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O manejo adequado dos fatores de risco cardiovasculares ao longo da terapia oncológica é essencial para a prevenção de cardiotoxicidade.
Nesse contexto, avalie as afirmativas a seguir.
I. Evidências consistentes de múltiplos ensaios clínicos comprovaram que o controle da hipertensão arterial com drogas que atuam por mecanismos neuro-hormonais é mais eficaz em prevenir cardiotoxicidade pós-quimioterapia.
II. Mesmo em pacientes oncológicos, o exercício físico deve ser recomendado como estratégia relevante na prevenção de eventos cardiovasculares.
III. Embora a dieta Mediterrânea tenha sido associada à redução do risco cardiovascular e de certas neoplasias, o seu efeito protetor pós-quimioterapia ainda não foi estudado em ensaios clínicos.
Está correto o que se afirma em
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Você atende a uma mulher de 29 anos, gestante de 24 semanas, que procurou o pronto-socorro com dor abdominal iniciada há cerca de 12 horas.
Anamnese: dor inicialmente periumbilical, migrando para o flanco direito; náuseas e dois episódios de vômitos; febre baixa; sem sangramento vaginal.
Exame físico:
PA: 110/70 mmHg; FC: 102 bpm; temperatura: 38,1 °C.
Abdome: dor à palpação no quadrante inferior direito deslocado cranialmente; defesa abdominal discreta; sinal de Blumberg positivo.
Exame obstétrico: batimentos cardíacos fetais presentes; ausência de contrações uterinas.
Exames laboratoriais: leucócitos: 16.000/mm³.
Exames de imagem:
Ultrassonografia abdominal: inconclusiva.
Ressonância magnética abdominal: apêndice espessado com diâmetro de 9 mm; edema periapendicular; pequena quantidade de líquido pericecal.
A conduta mais apropriada neste momento será
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O tratamento medicamentoso da miocardiopatia hipertrófica apresentou avanços significativos nos últimos anos. Os benefícios foram particularmente evidentes na qualidade de vida de subgrupos de pacientes com a doença.
Neste contexto, a seguinte droga representa um inibidor da miosina ATPase cardíaca potencialmente usada em pacientes sintomáticos com a forma obstrutiva da doença:
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A terapia antiplaquetária é um dos pilares do manejo das síndromes coronarianas agudas e crônicas. Além do risco de sangramento, o reconhecimento dos outros potenciais efeitos adversos destes medicamentos é fundamental para otimizar a aderência ao tratamento.
O eletrocardiograma a seguir foi observado.

Nesse contexto, o seguinte antiplaquetário pode estar associado ao desenvolvimento da complicação observada:
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Você atende a um jovem de 16 anos que procura o pronto-socorro com história de dor abdominal há 18 horas. Relata que a dor iniciou de forma difusa na região periumbilical, associada a anorexia e náuseas, migrando posteriormente para a fossa ilíaca direita, onde se tornou mais intensa e contínua. Nega episódios semelhantes prévios.
O exame físico mostrou temperatura: 37,9 ºC; frequência cardíaca: 96 bpm; abdome plano; dor localizada na fossa ilíaca direita; sinal de Blumberg positivo discreto; sinal de Rovsing positivo; ausência de massa palpável e ruídos hidroaéreos presentes.
Exames laboratoriais: leucócitos: 13.800/mm³ e PCR moderadamente elevada.
Tomografia computadorizada de abdome evidencia: apêndice vermiforme espessado (9 mm); infiltração inflamatória da gordura periapendicular; ausência de abscesso, perfuração ou coleção.
Para esse caso, a conduta terapêutica mais adequada será
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Um homem de 64 anos procura o ambulatório de cirurgia geral com queixa de tumorações inguinais bilaterais progressivas associadas a desconforto local e sensação de peso na região inguinal, há aproximadamente 2 anos.
Refere que foi submetido a herniorrafia inguinal direita há 10 anos, com técnica aberta, apresentando recidiva há cerca de três anos. Nos últimos meses percebeu também aumento de volume na região inguinal esquerda, principalmente ao esforço.
Antecedentes: obesidade (IMC 31); constipação crônica; tabagismo prévio.
Exame físico: paciente em bom estado geral; abdome flácido, sem dor à palpação; tumoração inguinal direita e esquerda, expansível ao esforço e redutível à palpação; defeitos herniários amplos palpáveis em ambos os anéis inguinais; sem sinais de encarceramento ou estrangulamento.
Considerando os princípios atuais do tratamento das hérnias da região inguinal, a conduta terapêutica mais adequada é
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Homem de 28 anos, previamente hígido, é trazido ao prontosocorro após colisão automobilística frontal em alta velocidade. Utilizava cinto de segurança.
Anamnese: dor abdominal progressiva nas últimas 2 horas; náuseas e um episódio de vômito; sem história de perda de consciência.
Exame físico (ATLS – avaliação primária): PA: 105/70 mmHg; FC: 112 bpm; FR: 24 irpm; SatO₂: 95% em ar ambiente.
Exame abdominal: equimose transversal em abdome inferior (“sinal do cinto de segurança”); dor difusa à palpação; defesa abdominal no quadrante inferior direito; ruídos hidroaéreos diminuídos.
FAST: pequena quantidade de líquido livre na pelve.
Tomografia computadorizada com contraste: moderada quantidade de líquido livre intraperitoneal; pneumoperitônio discreto; espessamento segmentar de alça ileal; pequenas bolhas de ar extraluminal no mesentério.
Durante observação nas horas seguintes, o paciente evolui com: aumento da dor abdominal; sinais de irritação peritoneal; leucocitose progressiva.
A conduta mais adequada nesse momento será
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A radioterapia torácica é amplamente utilizada para o tratamento de diversas neoplasias. Os efeitos adversos cardíacos deste tratamento devem ser reconhecidos, principalmente por influenciarem diretamente o prognóstico dos pacientes.
Neste contexto, a estrutura cardíaca mais frequentemente acometida pela radioterapia torácica é o(a)
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A dieta exerce um papel central no risco cardiovascular, sendo um dos fatores que mais influenciam no risco de eventos adversos.
Nesse contexto, avalie as afirmativas a seguir.
I. Mundialmente, os 3 principais componentes dietéticos relacionados a um maior risco de morte total e cardiovascular são: alta ingestão de sódio, baixa ingestão de grãos integrais e baixo consumo de frutas.
II. O consumo de carnes processadas está associado à redução do risco cardiovascular e de Diabetes Mellitus.
III. A substituição de gordura insaturada por gordura saturada pode reduzir o risco cardiovascular em até 30%.
Está correto o que se afirma em
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ATENÇÃO: use o enunciado a seguir para responder às duas próximas questões.
Uma mulher de 33 anos refere palpitações frequentes há vários meses. Os episódios tipicamente ocorrem após transições posturais ou associados a atividades diárias leves como subir poucos degraus de escadas. Raramente apresenta também tonteira, mas nega síncope. Em alguns episódios relata manifestações variadas de desconforto torácico, fadiga e dispneia. Nega qualquer outro sintoma, uso de medicações, tabagismo ou história familiar de cardiopatia. Relata que ingere no mínimo 2 L de água por dia.
Ao exame: Lúcida, orientada, eupneica em repouso, afebril, corada, acianótica. FC: 102 bpm em repouso, PA: 110 x 60 mmHg, SatO2: 98%. Ritmo cardíaco regular, em dois tempos, sem sopros. Restante do exame físico sem alterações.
O eletrocardiograma encontra-se a seguir.

Após a consulta inicial, a paciente foi submetida à radiografia de tórax, ecocardiograma, MAPA de 24 h e extensa investigação laboratorial, que não revelaram qualquer anormalidade associada ao quadro clínico ou ao achado do eletrocardiograma. O Holter de 24 h demonstrou o mesmo ritmo do traçado registrado na consulta, porém com episódios de taquicardia por vezes associados aos sintomas descritos. A frequência cardíaca média das 24 h foi 94 bpm.
Considerando o diagnóstico mais provável, a medicação que seria mais adequada para a paciente como terapêutica inicial, entre as opções a seguir, é
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