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Foram encontradas 5.028 questões.

Leia as características a seguir e assinale o período literário correspondente. Nacionalismo, revisão crítica de nosso passado histórico-cultural, valorização de temas ligados ao cotidiano, ironia, humor, piada, irreverência, versos livres, palavras em liberdade, síntese na linguagem, fragmentação, flashes cinematográficos, elemento-surpresa, livre associação de ideias, busca de uma língua brasileira, mais popular e coloquial; pontuação relativa.
 

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Coloque V (verdadeiro) ou F (falso) nas afirmativas a seguir e assinale a alternativa correta:
( ) Buscando exprimir o “eu profundo”, as realidades vagas e complexas do inconsciente, os simbolistas propõem uma “gramática psicológica”, baseada em neologismo e metáfora inesperada. A poesia é vaga, imprecisa e nebulosa, sugerindo mundos que escapam ao controle da lógica e da razão. ( ) O homem do Barroco foi marcado por impulsos contraditórios. Claro que sua produção artística haveria de ter como traço fundamental o culto do contraste, do conflito e da contradição, que se expressa, na literatura, pela frequência das antíteses e paradoxos; na pintura, pelo jogo de massas e pelo contraste claro / escuro; na escultura, pelo exagero do alto / baixo relevo, como se vê nos profetas de Aleijadinho, com os queixos pontiagudos e as órbitas oculares exageradamente côncavas; na música, pela presença do canto / contracanto, do contraponto e da fuga. ( ) Parnasianismo é a denominação que recebe o movimento artístico do Século XVIII. Caracteriza-se pelo restabelecimento do equilíbrio clássico, define-se como uma reação ao rebuscamento, à ornamentação exagerada, é uma volta à simplicidade e à clareza, orientadas no sentido da razão, da verdade e da natureza, que se tornam as molas mestras da criação. ( ) No Pré-modernismo, a imposição do eu do artista à realidade opera-se de modo radical. Assim, a função emotiva ou expressiva da linguagem, centrada no emissor, é predominante. A realidade é captada pelo prisma pessoal do poeta. ( ) O Realismo, o Naturalismo e o Parnasianismo são as correntes artísticas mais expressivas da segunda metade do Século XIX até o limiar do Século XX. Refletem, no plano artístico, a consolidação da burguesia e seu fortalecimento, enquanto classe detentora do poder, em função do triunfo definitivo do capital industrial sobre o capital de comércio e da implementação do capitalismo avançado e sua expansão às áreas periféricas do sistema mundial, América, África e Ásia.
 

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315492 Ano: 2018
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: ATENA
Orgão: Pref. Presidente Getúlio-SC
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A partir do Romantismo, nossa Literatura emancipou-se, alcançou sua autonomia e criou manifestações literárias próprias. Assinale, abaixo, o único autor que representa a geração do Romantismo.
 

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273767 Ano: 2018
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: AJURI
Orgão: Desenvolve-RR
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Texto II: O Caderno (Toquinho) – Questões 06 a 10.


Sou eu que vou seguir você

Do primeiro rabisco até o be-a-bá.

Em todos os desenhos coloridos vou estar:

A casa, a montanha, duas nuvens no céu

E um sol a sorrir no papel.

Sou eu que vou ser seu colega,

Seus problemas ajudar a resolver.

Te acompanhar nas provas bimestrais,

Você vai ver.

Serei sempre seu confidente fiel,

Se seu pranto molhar meu papel.

Sou eu que vou ser seu amigo

Vou lhe dar abrigo, se você quiser,

Quando surgirem seus primeiros raios de

mulher.

A vida se abrirá num feroz carrossel

E você vai rasgar meu papel.

O que está escrito em mim

Comigo ficará guardado,

Se lhe dá prazer.

A vida segue sempre em frente,

O que se há de fazer?

Só peço a você um favor, se puder:

Não me esqueça num canto qualquer.

Pode-se afirmar que a primeira estrofe é um período composto com:

 

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273643 Ano: 2018
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: AJURI
Orgão: Desenvolve-RR
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Texto II: O Caderno (Toquinho) – Questões 06 a 10.


Sou eu que vou seguir você

Do primeiro rabisco até o be-a-bá.

Em todos os desenhos coloridos vou estar:

A casa, a montanha, duas nuvens no céu

E um sol a sorrir no papel.

Sou eu que vou ser seu colega,

Seus problemas ajudar a resolver.

Te acompanhar nas provas bimestrais,

Você vai ver.

Serei sempre seu confidente fiel,

Se seu pranto molhar meu papel.

Sou eu que vou ser seu amigo

Vou lhe dar abrigo, se você quiser,

Quando surgirem seus primeiros raios de

mulher.

A vida se abrirá num feroz carrossel

E você vai rasgar meu papel.

O que está escrito em mim

Comigo ficará guardado,

Se lhe dá prazer.

A vida segue sempre em frente,

O que se há de fazer?

Só peço a você um favor, se puder:

Não me esqueça num canto qualquer.

Pode-se afirmar que essa letra de música é um poema narrativo:

 

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221100 Ano: 2018
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Col. Pedro II
Orgão: Col. Pedro II
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TEXTO IV

A educação pela pedra

Uma educação pela pedra: por lições;

para aprender da pedra, frequentá-la;

captar sua voz inenfática, impessoal

(pela de dicção ela começa as aulas).

A lição de moral, sua resistência fria

ao que flui e a fluir, a ser maleada;

a de poética, sua carnadura concreta;

a de economia, seu adensar-se compacta:

lições da pedra (de fora para dentro,

cartilha muda), para quem soletrá-la.

Outra educação pela pedra: no Sertão

(de dentro para fora, e pré-didática).

No Sertão a pedra não sabe lecionar,

e se lecionasse, não ensinaria nada;

lá não se aprende a pedra: lá a pedra,

uma pedra de nascença, entranha a alma.

MELLO NETO, João Cabral de. Poesias completas. Rio de Janeiro: José Olympio, 1979, p. 11.

O poeta João Cabral de Melo Neto está inserido, segundo a crítica literária tradicional, na terceira geração modernista.

As principais características do projeto literário dessa geração são,

 

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TEXTO I
Quartetos
Como nos tempos d’antanho já dis: merci beaucoup obrigado a ti, Poesia, mil vezes obrigado porque posso carregar fantasmas a tiracolo E dizer: eu tenho o mundo.
Na verdade, o tempo e a miséria eu tenho e a mágoa de ter nascido ó minha mãe! Quantas vezes, meu Deus, desci aos infernos para tirar de lá apenas um poema e nada mais...
Nos pensamentos enormes somente o voo do pássaro é que importa mas eu bendigo a dor de ter sofrido para colher a rosa da esperança, a tênue rosa
O poetas do romantismo vós vos matáveis por amor porém nós, poetas do modernismo, temos amor e não nos matamos.
Se me perguntassem (quem ousaria?) qual o maior poeta do mundo o que sofreu na carne a dor da poesia responderia apenas: infelizmente, eu!
Que dissolução nos sentidos à hora morta do sono sem remédio. O verso é como o acalanto mas a criança não dorme há muitos anos...
E dormir é viver, é sonhar e desperta quem há de achar a palavra – a simples palavra (Mulher) e o que engrandece?
( Antônio Girão Barroso Rev. Acad. Cear. Let. N° 35 – 1971)
Quanto a estrutura do poema, naquilo que representa os aspectos melódicos podemos dizer que apresenta:
Questão Anulada

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TEXTO I
Quartetos
Como nos tempos d’antanho já dis: merci beaucoup obrigado a ti, Poesia, mil vezes obrigado porque posso carregar fantasmas a tiracolo E dizer: eu tenho o mundo.
Na verdade, o tempo e a miséria eu tenho e a mágoa de ter nascido ó minha mãe! Quantas vezes, meu Deus, desci aos infernos para tirar de lá apenas um poema e nada mais...
Nos pensamentos enormes somente o voo do pássaro é que importa mas eu bendigo a dor de ter sofrido para colher a rosa da esperança, a tênue rosa
O poetas do romantismo vós vos matáveis por amor porém nós, poetas do modernismo, temos amor e não nos matamos.
Se me perguntassem (quem ousaria?) qual o maior poeta do mundo o que sofreu na carne a dor da poesia responderia apenas: infelizmente, eu!
Que dissolução nos sentidos à hora morta do sono sem remédio. O verso é como o acalanto mas a criança não dorme há muitos anos...
E dormir é viver, é sonhar e desperta quem há de achar a palavra – a simples palavra (Mulher) e o que engrandece?
( Antônio Girão Barroso Rev. Acad. Cear. Let. N° 35 – 1971)
Todo tipo de discurso traz, mesmo sem intencionalidade, um diálogo com outros discursos já produzidos. Em se tratando de texto poético, este recurso é bastante utilizado. Quando o eu lírico fala que desceu aos infernos (terceiro verso, segunda estrofe), há uma referência ao escritor clássico...
Questão Anulada

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1474107 Ano: 2018
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FADURPE
Orgão: CESMAC
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Jorge de Lima foi um poeta importante no contexto da segunda geração dos modernistas. Como Castro Alves, tematizou e condenou problemas da vida social da época. Vejamos alguns versos de um de seus poemas mais conhecidos, que tem como título - Pai João.
Pai João secou como um pau sem raiz./
Fez brotar do chão a esmeralda,
Das folhas – café, cana, algodão.
Pai João cavou mais esmeraldas que Pais Leme.
A pele de Pai João ficou na ponta dos chicotes.
A força de pai João ficou no cabo/da enxada e da foice.
1) Nesses poucos versos, pode-se identificar alusões históricas ao trabalho do negro escravizado.
2) Há ainda referências à contribuição da população negra na produção de produtos agrícolas.
3) O primeiro verso pode ser questionado, pois o legado do negro está presente, de muitas formas, na cultura brasileira.
4) O primeiro verso, ainda, pode ser entendido como uma referência ao fato de o negro escravizado não ter tido a posse da terra que cultivava.
5) Há sinais da filiação de Jorge de Lima ao Parnasianismo, como métrica e rimas visivelmente regulares.
Estão corretas:
Questão Anulada

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3480839 Ano: 2017
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: UFRR
Orgão: UFRR
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TEXTO III

"Caía então luz de chapa sobre ela, iluminando-lhe o rosto, parte do colo e da cabeça, coberta por um lenço vermelho atado por trás da nuca.

Apesar de bastante descorada e um tanto magra, era Inocência de beleza deslumbrante.

Do seu rosto irradiava singela expressão de encantadora ingenuidade, realçada pela meiguice do olhar sereno que, a custo, parecia coar por entre os cílios sedosos a franjar-lhe as pálpebras, e compridos a ponto de projetarem sombras nas mimosas faces.

Era o nariz fino, um bocadinho arqueado; a boca pequena, e o queixo admiravelmente torneado.

Ao erguer a cabeça para tirar o braço de sob o lençol, descera um nada a camisinha de crivo que vestia, deixando nu um colo de fascinadora alvura, em que ressaltava um ou outro sinal de nascença."

TAUNAY, Visconde de. Inocência. São Paulo: DCL, 2013.

Sobre a figura feminina na visão do Romantismo, e sobre o enredo do romance Inocência, só NÃO se pode afirmar que:

 

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