O Estatuto da Criança e do Adolescente, estabelecido
por Lei Federal, está pautado nos direitos fundamentais
inerentes à pessoa humana, sem prejuízo da proteção
integral, assegurando-se-lhes, por Lei ou por outros
meios, todas as oportunidades e facilidades, a fim de
lhes facultar o desenvolvimento físico, mental, moral,
espiritual e social, em condições de liberdade e de
dignidade.
Lei Federal n° 8.069/1990.
Considera-se criança a pessoa até onze anos de
idade incompletos; e adolescente aquela entre onze e
dezoito anos de idade.
Camila, mulher em cumprimento de pena privativa de liberdade,
encontra-se grávida de 6 meses. Ela está preocupada com o seu
pré-natal, com a amamentação de seu filho quando nascer e com
seus dois filhos que ficaram com seu esposo e pai das crianças.
José, de 8 anos de idade, tem sérios problemas na arcada
dentária, e Afonso, de 9 anos, se encontra hospitalizado e com
diagnóstico de apendicite.
De acordo com as legislações de proteção à criança e ao
adolescente em vigor no Brasil, sobre os direitos das crianças e
adolescentes em relação à saúde, é correto afirmar que:
O Ministério Público da Infância e Juventude ajuizou ação de
representação por prática de infração administrativa em face de
Zacarias e Isabel, violação ao direito à educação de seu filho
Felipe, de oito anos, uma vez que nunca o matricularam em
escola regular. Na audiência de instrução e julgamento, os réus
confessam que Felipe nunca frequentou a escola. Alegam, porém,
que o filho não teve prejuízo na educação, já que tinha aulas em
casa e não há vedação para o ensino domiciliar, razão pela qual
solicitaram a improcedência do pedido.
À luz do entendimento atualizado das cortes superiores, aos réus:
Geraldo assumiu como conselheiro tutelar do Município de
Criciúma há pouco tempo e foi convidado para participar de uma
reunião de esclarecimentos sobre suas funções com o juiz da
Infância e da Juventude e o Ministério Público. Um dos primeiros
esclarecimentos foi que o Conselho Tutelar é um dos principais
órgãos dentro do Sistema de Garantia de Direitos.
Para além dessa explicação, pode ser esclarecido a Geraldo que,
no uso de suas atribuições de conselheiro tutelar, ele:
Jerônimo, adolescente de 13 anos de idade, em cumprimento de
medida socioeducativa de semiliberdade, foi agredido por um
agente socioeducativo durante uma revista de rotina.
O adolescente expõe todo o ocorrido para sua mãe, mas diz que
não quer contar a história para as autoridades competentes.
Maria, mãe de Jerônimo, busca o Ministério Público da Infância e
Juventude, que solicita ao juiz da Infância e da Juventude a oitiva
do adolescente sobre essa agressão a fim de apurar a conduta do
agente público.
Nesse caso, o juiz deverá:
Josefa, mulher de 25 anos de idade, está em um relacionamento
extraconjugal. Ao descobrir que está grávida, resolve entregar
voluntariamente o seu bebê quando nascer. Para tanto, busca
equipe interprofissional da Justiça da Infância e da Juventude,
que a esclarece sobre a irrevogabilidade da medida de adoção e
verifica que Josefa está decidida a realizar a entrega.
Após o nascimento da criança, Josefa confirma que pretende
entregar seu bebê e declara expressamente que não deseja
informar sobre a paternidade da criança e que não gostaria que
nenhum de seus familiares soubessem do nascimento, pois era
casada e não gostaria que seu marido descobrisse a traição.
Sobre o instituto da entrega voluntária do filho em adoção na
legislação atual, é correto afirmar que Josefa:
Segundo a Lei nº 12.594/2012 – Sistema Nacional de
Atendimento Socioeducativo, os municípios inscreverão seus
programas e alterações, bem como as entidades de
atendimento executoras, no Conselho Municipal:
Baseando-se na Lei nº 8.069/1990 – Estatuto da Criança
e do Adolescente, em relação ao direito à profissionalização
e à proteção ao trabalho, analisar a alternativa INCORRETA.
No que diz respeito aos critérios de adoção, em conformidade com a Lei nº 8.069/1990 — Estatuto da Criança e do Adolescente, assinalar alternativa INCORRETA.