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Alan contratou dois mútuos com o Banco X: o primeiro, para
aquisição de um terreno; e o segundo, para a compra de
materiais e pagamento de empreiteiro para construção de uma
casa. O primeiro empréstimo foi garantido por alienação
fiduciária do imóvel.
Tempos depois, pesquisou e descobriu que o Banco Y oferecia
uma taxa de juros menor. Contratou, então, novo mútuo, pelo
qual o Banco Y quitou, diretamente ao credor, o saldo relativo ao
empréstimo de construção ao Banco X, que imediatamente lhe
transferiu todos os seus direitos. O empréstimo relativo à
aquisição do terreno não foi quitado nem alterado. Sobrevindo a inadimplência de Alan, é correto afirmar que:
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Bárbara e Paulo requereram o divórcio judicial e a partilha dos
bens amealhados durante a união.
Bárbara postula a inclusão do valor correspondente à autonomia
de táxi concedida a Paulo e, bem assim, dos direitos sobre o
imóvel em que residiam, este situado em loteamento no bairro
de Itacoatiara.
Paulo impugna a pretensão, sob o argumento de que a
autonomia de táxi materializa uma permissão, cuja outorga
constitui ato administrativo intuitu personae que, por isso
mesmo, está fora do comércio e não pode ser partilhado.
Sustenta, outrossim, que o imóvel no qual residiam está situado
em área destinada a um parque municipal no projeto de
loteamento registrado, porém nunca levado a efeito.
Nesse caso, a partilha:
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Em 2007, o administrador da sociedade XYL S/A é notificado pelo
Município de Niterói acerca da utilização de amianto em uma
obra de engenharia por ele autorizada.
O administrador responde à notificação, apontando que não
havia proibição legal ou evidência científica de que o material
causava danos ao meio ambiente ou à saúde dos trabalhadores.
Por outro lado, o material era mais barato e eficiente.
Isso gera um processo administrativo que, após a decisão do
Supremo Tribunal Federal sobre o tema, volta a tramitar com o
objetivo de aplicar multa à sociedade.
Apenas para lidar com a repercussão negativa da notícia na
mídia, a Assembleia Geral da Companhia delibera por ajuizar
ação de responsabilidade civil contra o administrador, mas se
mantém inerte por quase um ano.
Nazaré, acionista com 1% do capital social e ativista ambiental,
resolve, então, distribuir a demanda indenizatória. Nesse caso, o administrador, em sua defesa, poderá:
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Lacerda falece aos 22/10/2022. Deixa três filhos, uma ainda na
barriga de sua companheira.
Nascida a temporã Cláudia, aos 22/12/2022, vem a requerer, no
inventário dos bens deixados por seu pai, que seus irmãos tragam
à colação um imóvel doado um ano antes da morte e, a par disto,
o valor correspondente ao uso e à ocupação de outra
propriedade onde viviam gratuitamente seus irmãos.
Argumenta, para tanto, que a doação de um imóvel e o
comodato de outro representam adiantamento de legítima.
Nesse caso, é correto afirmar que Cláudia:
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Amaro conseguiu reconhecer, judicialmente, a usucapião de uma
pequena área, localizada dentro de um enorme terreno
abandonado. A área usucapida é menor do que o módulo urbano
disposto em lei local.
À luz da Lei de Registros Públicos (Lei nº 6.015/1973), o
procedimento correto a ser adotado é:
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Renato, solteiro, vende, em 2010, imóvel de sua propriedade
para seu filho Felipe, sem anuência de seu outro filho, Paulo, por
preço muito abaixo do mercado. Para evitar questionamentos
jurídicos, as partes convencionam que o negócio seria realizado
em nome de Marília, esposa de Felipe. À época da venda, Paulo, que é diplomata, estava lotado na
embaixada de Paris. Por isso, somente quando retornou ao Brasil,
em 2021, ajuizou demanda impugnando a compra e venda.
Nesse caso, o juiz deverá:
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Ari compra, em 2015, um imóvel em um loteamento no qual há
constituída uma associação de moradores que cobra taxa de
manutenção das áreas comuns, tudo bem descrito no contrato
padrão de compra e venda do empreendimento, registrado em
cartório. Depois de dois meses morando na casa, sem jamais ter pagado a
contribuição, Ari resolve se desassociar, o que leva à cobrança
judicial dos valores, em ação proposta em 21/09/2018.
Nesse caso, à luz da jurisprudência do Superior Tribunal de
Justiça, é correto afirmar que:
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Américo, premiado romancista, é contratado para conduzir uma
turma de técnica de redação.
Depois de meses de aulas, no último período, lança aos alunos a
ideia central de um romance, para que a turma redija o primeiro
capítulo de um livro.
Adam, um dos alunos, desenvolve a ideia e escreve, no semestre
seguinte, um filme, considerado pela crítica uma obra-prima.
Nesse caso, à luz da Lei nº 9.610/1998 e da teoria da disposição
funcional, é correto afirmar que:
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Florêncio tem uma linda casa em Camboinhas, com um extenso
quintal no qual gosta de descansar e ver o pôr do sol.
Sucede que, em 15/01/2018, Alvin começa a construir uma casa
no terreno vizinho, sendo certo que uma das janelas foi aberta a
menos de um metro e meio do terreno de Florêncio.
Assim, em 16/01/2019, Florêncio ajuíza nunciação de obra nova
contra Alvin, no que obtém liminar a fim de paralisar a
construção, já em fase final. Em contestação, apresentada em
23/03/2019, o réu articula duas teses de defesa: (i) decadência
do direito de embargar a obra, considerando que a ação foi
proposta após o prazo de ano e dia previsto pelo Código Civil; e
(ii) apesar de a janela, realmente, ficar situada a menos de um
metro e meio do terreno de Florêncio, é feita de um material e
em tal inclinação que não ocorre o devassamento visual do
imóvel vizinho.
Comprovada pericialmente a segunda tese, Alvin pede o
julgamento da questão de fundo, desistindo da prejudicial de
decadência.
Nesse caso, é correto afirmar que:
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Álvares empresta seu imóvel, por prazo indeterminado, para que,
nele, seu sobrinho Machado possa residir enquanto estiver na
cidade de Niterói completando seus estudos e sua formação
profissional.
Sucede que, dois meses depois de Machado se instalar no local,
Álvares começa a namorar Carvalho e, então, notifica Machado a
devolver-lhe o bem para que possa se mudar com o amado.
Machado pondera que não incomodará, até porque só fica no
apartamento na madrugada, quando não está estudando ou
trabalhando.
Considerando a situação descrita, na sede judicial própria, é
possível:
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