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Na Língua Brasileira de Sinais, o léxico, que é o sinal, é formado por unidades mínimas icônicas. Estas unidades mínimas são:
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Sobre os aspectos morfológicos da língua de sinais, a respeito do processo de formação e composição linguística, é correto afirmar que:
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Na Libras, o conjunto de pronomes pessoais se distingue em três pessoas (primeira, segunda e terceira) e em três números (singular, dual e múltiplo/mais de dois). Na questão pronominal da língua de sinais, é correto afirmar que:
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Existia um consenso de que a Libras é o português feito com as mãos e os sinais suprem cada palavra falada, acompanhando sempre a mesma estrutura da fala em português. Porém, sabe-se que a Libras possui uma estrutura gramatical própria, muitas vezes diferente da Língua Portuguesa. Sobre os aspectos linguísticos da língua de sinais, pode-se considerar:
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No processo morfológico de composição e formação dos sinais na Libras, existe um fenômeno observado de palavras que são tomadas por meio de empréstimo linguístico através da soletração, e seguem mudanças formativas, tornando-se itens lexicais da própria LIBRAS. Um caso típico que pode ser apontado como exemplo é o sinal “nunca”. Esta palavra era soletrada através do alfabeto manual, mas evoluiu ao ponto de ser apenas um movimento de mão, conforme representação da figura abaixo:

Fonte da imagem: http:/Avww.librasgerais.com.br/materiaisinclusivos/ downloads/libras-contexto-estudantped.f
Denomina-se esse tipo de sinalização em Libras como sinal:
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Na Língua Brasileira de Sinais, existe um conjunto de signos que representam as letras do alfabeto, denominado como “Alfabeto Manual”. Este recurso é utilizado para soletração de nomes próprios ou termos que não apresentem um sinal correspondente na Libras, ou quando se desconhece um referido sinal. Ao soletrar as palavras através do alfabeto manual, dá-se o nome a esse recurso de:
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Os tradutores de Libras convertem, por exemplo, conteúdos de livros e documentos do português para a Língua Brasileira de Sinais. Já o intérprete está envolvido nas línguas sinalizadas ou faladas, ou seja, nas modalidades visual-espacial ou oral-auditiva. O ato de interpretar:
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Uma grande conquista da comunidade surda brasileira e considerada como um marco histórico, a Lei nº 10436, de 24 de abril de 2002, que reconhece como meio legal de comunicação e expressão a Língua Brasileira de Sinais - Libras e outros recursos de expressão a ela associados, dispõe, em seu Parágrafo único, que a Língua Brasileira de Sinais:
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Compreendendo os surdos como sujeitos que transitam em diferentes contextos de uma identidade comunitária, Perlin critica o saber ouvintista, isto é, o saber ouvinte em relação aos direitos e demais aspectos da vida dos surdos e ressalta as múltiplas identidades surdas: híbridas, de transição, incompletas e flutuantes; relacionando-as aos diferentes níveis de pertencimento e envolvimento com a comunidade surda e com o movimento surdo (PERLIN, 2011). O que se pretende reivindicar como uma identidade, no caso dos surdos, é:
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De acordo com Strobel (2008), “cultura surda é o jeito de o sujeito surdo entender o mundo e de modificá-lo a fim de torná-lo acessível e habitável, ajustando-o com suas percepções visuais, que contribuem para a definição de identidades surdas e das almas das comunidades surdas.” Levando em consideração esse pensamento, é possível compreender que a Língua de Sinais é intensamente valorizada pelos sujeitos surdos porque:
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