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Sobre a formação e atuação de docentes e instrutores de libras, de acordo com o Decreto no 5.626 de 2005, é correto afirmar:
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Segundo a Lei nº 12.319 de 2010, que regulamenta a profissão de Tradutor e Intérprete de Língua Brasileira de Sinais (Libras), NÃO é atribuição do tradutor e intérprete de libras, no exercício de suas competências,
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O Decreto no 5.626 de 2005 − que regulamenta a Lei nº 10.436 de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais − apresenta os termos “pessoa surda” e “deficiência auditiva”, cujo tratamento dado pela legislação encontra-se em:
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De acordo com a Lei nº 10.436/2002, a libras é
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A Lei nº 10.436 de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais (libras) e dá outras providências, apresenta-se como um marco legal importante na comunidade surda porque
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Considere a figura a seguir:

Segundo o Código Matemático Unificado para a Língua Portuguesa (CMU), a figura representa um
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Considere as imagens abaixo.

(Adaptado de: QUADROS, R.M. e KARNOPP, L.B. Língua de sinais brasileira: estudos linguísticos. Porto Alegre: Artmed, 2004, pp. 178-179)
As sentenças abaixo estão representadas em libras como construções com foco. Ou seja, envolvem construções duplas em que o elemento duplicado ocupa a posição final.
a. Eu perdi o livro.
b. Quem gosta de gato?
c. Eu não vou (a algum lugar).
d. Amanhã, ele comprará o carro.
Está correta a relação entre as imagens e as traduções, respectivamente, em:
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Sobre as construções de sentenças negativas na libras,
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Santiago (2012) refere-se ao termo “estratégia”, muito utilizado em discursos que versam sobre tradução ou interpretação. A pesquisadora volta à origem bélica da palavra e recorre a Sun Tzu para estabelecer uma comparação entre o proposto pelo escritor e a realidade da tradução/interpretação.
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Princípios Fundamentais |
Na Guerra |
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I. Do campo de batalha |
Conhecer o campo de batalha; lugares para atacar e para refugiar-se. |
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II. Da concentração das forças |
O estado de suas tropas; as tropas devem saber que estão treinadas; ficar em |
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III. Das forças diretas e indiretas |
Gestão das contingências, saber o que temer ou esperar; controle do inimigo. |
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Na tradução/interpretação |
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1. gestão do inesperado; o fantasma da intradutibilidade; a relação com “o outro”. |
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2. preparação; organização dos recursos linguísticos; a cada novo enunciado uma nova tradução. |
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3. entender as condições, o contexto da tradução/interpretação. |
A alternativa que relaciona corretamente as duas tabelas é:
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Considere as duas situações abaixo.
Ana é ouvinte, filha de um casal de surdos usuários de libras, cresceu fazendo parte da comunidade surda e atualmente, com 25 anos de idade, trabalha como intérprete de libras de uma grande empresa de tradução e interpretação de libras. Ana se formou no ensino médio, mas não prosseguiu seus estudos. A empresa para a qual Ana trabalha presta serviços para inúmeros setores, fornecendo intérpretes de libras para eventos, reuniões de negócios, cursos, eventos culturais e artísticos ou qualquer outro contexto que surgir. Hoje Ana foi enviada a um centro de eventos para interpretar uma palestra sobre Etnografia dos Povos Originários da América Latina.
Malu também é ouvinte, tem 27 anos e é advogada. Depois de conhecer um moço surdo na balada há menos de um mês, se interessou em aprender libras e se matriculou em um curso com aulas uma vez por semana e, sempre que pode, aprece nos eventos organizados pela comunidade surda. Malu agora tem alguns conhecidos surdos, um deles pediu para que ela o acompanhasse a uma audiência de conciliação numa Vara da Justiça Federal para interpretar. Malu aceitou.
Nenhuma das situações apresentadas é ideal, apesar de serem recorrentes.
Com as informações sobre Ana e Malu e sobre os contextos em que irão interpretar, é correto afirmar:
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