Após passados três anos do trânsito em julgado da sentença, a parte sucumbente compareceu aos autos, já baixados, requerendo a restituição do prazo de apelação. Ela demonstrou que, na intimação do prazo recursal, constava que ela teria oito dias para interpor o recurso, sendo que a previsão legal é de quinze dias. A despeito disso, ela manteve- -se inerte naquele momento, sendo que somente passados os três anos do julgamento em definitivo, ela se manifestou no sentido de buscar o acolhimento da sua pretensão de reestabelecimento de prazo, pois a intimação a teria induzido em erro. Nesse caso, a restituição do prazo deve ser
Ajuizada uma reclamação para preservação da competência do
tribunal, prolataram-se dois votos no sentido da sua procedência
e um voto no sentido da sua improcedência. Assim, foi designada
uma nova sessão de julgamento para o prosseguimento do
processo, com a presença de outros julgadores em número
suficiente para garantir a possibilidade de inversão do resultado
inicial.
Nesse cenário, a ampliação do colegiado está:
Tendo em vista que o executado não foi encontrado e que os
bens penhoráveis eram insuficientes até para o pagamento das
custas, o juiz suspendeu o processo de execução.
Nesse cenário, o juiz agiu de forma:
José demandou em face de João cobrando uma dívida no valor de
cem mil reais, por força de um contrato de mútuo celebrado
entre ambos. O réu, além de contestar o pedido, sustentando
que não havia celebrado o contrato afirmado pelo autor, também
apresentou uma defesa de mérito indireta, na qual alegou que o
autor era quem lhe devia a quantia de cinquenta mil reais, por
força de um outro contrato com prazo para pagamento já
vencido e não quitado por José. Em réplica, José apenas
sustentou que era credor de João no valor de cem mil reais e que
iria provar a existência do referido contrato de mútuo afirmado
em sua inicial, nada arguindo quanto à dívida alegada por João
em sua defesa.
Nesse cenário, é correto afirmar que:
Na petição inicial cuja distribuição deu azo à instauração do
processo A, o autor, embora munido de um título executivo
extrajudicial, formulou pedido de condenação do réu a lhe pagar
um débito representado no título em questão.
Já na peça exordial cuja distribuição ensejou a instauração do
processo B, o demandante, apesar de não contar com nenhum
título executivo, deduziu pretensão executória, requerendo a
citação do demandado para que satisfizesse o crédito que
reputava titularizar.
Nesse cenário, é correto afirmar que deve o juiz:
Em determinado processo de execução fundado em título
executivo extrajudicial, o demandado alegou, a certa altura, a
ocorrência da prescrição intercorrente.
Depois de determinar a intimação do exequente para se
manifestar a respeito do tema, o juiz entendeu que assistia razão
ao executado, reconhecendo, assim, a prescrição intercorrente.
O pronunciamento judicial em questão consiste em um(a):
Júnior, menor de idade, ingressa, representado por seu pai Pedro,
com uma demanda indenizatória em face de uma fabricante de
fraldas.
Nesse caso, a procuração deverá:
Havendo a alienação do objeto litigioso pelo réu, no curso do
processo, e a parte autora não admitindo o ingresso do
adquirente em juízo, é correto afirmar que:
Um paciente propôs uma demanda indenizatória em face do
hospital que o atendera em uma cirurgia. Sustentou que a prova
do fato constitutivo de seu direito podia ser obtida com a juntada
do prontuário médico, que se encontrava no poder do réu, que
revelava o erro médico ocorrido durante o procedimento
cirúrgico a que foi submetido. Em decisão de organização e
saneamento do processo, o juiz não definiu a quem cabia o
referido ônus probatório. Após a regular instrução do feito, sem a
juntada do prontuário médico, foi prolatada a sentença, quando
o juiz, em decisão motivada, aplicou a teoria da distribuição
dinâmica do ônus da prova e condenou o réu na forma do
pedido, por entender que cabia a este a prova de que tudo
correra na normalidade durante o procedimento médico alegado.
Nesse cenário, a sentença é:
O credor, após o oferecimento da impugnação pelo devedor,
arguindo a ilegitimidade daquele para a fase executiva, peticiona
nos autos requerendo a desistência de todo o cumprimento de
sentença.
Nesse cenário, o juiz deverá: