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I - Fundamentando II - Interpretando III - Revelando IV - Descrevendo
P - Incentiva a busca por conhecimentos adicionais em campos teóricos, como história da arte, ou conteúdos relativos à crítica da arte, contextos, autor, época e obras em questão. Q - Possibilita a materialização pelo estudante dos aprendizados construídos, por meio da construção de uma produção de sua autoria. R - Possibilita a interpretação da obra e a correlação de sentimentos, ideias ou sensações pelos estudantes, a partir da imagem em questão. S - Favorece a observação da obra analisada e sua investigação, por meio de anotações sobre os detalhes visualmente percebidos. T - Promove a identificação e a comparação dos elementos de estrutura e organização de composição da obra analisada.
As associações corretas são:
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De acordo com a Convenção para a Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial da Unesco, de 17 de outubro de 2003, patrimônio imaterial são
[...] as práticas, representações, expressões, conhecimentos e técnicas – junto com os objetos e lugares culturais que estão ligados a essas tradições – que as comunidades e grupos reconhecem como parte de sua cultura. Esse patrimônio é passado de geração em geração e é recriado constantemente pelas comunidades, o que ajuda a criar um sentimento de identidade e continuidade, além de promover o respeito à diversidade cultural e à criatividade humana.
Disponível em: https://bcr.iphan.gov.br/bem-cultural-imaterial/. Acesso em: 01 fev. 2026.
Quando um bem cultural de natureza imaterial é reconhecido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) como Patrimônio Cultural do Brasil, ele é oficialmente registrado, assumindo-se o compromisso institucional de sua preservação e valorização. Os bens imateriais brasileiros podem ser inscritos em quatro categorias de registros, denominadas livros das
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Até poucas décadas atrás, a oportunidade de se consumir arte estava restrita aos museus, espaços culturais. A arte e a produção de imagens estavam atreladas aos ateliers e escolas de arte. Hoje, a arte está nas ruas, as imagens povoam as telas dos celulares e os vídeos na internet. Produzir imagens é algo cotidiano, e ser artista envolve outros contextos de produção e consumo. Diante desse novo paradigma, é importante a reflexão sobre as metodologias de ensino de arte. Sobre o tema, Sardelich afirma:
Não cabe mais ao/à educador/a se perguntar o que as/os educandas/os não sabem e propor-se a ensinar- -lhes, e sim o que já sabem e como é possível ampliar as conexões, para que, juntos, possam organizar outros discursos com os saberes-mosaico que todos possuem. Mais do que pensar em representações e artefatos, interessa ao/à educador/a saber o que o grupo de trabalho, que inclui educandas/os e educadoras/ es, quer aprender e o que pode aprender.
SARDELICH, M. E. Leitura de imagens, cultura visual e prática educativa. Cadernos de Pesquisa, v. 36, n. 128, p. 451-472, maio/ago. 2006.
Esse trecho refere-se ao conceito de
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Segundo Derdyk,
[...] é fundamental que o arte-educador reconheça em si a capacidade de exercer o ato criativo de forma tão natural quanto comer, dormir e sonhar. O arte-educador, que vivencia o desenho como potência expressiva e poética, dificilmente incorrerá em erros grosseiros de interpretação e avaliação de um desenho.
DERDYK, Edith. Formas de pensar o desenho: desenvolvimento do grafismo infantil. São Paulo: Panda Educação, 2010. Adaptado.
Nesse contexto, o desenho, como linguagem que habita o espaço escolar,
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O Manto Tupinambá, símbolo sagrado e elemento central da cultura do povo Tupinambá, foi repatriado ao Brasil em julho de 2024, após mais de 300 anos exposto no Museu da Dinamarca. Esse artefato, confeccionado com penas de guarás, papagaios, araras-azuis e amarelas, possui cerca de 1,20 metro de altura por 80 centímetros de largura. A presença de bens indígenas brasileiros em museus europeus expõe séculos de colonização e expropriação impostas às culturas indígenas.
É um desafio para todos os povos do Brasil, que tiveram seus bens levados sem qualquer consulta, consentimento prévio ou liberdade de opinar. Estamos hoje recebendo o Manto Tupinambá. Isso é motivo de alegria não somente para os povos que estão aqui, mas para todos os povos indígenas do Brasil. A repatriação é importante para o nosso país, a repatriação é uma reparação de dívidas com os povos indígenas, porque traz de volta a fortaleza, a intensidade, a cultura, pontuou a presidenta da Funai, Joenia Wapichana.
Disponível em: https://www.gov.br/funai/pt-br/assuntos/ noticias/2024/manto-tupinamba-governo-federal-celebra- -retorno-do-artefato-sagrado-ao-brasil-e-reafirma-direitos- -indigenas-como-uma-prioridade. Acesso em: 25 jan. 2026.
Nesse contexto e considerando-se o conceito de agência indígena, a arte dos povos indígenas
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Os processos avaliativos para o ensino de artes visuais possuem estratégias específicas e conhecê-las é de grande relevância para o trabalho docente.
Dentre as estratégias avaliativas em artes, a avaliação autêntica é aquela que
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Durante mil anos da Era Cristã, formaram-se na bacia amazônica sociedades complexas — chefias ou cacicados. Essas culturas da floresta tropical eram cultivadoras de raízes, em especial de mandioca, além de dominarem técnicas decorativas diversas, a partir da produção em cerâmica.
Dentre as culturas ceramistas pré-cabralinas da região Amazônica está a
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A chegada da corte portuguesa ao Brasil, em 1808, trouxe profundas transformações para o cenário artístico nacional. Em 1816, foi criada a Academia Real de Artes e Ofícios, precursora da Academia de Belas Artes, com o objetivo de modernizar culturalmente a nova sede do império português.
Considerando-se as relações étnico-raciais no contexto brasileiro, a criação da Academia Real de Artes e Ofícios
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Em uma turma do 7o ano do ensino fundamental, ao propor uma atividade em sala de aula de análise de uma obra de arte, o professor percebeu a diversidade de interpretações que a obra despertou nos estudantes.
Com base nessa experiência de ensino de arte, é possível evocar o conceito de visualidades, que se relaciona aos conceitos de
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TORRES GARCÍA, Joaquim. América Invertida. 1945, Museo
Juan Manuel Blanes, Montevideo. Disponível em: https://
historiasdasamericas.com/america-invertida/. Acesso em:
16 jan. 2026. Ao inverter o mapa, Torres-García pretende
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