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Hábitos simples para aumentar a felicidade e o bem-estar
Por Redação Saúde em Dia
A felicidade costuma depender menos de grandes mudanças e mais de hábitos
consistentes que cabem na rotina. Pequenas atitudes repetidas com intenção podem melhorar
o humor, reduzir o estresse e fortalecer o bem-estar geral. Nem todo hábito funciona para
todas as pessoas. O importante é testar, observar o que faz sentido para sua vida e seguir com
aquilo que realmente ajuda.
Exercitar o corpo ajuda também a mente, porque a atividade física contribui para
equilibrar substâncias ligadas ao estresse e à ansiedade. Dormir bem também faz diferença, já
que o sono adequado sustenta a saúde, a função cerebral e o equilíbrio emocional. A maioria
dos adultos precisa de pelo menos sete horas por noite para manter a energia e a disposição.
Praticar gratidão é outro passo simples que pode aumentar a felicidade. Vale perceber
gestos pequenos, como um café ★ um sorriso ou a sensação de sol na pele.
Organizar um espaço por semana ajuda a mente a respirar melhor, porque o excesso
visual costuma gerar sensação de bagunça emocional. Encontrar amigos também fortalece a
felicidade, porque relações significativas sustentam a sensação de pertencimento. Não importa
a quantidade, mas a qualidade dos vínculos que você cultiva.
Passar um tempo na natureza melhora o humor e ainda pode incentivar outros hábitos
saudáveis. Um parque, uma praça ou até um quintal já ajudam a criar essa pausa reparadora.
Ajudar alguém fortalece a sensação de propósito e amplia a felicidade, mesmo em gestos
pequenos. Pode ser uma ação voluntária, um favor simples ou um elogio sincero.
Refletir sobre a própria vida uma vez por ano ajuda a entender o que ainda faz sentido.
Perguntas simples, como “estou melhor do que antes?”, já oferecem bons direcionamentos.
Reavaliar metas também fortalece a felicidade, porque pessoas mudam e objetivos antigos
podem perder valor.
Cuidar do corpo completa esse ciclo, porque saúde física e emocional caminham juntas.
Consultas de rotina, exames preventivos e acompanhamento odontológico ajudam a manter o
equilíbrio ao longo do tempo.
(Disponível em: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude-mental/habitos-simples-para-aumentar-a-felicidade-e-o-bem-estar,225ca6193ce5221f681eeb3368e9899e2pro2gkl.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
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Hábitos simples para aumentar a felicidade e o bem-estar
Por Redação Saúde em Dia
A felicidade costuma depender menos de grandes mudanças e mais de hábitos
consistentes que cabem na rotina. Pequenas atitudes repetidas com intenção podem melhorar
o humor, reduzir o estresse e fortalecer o bem-estar geral. Nem todo hábito funciona para
todas as pessoas. O importante é testar, observar o que faz sentido para sua vida e seguir com
aquilo que realmente ajuda.
Exercitar o corpo ajuda também a mente, porque a atividade física contribui para
equilibrar substâncias ligadas ao estresse e à ansiedade. Dormir bem também faz diferença, já
que o sono adequado sustenta a saúde, a função cerebral e o equilíbrio emocional. A maioria
dos adultos precisa de pelo menos sete horas por noite para manter a energia e a disposição.
Praticar gratidão é outro passo simples que pode aumentar a felicidade. Vale perceber
gestos pequenos, como um café ★ um sorriso ou a sensação de sol na pele.
Organizar um espaço por semana ajuda a mente a respirar melhor, porque o excesso
visual costuma gerar sensação de bagunça emocional. Encontrar amigos também fortalece a
felicidade, porque relações significativas sustentam a sensação de pertencimento. Não importa
a quantidade, mas a qualidade dos vínculos que você cultiva.
Passar um tempo na natureza melhora o humor e ainda pode incentivar outros hábitos
saudáveis. Um parque, uma praça ou até um quintal já ajudam a criar essa pausa reparadora.
Ajudar alguém fortalece a sensação de propósito e amplia a felicidade, mesmo em gestos
pequenos. Pode ser uma ação voluntária, um favor simples ou um elogio sincero.
Refletir sobre a própria vida uma vez por ano ajuda a entender o que ainda faz sentido.
Perguntas simples, como “estou melhor do que antes?”, já oferecem bons direcionamentos.
Reavaliar metas também fortalece a felicidade, porque pessoas mudam e objetivos antigos
podem perder valor.
Cuidar do corpo completa esse ciclo, porque saúde física e emocional caminham juntas.
Consultas de rotina, exames preventivos e acompanhamento odontológico ajudam a manter o
equilíbrio ao longo do tempo.
(Disponível em: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude-mental/habitos-simples-para-aumentar-a-felicidade-e-o-bem-estar,225ca6193ce5221f681eeb3368e9899e2pro2gkl.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
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Frutas podem exigir restrições em algumas condições de saúde
Por Isabella França
As frutas são fontes importantes de vitaminas, minerais, fibras e antioxidantes e fazem
parte de uma alimentação saudável. No entanto, o fato de serem naturais não significa que
possam ser consumidas sem limites. Elas também contêm frutose e carboidratos que podem
afetar o organismo de formas diferentes, dependendo da quantidade ingerida e da condição de
saúde de cada pessoa.
A endocrinologista Fernanda Parra explica que um dos erros mais comuns é acreditar que
toda fruta está liberada em qualquer situação. “Existe a ideia de que, por ser natural, a fruta
pode ser consumida à vontade. Mas, na prática, ela tem impacto metabólico e precisa ser
ajustada conforme cada condição de saúde”, afirma.
Quem convive com a diabetes ou apresenta resistência à insulina não precisa excluir
frutas do cardápio, mas deve controlar as porções e ter mais atenção a opções como uva,
manga, caqui, banana muito madura e frutas secas, que podem elevar a glicemia mais
rapidamente. A nutricionista Cynara Oliveira, do Hospital Santa Lúcia, em Brasília, recomenda
combinar frutas com alimentos ricos em fibras ou proteínas. “Para quem tem diabetes,
recomendo comer esses tipos de frutas com alguma fonte de fibra, como aveia e chia, ou de
proteína, como queijo, iogurte e castanhas. Assim, a absorção do açúcar torna-se mais lenta”,
orienta.
Na esteatose hepática, conhecida como gordura no fígado, o excesso de frutose pode
favorecer o acúmulo de gordura no órgão, principalmente quando há consumo frequente de
sucos naturais ou grandes quantidades de frutas ao longo do dia. Pessoas com doença renal
também podem precisar adaptar o consumo de frutas. O motivo é que os rins têm dificuldade
para eliminar o excesso de potássio, mineral presente em alimentos como banana, abacate,
melão, kiwi e água de coco.
Frutas mais ácidas, como limão, laranja, abacaxi e maracujá, podem aumentar o
desconforto em quem sofre de refluxo ou gastrite, embora a resposta varie a cada metabolismo.
“O impacto varia muito de pessoa para pessoa, mas alguns pacientes relatam piora importante
dos sintomas com frutas mais ácidas”, afirma Cynara.
Segundo as especialistas, nenhuma fruta deve ser considerada uma vilã para a população
em geral. O maior risco costuma estar no ______ e na falta de individualização da alimentação.
Mesmo frutas consideradas saudáveis podem se tornar um problema quando consumidas sem
limite. O acompanhamento nutricional é essencial para evitar picos de glicose, ganho de peso
e sobrecarga metabólica.
(Disponível em: https://www.metropoles.com/saude/frutas-restricoes-condicoes-saude – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o trecho do texto “A nutricionista Cynara Oliveira, do Hospital Santa Lúcia, em Brasília, recomenda combinar frutas com alimentos ricos em fibras ou proteínas”, qual das seguintes palavras é classificada como verbo conjugado na 3ª pessoa do singular do presente do indicativo?
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Frutas podem exigir restrições em algumas condições de saúde
Por Isabella França
As frutas são fontes importantes de vitaminas, minerais, fibras e antioxidantes e fazem
parte de uma alimentação saudável. No entanto, o fato de serem naturais não significa que
possam ser consumidas sem limites. Elas também contêm frutose e carboidratos que podem
afetar o organismo de formas diferentes, dependendo da quantidade ingerida e da condição de
saúde de cada pessoa.
A endocrinologista Fernanda Parra explica que um dos erros mais comuns é acreditar que
toda fruta está liberada em qualquer situação. “Existe a ideia de que, por ser natural, a fruta
pode ser consumida à vontade. Mas, na prática, ela tem impacto metabólico e precisa ser
ajustada conforme cada condição de saúde”, afirma.
Quem convive com a diabetes ou apresenta resistência à insulina não precisa excluir
frutas do cardápio, mas deve controlar as porções e ter mais atenção a opções como uva,
manga, caqui, banana muito madura e frutas secas, que podem elevar a glicemia mais
rapidamente. A nutricionista Cynara Oliveira, do Hospital Santa Lúcia, em Brasília, recomenda
combinar frutas com alimentos ricos em fibras ou proteínas. “Para quem tem diabetes,
recomendo comer esses tipos de frutas com alguma fonte de fibra, como aveia e chia, ou de
proteína, como queijo, iogurte e castanhas. Assim, a absorção do açúcar torna-se mais lenta”,
orienta.
Na esteatose hepática, conhecida como gordura no fígado, o excesso de frutose pode
favorecer o acúmulo de gordura no órgão, principalmente quando há consumo frequente de
sucos naturais ou grandes quantidades de frutas ao longo do dia. Pessoas com doença renal
também podem precisar adaptar o consumo de frutas. O motivo é que os rins têm dificuldade
para eliminar o excesso de potássio, mineral presente em alimentos como banana, abacate,
melão, kiwi e água de coco.
Frutas mais ácidas, como limão, laranja, abacaxi e maracujá, podem aumentar o
desconforto em quem sofre de refluxo ou gastrite, embora a resposta varie a cada metabolismo.
“O impacto varia muito de pessoa para pessoa, mas alguns pacientes relatam piora importante
dos sintomas com frutas mais ácidas”, afirma Cynara.
Segundo as especialistas, nenhuma fruta deve ser considerada uma vilã para a população
em geral. O maior risco costuma estar no ______ e na falta de individualização da alimentação.
Mesmo frutas consideradas saudáveis podem se tornar um problema quando consumidas sem
limite. O acompanhamento nutricional é essencial para evitar picos de glicose, ganho de peso
e sobrecarga metabólica.
(Disponível em: https://www.metropoles.com/saude/frutas-restricoes-condicoes-saude – texto adaptado especialmente para esta prova).
No trecho “Mesmo frutas consideradas saudáveis podem se tornar um problema quando consumidas sem limite”, retirado do texto, as palavras sublinhadas são classificadas, respectivamente, como:
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Frutas podem exigir restrições em algumas condições de saúde
Por Isabella França
As frutas são fontes importantes de vitaminas, minerais, fibras e antioxidantes e fazem
parte de uma alimentação saudável. No entanto, o fato de serem naturais não significa que
possam ser consumidas sem limites. Elas também contêm frutose e carboidratos que podem
afetar o organismo de formas diferentes, dependendo da quantidade ingerida e da condição de
saúde de cada pessoa.
A endocrinologista Fernanda Parra explica que um dos erros mais comuns é acreditar que
toda fruta está liberada em qualquer situação. “Existe a ideia de que, por ser natural, a fruta
pode ser consumida à vontade. Mas, na prática, ela tem impacto metabólico e precisa ser
ajustada conforme cada condição de saúde”, afirma.
Quem convive com a diabetes ou apresenta resistência à insulina não precisa excluir
frutas do cardápio, mas deve controlar as porções e ter mais atenção a opções como uva,
manga, caqui, banana muito madura e frutas secas, que podem elevar a glicemia mais
rapidamente. A nutricionista Cynara Oliveira, do Hospital Santa Lúcia, em Brasília, recomenda
combinar frutas com alimentos ricos em fibras ou proteínas. “Para quem tem diabetes,
recomendo comer esses tipos de frutas com alguma fonte de fibra, como aveia e chia, ou de
proteína, como queijo, iogurte e castanhas. Assim, a absorção do açúcar torna-se mais lenta”,
orienta.
Na esteatose hepática, conhecida como gordura no fígado, o excesso de frutose pode
favorecer o acúmulo de gordura no órgão, principalmente quando há consumo frequente de
sucos naturais ou grandes quantidades de frutas ao longo do dia. Pessoas com doença renal
também podem precisar adaptar o consumo de frutas. O motivo é que os rins têm dificuldade
para eliminar o excesso de potássio, mineral presente em alimentos como banana, abacate,
melão, kiwi e água de coco.
Frutas mais ácidas, como limão, laranja, abacaxi e maracujá, podem aumentar o
desconforto em quem sofre de refluxo ou gastrite, embora a resposta varie a cada metabolismo.
“O impacto varia muito de pessoa para pessoa, mas alguns pacientes relatam piora importante
dos sintomas com frutas mais ácidas”, afirma Cynara.
Segundo as especialistas, nenhuma fruta deve ser considerada uma vilã para a população
em geral. O maior risco costuma estar no ______ e na falta de individualização da alimentação.
Mesmo frutas consideradas saudáveis podem se tornar um problema quando consumidas sem
limite. O acompanhamento nutricional é essencial para evitar picos de glicose, ganho de peso
e sobrecarga metabólica.
(Disponível em: https://www.metropoles.com/saude/frutas-restricoes-condicoes-saude – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que apresenta uma palavra que pertence à mesma família de “nutricionista”.
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