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Foram encontradas 4.898 questões.

1037825 Ano: 2017
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: DSEA UERJ
Orgão: UERJ
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A questão refere-se ao Romance A Hora da Estrela, de Clarice Lispector.

enunciado 2053542-1

Quando o narrador do romance afirma que a história é verdadeira embora inventada, ele faz alusão a um conceito importante em literatura.

Esse conceito é denominado:

 

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1030588 Ano: 2017
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
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Leia o trecho do conto “Pai contra mãe”, de Machado de Assis (1839-1908),
A escravidão levou consigo ofícios e aparelhos, como terá sucedido a outras instituições sociais. Não cito alguns aparelhos senão por se ligarem a certo ofício. Um deles era o ferro ao pescoço, outro o ferro ao pé; havia também a máscara de folha de flandres. A máscara fazia perder o vício da embriaguez aos escravos, por lhes tapar a boca. Tinha só três buracos, dois para ver, um para respirar, e era fechada atrás da cabeça por um cadeado. Com o vício de beber, perdiam a tentação de furtar, porque geralmente era dos vinténs do senhor que eles tiravam com que matar a sede, e aí ficavam dois pecados extintos, e a sobriedade e a honestidade certas. Era grotesca tal máscara, mas a ordem social e humana nem sempre se alcança sem o grotesco, e alguma vez o cruel. Os funileiros as tinham penduradas, à venda, na porta das lojas. Mas não cuidemos de máscaras.
O ferro ao pescoço era aplicado aos escravos fujões. Imaginai uma coleira grossa, com a haste grossa também, à direita ou à esquerda, até ao alto da cabeça e fechada atrás com chave. Pesava, naturalmente, mas era menos castigo que sinal. Escravo que fugia assim, onde quer que andasse, mostrava um reincidente, e com pouco era pegado.
Há meio século, os escravos fugiam com frequência. Eram muitos, e nem todos gostavam da escravidão. Sucedia ocasionalmente apanharem pancada, e nem todos gostavam de apanhar pancada. Grande parte era apenas repreendida; havia alguém de casa que servia de padrinho, e o mesmo dono não era mau; além disso, o sentimento da propriedade moderava a ação, porque dinheiro também dói. A fuga repetia-se, entretanto. Casos houve, ainda que raros, em que o escravo de contrabando, apenas comprado no Valongo, deitava a correr, sem conhecer as ruas da cidade. Dos que seguiam para casa, não raro, apenas ladinos, pediam ao senhor que lhes marcasse aluguel, e iam ganhá-lo fora, quitandando.
Quem perdia um escravo por fuga dava algum dinheiro a quem lho levasse. Punha anúncios nas folhas públicas, com os sinais do fugido, o nome, a roupa, o defeito físico, se o tinha, o bairro por onde andava e a quantia de gratificação. Quando não vinha a quantia, vinha promessa: “gratificar-se-á generosamente” – ou “receberá uma boa gratificação”. Muita vez o anúncio trazia em cima ou ao lado uma vinheta, figura de preto, descalço, correndo, vara ao ombro, e na ponta uma trouxa. Protestava-se com todo o rigor da lei contra quem o acoitasse.
Ora, pegar escravos fugidios era um ofício do tempo. Não seria nobre, mas por ser instrumento da força com que se mantêm a lei e a propriedade, trazia esta outra nobreza implícita das ações reivindicadoras. Ninguém se metia em tal ofício por desfastio ou estudo; a pobreza, a necessidade de uma achega, a inaptidão para outros trabalhos, o acaso, e alguma vez o gosto de servir também, ainda que por outra via, davam o impulso ao homem que se sentia bastante rijo para pôr ordem à desordem.
(Contos: uma antologia, 1998.)
O leitor é figura recorrente e fundamental na prosa machadiana. Verifica-se a inclusão do leitor na narrativa no seguinte trecho:
 

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1020673 Ano: 2017
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: DSEA UERJ
Orgão: UERJ
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A questão refere-se ao Romance A Hora da Estrela, de Clarice Lispector.

enunciado 2052778-1

Vejo a nordestina se olhando ao espelho e – um rufar de tambor – no espelho aparece o meu rosto cansado e barbudo.

Com essa frase, o narrador manifesta pela protagonista o sentimento de:

 

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1014656 Ano: 2017
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FUNTEF
Orgão: IF-PR
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Leia os dois textos a seguir.

Texto I

Uns nasceram para cantar, outros para dançar, outros nasceram simplesmente para serem outros. Eu nasci para estar calado. Minha única vocação é o silencio. Foi meu pai que me explicou: tenho inclinação para não falar, um talento para apurar silêncios. Escrevo bem, silêncios, no plural. Sim, porque não há um único silêncio. E todo o silêncio é música em estado de gravidez. (Mia Couto)

Texto II

Não te abras com teu amigo
Que ele um outro amigo tem
E o amigo do teu amigo
Possui amigos também... (Mário Quintana)

Analise as afirmações:

I) Os textos I e II são poesias.
II) Os textos I e II estão escritos, respectivamente, em prosa e em verso.
III) A poesia, necessariamente, tem rima e ritmo, o que só se vê no texto II.
IV) Apenas o texto I pertence ao gênero lírico, pois a linguagem é marcada pela subjetividade.
V) O texto II é um poema.

A alternativa que reúne apenas itens corretos é:

 

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1014526 Ano: 2017
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: AOCP
Orgão: UNCISAL
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“A Semana de Arte Moderna “foi ao mesmo tempo, o ponto de encontro das várias tendências modernas que desde a I Guerra se vinham firmando em São Paulo e no Rio, e a plataforma que permitiu a consolidação de grupos, a publicação de livros revistas e manifestos, numa palavra, o seu desdobrar-se em viva realidade cultural. […] Paralelamente às obras e nascendo com o desejo de explicá-las e justificálas, os modernistas fundavam revistas e iam delimitando os subgrupos, de início apenas estéticos, mas logo portadores de matizes ideológicos mais ou menos precisos.”

BOSI, Alfredo. História concisa da literatura brasileira. São Paulo: Cultrix, 1994, p. 383.

Considerando o trecho de Alfredo Bosi, é correto afirmar que, dentre as estéticas que se articularam ao Modernismo, NÃO se enquadra a

 

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1014480 Ano: 2017
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
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A veia satírica do poeta português Manuel Maria de Barbosa du Bocage (1765-1805) está bem exemplificada nos seguintes versos:

 

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1014441 Ano: 2017
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
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A poesia dos antigos era a da posse, a dos novos é a da saudade (e anseio); aquela se ergue, firme, no chão do presente; esta oscila entre recordação e pressentimento. O ideal grego era a concórdia e o equilíbrio perfeitos de todas as forças; a harmonia natural. Os novos, porém, adquiriram a consciência da fragmentação interna que torna impossível este ideal; por isso, a sua poesia aspira a reconciliar os dois mundos em que se sentem divididos, o espiritual e o sensível, fundindo-os de um modo indissolúvel. Os antigos solucionam a sua tarefa, chegando à perfeição; os novos só pela aproximação podem satisfazer o seu anseio do infinito.
(August Schlegel apud Anatol Rosenfeld. Texto/Contexto I, 1996. Adaptado.)
Os “novos” a que se refere o escritor alemão August Schlegel são os poetas
 

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1014395 Ano: 2017
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: SAP-SP

Leia os itens e, quanto aos autores - obras, assinale a alternativa correta.


I - Marília de Dirceu (Tomás Antônio Gonzaga)

II - A Moreninha (Joaquim Manuel de Macedo)

III - O Ateneu (Raul Pompeia)

IV - Broquéis (Cruz e Sousa)

V - Sagarana (João Cabral de Melo Neto)

 

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1014394 Ano: 2017
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: SAP-SP
Assinale a alternativa onde há apenas representantes do Romantismo Brasileiro.
 

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1014393 Ano: 2017
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: SAP-SP

Sobre Simbolismo, leia os itens e assinale a alternativa correta.


I - Os simbolistas propuseram que a poesia não é somente emoção, amor, mas a tomada de consciência desta emoção; que a atitude poética não é unicamente afetiva, mas ao mesmo tempo afetiva e cognitiva.

II - Na busca do “eu profundo”, os simbolistas iniciam uma viagem interior de imprevisíveis resultados, ultrapassando os níveis de razoabilidade em que, afinal de contas, se colocavam os românticos, mesmo os mais extremados e radicais.

III - Negação do positivismo, do cientificismo, do materialismo e das estéticas neles fundamentadas, o Realismo, o Naturalismo e o Parnasianismo.

IV - Os clichês mais utilizados pelo Simbolismo são: fugere urbem (fugir da cidade, repulsa à intranquilidade da vida urbana); locus amoenus (lugar ameno, busca da serenidade do mundo campestre); inutila truncat (cortar o inútil).

 

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