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4196934
Ano: 2026
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Rio Claro-SP
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Rio Claro-SP
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No exercício de suas atribuições, o Advogado é
interpelado sobre a finalidade jurídica das
medidas socioeducativas aplicadas a
adolescentes autores de ato infracional. O
profissional deve esclarecer que, conforme a
legislação vigente, as medidas socioeducativas
previstas no Estatuto da Criança e do
Adolescente possuem objetivos específicos,
entre os quais se destaca:
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4196857
Ano: 2026
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Valparaíso Goiás-GO
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Valparaíso Goiás-GO
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- ECAGeralDireitos Fundamentais (art. 7º ao 69)Do Direito à Liberdade, ao Respeito e à Dignidade (Art. 15 a 18-B)
A proteção à integridade da criança e do adolescente
constitui um dos fundamentos do ordenamento jurídico
brasileiro. O art. 17 do Estatuto da Criança e do Adolescente
(ECA) define o conteúdo do direito ao respeito como um
conjunto de garantias relacionadas à dignidade pessoal. O
direito ao respeito compreende
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4196853
Ano: 2026
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Valparaíso Goiás-GO
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Valparaíso Goiás-GO
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Um assunto importante e delicado, no âmbito da educação
escolar, seja ela ofertada na rede pública ou privada, é o
problema do uso ou dependência de drogas ilícitas pelos
estudantes. O assunto é tratado pelo Estatuto da Criança e
do Adolescente (ECA), que, em seu art. 53-A, observa a
relevância da questão, estabelecendo como dever
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Paula, de 15 anos, foi vítima de crime sexual cometido por um
vizinho que frequentava sua casa. A adolescente foi muito
questionada no âmbito de sua família. Por várias vezes, a jovem
pensou em deixar de comparecer em juízo, permanecer em
silêncio ou até negar os fatos, pois o processo lhe gerava
sofrimento. Apesar disso, prestou depoimento especial.
Posteriormente, o réu, que era revel e assistido pela Defensoria
Pública, passou a ser patrocinado por advogado. Paula está com
receio de ser novamente convocada em juízo.
Sobre o caso narrado, é correto afirmar que:
Sobre o caso narrado, é correto afirmar que:
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- ECAEspecialDas Medidas de Proteção
- ECAEspecialDo Conselho Tutelar
- Lei 13.431/2017: Direitos de Menores Vítima ou Testemunha de Violência
O diretor de uma escola municipal aciona o Conselho Tutelar
após uma criança de 8 anos de idade realizar uma revelação
espontânea em sala de aula, relatando abusos sexuais praticados
por seu pai com ciência e omissão de sua mãe.
Uma conselheira tutelar comparece à unidade escolar e, visando a colher elementos para avaliação da situação, realiza a oitiva da criança, lavrando termo detalhado que descreve a dinâmica dos atos libidinosos praticados contra a criança. Diante da gravidade dos fatos e da ausência de família extensa conhecida, o Conselho Tutelar leva a menina para acolhimento institucional, comunicando o fato imediatamente ao Ministério Público e ao Juízo da Infância e da Juventude.
Considerando o sistema de garantias da criança e do adolescente vítimas de violência, é correto afirmar que:
Uma conselheira tutelar comparece à unidade escolar e, visando a colher elementos para avaliação da situação, realiza a oitiva da criança, lavrando termo detalhado que descreve a dinâmica dos atos libidinosos praticados contra a criança. Diante da gravidade dos fatos e da ausência de família extensa conhecida, o Conselho Tutelar leva a menina para acolhimento institucional, comunicando o fato imediatamente ao Ministério Público e ao Juízo da Infância e da Juventude.
Considerando o sistema de garantias da criança e do adolescente vítimas de violência, é correto afirmar que:
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- ECAGeralDireitos Fundamentais (art. 7º ao 69)Do Direito à Convivência Familiar e Comunitária (arts. 19 ao 52-D)Da Família Substituta (arts. 28 ao 52-D)Da Adoção (Art. 39 a 52-D)
No exercício da jurisdição na Comarca de Rodelas/BA, o juiz de
direito se depara com um pedido de adoção de uma criança de
5 anos, pertencente à etnia indígena Tuxá.
O autor, que exercia a guarda legal da criança há 2 anos e já havia
manifestado, em audiência de instrução, sua vontade de adotar,
faleceu antes da prolação da sentença.
A família biológica opõe-se ao pedido, alegando a competência da Justiça Federal, em razão da necessidade de intervenção da Funai. No mérito, ressalta a primazia da família natural, a imprescindibilidade do estágio de convivência e pondera que o falecimento do adotante faz o pedido de adoção perder o objeto.
Ao analisar o processo, à luz do direito da criança e do adolescente e da jurisprudência dos Tribunais Superiores, o magistrado deve considerar que:
A família biológica opõe-se ao pedido, alegando a competência da Justiça Federal, em razão da necessidade de intervenção da Funai. No mérito, ressalta a primazia da família natural, a imprescindibilidade do estágio de convivência e pondera que o falecimento do adotante faz o pedido de adoção perder o objeto.
Ao analisar o processo, à luz do direito da criança e do adolescente e da jurisprudência dos Tribunais Superiores, o magistrado deve considerar que:
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- ECAGeralDireitos Fundamentais (art. 7º ao 69)Do Direito à Convivência Familiar e Comunitária (arts. 19 ao 52-D)Da Família Substituta (arts. 28 ao 52-D)Da Adoção (Art. 39 a 52-D)
A gestante Joana, de 15 anos de idade, em sua trigésima sétima
semana de gravidez, procura a Justiça da Infância e Juventude da
Comarca de Barreiras/BA e manifesta o seu desejo de entregar o
filho para adoção logo após o nascimento. Ela relata ao
magistrado que não possui condições psicológicas de exercer a
maternidade e solicita absoluto sigilo sobre o procedimento,
inclusive em relação aos seus próprios pais.
Diante do caso concreto, considerando as diretrizes do Estatuto
da Criança e do Adolescente (ECA) e os atos normativos do
Conselho Nacional de Justiça sobre a entrega voluntária, é
correto afirmar que:
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Maria, de 9 anos de idade, reside em Cachoeira/BA com a mãe,
detentora de sua guarda unilateral. Para viabilizar um passeio de
lazer ao México, a mãe ingressou com pedido de suprimento
judicial de autorização de viagem na Vara da Infância e Juventude
de Cachoeira, em razão da recusa do pai, residente em
Alagoinhas/BA.
O pai se manifestou no feito, alegando, inicialmente, que a
matéria deve ser discutida na Vara de Família de Alagoinhas,
onde já se discute a regulamentação de visitas e alimentos, sob o
fundamento de que o juízo da infância não possui competência,
porquanto inexiste situação de risco à criança.
O magistrado, ao analisar a competência para o pedido de
suprimento de autorização para viagem internacional, à luz do
Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), dos atos normativos
em matéria de infância e juventude e da jurisprudência do
Superior Tribunal de Justiça (STJ), deve considerar que a matéria:
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4196440
Ano: 2026
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Barra Bonita-SC
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Barra Bonita-SC
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Em um órgão público municipal, um agente
administrativo participa do atendimento a famílias e
recebe orientações sobre os direitos assegurados às
crianças e adolescentes conforme o Estatuto da Criança
e do Adolescente - ECA (Lei nº 8.069/1990). Durante
uma capacitação interna, foram apresentadas as
seguintes afirmativas:
I.A criança e o adolescente são considerados sujeitos de direitos, devendo ter garantidas condições para seu desenvolvimento em liberdade e dignidade.
II.É dever da família, da sociedade e do Poder Público assegurar, com prioridade, direitos como saúde, educação e convivência familiar.
III.Considera-se criança a pessoa até 12 anos incompletos e adolescente aquela entre 12 e 18 anos de idade, conforme definição legal.
De acordo com a legislação, está CORRETO o que se afirma em:
I.A criança e o adolescente são considerados sujeitos de direitos, devendo ter garantidas condições para seu desenvolvimento em liberdade e dignidade.
II.É dever da família, da sociedade e do Poder Público assegurar, com prioridade, direitos como saúde, educação e convivência familiar.
III.Considera-se criança a pessoa até 12 anos incompletos e adolescente aquela entre 12 e 18 anos de idade, conforme definição legal.
De acordo com a legislação, está CORRETO o que se afirma em:
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4196194
Ano: 2026
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Quevedos-RS
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Quevedos-RS
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A segurança e o bem-estar compõem o cotidiano do Auxiliar Escolar. Seja no acolhimento matinal, no recreio ou no suporte aos cuidados físicos, a equipe da escola forma uma rede de proteção contínua. Em situações de vulnerabilidade ou suspeita de traumas no cotidiano de uma criança, como deve ser a conduta do Auxiliar e/ou da equipe?
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