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TEXTO PARA A QUESTÃO.
Sobre humanos, besouros e vaga-lumes
Noite dessas, após muitos anos, avistei uma série de vagalumes voando pela chácara. Fiquei empolgadíssima, porque
fazia um tempão que não presenciava essa cena, que tem um
quê de infância. Por conta disso, lembrei-me de uma crônica
que escrevi há alguns anos e que segue bastante atual —
aproveito para reproduzi-la, com pequenas atualizações.
Fofos, os vaga-lumes são tipo besouros que emitem luz.
Vejam que curioso: conheço um monte de gente que não gosta
de besouros. Nunca vi ninguém reclamar de vaga-lumes, nem
mesmo minha irmã, Tine, que detesta “bichos que voam”. A
presença desses insetinhos que se acendem e apagam é
sempre comemorada, até com gritos e palminhas. Amigos
param para contemplar pirilampos em meio ____ escuridão,
pensar neles evoca lembranças de infância no interior, em meio
ao silêncio e _____ natureza.
O interessante, no caso desses insetos, é que só as
espécies mais evoluídas possuem a bioluminescência (como é
chamado o fenômeno da emissão de luz), porque essas
piscadelas facilitam a comunicação sexual e a defesa. Eles usam
um padrão de piscadas que servem como códigos entre eles.
Incrível mesmo é que todos nós, humanos, também
somos emissores de luz — de forma metafórica e em diferentes
proporções. Acredito muito que temos a capacidade sentir as
vibrações alheias e nos conectarmos com a energia de quem
nos cerca.
O curioso, no entanto, é que, ao contrário da
receptividade que temos com os vaga-lumes, boa parte das
pessoas não consegue tolerar alguém brilhando mais do que
elas. Validar o brilho alheio parece fora de cogitação. A saída
mais fácil costuma ser tentar ignorar o brilho que, muitas vezes,
ofusca os olhos. Ou, ainda, tentar desmerecê-lo — “nem é tão
brilhante assim”, poderiam dizer alguns.
Se esses humanos-besouro soubessem que, mesmo sem
brilhar tanto, ainda podem encontrar possibilidades de se
destacar na multidão, parariam de criticar os comportamentos
alheios. Acho um pouco surreal perceber que a felicidade dos
outros ainda incomoda.
E qual é o antídoto? Seguir brilhando, em relação a. E
apesar de. Meus estudos superficiais da Cabala mostraram um
dos princípios básicos do misticismo judaico (aqui, numa
simplificação muito particular): recebemos luz dependendo das
dificuldades das ações empreendidas por nós. Conectando com
uma energia superior, podemos superar obstáculos e garantir
força.
A premissa poderia ser uma chave. Se todos se
concentrassem em emitir a maior quantidade de luz possível,
em vez de tentar enfraquecer (ou apagar) a luz do outro, viveria
um caminho mais digno e recompensador. Até porque, no final
das contas, só o que importa é quanta luz propagamos por aí.
Autora: Tríssia Ordovás Sartori - GZH (adaptado).
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TEXTO PARA A QUESTÃO.
Sobre humanos, besouros e vaga-lumes
Noite dessas, após muitos anos, avistei uma série de vagalumes voando pela chácara. Fiquei empolgadíssima, porque
fazia um tempão que não presenciava essa cena, que tem um
quê de infância. Por conta disso, lembrei-me de uma crônica
que escrevi há alguns anos e que segue bastante atual —
aproveito para reproduzi-la, com pequenas atualizações.
Fofos, os vaga-lumes são tipo besouros que emitem luz.
Vejam que curioso: conheço um monte de gente que não gosta
de besouros. Nunca vi ninguém reclamar de vaga-lumes, nem
mesmo minha irmã, Tine, que detesta “bichos que voam”. A
presença desses insetinhos que se acendem e apagam é
sempre comemorada, até com gritos e palminhas. Amigos
param para contemplar pirilampos em meio ____ escuridão,
pensar neles evoca lembranças de infância no interior, em meio
ao silêncio e _____ natureza.
O interessante, no caso desses insetos, é que só as
espécies mais evoluídas possuem a bioluminescência (como é
chamado o fenômeno da emissão de luz), porque essas
piscadelas facilitam a comunicação sexual e a defesa. Eles usam
um padrão de piscadas que servem como códigos entre eles.
Incrível mesmo é que todos nós, humanos, também
somos emissores de luz — de forma metafórica e em diferentes
proporções. Acredito muito que temos a capacidade sentir as
vibrações alheias e nos conectarmos com a energia de quem
nos cerca.
O curioso, no entanto, é que, ao contrário da
receptividade que temos com os vaga-lumes, boa parte das
pessoas não consegue tolerar alguém brilhando mais do que
elas. Validar o brilho alheio parece fora de cogitação. A saída
mais fácil costuma ser tentar ignorar o brilho que, muitas vezes,
ofusca os olhos. Ou, ainda, tentar desmerecê-lo — “nem é tão
brilhante assim”, poderiam dizer alguns.
Se esses humanos-besouro soubessem que, mesmo sem
brilhar tanto, ainda podem encontrar possibilidades de se
destacar na multidão, parariam de criticar os comportamentos
alheios. Acho um pouco surreal perceber que a felicidade dos
outros ainda incomoda.
E qual é o antídoto? Seguir brilhando, em relação a. E
apesar de. Meus estudos superficiais da Cabala mostraram um
dos princípios básicos do misticismo judaico (aqui, numa
simplificação muito particular): recebemos luz dependendo das
dificuldades das ações empreendidas por nós. Conectando com
uma energia superior, podemos superar obstáculos e garantir
força.
A premissa poderia ser uma chave. Se todos se
concentrassem em emitir a maior quantidade de luz possível,
em vez de tentar enfraquecer (ou apagar) a luz do outro, viveria
um caminho mais digno e recompensador. Até porque, no final
das contas, só o que importa é quanta luz propagamos por aí.
Autora: Tríssia Ordovás Sartori - GZH (adaptado).
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TEXTO PARA A QUESTÃO.
Sobre humanos, besouros e vaga-lumes
Noite dessas, após muitos anos, avistei uma série de vagalumes voando pela chácara. Fiquei empolgadíssima, porque
fazia um tempão que não presenciava essa cena, que tem um
quê de infância. Por conta disso, lembrei-me de uma crônica
que escrevi há alguns anos e que segue bastante atual —
aproveito para reproduzi-la, com pequenas atualizações.
Fofos, os vaga-lumes são tipo besouros que emitem luz.
Vejam que curioso: conheço um monte de gente que não gosta
de besouros. Nunca vi ninguém reclamar de vaga-lumes, nem
mesmo minha irmã, Tine, que detesta “bichos que voam”. A
presença desses insetinhos que se acendem e apagam é
sempre comemorada, até com gritos e palminhas. Amigos
param para contemplar pirilampos em meio ____ escuridão,
pensar neles evoca lembranças de infância no interior, em meio
ao silêncio e _____ natureza.
O interessante, no caso desses insetos, é que só as
espécies mais evoluídas possuem a bioluminescência (como é
chamado o fenômeno da emissão de luz), porque essas
piscadelas facilitam a comunicação sexual e a defesa. Eles usam
um padrão de piscadas que servem como códigos entre eles.
Incrível mesmo é que todos nós, humanos, também
somos emissores de luz — de forma metafórica e em diferentes
proporções. Acredito muito que temos a capacidade sentir as
vibrações alheias e nos conectarmos com a energia de quem
nos cerca.
O curioso, no entanto, é que, ao contrário da
receptividade que temos com os vaga-lumes, boa parte das
pessoas não consegue tolerar alguém brilhando mais do que
elas. Validar o brilho alheio parece fora de cogitação. A saída
mais fácil costuma ser tentar ignorar o brilho que, muitas vezes,
ofusca os olhos. Ou, ainda, tentar desmerecê-lo — “nem é tão
brilhante assim”, poderiam dizer alguns.
Se esses humanos-besouro soubessem que, mesmo sem
brilhar tanto, ainda podem encontrar possibilidades de se
destacar na multidão, parariam de criticar os comportamentos
alheios. Acho um pouco surreal perceber que a felicidade dos
outros ainda incomoda.
E qual é o antídoto? Seguir brilhando, em relação a. E
apesar de. Meus estudos superficiais da Cabala mostraram um
dos princípios básicos do misticismo judaico (aqui, numa
simplificação muito particular): recebemos luz dependendo das
dificuldades das ações empreendidas por nós. Conectando com
uma energia superior, podemos superar obstáculos e garantir
força.
A premissa poderia ser uma chave. Se todos se
concentrassem em emitir a maior quantidade de luz possível,
em vez de tentar enfraquecer (ou apagar) a luz do outro, viveria
um caminho mais digno e recompensador. Até porque, no final
das contas, só o que importa é quanta luz propagamos por aí.
Autora: Tríssia Ordovás Sartori - GZH (adaptado).
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Sobre humanos, besouros e vaga-lumes
Noite dessas, após muitos anos, avistei uma série de vagalumes voando pela chácara. Fiquei empolgadíssima, porque
fazia um tempão que não presenciava essa cena, que tem um
quê de infância. Por conta disso, lembrei-me de uma crônica
que escrevi há alguns anos e que segue bastante atual —
aproveito para reproduzi-la, com pequenas atualizações.
Fofos, os vaga-lumes são tipo besouros que emitem luz.
Vejam que curioso: conheço um monte de gente que não gosta
de besouros. Nunca vi ninguém reclamar de vaga-lumes, nem
mesmo minha irmã, Tine, que detesta “bichos que voam”. A
presença desses insetinhos que se acendem e apagam é
sempre comemorada, até com gritos e palminhas. Amigos
param para contemplar pirilampos em meio ____ escuridão,
pensar neles evoca lembranças de infância no interior, em meio
ao silêncio e _____ natureza.
O interessante, no caso desses insetos, é que só as
espécies mais evoluídas possuem a bioluminescência (como é
chamado o fenômeno da emissão de luz), porque essas
piscadelas facilitam a comunicação sexual e a defesa. Eles usam
um padrão de piscadas que servem como códigos entre eles.
Incrível mesmo é que todos nós, humanos, também
somos emissores de luz — de forma metafórica e em diferentes
proporções. Acredito muito que temos a capacidade sentir as
vibrações alheias e nos conectarmos com a energia de quem
nos cerca.
O curioso, no entanto, é que, ao contrário da
receptividade que temos com os vaga-lumes, boa parte das
pessoas não consegue tolerar alguém brilhando mais do que
elas. Validar o brilho alheio parece fora de cogitação. A saída
mais fácil costuma ser tentar ignorar o brilho que, muitas vezes,
ofusca os olhos. Ou, ainda, tentar desmerecê-lo — “nem é tão
brilhante assim”, poderiam dizer alguns.
Se esses humanos-besouro soubessem que, mesmo sem
brilhar tanto, ainda podem encontrar possibilidades de se
destacar na multidão, parariam de criticar os comportamentos
alheios. Acho um pouco surreal perceber que a felicidade dos
outros ainda incomoda.
E qual é o antídoto? Seguir brilhando, em relação a. E
apesar de. Meus estudos superficiais da Cabala mostraram um
dos princípios básicos do misticismo judaico (aqui, numa
simplificação muito particular): recebemos luz dependendo das
dificuldades das ações empreendidas por nós. Conectando com
uma energia superior, podemos superar obstáculos e garantir
força.
A premissa poderia ser uma chave. Se todos se
concentrassem em emitir a maior quantidade de luz possível,
em vez de tentar enfraquecer (ou apagar) a luz do outro, viveria
um caminho mais digno e recompensador. Até porque, no final
das contas, só o que importa é quanta luz propagamos por aí.
Autora: Tríssia Ordovás Sartori - GZH (adaptado).
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Sobre humanos, besouros e vaga-lumes
Noite dessas, após muitos anos, avistei uma série de vagalumes voando pela chácara. Fiquei empolgadíssima, porque
fazia um tempão que não presenciava essa cena, que tem um
quê de infância. Por conta disso, lembrei-me de uma crônica
que escrevi há alguns anos e que segue bastante atual —
aproveito para reproduzi-la, com pequenas atualizações.
Fofos, os vaga-lumes são tipo besouros que emitem luz.
Vejam que curioso: conheço um monte de gente que não gosta
de besouros. Nunca vi ninguém reclamar de vaga-lumes, nem
mesmo minha irmã, Tine, que detesta “bichos que voam”. A
presença desses insetinhos que se acendem e apagam é
sempre comemorada, até com gritos e palminhas. Amigos
param para contemplar pirilampos em meio ____ escuridão,
pensar neles evoca lembranças de infância no interior, em meio
ao silêncio e _____ natureza.
O interessante, no caso desses insetos, é que só as
espécies mais evoluídas possuem a bioluminescência (como é
chamado o fenômeno da emissão de luz), porque essas
piscadelas facilitam a comunicação sexual e a defesa. Eles usam
um padrão de piscadas que servem como códigos entre eles.
Incrível mesmo é que todos nós, humanos, também
somos emissores de luz — de forma metafórica e em diferentes
proporções. Acredito muito que temos a capacidade sentir as
vibrações alheias e nos conectarmos com a energia de quem
nos cerca.
O curioso, no entanto, é que, ao contrário da
receptividade que temos com os vaga-lumes, boa parte das
pessoas não consegue tolerar alguém brilhando mais do que
elas. Validar o brilho alheio parece fora de cogitação. A saída
mais fácil costuma ser tentar ignorar o brilho que, muitas vezes,
ofusca os olhos. Ou, ainda, tentar desmerecê-lo — “nem é tão
brilhante assim”, poderiam dizer alguns.
Se esses humanos-besouro soubessem que, mesmo sem
brilhar tanto, ainda podem encontrar possibilidades de se
destacar na multidão, parariam de criticar os comportamentos
alheios. Acho um pouco surreal perceber que a felicidade dos
outros ainda incomoda.
E qual é o antídoto? Seguir brilhando, em relação a. E
apesar de. Meus estudos superficiais da Cabala mostraram um
dos princípios básicos do misticismo judaico (aqui, numa
simplificação muito particular): recebemos luz dependendo das
dificuldades das ações empreendidas por nós. Conectando com
uma energia superior, podemos superar obstáculos e garantir
força.
A premissa poderia ser uma chave. Se todos se
concentrassem em emitir a maior quantidade de luz possível,
em vez de tentar enfraquecer (ou apagar) a luz do outro, viveria
um caminho mais digno e recompensador. Até porque, no final
das contas, só o que importa é quanta luz propagamos por aí.
Autora: Tríssia Ordovás Sartori - GZH (adaptado).
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TEXTO PARA A QUESTÃO.
Acesso à internet na primeira infância mais do que dobrou
desde 2015
O acesso à internet na primeira infância mais que dobrou em
menos de uma década no Brasil, passando de 11%, em 2015, para
23%, em 2024. Isso inclui quase metade (44%) dos bebês de até 2
anos e 71% das crianças de 3 a 5 anos. Os dados fazem parte do
estudo Proteção à primeira infância entre telas e mídias digitais,
publicado pelo Núcleo Ciência Pela Infância (NCPI) e divulgado
recentemente.
A publicação lembra que a Sociedade Brasileira de Pediatria
não recomenda o uso de telas para menores de 2 anos. Já a
orientação para crianças entre 2 e 5 anos é que o tempo seja
limitado a até uma hora por dia, sempre com supervisão de um
adulto responsável.
A pesquisa mostra que desigualdades sociais têm impacto
direto nos números. Segundo o levantamento, 69% das crianças
de famílias de baixa renda são expostas a tempo excessivo de tela.
Quanto menor a renda, maiores as chances de as telas
substituírem o convívio e o brincar, elementos considerados
essenciais para o desenvolvimento infantil.
Uma das coordenadoras da publicação, a professora
associada sênior da Universidade de São Paulo (USP), de Ribeirão
Preto, Maria Beatriz Linhares afirma que “o tempo excessivo de
tela na primeira infância, especialmente entre crianças de famílias
de baixa renda, revela um contexto de sobrecarga e falta de apoio
às famílias”.
O estudo ouviu 822 cuidadores de crianças de 0 a 6 anos e
revelou que 78% das crianças de 0 a 3 anos estão expostas às telas
diariamente, apesar de os responsáveis reconhecerem a
importância de impor limites.
A professora Maria Thereza Souza, do departamento de
Psicologia da Aprendizagem, do Desenvolvimento e da
Personalidade da Universidade de São Paulo (USP), diz que a
qualidade do conteúdo e o uso passivo e excessivo das telas
afetam áreas cerebrais relacionadas à linguagem, à regulação das
emoções e ao controle de impulsos.
Há também um alerta para riscos associados à exposição a
conteúdos violentos. Esse tipo de material pode reduzir a
atividade de estruturas cerebrais responsáveis pela regulação do
comportamento hostil e aumentar a ativação de áreas envolvidas
na execução de planos agressivos.
Videogames violentos e outros conteúdos desse tipo estão
associados a maior risco de comportamentos hostis,
dessensibilização à violência, ansiedade, depressão, pesadelos e
maior aceitação da violência como forma de resolução de
conflitos.
Diante desse cenário, o NCPI destaca a necessidade de
políticas públicas intersetoriais que integrem saúde, educação,
assistência social e proteção de direitos. Entre as recomendações
estão campanhas de sensibilização sobre o uso responsável das
tecnologias, formação qualificada de profissionais, fiscalização da
classificação indicativa e proteção contra conteúdos inadequados
e publicidade abusiva.
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2025-12/acesso-internet-na-primeira-infancia-mais-do-que-dobrou-desde-2015x
(adaptado).
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TEXTO PARA A QUESTÃO.
Acesso à internet na primeira infância mais do que dobrou
desde 2015
O acesso à internet na primeira infância mais que dobrou em
menos de uma década no Brasil, passando de 11%, em 2015, para
23%, em 2024. Isso inclui quase metade (44%) dos bebês de até 2
anos e 71% das crianças de 3 a 5 anos. Os dados fazem parte do
estudo Proteção à primeira infância entre telas e mídias digitais,
publicado pelo Núcleo Ciência Pela Infância (NCPI) e divulgado
recentemente.
A publicação lembra que a Sociedade Brasileira de Pediatria
não recomenda o uso de telas para menores de 2 anos. Já a
orientação para crianças entre 2 e 5 anos é que o tempo seja
limitado a até uma hora por dia, sempre com supervisão de um
adulto responsável.
A pesquisa mostra que desigualdades sociais têm impacto
direto nos números. Segundo o levantamento, 69% das crianças
de famílias de baixa renda são expostas a tempo excessivo de tela.
Quanto menor a renda, maiores as chances de as telas
substituírem o convívio e o brincar, elementos considerados
essenciais para o desenvolvimento infantil.
Uma das coordenadoras da publicação, a professora
associada sênior da Universidade de São Paulo (USP), de Ribeirão
Preto, Maria Beatriz Linhares afirma que “o tempo excessivo de
tela na primeira infância, especialmente entre crianças de famílias
de baixa renda, revela um contexto de sobrecarga e falta de apoio
às famílias”.
O estudo ouviu 822 cuidadores de crianças de 0 a 6 anos e
revelou que 78% das crianças de 0 a 3 anos estão expostas às telas
diariamente, apesar de os responsáveis reconhecerem a
importância de impor limites.
A professora Maria Thereza Souza, do departamento de
Psicologia da Aprendizagem, do Desenvolvimento e da
Personalidade da Universidade de São Paulo (USP), diz que a
qualidade do conteúdo e o uso passivo e excessivo das telas
afetam áreas cerebrais relacionadas à linguagem, à regulação das
emoções e ao controle de impulsos.
Há também um alerta para riscos associados à exposição a
conteúdos violentos. Esse tipo de material pode reduzir a
atividade de estruturas cerebrais responsáveis pela regulação do
comportamento hostil e aumentar a ativação de áreas envolvidas
na execução de planos agressivos.
Videogames violentos e outros conteúdos desse tipo estão
associados a maior risco de comportamentos hostis,
dessensibilização à violência, ansiedade, depressão, pesadelos e
maior aceitação da violência como forma de resolução de
conflitos.
Diante desse cenário, o NCPI destaca a necessidade de
políticas públicas intersetoriais que integrem saúde, educação,
assistência social e proteção de direitos. Entre as recomendações
estão campanhas de sensibilização sobre o uso responsável das
tecnologias, formação qualificada de profissionais, fiscalização da
classificação indicativa e proteção contra conteúdos inadequados
e publicidade abusiva.
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2025-12/acesso-internet-na-primeira-infancia-mais-do-que-dobrou-desde-2015x
(adaptado).
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TEXTO PARA A QUESTÃO.
Acesso à internet na primeira infância mais do que dobrou
desde 2015
O acesso à internet na primeira infância mais que dobrou em
menos de uma década no Brasil, passando de 11%, em 2015, para
23%, em 2024. Isso inclui quase metade (44%) dos bebês de até 2
anos e 71% das crianças de 3 a 5 anos. Os dados fazem parte do
estudo Proteção à primeira infância entre telas e mídias digitais,
publicado pelo Núcleo Ciência Pela Infância (NCPI) e divulgado
recentemente.
A publicação lembra que a Sociedade Brasileira de Pediatria
não recomenda o uso de telas para menores de 2 anos. Já a
orientação para crianças entre 2 e 5 anos é que o tempo seja
limitado a até uma hora por dia, sempre com supervisão de um
adulto responsável.
A pesquisa mostra que desigualdades sociais têm impacto
direto nos números. Segundo o levantamento, 69% das crianças
de famílias de baixa renda são expostas a tempo excessivo de tela.
Quanto menor a renda, maiores as chances de as telas
substituírem o convívio e o brincar, elementos considerados
essenciais para o desenvolvimento infantil.
Uma das coordenadoras da publicação, a professora
associada sênior da Universidade de São Paulo (USP), de Ribeirão
Preto, Maria Beatriz Linhares afirma que “o tempo excessivo de
tela na primeira infância, especialmente entre crianças de famílias
de baixa renda, revela um contexto de sobrecarga e falta de apoio
às famílias”.
O estudo ouviu 822 cuidadores de crianças de 0 a 6 anos e
revelou que 78% das crianças de 0 a 3 anos estão expostas às telas
diariamente, apesar de os responsáveis reconhecerem a
importância de impor limites.
A professora Maria Thereza Souza, do departamento de
Psicologia da Aprendizagem, do Desenvolvimento e da
Personalidade da Universidade de São Paulo (USP), diz que a
qualidade do conteúdo e o uso passivo e excessivo das telas
afetam áreas cerebrais relacionadas à linguagem, à regulação das
emoções e ao controle de impulsos.
Há também um alerta para riscos associados à exposição a
conteúdos violentos. Esse tipo de material pode reduzir a
atividade de estruturas cerebrais responsáveis pela regulação do
comportamento hostil e aumentar a ativação de áreas envolvidas
na execução de planos agressivos.
Videogames violentos e outros conteúdos desse tipo estão
associados a maior risco de comportamentos hostis,
dessensibilização à violência, ansiedade, depressão, pesadelos e
maior aceitação da violência como forma de resolução de
conflitos.
Diante desse cenário, o NCPI destaca a necessidade de
políticas públicas intersetoriais que integrem saúde, educação,
assistência social e proteção de direitos. Entre as recomendações
estão campanhas de sensibilização sobre o uso responsável das
tecnologias, formação qualificada de profissionais, fiscalização da
classificação indicativa e proteção contra conteúdos inadequados
e publicidade abusiva.
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2025-12/acesso-internet-na-primeira-infancia-mais-do-que-dobrou-desde-2015x
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TEXTO PARA A QUESTÃO.
Acesso à internet na primeira infância mais do que dobrou
desde 2015
O acesso à internet na primeira infância mais que dobrou em
menos de uma década no Brasil, passando de 11%, em 2015, para
23%, em 2024. Isso inclui quase metade (44%) dos bebês de até 2
anos e 71% das crianças de 3 a 5 anos. Os dados fazem parte do
estudo Proteção à primeira infância entre telas e mídias digitais,
publicado pelo Núcleo Ciência Pela Infância (NCPI) e divulgado
recentemente.
A publicação lembra que a Sociedade Brasileira de Pediatria
não recomenda o uso de telas para menores de 2 anos. Já a
orientação para crianças entre 2 e 5 anos é que o tempo seja
limitado a até uma hora por dia, sempre com supervisão de um
adulto responsável.
A pesquisa mostra que desigualdades sociais têm impacto
direto nos números. Segundo o levantamento, 69% das crianças
de famílias de baixa renda são expostas a tempo excessivo de tela.
Quanto menor a renda, maiores as chances de as telas
substituírem o convívio e o brincar, elementos considerados
essenciais para o desenvolvimento infantil.
Uma das coordenadoras da publicação, a professora
associada sênior da Universidade de São Paulo (USP), de Ribeirão
Preto, Maria Beatriz Linhares afirma que “o tempo excessivo de
tela na primeira infância, especialmente entre crianças de famílias
de baixa renda, revela um contexto de sobrecarga e falta de apoio
às famílias”.
O estudo ouviu 822 cuidadores de crianças de 0 a 6 anos e
revelou que 78% das crianças de 0 a 3 anos estão expostas às telas
diariamente, apesar de os responsáveis reconhecerem a
importância de impor limites.
A professora Maria Thereza Souza, do departamento de
Psicologia da Aprendizagem, do Desenvolvimento e da
Personalidade da Universidade de São Paulo (USP), diz que a
qualidade do conteúdo e o uso passivo e excessivo das telas
afetam áreas cerebrais relacionadas à linguagem, à regulação das
emoções e ao controle de impulsos.
Há também um alerta para riscos associados à exposição a
conteúdos violentos. Esse tipo de material pode reduzir a
atividade de estruturas cerebrais responsáveis pela regulação do
comportamento hostil e aumentar a ativação de áreas envolvidas
na execução de planos agressivos.
Videogames violentos e outros conteúdos desse tipo estão
associados a maior risco de comportamentos hostis,
dessensibilização à violência, ansiedade, depressão, pesadelos e
maior aceitação da violência como forma de resolução de
conflitos.
Diante desse cenário, o NCPI destaca a necessidade de
políticas públicas intersetoriais que integrem saúde, educação,
assistência social e proteção de direitos. Entre as recomendações
estão campanhas de sensibilização sobre o uso responsável das
tecnologias, formação qualificada de profissionais, fiscalização da
classificação indicativa e proteção contra conteúdos inadequados
e publicidade abusiva.
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2025-12/acesso-internet-na-primeira-infancia-mais-do-que-dobrou-desde-2015x
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Acesso à internet na primeira infância mais do que dobrou
desde 2015
O acesso à internet na primeira infância mais que dobrou em
menos de uma década no Brasil, passando de 11%, em 2015, para
23%, em 2024. Isso inclui quase metade (44%) dos bebês de até 2
anos e 71% das crianças de 3 a 5 anos. Os dados fazem parte do
estudo Proteção à primeira infância entre telas e mídias digitais,
publicado pelo Núcleo Ciência Pela Infância (NCPI) e divulgado
recentemente.
A publicação lembra que a Sociedade Brasileira de Pediatria
não recomenda o uso de telas para menores de 2 anos. Já a
orientação para crianças entre 2 e 5 anos é que o tempo seja
limitado a até uma hora por dia, sempre com supervisão de um
adulto responsável.
A pesquisa mostra que desigualdades sociais têm impacto
direto nos números. Segundo o levantamento, 69% das crianças
de famílias de baixa renda são expostas a tempo excessivo de tela.
Quanto menor a renda, maiores as chances de as telas
substituírem o convívio e o brincar, elementos considerados
essenciais para o desenvolvimento infantil.
Uma das coordenadoras da publicação, a professora
associada sênior da Universidade de São Paulo (USP), de Ribeirão
Preto, Maria Beatriz Linhares afirma que “o tempo excessivo de
tela na primeira infância, especialmente entre crianças de famílias
de baixa renda, revela um contexto de sobrecarga e falta de apoio
às famílias”.
O estudo ouviu 822 cuidadores de crianças de 0 a 6 anos e
revelou que 78% das crianças de 0 a 3 anos estão expostas às telas
diariamente, apesar de os responsáveis reconhecerem a
importância de impor limites.
A professora Maria Thereza Souza, do departamento de
Psicologia da Aprendizagem, do Desenvolvimento e da
Personalidade da Universidade de São Paulo (USP), diz que a
qualidade do conteúdo e o uso passivo e excessivo das telas
afetam áreas cerebrais relacionadas à linguagem, à regulação das
emoções e ao controle de impulsos.
Há também um alerta para riscos associados à exposição a
conteúdos violentos. Esse tipo de material pode reduzir a
atividade de estruturas cerebrais responsáveis pela regulação do
comportamento hostil e aumentar a ativação de áreas envolvidas
na execução de planos agressivos.
Videogames violentos e outros conteúdos desse tipo estão
associados a maior risco de comportamentos hostis,
dessensibilização à violência, ansiedade, depressão, pesadelos e
maior aceitação da violência como forma de resolução de
conflitos.
Diante desse cenário, o NCPI destaca a necessidade de
políticas públicas intersetoriais que integrem saúde, educação,
assistência social e proteção de direitos. Entre as recomendações
estão campanhas de sensibilização sobre o uso responsável das
tecnologias, formação qualificada de profissionais, fiscalização da
classificação indicativa e proteção contra conteúdos inadequados
e publicidade abusiva.
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2025-12/acesso-internet-na-primeira-infancia-mais-do-que-dobrou-desde-2015x
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