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As imagens abaixo são exemplos da transformação da significação a depender da expressão não manual.

São possíveis significações das imagens, respectivamente:
| I | II | III | IV |
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Para alguns autores, os termos tradução e interpretação se complementam e, em certa medida, remetem à mesma tarefa: versar conteúdos de uma dada língua para outra, buscando trazer neste processo os sentidos pretendidos, sem que eles se percam ou sejam distorcidos no percurso.
(LACERDA, 2017, p. 14)
Contudo, os pesquisadores dos Estudos da Tradução e da Interpretação reconhecem a diferença na atividade de traduzir e de interpretar. Uma importante diferença entre as atividades de tradução e de interpretação é:
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Em 1857 foi fundada por Hernest Huet uma importante instituição para a educação de surdos que resiste até hoje. Essa instituição nos dias de hoje chama-se
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Como é amplamente sabido, no ano de 1880 ocorreu o famoso Congresso de Milão, um marco triste, porém importante na história da educação de surdos. O Congresso opta pela adoção do método oralista de ensino, em detrimento das línguas de sinais. Essa decisão, concernente à área educacional, repercute em outros aspectos da vida cotidiana das pessoas surdas. Atualmente no Brasil, principalmente após o reconhecimento legal da libras como língua, estão sendo superados os estragos do Congresso de Milão; no entanto, para aqueles que integram a comunidade surda é fácil perceber que ele ainda reverbera em atitudes paternalistas, assistencialistas e na desvalorização da libras.
Uma possível repercussão do Congresso de Milão é:
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Considere as seguintes citações:
I. [...] não é só de sujeitos surdos, há também sujeitos ouvintes − membros de família, intérpretes, professores, amigos e outros − que participam e compartilham os mesmos interesses em comum em uma determinada localização. [...] Em que lugares? Geralmente em associações de surdos, federações de surdos, igrejas e outros. (STROBEL, 2008, p. 29)
II. [...] estamos nos referindo aos sujeitos surdos que não habitam no mesmo local, mas que estão ligados por uma origem, por um código ético de formação visual, independente do grau de evolução linguística, tais como a língua de sinais, a cultura surda e quaisquer outros laços. (STROBEL, 2008, p. 29)
III. Em sua forma oposicional ao surdo, o ouvinte estabelece uma relação de poder, de dominação em graus variados, em que predomina a hegemonia por meio do discurso e do saber. (PERLIN, 2016, p. 59)
Os conceitos de que trata cada uma das citações são, respectivamente:
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As duas situações a seguir ocorrem em escolas por todo o Brasil e ilustram duas metodologias diferentes que a educação de pessoas surdas pode assumir.
I. A professora entra na sala de aula, encontra seus alunos já sentados, com as carteiras arranjadas em semicírculo, os cumprimenta e inicia sua aula. Toda a comunicação – seja entre os alunos, seja entre a professora e os alunos − se dá através da libras, independente do componente curricular em questão.
II. A professora entra na sala, encontra os alunos já acomodados em suas carteiras, que estão arranjadas em fileiras. Na frente da sala há uma intérprete de libras. A aula começa em português falado, e quando um dos alunos surdos presente na turma deseja participar, o faz por meio da intérprete de libras.
Corresponde às duas situações, respectivamente, educação
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A história da educação de surdos foi marcada por diferentes momentos e correntes, entre elas o oralismo, a comunicação total e o bilinguismo. Com relação ao oralismo é correto afirmar que
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Sabemos que é pela linguagem que o ser humano é colocado no mundo e aprende a se comunicar, a pensar e a se organizar interiormente e muitas são as formas de se perceber e de se compreender o que é necessário para que o desenvolvimento da linguagem da criança surda aconteça de forma íntegra. Dessa forma, um desafio é encontrado por educadores: o de como propiciar a aquisição da libras da melhor forma possível, uma vez que crianças surdas são, na maioria das vezes, filhas de pais ouvintes que nunca ouviram falar da língua de sinais.
(MOURA, 2014)
Considerando a libras como língua natural das crianças surdas, a estratégia defendida por pesquisadores e educadores para aquisição de linguagem é a de que a criança surda deve
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A intenção de que as crianças surdas sejam, em um hipotético futuro, adultos ouvintes, originou um doloroso jogo de ficção nas identificações e nas identidades surdas. Nesse jogo os surdos acabam, finalmente, sendo catalogados não apenas como não ouvintes, mas como autistas, psicóticos, deficientes mentais, afásicos e esquizofrênicos. Esses estereótipos sobre os surdos não podem ser considerados inocentes e, seguindo a concepção de Stam e Shohat (1995), contêm formas opressivas, que permitem um controle social eficaz e determinam, exatamente, uma devastação psíquica sistemática dos surdos.
(SKLIAR, 2016, p. 21)
Para Skliar (2016), pode-se relacionar a visão clinicopatológica ao conceito de ouvintismo, que já foi discutido por muitos outros pesquisadores. O ouvintismo é
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A intenção de que as crianças surdas sejam, em um hipotético futuro, adultos ouvintes, originou um doloroso jogo de ficção nas identificações e nas identidades surdas. Nesse jogo os surdos acabam, finalmente, sendo catalogados não apenas como não ouvintes, mas como autistas, psicóticos, deficientes mentais, afásicos e esquizofrênicos. Esses estereótipos sobre os surdos não podem ser considerados inocentes e, seguindo a concepção de Stam e Shohat (1995), contêm formas opressivas, que permitem um controle social eficaz e determinam, exatamente, uma devastação psíquica sistemática dos surdos.
(SKLIAR, 2016, p. 21)
Segundo Skliar (2016), existem diferentes representações da surdez, dentre elas: a visão clínico patológica e a visão socioantropológica. Essas representações não podem ser entendidas como modelos engessados sobre a surdez, mas apresentam diferenças de observação do sujeito surdo. A principal diferença entre essas duas representações é:
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