Foram encontradas 30.394 questões.
Respondida
Juliana moveu ação contra seu marido, Henrique, com base na Lei Maria da Penha.
O juiz notificou Juliana sobre a data da audiência. O advogado de Juliana questionou se também
deveria ser intimado, argumentando que a notificação da vítima era suficiente. Conforme a Lei Maria
da Penha:
Respondida
Proposta ação ambiental, a Justiça local reconhece a inconstitucionalidade de lei estadual que
dispensava o estudo de impacto e impõe a sua realização em determinado município. Acerca disso,
é correto afirmar:
A
A coisa julgada na hipótese atinge a obrigação fixada na sentença, estendendo-se à
declaração de inconstitucionalidade da lei.
B
A alegação da inconstitucionalidade da lei, no caso de ação coletiva, deve ser realizada no
pedido, pois o recurso será julgado pelo Tribunal local competente.
C
Em razão da procedência da ação, com proteção aos interesses difusos, os indivíduos lesados
poderão liquidar a sentença para obtenção da reparação individual.
D
A coisa julgada a respeito do pedido de reparação tem eficácia preclusiva, que impede que,
em outro processo, seja buscada a indenização por dano moral não mencionado no primeiro
processo.
E
A coisa julgada na ação direta de inconstitucionalidade, que afirma a validade da norma
para o fim de dispensa de impacto ambiental, impede o ajuizamento da ação ambiental.
Respondida
A sentença judicial impôs, na ação civil pública, obrigação de fazer e pagamento de valor para
reparação de interesse difuso lesado. Na fase de cumprimento de sentença, com o objetivo de maior
resolutividade, o autor da ação coletiva aceita realizar o acordo, reduzindo o valor fixado a título de
reparação. Acerca disso, é correto afirmar:
A
Após a prolação da sentença, na fase de execução, não serão possíveis acordos que
propiciem tutela de menor alcance do que aquela já fixada em decisão judicial.
B
Não é possível, na fase de execução da ação civil pública, diante do título executivo,
nenhuma espécie de acordo.
C
Pode se transformar por acordo a obrigação de fazer em obrigação de pecúnia, para
antecipar o encerramento da fase de cumprimento, em razão da atuação resolutiva.
D
É possível o acordo na execução com a finalidade de convencionar sobre obrigação
totalmente estranha ao objeto do processo.
E
As partes são livres, em razão da consensualidade, para dispor sobre direitos e obrigações, a
qualquer tempo, mesmo na fase do cumprimento de sentença.
Respondida
A respeito de tutelas de urgência, é correto afirmar que:
A
Em mandado de segurança impetrado por servidor público visando anular a pena de
suspensão que lhe foi aplicada, houve pedido de suspensão da pena até o julgamento do
processo. O juiz, não verificando haver elementos de convicção necessários para a medida,
determina corretamente, com base no artigo 300, § 2º, do CPC, que sejam arroladas
testemunhas a fim de realizar audiência de justificação.
B
Em determinado processo foi deferida liminarmente a medida de proibição de transferência
de determinado veículo automotor. Após instrução, o juiz julga improcedente a demanda e
revoga a tutela de urgência. O réu postula indenização pelo prejuízo decorrente da medida,
porque o veículo, quando utilizado por ele durante o pedido de restrição à venda, envolveu-se em acidente e teve perda total, e o juiz corretamente determina a indenização com
fundamento na responsabilidade objetiva prevista no artigo 302 do CPC.
C
João ajuíza demanda em face de instituição bancária alegando que foi vítima de fraude,
consistente na falsificação de contrato de financiamento. O juiz defere a liminar pretendida e
suspende a execução do contrato. A ré agrava e o Tribunal competente reforma a decisão,
pois entende não haver suficiente prova da existência da fraude. Realizada instrução nesse processo, na sentença o juiz novamente defere a medida de suspensão, com fundamento na
prova realizada, julgando procedente a demanda. Com isso, violou a anterior decisão do
Tribunal a respeito da suspensão, sujeitando-se até mesmo a medidas correicionais.
D
José move demanda em face da operadora do plano de saúde visando imediata internação
para tratar doença, recusada pela ré por ser preexistente. O juiz defere a liminar mas a
condiciona a caução em dinheiro. José alega que não possui condições financeiras de
efetuar a caução, sendo hipossuficiente, e o juiz, corretamente, revoga a medida
antecipatória com fundamento na falta de garantia.
E
Determinado imóvel, em processo de tombamento por seu valor arquitetônico e histórico, está
em risco de ruína. O Município onde está o bem localizado ajuíza demanda visando sua
imediata demolição e pede providência liminar nesse sentido, que é indeferida, porque será
ela irreversível. Em seu agravo, o autor sustenta a reversibilidade da medida porque a ordem
pode ser a qualquer momento revogada, e o agravo é corretamente improvido pelo Tribunal
ad quem porque a irreversibilidade da medida que importa é a respeito da consequência
prática e não apenas jurídica.
Respondida
A respeito de litisconsórcio e intervenção de terceiros, é correto afirmar que:
A
Em um processo individual, pelo procedimento comum, o autor postula da operadora de seu
plano de saúde o fornecimento de um novo medicamento contra a grave doença que possui.
O juiz, dada a presença dos requisitos para tanto, defere a liminar assegurando o fornecimento
do remédio. Em seguida, quarenta outras pessoas que alegam ser portadores da mesma
doença pedem seu ingresso como litisconsortes facultativos, também postulando a liminar já
deferida anteriormente. O juiz, em vista da voluntariedade do litisconsórcio e da
indisponibilidade do direito à saúde, defere acertadamente o ingresso dos litisconsortes e a
eles estende a liminar.
B
Em uma ação possessória, postulam ingresso como assistentes duas pessoas: a primeira alega
que os proprietários alugam a ele o imóvel objeto da demanda e a segunda, que é
coproprietário. Deferido o ingresso de ambas, a vinculação de cada uma à coisa julgada que
se formará será diversa, apesar da circunstância de ambos terem interesse jurídico no
resultado do processo.
C
Caio adquire um automóvel de luxo em uma agência de carros usados da sua cidade.
Algumas semanas depois, a seguradora Alfa ajuíza ação reivindicatória desse veículo,
sustentando que foi furtado de seu proprietário, por ela segurado, e em vista disso quitou o
prêmio do seguro, sendo a ela, nessa oportunidade, transferida a propriedade do bem.
Julgada procedente a demanda e transitada em julgado a sentença, foi iniciado o seu
cumprimento, tendo Caio então denunciado a lide à agência que lhe vendeu o veículo, com
fundamento em seu direito de regresso, o que foi corretamente deferido pelo juiz,
suspendendo o cumprimento de sentença até ser encerrada a litisdenunciação.
D
Guillermo Valle, argentino naturalizado, é comerciante individual. Em demanda fundada no
Código de Defesa do Consumidor, é ele condenado a indenizar o autor por graves prejuízos.
Iniciada a busca de bens no cumprimento de sentença, nada é encontrado, mas o juiz
constata que empresas de que o devedor é sócio possuem diversos bens, concluindo que
foram criadas apenas para albergar o patrimônio de Guillermo, impedindo que responda por
suas dívidas, o que é suficiente para que esse juiz, de ofício, desconsidere a personalidade
jurídica dessas empresas, determinando a penhora de seus bens com fundamento no artigo
28, § 5º, do CDC, pois a existência da personalidade jurídica é obstáculo à reparação dos
danos causados ao consumidor.
E
Em diversos Estados, começa a haver séria divergência jurisprudencial sobre interpretação de
uma lei federal, tanto em cada Tribunal de Justiça como entre esses Tribunais. Em vários
processos houve interposição de recurso especial, até que o primeiro deles é pautado para
julgamento pelo Superior Tribunal de Justiça. Dada a enorme relevância do precedente
formado por esse julgamento e a repercussão social daí decorrente, o Relator deve admitir
pessoa física ou jurídica especializada e com representatividade adequada para atuar como
amicus curiae , a fim de que exista melhor esclarecimento da realidade e mais efetiva
prestação jurisdicional, mas, como nesse caso não haverá formação de precedente
qualificado, caberá agravo, de instrumento ou interno conforme o caso, que poderá ser
interposto tanto pelo recorrente como pelo recorrido.
Respondida
Considerando o entendimento do Supremo Tribunal Federal e do Superior Tribunal de Justiça
acerca das custas e despesas processuais e dos honorários advocatícios no processo civil, é correto
afirmar que:
A
Nos termos do art. 25 da Lei nº 12.016/2009, incabível a fixação de honorários de sucumbência
em cumprimento de sentença proferida em mandado de segurança individual, a não ser
sobre os efeitos patrimoniais a serem saldados nos mesmos autos, como na hipótese em que
necessária a instauração de procedimento executivo pela ausência de cumprimento
voluntário da obrigação após o trânsito em julgado.
B
No arbitramento de honorários sucumbenciais devidos pelo autor em caso de desistência de
ação de desapropriação por utilidade pública ou de constituição de servidão administrativa,
aplicam-se os percentuais do art. 27, § 1º, do DL nº 3.365/1941, os quais terão como base de
cálculo o valor atualizado da causa. Esses percentuais se aplicam inclusive se o valor da causa
for muito baixo, pois os honorários não podem ser arbitrados por apreciação equitativa do juiz
na hipótese (art. 85, § 8º, do CPC).
C
O Ministério Público é instituição permanente, essencial à função jurisdicional do Estado,
incumbindo-lhe a defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses sociais e
individuais indisponíveis, não sendo possível sua condenação ao pagamento de despesas
processuais e honorários de sucumbência, sob pena de maltrato a sua independência e
autonomia. Quando houver necessidade de arcar com encargos financeiros relacionados à
produção de prova pericial requerida pelo Ministério Público, entretanto, o custeio deverá ser
suportado pelo órgão ministerial, mediante dotações orçamentárias próprias (art. 127, § 3º,
CF/88), observado o regime do art. 91 do Código de Processo Civil, ressalvada a possibilidade
de adiantamento pela Fazenda Pública a que estiver vinculado, existindo previsão
orçamentária e convênio devidamente formalizado.
D
Nas demandas em que se pleiteia do Poder Público a satisfação do direito à saúde, os
honorários advocatícios são arbitrados por apreciação equitativa, sem aplicação do art. 85,
§ 8º-A, do CPC, entendimento que não é incompatível com aquele segundo o qual, em
demandas contra operadoras de saúde, o valor da prestação a ser alcançada −
medicamento, serviço ou tecnologia − integra a base de cálculo dos honorários advocatícios,
na medida em que a situação das operadoras de plano de saúde, amparadas pelo Direito
Privado, não é semelhante àquela do Poder Público.
E
A fixação de honorários advocatícios é cabível em incidentes processuais que resultem em
alteração substancial ou extinção da lide, exceto no indeferimento do pedido de
desconsideração da personalidade jurídica, por ausência de previsão legal expressa.
Respondida
A sociedade empresária Sigma foi ré em ação ajuizada por Ricardo e, ao final, condenada a
pagar-lhe determinada quantia. A sentença, que transitou em julgado sem a interposição de recursos,
amparou-se inteiramente em norma então tida como constitucional. Anos depois da formação da
coisa julgada, contudo, o Supremo Tribunal Federal, ao julgar ação direta de inconstitucionalidade,
declarou inconstitucional essa norma, que fundamentara a condenação.
O processo tramita, atualmente, na fase de cumprimento de sentença, a requerimento de Ricardo.
Intimada para o pagamento voluntário, a sociedade Sigma, em vez de adimplir a dívida, apresentou
impugnação tempestiva, na qual sustentou a inexigibilidade do título executivo judicial por estar a
condenação fundada em lei declarada inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal. A alegação
não foi atingida por qualquer modalidade de preclusão.
Diante do caso narrado e considerando o entendimento atual e vinculante do Supremo Tribunal
Federal sobre a matéria, a
A
impugnação não é cabível porque a decisão do Supremo Tribunal Federal sobreveio depois
do trânsito em julgado da sentença exequenda, hipótese que impede a alegação da
inexigibilidade na fase de cumprimento. A inexigibilidade somente pode ser obtida por meio
de ação rescisória, cujo prazo decadencial de dois anos se conta do trânsito em julgado da
própria sentença exequenda e não da decisão do Supremo.
B
declaração de inconstitucionalidade desconstituiu automaticamente a sentença transitada
em julgado, de modo que a inexigibilidade independe de qualquer arguição da executada
e pode ser reconhecida de ofício pelo juiz a qualquer tempo.
C
sociedade Sigma pode alegar a inexigibilidade do título na própria impugnação ao
cumprimento de sentença, ainda que a decisão do Supremo Tribunal Federal tenha
sobrevindo ao trânsito em julgado, ressalvada a hipótese de preclusão. Subsiste, como via
alternativa, a ação rescisória, com prazo de dois anos contado do trânsito da decisão do
Supremo Tribunal Federal.
D
inexigibilidade não pode ser deduzida na impugnação ao cumprimento de sentença, sendo
a ação rescisória a única via para afastar o título, e deve ser proposta no prazo de dois anos
contados do trânsito em julgado da decisão do Supremo Tribunal Federal.
E
inexigibilidade não pode ser alegada, pois a constitucionalidade da lei deveria ter sido
discutida no processo de conhecimento, estando a questão acobertada pela coisa julgada
e preclusa a oportunidade de suscitá-la na fase de cumprimento.
Respondida
Pedro, servidor público efetivo do Estado Alfa, obteve, após anos de litígio, sentença que lhe
reconheceu o direito a determinada vantagem remuneratória. Transitada em julgado a condenação,
o Estado Alfa ficou obrigado a duas providências distintas: implantar a vantagem na folha de
pagamento de Pedro, para que passe a incidir mês a mês, e pagar as parcelas dessa mesma
vantagem já vencidas até a data da implantação.
Pedro ingressou com o cumprimento de sentença da obrigação de implantar a vantagem em folha, o
que foi cumprido dois anos depois, e ele passou a recebê-la regularmente. Convencido de que, com
a vantagem já incorporada à sua folha, pouco mais lhe restava a reclamar, Pedro nada providenciou
quanto às parcelas pretéritas.
Somente mais de cinco anos depois do trânsito em julgado é que apresentou novo cumprimento de
sentença, este destinado a recebê-las. Intimado, o Estado Alfa arguiu a prescrição da pretensão de
pagar quantia certa. Pedro, em resposta, sustentou que o prazo prescricional teria permanecido
suspenso enquanto pendente o cumprimento da obrigação de implantar a vantagem em folha, por
derivarem ambas da mesma sentença, e que entre o cumprimento da obrigação de fazer e o novo
cumprimento não decorreram mais de cinco anos.
À luz da disciplina da prescrição contra a Fazenda Pública e do entendimento vinculante do Superior
Tribunal de Justiça firmado em recurso repetitivo, assinale a alternativa correta:
A
O prazo prescricional da pretensão de pagar quantia certa permaneceu suspenso enquanto
pendente o cumprimento da obrigação de implantar a vantagem em folha, pois, derivando
ambas da mesma sentença e somando-se na mesma memória de cálculo, a execução de
uma impede o curso da prescrição da outra. Enquanto não integralmente satisfeita a
sentença, não há inércia do credor apta a deflagrar a fluência do prazo.
B
Por se cuidar de relação de trato sucessivo, a prescrição alcança apenas as parcelas vencidas
antes do quinquênio anterior ao início de cumprimento, permanecendo exigível o restante,
independentemente do tempo decorrido desde o trânsito em julgado da condenação.
C
As obrigações de implantar a vantagem em folha e de pagar as parcelas vencidas têm
suficiente independência, razão por que a pendência da implantação não suspende nem
interrompe o curso da prescrição da pretensão de pagar quantia certa. Como esse prazo, de
cinco anos, correu desde o trânsito em julgado, a pretensão ao pagamento está prescrita.
D
O prazo prescricional da pretensão de pagar quantia certa sequer teve início antes de
concluída a implantação em folha, pois somente com ela o valor das parcelas vencidas se
torna líquido e exigível, de sorte que não há prescrição a reconhecer.
E
O requerimento de cumprimento da obrigação de implantar a vantagem em folha
interrompeu a prescrição de todas as pretensões fundadas na mesma sentença, inclusive a
de pagar quantia certa, por traduzir manifestação inequívoca do credor quanto à satisfação
do título.
Respondida
É correto afirmar que:
A
As citações e intimações de sociedade de economia mista, no processo civil, sempre devem
ser feitas pessoalmente, o que exclui a possibilidade de esses atos serem realizados por meio
eletrônico.
B
Considerando que a citação pode ser realizada em qualquer lugar onde se encontre o réu, o
executado ou o interessado, nos termos do artigo 243 do CPC, é válida a citação efetuada
na Unidade de Tratamento Intensivo em que internado o citando, se estiver em condições de
compreender o ato, iniciando-se o prazo para resposta na data em que obtiver alta médica
desde que não seja caso de evitar o perecimento do direito, hipótese em que o prazo para
resposta se inicia imediatamente.
C
É válida a citação, pelo correio, de pessoa física residente em condomínio com controle de
acesso ainda que recebida por qualquer pessoa capaz que ali receba a correspondência,
desde que assine o recibo sem ressalva.
D
Se o oficial de justiça procurar o réu para efetuar a citação e não encontrá-lo por duas vezes,
em dias e horários distintos, deve voltar no dia seguinte para a citação com hora certa.
E
Em demanda ajuizada perante a 1ª Vara Cível da Capital, foi determinada a citação por
oficial de justiça que, após comparecer ao endereço inicialmente fornecido, descobre que o
réu se mudou para Osasco. O oficial de justiça, então, cumpre o mandado nessa Comarca
vizinha, causando a invalidade do ato por vício de competência.
Respondida
É correto afirmar que:
A
Ao receber a petição inicial, o juiz deve verificar se é admissível e indeferi-la quando, dentre
outras hipóteses, for inepta, a parte for manifestamente ilegítima ou o autor carecer de
interesse processual. Em qualquer destes casos, o juiz deverá, antes do indeferimento, oferecer
oportunidade para correção do vício.
B
Quando o juiz receber petição inicial em que vislumbre ocorrer prescrição ou decadência
deve liminarmente julgar o mérito da demanda.
C
O princípio da adstrição ou da congruência determina o limite da prestação jurisdicional,
circunscrito ao pedido, certo e determinado, que o autor formulou em sua demanda. Não se
admite, pois, formulação de pedido indeterminado e o juiz tampouco pode considerar
pedidos implícitos, sob pena de violação das garantias constitucionais do contraditório e da
ampla defesa.
D
Em que pese o disposto no artigo 319, III, do CPC, a exigir a indicação, na inicial, do ‘fato e
fundamentos jurídicos do pedido’, basta ao autor a exposição dos fatos relevantes e que
deduza pedido juridicamente compatível com eles, dispensada a determinação das normas
em que se fundamenta a demanda.
E
O autor pode formular um pedido alternativo, de modo que o juiz possa conhecer do pedido
posterior se não acolher o anterior.