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Obesidade infantil causa danos vasculares precoces
Por Maria Fernanda Ziegler
Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)
com 130 crianças entre 6 e 11 anos identificou que a obesidade pode causar, por si só, danos
imediatos à saúde cardiovascular infantil, aumentando o risco de doenças como
aterosclerose, infarto e Acidente Vascular Cerebral (AVC) já na infância. O trabalho identificou
sinais precoces de inflamação e disfunção no endotélio — camada que reveste os vasos
sanguíneos — em crianças com sobrepeso e obesidade.
“Os resultados do estudo reforçam a gravidade da obesidade infantil, mostrando que ela
precisa ser revertida desde cedo. Alertamos também sobre a necessidade de políticas públicas
para a redução da obesidade na infância, sobretudo em populações em vulnerabilidade
socioeconômica”, afirma Maria do Carmo Pinho Franco, professora da Unifesp e autora do
estudo publicado no International Journal of Obesity.
A pesquisadora explica que a obesidade promove — em adultos e crianças — uma
inflamação crônica e de baixo grau que deixa o sistema de defesa do organismo em constante
alerta, gerando uma sucessão de falsos alarmes e, por consequência, o envelhecimento
prematuro das células imunes. No endotélio, o foco do estudo, os pesquisadores identificaram
que esse processo inflamatório provoca dano celular, mesmo em crianças, o que aumenta a
gravidade da obesidade infantil. “Já era sabido que crianças com sobrepeso ou obesidade
tendem a se tornar adolescentes e adultos com o mesmo problema, o que aumenta o risco
de desenvolver doenças cardiovasculares e cardiometabólicas no futuro. Mas esse efeito não
é apenas cumulativo. O estudo identificou que as crianças com sobrepeso ou obesidade já
apresentam sinais de inflamação e disfunção endotelial, indicando que o processo de
adoecimento cardiovascular começa já na infância, mesmo antes de outros fatores de risco
aparecerem”, diz Franco.
“Essas crianças não fumam, não bebem e não têm décadas de maus hábitos
considerados fatores de risco para doenças cardiovasculares. Trata-se também de uma
população ________, ou seja, sem a influência de hormônios sexuais. O único fator presente
é o excesso de peso. Portanto, a análise mostrou que a obesidade, por si só, é suficiente para
iniciar um processo inflamatório crônico de baixo grau, com impacto direto na saúde vascular”,
completa.
A pesquisa também mediu indicadores como Índice de Massa Corporal (IMC),
circunferência da cintura, pressão arterial e função endotelial da ________. Crianças com
sobrepeso e obesidade apresentaram pior desempenho no Índice de Hiperemia Reativa, que
avalia a saúde dos vasos, além de maior expressão do gene TNF-alfa, fator que se
correlacionou com os níveis elevados de micropartículas endoteliais e a piora da função
endotelial.
Também foi feito um trabalho de conscientização e treinamento com merendeiras e
responsáveis em que foram ensinadas receitas que substituíssem o uso de ________ no
cardápio de crianças, priorizando alimentos saudáveis.
Os pesquisadores defendem a necessidade urgente de ampliar e fortalecer políticas
públicas para prevenir a obesidade infantil, especialmente em comunidades com
vulnerabilidade socioeconômica. “Além de todo o problema de cunho individual, sem a
intervenção precoce essas crianças tendem a se tornar adultos com doenças cardiovasculares
e metabólicas, o que representa um impacto preocupante para a saúde pública e para a
sustentabilidade do sistema de saúde brasileiro”, alerta Franco.
(Disponível em: https://agencia.fapesp.br/obesidade-infantil-causa-danos-vasculares-precoces-indica-estudo-com-criancas-paulistas/57087 – texto adaptado especialmente para esta prova).
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Obesidade infantil causa danos vasculares precoces
Por Maria Fernanda Ziegler
Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)
com 130 crianças entre 6 e 11 anos identificou que a obesidade pode causar, por si só, danos
imediatos à saúde cardiovascular infantil, aumentando o risco de doenças como
aterosclerose, infarto e Acidente Vascular Cerebral (AVC) já na infância. O trabalho identificou
sinais precoces de inflamação e disfunção no endotélio — camada que reveste os vasos
sanguíneos — em crianças com sobrepeso e obesidade.
“Os resultados do estudo reforçam a gravidade da obesidade infantil, mostrando que ela
precisa ser revertida desde cedo. Alertamos também sobre a necessidade de políticas públicas
para a redução da obesidade na infância, sobretudo em populações em vulnerabilidade
socioeconômica”, afirma Maria do Carmo Pinho Franco, professora da Unifesp e autora do
estudo publicado no International Journal of Obesity.
A pesquisadora explica que a obesidade promove — em adultos e crianças — uma
inflamação crônica e de baixo grau que deixa o sistema de defesa do organismo em constante
alerta, gerando uma sucessão de falsos alarmes e, por consequência, o envelhecimento
prematuro das células imunes. No endotélio, o foco do estudo, os pesquisadores identificaram
que esse processo inflamatório provoca dano celular, mesmo em crianças, o que aumenta a
gravidade da obesidade infantil. “Já era sabido que crianças com sobrepeso ou obesidade
tendem a se tornar adolescentes e adultos com o mesmo problema, o que aumenta o risco
de desenvolver doenças cardiovasculares e cardiometabólicas no futuro. Mas esse efeito não
é apenas cumulativo. O estudo identificou que as crianças com sobrepeso ou obesidade já
apresentam sinais de inflamação e disfunção endotelial, indicando que o processo de
adoecimento cardiovascular começa já na infância, mesmo antes de outros fatores de risco
aparecerem”, diz Franco.
“Essas crianças não fumam, não bebem e não têm décadas de maus hábitos
considerados fatores de risco para doenças cardiovasculares. Trata-se também de uma
população ________, ou seja, sem a influência de hormônios sexuais. O único fator presente
é o excesso de peso. Portanto, a análise mostrou que a obesidade, por si só, é suficiente para
iniciar um processo inflamatório crônico de baixo grau, com impacto direto na saúde vascular”,
completa.
A pesquisa também mediu indicadores como Índice de Massa Corporal (IMC),
circunferência da cintura, pressão arterial e função endotelial da ________. Crianças com
sobrepeso e obesidade apresentaram pior desempenho no Índice de Hiperemia Reativa, que
avalia a saúde dos vasos, além de maior expressão do gene TNF-alfa, fator que se
correlacionou com os níveis elevados de micropartículas endoteliais e a piora da função
endotelial.
Também foi feito um trabalho de conscientização e treinamento com merendeiras e
responsáveis em que foram ensinadas receitas que substituíssem o uso de ________ no
cardápio de crianças, priorizando alimentos saudáveis.
Os pesquisadores defendem a necessidade urgente de ampliar e fortalecer políticas
públicas para prevenir a obesidade infantil, especialmente em comunidades com
vulnerabilidade socioeconômica. “Além de todo o problema de cunho individual, sem a
intervenção precoce essas crianças tendem a se tornar adultos com doenças cardiovasculares
e metabólicas, o que representa um impacto preocupante para a saúde pública e para a
sustentabilidade do sistema de saúde brasileiro”, alerta Franco.
(Disponível em: https://agencia.fapesp.br/obesidade-infantil-causa-danos-vasculares-precoces-indica-estudo-com-criancas-paulistas/57087 – texto adaptado especialmente para esta prova).
( ) Em “Mas esse efeito não é apenas cumulativo” (l. 19-20), a articulação entre o conectivo “mas” e a expressão “não é apenas” contribui para ampliar a informação apresentada anteriormente, indicando que os efeitos da obesidade infantil vão além do que já era conhecido.
( ) O pronome demonstrativo “essas” em “Essas crianças não fumam, não bebem [...]” (l. 24) evita a repetição imediata da expressão “crianças com sobrepeso ou obesidade”, contribuindo para a progressão textual.
( ) Em “uma população ________, ou seja, sem a influência de hormônios sexuais” (l. 25-26), a expressão sublinhada estabelece uma relação de explicação/reformulação.
( ) A repetição do termo “obesidade” ao longo do texto não contribui para a coesão textual, por limitar-se a repetir uma informação já mencionada.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Obesidade infantil causa danos vasculares precoces
Por Maria Fernanda Ziegler
Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)
com 130 crianças entre 6 e 11 anos identificou que a obesidade pode causar, por si só, danos
imediatos à saúde cardiovascular infantil, aumentando o risco de doenças como
aterosclerose, infarto e Acidente Vascular Cerebral (AVC) já na infância. O trabalho identificou
sinais precoces de inflamação e disfunção no endotélio — camada que reveste os vasos
sanguíneos — em crianças com sobrepeso e obesidade.
“Os resultados do estudo reforçam a gravidade da obesidade infantil, mostrando que ela
precisa ser revertida desde cedo. Alertamos também sobre a necessidade de políticas públicas
para a redução da obesidade na infância, sobretudo em populações em vulnerabilidade
socioeconômica”, afirma Maria do Carmo Pinho Franco, professora da Unifesp e autora do
estudo publicado no International Journal of Obesity.
A pesquisadora explica que a obesidade promove — em adultos e crianças — uma
inflamação crônica e de baixo grau que deixa o sistema de defesa do organismo em constante
alerta, gerando uma sucessão de falsos alarmes e, por consequência, o envelhecimento
prematuro das células imunes. No endotélio, o foco do estudo, os pesquisadores identificaram
que esse processo inflamatório provoca dano celular, mesmo em crianças, o que aumenta a
gravidade da obesidade infantil. “Já era sabido que crianças com sobrepeso ou obesidade
tendem a se tornar adolescentes e adultos com o mesmo problema, o que aumenta o risco
de desenvolver doenças cardiovasculares e cardiometabólicas no futuro. Mas esse efeito não
é apenas cumulativo. O estudo identificou que as crianças com sobrepeso ou obesidade já
apresentam sinais de inflamação e disfunção endotelial, indicando que o processo de
adoecimento cardiovascular começa já na infância, mesmo antes de outros fatores de risco
aparecerem”, diz Franco.
“Essas crianças não fumam, não bebem e não têm décadas de maus hábitos
considerados fatores de risco para doenças cardiovasculares. Trata-se também de uma
população ________, ou seja, sem a influência de hormônios sexuais. O único fator presente
é o excesso de peso. Portanto, a análise mostrou que a obesidade, por si só, é suficiente para
iniciar um processo inflamatório crônico de baixo grau, com impacto direto na saúde vascular”,
completa.
A pesquisa também mediu indicadores como Índice de Massa Corporal (IMC),
circunferência da cintura, pressão arterial e função endotelial da ________. Crianças com
sobrepeso e obesidade apresentaram pior desempenho no Índice de Hiperemia Reativa, que
avalia a saúde dos vasos, além de maior expressão do gene TNF-alfa, fator que se
correlacionou com os níveis elevados de micropartículas endoteliais e a piora da função
endotelial.
Também foi feito um trabalho de conscientização e treinamento com merendeiras e
responsáveis em que foram ensinadas receitas que substituíssem o uso de ________ no
cardápio de crianças, priorizando alimentos saudáveis.
Os pesquisadores defendem a necessidade urgente de ampliar e fortalecer políticas
públicas para prevenir a obesidade infantil, especialmente em comunidades com
vulnerabilidade socioeconômica. “Além de todo o problema de cunho individual, sem a
intervenção precoce essas crianças tendem a se tornar adultos com doenças cardiovasculares
e metabólicas, o que representa um impacto preocupante para a saúde pública e para a
sustentabilidade do sistema de saúde brasileiro”, alerta Franco.
(Disponível em: https://agencia.fapesp.br/obesidade-infantil-causa-danos-vasculares-precoces-indica-estudo-com-criancas-paulistas/57087 – texto adaptado especialmente para esta prova).
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Por Maria Fernanda Ziegler
Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)
com 130 crianças entre 6 e 11 anos identificou que a obesidade pode causar, por si só, danos
imediatos à saúde cardiovascular infantil, aumentando o risco de doenças como
aterosclerose, infarto e Acidente Vascular Cerebral (AVC) já na infância. O trabalho identificou
sinais precoces de inflamação e disfunção no endotélio — camada que reveste os vasos
sanguíneos — em crianças com sobrepeso e obesidade.
“Os resultados do estudo reforçam a gravidade da obesidade infantil, mostrando que ela
precisa ser revertida desde cedo. Alertamos também sobre a necessidade de políticas públicas
para a redução da obesidade na infância, sobretudo em populações em vulnerabilidade
socioeconômica”, afirma Maria do Carmo Pinho Franco, professora da Unifesp e autora do
estudo publicado no International Journal of Obesity.
A pesquisadora explica que a obesidade promove — em adultos e crianças — uma
inflamação crônica e de baixo grau que deixa o sistema de defesa do organismo em constante
alerta, gerando uma sucessão de falsos alarmes e, por consequência, o envelhecimento
prematuro das células imunes. No endotélio, o foco do estudo, os pesquisadores identificaram
que esse processo inflamatório provoca dano celular, mesmo em crianças, o que aumenta a
gravidade da obesidade infantil. “Já era sabido que crianças com sobrepeso ou obesidade
tendem a se tornar adolescentes e adultos com o mesmo problema, o que aumenta o risco
de desenvolver doenças cardiovasculares e cardiometabólicas no futuro. Mas esse efeito não
é apenas cumulativo. O estudo identificou que as crianças com sobrepeso ou obesidade já
apresentam sinais de inflamação e disfunção endotelial, indicando que o processo de
adoecimento cardiovascular começa já na infância, mesmo antes de outros fatores de risco
aparecerem”, diz Franco.
“Essas crianças não fumam, não bebem e não têm décadas de maus hábitos
considerados fatores de risco para doenças cardiovasculares. Trata-se também de uma
população ________, ou seja, sem a influência de hormônios sexuais. O único fator presente
é o excesso de peso. Portanto, a análise mostrou que a obesidade, por si só, é suficiente para
iniciar um processo inflamatório crônico de baixo grau, com impacto direto na saúde vascular”,
completa.
A pesquisa também mediu indicadores como Índice de Massa Corporal (IMC),
circunferência da cintura, pressão arterial e função endotelial da ________. Crianças com
sobrepeso e obesidade apresentaram pior desempenho no Índice de Hiperemia Reativa, que
avalia a saúde dos vasos, além de maior expressão do gene TNF-alfa, fator que se
correlacionou com os níveis elevados de micropartículas endoteliais e a piora da função
endotelial.
Também foi feito um trabalho de conscientização e treinamento com merendeiras e
responsáveis em que foram ensinadas receitas que substituíssem o uso de ________ no
cardápio de crianças, priorizando alimentos saudáveis.
Os pesquisadores defendem a necessidade urgente de ampliar e fortalecer políticas
públicas para prevenir a obesidade infantil, especialmente em comunidades com
vulnerabilidade socioeconômica. “Além de todo o problema de cunho individual, sem a
intervenção precoce essas crianças tendem a se tornar adultos com doenças cardiovasculares
e metabólicas, o que representa um impacto preocupante para a saúde pública e para a
sustentabilidade do sistema de saúde brasileiro”, alerta Franco.
(Disponível em: https://agencia.fapesp.br/obesidade-infantil-causa-danos-vasculares-precoces-indica-estudo-com-criancas-paulistas/57087 – texto adaptado especialmente para esta prova).
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Obesidade infantil causa danos vasculares precoces
Por Maria Fernanda Ziegler
Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)
com 130 crianças entre 6 e 11 anos identificou que a obesidade pode causar, por si só, danos
imediatos à saúde cardiovascular infantil, aumentando o risco de doenças como
aterosclerose, infarto e Acidente Vascular Cerebral (AVC) já na infância. O trabalho identificou
sinais precoces de inflamação e disfunção no endotélio — camada que reveste os vasos
sanguíneos — em crianças com sobrepeso e obesidade.
“Os resultados do estudo reforçam a gravidade da obesidade infantil, mostrando que ela
precisa ser revertida desde cedo. Alertamos também sobre a necessidade de políticas públicas
para a redução da obesidade na infância, sobretudo em populações em vulnerabilidade
socioeconômica”, afirma Maria do Carmo Pinho Franco, professora da Unifesp e autora do
estudo publicado no International Journal of Obesity.
A pesquisadora explica que a obesidade promove — em adultos e crianças — uma
inflamação crônica e de baixo grau que deixa o sistema de defesa do organismo em constante
alerta, gerando uma sucessão de falsos alarmes e, por consequência, o envelhecimento
prematuro das células imunes. No endotélio, o foco do estudo, os pesquisadores identificaram
que esse processo inflamatório provoca dano celular, mesmo em crianças, o que aumenta a
gravidade da obesidade infantil. “Já era sabido que crianças com sobrepeso ou obesidade
tendem a se tornar adolescentes e adultos com o mesmo problema, o que aumenta o risco
de desenvolver doenças cardiovasculares e cardiometabólicas no futuro. Mas esse efeito não
é apenas cumulativo. O estudo identificou que as crianças com sobrepeso ou obesidade já
apresentam sinais de inflamação e disfunção endotelial, indicando que o processo de
adoecimento cardiovascular começa já na infância, mesmo antes de outros fatores de risco
aparecerem”, diz Franco.
“Essas crianças não fumam, não bebem e não têm décadas de maus hábitos
considerados fatores de risco para doenças cardiovasculares. Trata-se também de uma
população ________, ou seja, sem a influência de hormônios sexuais. O único fator presente
é o excesso de peso. Portanto, a análise mostrou que a obesidade, por si só, é suficiente para
iniciar um processo inflamatório crônico de baixo grau, com impacto direto na saúde vascular”,
completa.
A pesquisa também mediu indicadores como Índice de Massa Corporal (IMC),
circunferência da cintura, pressão arterial e função endotelial da ________. Crianças com
sobrepeso e obesidade apresentaram pior desempenho no Índice de Hiperemia Reativa, que
avalia a saúde dos vasos, além de maior expressão do gene TNF-alfa, fator que se
correlacionou com os níveis elevados de micropartículas endoteliais e a piora da função
endotelial.
Também foi feito um trabalho de conscientização e treinamento com merendeiras e
responsáveis em que foram ensinadas receitas que substituíssem o uso de ________ no
cardápio de crianças, priorizando alimentos saudáveis.
Os pesquisadores defendem a necessidade urgente de ampliar e fortalecer políticas
públicas para prevenir a obesidade infantil, especialmente em comunidades com
vulnerabilidade socioeconômica. “Além de todo o problema de cunho individual, sem a
intervenção precoce essas crianças tendem a se tornar adultos com doenças cardiovasculares
e metabólicas, o que representa um impacto preocupante para a saúde pública e para a
sustentabilidade do sistema de saúde brasileiro”, alerta Franco.
(Disponível em: https://agencia.fapesp.br/obesidade-infantil-causa-danos-vasculares-precoces-indica-estudo-com-criancas-paulistas/57087 – texto adaptado especialmente para esta prova).
I. O texto evidencia que a obesidade infantil constitui um problema de saúde pública, pois seus efeitos comprometem a saúde das crianças e podem gerar impactos futuros no sistema de saúde.
II. Os resultados da pesquisa indicam que a obesidade infantil pode causar danos à saúde cardiovascular antes mesmo do surgimento de outros fatores de risco.
III. O texto sustenta que medidas preventivas devem se concentrar na fase adulta, quando os problemas cardiovasculares já estão estabelecidos.
IV. Infere-se do texto que a produção de evidências científicas não é suficiente, por si só, para enfrentar a obesidade infantil.
Quais estão corretas?
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Obesidade infantil causa danos vasculares precoces
Por Maria Fernanda Ziegler
Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)
com 130 crianças entre 6 e 11 anos identificou que a obesidade pode causar, por si só, danos
imediatos à saúde cardiovascular infantil, aumentando o risco de doenças como
aterosclerose, infarto e Acidente Vascular Cerebral (AVC) já na infância. O trabalho identificou
sinais precoces de inflamação e disfunção no endotélio — camada que reveste os vasos
sanguíneos — em crianças com sobrepeso e obesidade.
“Os resultados do estudo reforçam a gravidade da obesidade infantil, mostrando que ela
precisa ser revertida desde cedo. Alertamos também sobre a necessidade de políticas públicas
para a redução da obesidade na infância, sobretudo em populações em vulnerabilidade
socioeconômica”, afirma Maria do Carmo Pinho Franco, professora da Unifesp e autora do
estudo publicado no International Journal of Obesity.
A pesquisadora explica que a obesidade promove — em adultos e crianças — uma
inflamação crônica e de baixo grau que deixa o sistema de defesa do organismo em constante
alerta, gerando uma sucessão de falsos alarmes e, por consequência, o envelhecimento
prematuro das células imunes. No endotélio, o foco do estudo, os pesquisadores identificaram
que esse processo inflamatório provoca dano celular, mesmo em crianças, o que aumenta a
gravidade da obesidade infantil. “Já era sabido que crianças com sobrepeso ou obesidade
tendem a se tornar adolescentes e adultos com o mesmo problema, o que aumenta o risco
de desenvolver doenças cardiovasculares e cardiometabólicas no futuro. Mas esse efeito não
é apenas cumulativo. O estudo identificou que as crianças com sobrepeso ou obesidade já
apresentam sinais de inflamação e disfunção endotelial, indicando que o processo de
adoecimento cardiovascular começa já na infância, mesmo antes de outros fatores de risco
aparecerem”, diz Franco.
“Essas crianças não fumam, não bebem e não têm décadas de maus hábitos
considerados fatores de risco para doenças cardiovasculares. Trata-se também de uma
população ________, ou seja, sem a influência de hormônios sexuais. O único fator presente
é o excesso de peso. Portanto, a análise mostrou que a obesidade, por si só, é suficiente para
iniciar um processo inflamatório crônico de baixo grau, com impacto direto na saúde vascular”,
completa.
A pesquisa também mediu indicadores como Índice de Massa Corporal (IMC),
circunferência da cintura, pressão arterial e função endotelial da ________. Crianças com
sobrepeso e obesidade apresentaram pior desempenho no Índice de Hiperemia Reativa, que
avalia a saúde dos vasos, além de maior expressão do gene TNF-alfa, fator que se
correlacionou com os níveis elevados de micropartículas endoteliais e a piora da função
endotelial.
Também foi feito um trabalho de conscientização e treinamento com merendeiras e
responsáveis em que foram ensinadas receitas que substituíssem o uso de ________ no
cardápio de crianças, priorizando alimentos saudáveis.
Os pesquisadores defendem a necessidade urgente de ampliar e fortalecer políticas
públicas para prevenir a obesidade infantil, especialmente em comunidades com
vulnerabilidade socioeconômica. “Além de todo o problema de cunho individual, sem a
intervenção precoce essas crianças tendem a se tornar adultos com doenças cardiovasculares
e metabólicas, o que representa um impacto preocupante para a saúde pública e para a
sustentabilidade do sistema de saúde brasileiro”, alerta Franco.
(Disponível em: https://agencia.fapesp.br/obesidade-infantil-causa-danos-vasculares-precoces-indica-estudo-com-criancas-paulistas/57087 – texto adaptado especialmente para esta prova).
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Obesidade infantil causa danos vasculares precoces
Por Maria Fernanda Ziegler
Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)
com 130 crianças entre 6 e 11 anos identificou que a obesidade pode causar, por si só, danos
imediatos à saúde cardiovascular infantil, aumentando o risco de doenças como
aterosclerose, infarto e Acidente Vascular Cerebral (AVC) já na infância. O trabalho identificou
sinais precoces de inflamação e disfunção no endotélio — camada que reveste os vasos
sanguíneos — em crianças com sobrepeso e obesidade.
“Os resultados do estudo reforçam a gravidade da obesidade infantil, mostrando que ela
precisa ser revertida desde cedo. Alertamos também sobre a necessidade de políticas públicas
para a redução da obesidade na infância, sobretudo em populações em vulnerabilidade
socioeconômica”, afirma Maria do Carmo Pinho Franco, professora da Unifesp e autora do
estudo publicado no International Journal of Obesity.
A pesquisadora explica que a obesidade promove — em adultos e crianças — uma
inflamação crônica e de baixo grau que deixa o sistema de defesa do organismo em constante
alerta, gerando uma sucessão de falsos alarmes e, por consequência, o envelhecimento
prematuro das células imunes. No endotélio, o foco do estudo, os pesquisadores identificaram
que esse processo inflamatório provoca dano celular, mesmo em crianças, o que aumenta a
gravidade da obesidade infantil. “Já era sabido que crianças com sobrepeso ou obesidade
tendem a se tornar adolescentes e adultos com o mesmo problema, o que aumenta o risco
de desenvolver doenças cardiovasculares e cardiometabólicas no futuro. Mas esse efeito não
é apenas cumulativo. O estudo identificou que as crianças com sobrepeso ou obesidade já
apresentam sinais de inflamação e disfunção endotelial, indicando que o processo de
adoecimento cardiovascular começa já na infância, mesmo antes de outros fatores de risco
aparecerem”, diz Franco.
“Essas crianças não fumam, não bebem e não têm décadas de maus hábitos
considerados fatores de risco para doenças cardiovasculares. Trata-se também de uma
população ________, ou seja, sem a influência de hormônios sexuais. O único fator presente
é o excesso de peso. Portanto, a análise mostrou que a obesidade, por si só, é suficiente para
iniciar um processo inflamatório crônico de baixo grau, com impacto direto na saúde vascular”,
completa.
A pesquisa também mediu indicadores como Índice de Massa Corporal (IMC),
circunferência da cintura, pressão arterial e função endotelial da ________. Crianças com
sobrepeso e obesidade apresentaram pior desempenho no Índice de Hiperemia Reativa, que
avalia a saúde dos vasos, além de maior expressão do gene TNF-alfa, fator que se
correlacionou com os níveis elevados de micropartículas endoteliais e a piora da função
endotelial.
Também foi feito um trabalho de conscientização e treinamento com merendeiras e
responsáveis em que foram ensinadas receitas que substituíssem o uso de ________ no
cardápio de crianças, priorizando alimentos saudáveis.
Os pesquisadores defendem a necessidade urgente de ampliar e fortalecer políticas
públicas para prevenir a obesidade infantil, especialmente em comunidades com
vulnerabilidade socioeconômica. “Além de todo o problema de cunho individual, sem a
intervenção precoce essas crianças tendem a se tornar adultos com doenças cardiovasculares
e metabólicas, o que representa um impacto preocupante para a saúde pública e para a
sustentabilidade do sistema de saúde brasileiro”, alerta Franco.
(Disponível em: https://agencia.fapesp.br/obesidade-infantil-causa-danos-vasculares-precoces-indica-estudo-com-criancas-paulistas/57087 – texto adaptado especialmente para esta prova).
• “Trata-se também de uma população ________, ou seja, sem a influência de hormônios sexuais”.
• “A pesquisa também mediu indicadores como índice de massa corporal (IMC), circunferência da cintura, pressão arterial e função endotelial da ________”.
• “Também foi feito um trabalho de conscientização e treinamento com merendeiras e responsáveis em que foram ensinadas receitas que substituíssem o uso de ________ no cardápio de crianças, priorizando alimentos saudáveis”.
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Hábitos simples para aumentar a felicidade e o bem-estar
Por Redação Saúde em Dia
A felicidade costuma depender menos de grandes mudanças e mais de hábitos
consistentes que cabem na rotina. Pequenas atitudes repetidas com intenção podem melhorar
o humor, reduzir o estresse e fortalecer o bem-estar geral. Nem todo hábito funciona para
todas as pessoas. O importante é testar, observar o que faz sentido para sua vida e seguir com
aquilo que realmente ajuda.
Exercitar o corpo ajuda também a mente, porque a atividade física contribui para
equilibrar substâncias ligadas ao estresse e à ansiedade. Dormir bem também faz diferença, já
que o sono adequado sustenta a saúde, a função cerebral e o equilíbrio emocional. A maioria
dos adultos precisa de pelo menos sete horas por noite para manter a energia e a disposição.
Praticar gratidão é outro passo simples que pode aumentar a felicidade. Vale perceber
gestos pequenos, como um café ★ um sorriso ou a sensação de sol na pele.
Organizar um espaço por semana ajuda a mente a respirar melhor, porque o excesso
visual costuma gerar sensação de bagunça emocional. Encontrar amigos também fortalece a
felicidade, porque relações significativas sustentam a sensação de pertencimento. Não importa
a quantidade, mas a qualidade dos vínculos que você cultiva.
Passar um tempo na natureza melhora o humor e ainda pode incentivar outros hábitos
saudáveis. Um parque, uma praça ou até um quintal já ajudam a criar essa pausa reparadora.
Ajudar alguém fortalece a sensação de propósito e amplia a felicidade, mesmo em gestos
pequenos. Pode ser uma ação voluntária, um favor simples ou um elogio sincero.
Refletir sobre a própria vida uma vez por ano ajuda a entender o que ainda faz sentido.
Perguntas simples, como “estou melhor do que antes?”, já oferecem bons direcionamentos.
Reavaliar metas também fortalece a felicidade, porque pessoas mudam e objetivos antigos
podem perder valor.
Cuidar do corpo completa esse ciclo, porque saúde física e emocional caminham juntas.
Consultas de rotina, exames preventivos e acompanhamento odontológico ajudam a manter o
equilíbrio ao longo do tempo.
(Disponível em: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude-mental/habitos-simples-para-aumentar-a-felicidade-e-o-bem-estar,225ca6193ce5221f681eeb3368e9899e2pro2gkl.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que indica o sinal de pontuação que substitui corretamente a figura no trecho a seguir, retirado do texto:
“Vale perceber gestos pequenos, como um café ★ um sorriso ou a sensação de sol na pele”.
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Hábitos simples para aumentar a felicidade e o bem-estar
Por Redação Saúde em Dia
A felicidade costuma depender menos de grandes mudanças e mais de hábitos
consistentes que cabem na rotina. Pequenas atitudes repetidas com intenção podem melhorar
o humor, reduzir o estresse e fortalecer o bem-estar geral. Nem todo hábito funciona para
todas as pessoas. O importante é testar, observar o que faz sentido para sua vida e seguir com
aquilo que realmente ajuda.
Exercitar o corpo ajuda também a mente, porque a atividade física contribui para
equilibrar substâncias ligadas ao estresse e à ansiedade. Dormir bem também faz diferença, já
que o sono adequado sustenta a saúde, a função cerebral e o equilíbrio emocional. A maioria
dos adultos precisa de pelo menos sete horas por noite para manter a energia e a disposição.
Praticar gratidão é outro passo simples que pode aumentar a felicidade. Vale perceber
gestos pequenos, como um café ★ um sorriso ou a sensação de sol na pele.
Organizar um espaço por semana ajuda a mente a respirar melhor, porque o excesso
visual costuma gerar sensação de bagunça emocional. Encontrar amigos também fortalece a
felicidade, porque relações significativas sustentam a sensação de pertencimento. Não importa
a quantidade, mas a qualidade dos vínculos que você cultiva.
Passar um tempo na natureza melhora o humor e ainda pode incentivar outros hábitos
saudáveis. Um parque, uma praça ou até um quintal já ajudam a criar essa pausa reparadora.
Ajudar alguém fortalece a sensação de propósito e amplia a felicidade, mesmo em gestos
pequenos. Pode ser uma ação voluntária, um favor simples ou um elogio sincero.
Refletir sobre a própria vida uma vez por ano ajuda a entender o que ainda faz sentido.
Perguntas simples, como “estou melhor do que antes?”, já oferecem bons direcionamentos.
Reavaliar metas também fortalece a felicidade, porque pessoas mudam e objetivos antigos
podem perder valor.
Cuidar do corpo completa esse ciclo, porque saúde física e emocional caminham juntas.
Consultas de rotina, exames preventivos e acompanhamento odontológico ajudam a manter o
equilíbrio ao longo do tempo.
(Disponível em: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude-mental/habitos-simples-para-aumentar-a-felicidade-e-o-bem-estar,225ca6193ce5221f681eeb3368e9899e2pro2gkl.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
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Hábitos simples para aumentar a felicidade e o bem-estar
Por Redação Saúde em Dia
A felicidade costuma depender menos de grandes mudanças e mais de hábitos
consistentes que cabem na rotina. Pequenas atitudes repetidas com intenção podem melhorar
o humor, reduzir o estresse e fortalecer o bem-estar geral. Nem todo hábito funciona para
todas as pessoas. O importante é testar, observar o que faz sentido para sua vida e seguir com
aquilo que realmente ajuda.
Exercitar o corpo ajuda também a mente, porque a atividade física contribui para
equilibrar substâncias ligadas ao estresse e à ansiedade. Dormir bem também faz diferença, já
que o sono adequado sustenta a saúde, a função cerebral e o equilíbrio emocional. A maioria
dos adultos precisa de pelo menos sete horas por noite para manter a energia e a disposição.
Praticar gratidão é outro passo simples que pode aumentar a felicidade. Vale perceber
gestos pequenos, como um café ★ um sorriso ou a sensação de sol na pele.
Organizar um espaço por semana ajuda a mente a respirar melhor, porque o excesso
visual costuma gerar sensação de bagunça emocional. Encontrar amigos também fortalece a
felicidade, porque relações significativas sustentam a sensação de pertencimento. Não importa
a quantidade, mas a qualidade dos vínculos que você cultiva.
Passar um tempo na natureza melhora o humor e ainda pode incentivar outros hábitos
saudáveis. Um parque, uma praça ou até um quintal já ajudam a criar essa pausa reparadora.
Ajudar alguém fortalece a sensação de propósito e amplia a felicidade, mesmo em gestos
pequenos. Pode ser uma ação voluntária, um favor simples ou um elogio sincero.
Refletir sobre a própria vida uma vez por ano ajuda a entender o que ainda faz sentido.
Perguntas simples, como “estou melhor do que antes?”, já oferecem bons direcionamentos.
Reavaliar metas também fortalece a felicidade, porque pessoas mudam e objetivos antigos
podem perder valor.
Cuidar do corpo completa esse ciclo, porque saúde física e emocional caminham juntas.
Consultas de rotina, exames preventivos e acompanhamento odontológico ajudam a manter o
equilíbrio ao longo do tempo.
(Disponível em: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude-mental/habitos-simples-para-aumentar-a-felicidade-e-o-bem-estar,225ca6193ce5221f681eeb3368e9899e2pro2gkl.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
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