climática. Amplamente debatido, o
plano descreve ações de mitigação e adaptação para o
Brasil ser uma economia de baixo carbono, sustentável do
ponto de vista socioambiental. A meta principal é reduzir
entre 59% e 67% as emissões de dióxido de carbono até
2035, sendo esses percentuais relativos aos níveis de 2005.
Essa contenção será o caminho para que, até 2050, não
haja mais emissões líquidas de gases de efeito estufa no
Brasil. A elaboração do plano, iniciada em 2023, envolveu
a participação de 24 mil pessoas e resultou em cerca de 5
mil propostas, sintetizadas pelo Comitê Interministerial
sobre Mudança Climática (CIM), que é formado por 25
pastas ministeriais.
Segundo a ministra Marina Silva, o Plano Clima é a
principal estratégia para o enfrentamento aos graves
problemas da mudança do clima que já assolam o país,
referindo-se a desastres recentes na Bahia, Rio Grande do
Sul, São Paulo, Minas Gerais e Amazônia. Para viabilizar
tais metas, o plano contará com financiamento do Eco
Invest Brasil, focado em investimentos privados, além de
recursos de cooperação global da plataforma BIP e verbas
do Fundo Clima, operado pelo BNDES. Para o corrente
ano, o Fundo Clima disporá de mais de R$ 33 bilhões,
sendo a maior parte (R$ 27,5 bilhões) em recursos
reembolsáveis.
O ministro Rui Costa avaliou que a iniciativa posiciona o
Brasil na liderança global da agenda ambiental,
funcionando como um chamado à ação para estados,
municípios e setor privado. Complementarmente, a
ministra Luciana Santos assinalou que o plano consolida a
ciência como base para o enfrentamento à crise,
permitindo que o país não esteja apenas reagindo aos
desastres, mas antecipando soluções estratégicas para o
futuro sustentável da nação.
(Fonte:https://www.adufg.org.br/noticias/34-agenciabrasil/12534-governo-lanca-plano-clima-com-meta-dereduzir-emissoes-ate-2035. ADAPTADO; Acessado em:
17/03/2026).
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Notícias do Subsolo
Tudo que passa pela Terra deixa vestígios. O tempo e os fenômenos naturais apagam a maioria, é verdade – mas, em condições
propícias, ossadas, pegadas e artefatos podem durar milhões de anos. É sobre esses rastros que cientistas dedicados a decifrar o
passado se debruçam. O foco dos paleontólogos são os fósseis de todo tipo de ser vivo – eles trabalham com uma janela de tempo
extensa, desde o surgimento da vida na Terra, há quase 4 bilhões de anos.
Os arqueólogos, por sua vez, concentram-se em vestígios humanos – que, mesmo quando têm centenas de milhares de anos,
ainda são relativamente recentes levando em conta a idade do nosso planeta.
Cuidado: frágil (79 d.C.)
Quando o Vesúvio entrou em erupção, a destruição ocorreu em etapas. No início, uma chuva de detritos vulcânicos soterrou
casas, depois, uma nuvem de cinzas e gases extremamente quentes em alta velocidade avançou pelas cidades vizinhas.
O calor matou as pessoas quase instantaneamente, mas passou rápido demais para destruir os corpos por completo. A súbita
contração dos músculos deixou as vítimas rígidas – e seus corpos, cobertos por cinzas, tiveram a forma preservada mesmo após a
decomposição.
Uma das vítimas foi um homem de cerca de 20 anos que foi exposto a temperaturas de pelo menos 510 °C e resfriado
imediatamente. O processo teve um efeito que nunca havia sido observado: um pedaço de seu cérebro se transformou em vidro.
A descoberta impressiona porque é a primeira vez que pesquisadores observam matéria orgânica se transformar em vidro dessa
forma. O crânio ajudou a proteger o órgão durante esse processo extremo – e o vidro preservou até estruturas microscópicas do
cérebro, como os neurônios.
Revista Superinteressante – janeiro de 2026 (trecho adaptado)
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Notícias do Subsolo
Tudo que passa pela Terra deixa vestígios. O tempo e os fenômenos naturais apagam a maioria, é verdade – mas, em condições
propícias, ossadas, pegadas e artefatos podem durar milhões de anos. É sobre esses rastros que cientistas dedicados a decifrar o
passado se debruçam. O foco dos paleontólogos são os fósseis de todo tipo de ser vivo – eles trabalham com uma janela de tempo
extensa, desde o surgimento da vida na Terra, há quase 4 bilhões de anos.
Os arqueólogos, por sua vez, concentram-se em vestígios humanos – que, mesmo quando têm centenas de milhares de anos,
ainda são relativamente recentes levando em conta a idade do nosso planeta.
Cuidado: frágil (79 d.C.)
Quando o Vesúvio entrou em erupção, a destruição ocorreu em etapas. No início, uma chuva de detritos vulcânicos soterrou
casas, depois, uma nuvem de cinzas e gases extremamente quentes em alta velocidade avançou pelas cidades vizinhas.
O calor matou as pessoas quase instantaneamente, mas passou rápido demais para destruir os corpos por completo. A súbita
contração dos músculos deixou as vítimas rígidas – e seus corpos, cobertos por cinzas, tiveram a forma preservada mesmo após a
decomposição.
Uma das vítimas foi um homem de cerca de 20 anos que foi exposto a temperaturas de pelo menos 510 °C e resfriado
imediatamente. O processo teve um efeito que nunca havia sido observado: um pedaço de seu cérebro se transformou em vidro.
A descoberta impressiona porque é a primeira vez que pesquisadores observam matéria orgânica se transformar em vidro dessa
forma. O crânio ajudou a proteger o órgão durante esse processo extremo – e o vidro preservou até estruturas microscópicas do
cérebro, como os neurônios.
Revista Superinteressante – janeiro de 2026 (trecho adaptado)
Com base nessa análise, assinale a alternativa que identifica corretamente o implícito do texto.
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Tudo que passa pela Terra deixa vestígios. O tempo e os fenômenos naturais apagam a maioria, é verdade – mas, em condições
propícias, ossadas, pegadas e artefatos podem durar milhões de anos. É sobre esses rastros que cientistas dedicados a decifrar o
passado se debruçam. O foco dos paleontólogos são os fósseis de todo tipo de ser vivo – eles trabalham com uma janela de tempo
extensa, desde o surgimento da vida na Terra, há quase 4 bilhões de anos.
Os arqueólogos, por sua vez, concentram-se em vestígios humanos – que, mesmo quando têm centenas de milhares de anos,
ainda são relativamente recentes levando em conta a idade do nosso planeta.
Cuidado: frágil (79 d.C.)
Quando o Vesúvio entrou em erupção, a destruição ocorreu em etapas. No início, uma chuva de detritos vulcânicos soterrou
casas, depois, uma nuvem de cinzas e gases extremamente quentes em alta velocidade avançou pelas cidades vizinhas.
O calor matou as pessoas quase instantaneamente, mas passou rápido demais para destruir os corpos por completo. A súbita
contração dos músculos deixou as vítimas rígidas – e seus corpos, cobertos por cinzas, tiveram a forma preservada mesmo após a
decomposição.
Uma das vítimas foi um homem de cerca de 20 anos que foi exposto a temperaturas de pelo menos 510 °C e resfriado
imediatamente. O processo teve um efeito que nunca havia sido observado: um pedaço de seu cérebro se transformou em vidro.
A descoberta impressiona porque é a primeira vez que pesquisadores observam matéria orgânica se transformar em vidro dessa
forma. O crânio ajudou a proteger o órgão durante esse processo extremo – e o vidro preservou até estruturas microscópicas do
cérebro, como os neurônios.
Revista Superinteressante – janeiro de 2026 (trecho adaptado)
“A descoberta impressiona porque é a primeira vez que pesquisadores observam matéria orgânica se transformar em vidro dessa forma.”
Nesse recorte específico, sobretudo na parte sublinhada, a função da linguagem que predomina é a:
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Notícias do Subsolo
Tudo que passa pela Terra deixa vestígios. O tempo e os fenômenos naturais apagam a maioria, é verdade – mas, em condições
propícias, ossadas, pegadas e artefatos podem durar milhões de anos. É sobre esses rastros que cientistas dedicados a decifrar o
passado se debruçam. O foco dos paleontólogos são os fósseis de todo tipo de ser vivo – eles trabalham com uma janela de tempo
extensa, desde o surgimento da vida na Terra, há quase 4 bilhões de anos.
Os arqueólogos, por sua vez, concentram-se em vestígios humanos – que, mesmo quando têm centenas de milhares de anos,
ainda são relativamente recentes levando em conta a idade do nosso planeta.
Cuidado: frágil (79 d.C.)
Quando o Vesúvio entrou em erupção, a destruição ocorreu em etapas. No início, uma chuva de detritos vulcânicos soterrou
casas, depois, uma nuvem de cinzas e gases extremamente quentes em alta velocidade avançou pelas cidades vizinhas.
O calor matou as pessoas quase instantaneamente, mas passou rápido demais para destruir os corpos por completo. A súbita
contração dos músculos deixou as vítimas rígidas – e seus corpos, cobertos por cinzas, tiveram a forma preservada mesmo após a
decomposição.
Uma das vítimas foi um homem de cerca de 20 anos que foi exposto a temperaturas de pelo menos 510 °C e resfriado
imediatamente. O processo teve um efeito que nunca havia sido observado: um pedaço de seu cérebro se transformou em vidro.
A descoberta impressiona porque é a primeira vez que pesquisadores observam matéria orgânica se transformar em vidro dessa
forma. O crânio ajudou a proteger o órgão durante esse processo extremo – e o vidro preservou até estruturas microscópicas do
cérebro, como os neurônios.
Revista Superinteressante – janeiro de 2026 (trecho adaptado)
“O calor matou as pessoas quase instantaneamente, mas passou rápido demais para destruir os corpos por completo. A súbita contração dos músculos deixou as vítimas rígidas – e seus corpos, cobertos por cinzas, tiveram a forma preservada mesmo após a decomposição.” (2º parágrafo)
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Tudo que passa pela Terra deixa vestígios. O tempo e os fenômenos naturais apagam a maioria, é verdade – mas, em condições
propícias, ossadas, pegadas e artefatos podem durar milhões de anos. É sobre esses rastros que cientistas dedicados a decifrar o
passado se debruçam. O foco dos paleontólogos são os fósseis de todo tipo de ser vivo – eles trabalham com uma janela de tempo
extensa, desde o surgimento da vida na Terra, há quase 4 bilhões de anos.
Os arqueólogos, por sua vez, concentram-se em vestígios humanos – que, mesmo quando têm centenas de milhares de anos,
ainda são relativamente recentes levando em conta a idade do nosso planeta.
Cuidado: frágil (79 d.C.)
Quando o Vesúvio entrou em erupção, a destruição ocorreu em etapas. No início, uma chuva de detritos vulcânicos soterrou
casas, depois, uma nuvem de cinzas e gases extremamente quentes em alta velocidade avançou pelas cidades vizinhas.
O calor matou as pessoas quase instantaneamente, mas passou rápido demais para destruir os corpos por completo. A súbita
contração dos músculos deixou as vítimas rígidas – e seus corpos, cobertos por cinzas, tiveram a forma preservada mesmo após a
decomposição.
Uma das vítimas foi um homem de cerca de 20 anos que foi exposto a temperaturas de pelo menos 510 °C e resfriado
imediatamente. O processo teve um efeito que nunca havia sido observado: um pedaço de seu cérebro se transformou em vidro.
A descoberta impressiona porque é a primeira vez que pesquisadores observam matéria orgânica se transformar em vidro dessa
forma. O crânio ajudou a proteger o órgão durante esse processo extremo – e o vidro preservou até estruturas microscópicas do
cérebro, como os neurônios.
Revista Superinteressante – janeiro de 2026 (trecho adaptado)
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Notícias do Subsolo
Tudo que passa pela Terra deixa vestígios. O tempo e os fenômenos naturais apagam a maioria, é verdade – mas, em condições
propícias, ossadas, pegadas e artefatos podem durar milhões de anos. É sobre esses rastros que cientistas dedicados a decifrar o
passado se debruçam. O foco dos paleontólogos são os fósseis de todo tipo de ser vivo – eles trabalham com uma janela de tempo
extensa, desde o surgimento da vida na Terra, há quase 4 bilhões de anos.
Os arqueólogos, por sua vez, concentram-se em vestígios humanos – que, mesmo quando têm centenas de milhares de anos,
ainda são relativamente recentes levando em conta a idade do nosso planeta.
Cuidado: frágil (79 d.C.)
Quando o Vesúvio entrou em erupção, a destruição ocorreu em etapas. No início, uma chuva de detritos vulcânicos soterrou
casas, depois, uma nuvem de cinzas e gases extremamente quentes em alta velocidade avançou pelas cidades vizinhas.
O calor matou as pessoas quase instantaneamente, mas passou rápido demais para destruir os corpos por completo. A súbita
contração dos músculos deixou as vítimas rígidas – e seus corpos, cobertos por cinzas, tiveram a forma preservada mesmo após a
decomposição.
Uma das vítimas foi um homem de cerca de 20 anos que foi exposto a temperaturas de pelo menos 510 °C e resfriado
imediatamente. O processo teve um efeito que nunca havia sido observado: um pedaço de seu cérebro se transformou em vidro.
A descoberta impressiona porque é a primeira vez que pesquisadores observam matéria orgânica se transformar em vidro dessa
forma. O crânio ajudou a proteger o órgão durante esse processo extremo – e o vidro preservou até estruturas microscópicas do
cérebro, como os neurônios.
Revista Superinteressante – janeiro de 2026 (trecho adaptado)
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