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Foram encontradas 4.898 questões.

1384106 Ano: 2017
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FADURPE
Orgão: CESMAC
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Os sertões, de Euclides da Cunha, foi publicado em 1902 e desde então se firmou como um dos mais importantes livros de interpretação do Brasil. Obra dividida em três partes — A Terra, O Homem e A Luta —, a obra de Euclides fixou por definitivo na imaginação dos brasileiros o sertão como um espaço geográfico seco, místico e avesso ao mundo moderno. Ainda sobre a obra de Euclides, é correto afirmar o que segue.
 

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1380405 Ano: 2017
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FADURPE
Orgão: CESMAC
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A poesia de Cecília Meireles se inscreve naquilo que muitos críticos definem como neo-simbolista. Sua obra expressa os sentimentos em imagens, norteando-os para a sombra, o indefinido, o sentimento de ausência e do nada. Por outro lado, Cecília também escreveu poemas de cunho político e histórico. Dentre as obras relacionadas abaixo, qual fala de um episódio histórico brasileiro?
 

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1373063 Ano: 2017
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FADURPE
Orgão: CESMAC
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Analise o fragmento de um poema, transcrito abaixo.
Quero que a estrofe cristalina
dobrada ao jeito,
do ourives, saia da oficina
sem um defeito:
E horas sem conta passo, mudo,
o olhar atento,
A trabalhar, longe de tudo,
o pensamento.
Porque o escrever – tanta perícia,
tanta requer,
que ofício tal... nem há notícia
de outra qualquer.
(Olavo Bilac. Poesias. São Paulo: Martin Claret, 2002.).
O poema acima se insere na produção poética do Parnasianismo. Esse período teve, como uma de suas concepções nucleares, o culto da ‘arte pela arte’, ou ‘a arte com fim em si mesma’. Tal concepção da poesia parnasiana se revela no poema acima:
 

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1372856 Ano: 2017
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FADURPE
Orgão: CESMAC
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A poesia de Jorge de Lima conheceu várias fases: parnasiana, regionalista, religiosa, social, onírica e hermética. Na sua primeira fase, ele chegou a ser considerado “Príncipe dos Poetas de Alagoas”. É dessa fase o seu livro XIV Alexandrinos (1914) e também um dos seus poemas mais conhecidos. Assinale qual:
 

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1316944 Ano: 2017
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: DSEA UERJ
Orgão: UERJ
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A QUESTÃO REFERE-SE AO CONTO “A terceira margem do rio”, do livro Primeiras Estórias, de João Guimarães Rosa.

Guimarães Rosa afirmou, em uma entrevista, que somente renovando a língua é que se pode renovar o mundo. Visando a essa renovação, recorria a neologismos e inversões pouco usuais de termos, explorando novos sentidos em seus textos.

Um exemplo dessas inversões encontra-se em:

 

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1309288 Ano: 2017
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: DSEA UERJ
Orgão: UERJ
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O poder criativo da imperfeição

Já escrevi sobre como nossas teorias científicas sobre o mundo são aproximações de uma realidade que podemos compreender apenas em parte. Nossos instrumentos de pesquisa, que tanto ampliam nossa visão de mundo, têm necessariamente limites de precisão. Não há dúvida de que Galileu, com seu telescópio, viu mais longe do que todos antes dele. Também não há dúvida de que hoje vemos muito mais longe do que Galileu poderia ter sonhado em 1610. E certamente, em cem anos, nossa visão cósmica terá sido ampliada de forma imprevisível.

No avanço do conhecimento científico, vemos um conceito que tem um papel essencial: simetria. Já desde os tempos de Platão, há a noção de que existe uma linguagem secreta da natureza, uma matemática por trás da ordem que observamos.

Platão – e, com ele, muitos matemáticos até hoje – acreditava que os conceitos matemáticos existiam em uma espécie de dimensão paralela, acessível apenas através da razão. Nesse caso, os teoremas da matemática (como o famoso teorema de Pitágoras) existem como verdades absolutas, que a mente humana, ao menos as mais aptas, pode ocasionalmente descobrir. Para os platônicos, a matemática é uma descoberta, e não uma invenção humana.

Ao menos no que diz respeito às forças que agem nas partículas fundamentais da matéria, a busca por uma teoria final da natureza é a encarnação moderna do sonho platônico de um código secreto da natureza. As teorias de unificação, como são chamadas, visam justamente a isso, formular todas as forças como manifestações de uma única, com sua simetria abrangendo as demais.

Culturalmente, é difícil não traçar uma linha entre as fés monoteístas e a busca por uma unidade da natureza nas ciências. Esse sonho, porém, é impossível de ser realizado.

Primeiro, porque nossas teorias são sempre temporárias, passíveis de ajustes e revisões futuras. Não existe uma teoria que possamos dizer final, pois nossas explicações mudam de acordo com o conhecimento acumulado que temos das coisas. Um século atrás, um elétron era algo muito diferente do que é hoje. Em cem anos, será algo muito diferente outra vez. Não podemos saber se as forças que conhecemos hoje são as únicas que existem.

Segundo, porque nossas teorias e as simetrias que detectamos nos padrões regulares da natureza são em geral aproximações. Não existe uma perfeição no mundo, apenas em nossas mentes. De fato, quando analisamos com calma as “unificações” da física, vemos que são aproximações que funcionam apenas dentro de certas condições.

O que encontramos são assimetrias, imperfeições que surgem desde as descrições das propriedades da matéria até as das moléculas que determinam a vida, as proteínas e os ácidos nucleicos (RNA e DNA). Por trás da riqueza que vemos nas formas materiais, encontramos a força criativa das imperfeições.

MARCELO GLEISER

Adaptado de Folha de São Paulo, 25/08/2013.

A QUESTÃO REFERE-SE AO CONTO “O espelho”, do livro Primeiras estorias, de João Guimarães Rosa.

Marcelo Gleiser, em “O poder criativo da imperfeição”, formula uma tese a respeito da relação entre ciência e realidade. O narrador do conto estabelece reflexões acerca do conhecimento que dialogam com essa tese.

O trecho do conto que melhor sintetiza esse diálogo é:

 

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1303785 Ano: 2017
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: URCA
Orgão: URCA
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Sobre o romance de Eça de Queirós, A Cidade e as Serras, publicado em 1901, podemos afirmar que:
 

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1216088 Ano: 2017
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FUNCERN
Orgão: IF-RN

Considere os dois poemas:

enunciado 1216088-1

Em relação aos poemas, é correto afirmar:

 

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1216087 Ano: 2017
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FUNCERN
Orgão: IF-RN

Considere os excertos:

(I)

[...] no Brasil, contribuiu de maneira importante pelo fato de ter dado posição privilegiada ao meio e à raça como forças determinantes. Ora, meio e raça eram conceitos que correspondiam a problemas reais e a obsessões profundas, pesando nas concepções dos intelectuais e constituindo uma força impositiva em virtude das teorias científicas do momento [...].

Fonte: CANDIDO, A. O discurso e a cidade. São Paulo: Duas Cidades, 1993. p. 152.

(II)

[...] o homem ocidental não mais se conformava em abrir mão das virtualidades da vida terrena que o humanismo [...] e o alargamento espacial da Terra lhe revelaram. Por isso, o conflito entre o ideal de fuga e renúncia do mundo e as atrações e solicitações terrenas. Diante do dilema, em vez da impossível destruição, tentou a conciliação, a incorporação, a absorção.

Fonte: COUTINHO, A. Introdução à literatura no Brasil. Rio de Janeiro: Editora Bertrand Brasil, 1990. p. 99.

(III)

[...] A interação familiar, a educação da infância, as relações homem-mulher e homem-paisagem, a vida em sociedade, as instituições políticas e religiosas, tudo vai mudando de imagem e de significado no nível da consciência. Estilhaça-se o espelho em que esta reflete e prolonga a cultura recebida. E os cacos, ainda não rejuntados por uma nova ideologia explícita, vão-se dispondo em mosaico quando os apanha o andamento de uma prosa solta, rápida, impressionista.

Fonte: BOSI, A. Céu, inferno. São Paulo: Duas Cidades, 2010. p. 212-213.

(IV)

A fluência ardorosa do tempo, o gosto pelo nebuloso e antigo, a busca de consolidação da identidade nacional, o rosto pátrio, a afirmação de seus primeiros habitantes, [...], o uso da canção de verso breve, o folhetim, a comédia, certa tendência declamatória e a exploração fremente do sentimento sobre a razão.

Fonte: NEJAR, C. História da literatura brasileira: da carta de Caminha aos contemporâneos. São Paulo: Leya, 2011. p. 93.

Tendo em vista os estilos de época da literatura brasileira, os excertos destacados abordam, respectivamente,

 

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1216086 Ano: 2017
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FUNCERN
Orgão: IF-RN

Transpuseram a prosa formal, inovaram a ficção, dominaram a força dos gêneros, reformularam a sintaxe e poetizaram o romance brasileiro.

Trata-se dos escritores

 

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