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Adolescente, 13 anos de idade, portador de anemia falciforme
(HbSS), história prévia de síndrome torácica aguda. Sofreu
queda da própria altura há 6 horas. Inicialmente estável. Evolui
subitamente com piora respiratória e instabilidade
hemodinâmica. Ao exame físico, FC de 160 bpm, PA de
70x40 mmHg, SpO2 de 80% com FiO2 de 80%, extremidades
frias e tempo de enchimento capilar de 5 segundos.
Ventilação mecânica com VC de 6 mL/kg, PEEP de 10 cmH2O
e pressão de platô de 23 cmH2O. Gasometria com pH de 7,22,
PaCO2 de 34 mmHg e HCO3⁻ de 14 mEq/L. FAST abdominal
negativo.
• POCUS cardíaco (janela apical 4 câmaras):
VD dilatado (VD/VE >1);
Septo interventricular achatado (D-sign);
VE pequeno e hiperdinâmico;
Sem derrame pericárdico.
Com base no caso descrito, assinale a alternativa com a hipótese mais provável para o choque.
• POCUS cardíaco (janela apical 4 câmaras):
VD dilatado (VD/VE >1);
Septo interventricular achatado (D-sign);
VE pequeno e hiperdinâmico;
Sem derrame pericárdico.
Com base no caso descrito, assinale a alternativa com a hipótese mais provável para o choque.
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Homem, 67 anos de idade, diabético e hipertenso, admitido
na UTI por pneumonia comunitária grave. Evolui com
necessidade de ventilação mecânica invasiva. Após 6 horas
de ressuscitação inicial recebeu 30 mL/kg de cristaloide
balanceado. Noradrenalina de 0,2 µg/kg/min, PAM de
64 mmHg, FC de 112 bpm, lactato de 5,1 → 4,8 mmol/L, PVC
de 11 mmHg, ScvO2 de 78%, ∆PP (variação da pressão de
pulso) de 6%. Ecocardiograma à beira-leito: FEVE de 40%, VTI
de 14 cm, sem dilatação importante de VD. Extremidades frias,
tempo de enchimento capilar prolongado (>4 s). Gasometria
com pH de 7,29, HCO3⁻ de 17 mEq/L e BE de -8.
Considerando os dados apresentados e a fisiopatologia do
choque séptico, a conduta mais adequada neste momento é
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Mulher, 62 anos de idade, previamente hígida, é admitida na
UTI por choque séptico secundário a pneumonia grave. Evolui
com necessidade de ventilação mecânica invasiva e
vasopressores em dose moderada nas primeiras 24 horas. No
3º dia de UTI, encontra-se hemodinamicamente estável (sem
vasopressores), ainda sob ventilação mecânica, com
disfunção renal leve (Cr de 1,8 mg/dL), sem terapia renal
substitutiva. IMC de 27 kg/m2
. Sobre a estratégia nutricional
ideal neste momento, assinale a alternativa correta.
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Paciente de 59 anos de idade, previamente hígido, internado
por choque séptico de foco abdominal. Evoluiu com
necessidade de noradrenalina 0,25 µg/kg/min e recebeu 4,5 L
de cristaloide nas primeiras 24h. No 3º dia de UTI apresenta
creatinina de 4,2 mg/dL (basal de 0,9 mg/dL) débito urinário
de 0,2 mL/kg/h nas últimas 18h, potássio de 5,4 mEq/L.
Balanço hídrico acumulado: +6,8 L. Edema importante e
infiltrado intersticial bilateral no raio-X. Sem sinais de
encefalopatia ou pericardite urêmica. Assinale a alternativa
correta quanto à melhor conduta:
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Paciente de 64 anos de idade, internado há 9 dias na UTI por
choque séptico secundário a pneumonia comunitária grave,
evolui com melhora clínica, retirada de vasopressores há 48h
e ventilação mecânica invasiva em modo PSV, com boa
interação. Nas últimas 24h apresenta temperatura axilar de
38,5 °C, hemodinâmica estável, leucócitos de 14.200 com
neutrofilia discreta, PCR em queda progressiva, procalcitonina
reduzindo, gasometria estável, radiografia sem piora evidente,
sem secreção pulmonar purulenta, cateter venoso central há
7 dias sem sinais flogísticos. Assinale a alternativa que
apresenta a conduta mais adequada inicialmente.
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Mulher, 42 anos de idade, previamente hígida, internada por
pancreatite grave. Evolui com SDRA grave nas primeiras 48h.
Parâmetros atuais: ventilação controlada a volume VT de
6 mL/kg peso predito, PEEP de 14 cmH2O, FiO2 de 0,9, PaO2
de 65 mmHg, pressão de platô de 29 cmH2O, driving pressure
de 15 cmH2O, PaCO2 de 55 mmHg (pH de 7,28). Paciente
profundamente sedada, bloqueio neuromuscular nas
primeiras 24h. Após 6 horas de otimização ventilatória,
mantém PaO2/FiO2 de 72. Qual a melhor conduta terapêutica
neste momento?
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Paciente de 78 anos de idade, com neoplasia pulmonar
metastática, múltiplas internações recentes e declínio
funcional importante (ECOG 4), é admitido na UTI com choque
séptico secundário à pneumonia. Evolui com necessidade de
ventilação mecânica invasiva, vasopressores em altas doses
e disfunção renal aguda. Após 10 dias, mantém falência de
múltiplos órgãos, sem perspectiva razoável de reversibilidade
segundo avaliação da equipe assistente. A família relata que
o paciente já havia expressado que não gostaria de “prolongar
sofrimento com aparelhos”, mas não há diretiva antecipada
formalizada. Assinale a alternativa mais adequada quanto à
conduta.
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Paciente de 42 anos de idade, previamente hígido, apresenta
quadro de fraqueza progressiva há 5 dias, iniciando em
membros inferiores e ascendendo para membros superiores.
Refere episódio de diarreia há 2 semanas. Ao exame físico,
apresenta tetraparesia flácida simétrica, arreflexia difusa, sem
nível sensitivo definido. Está eupneico, sem sinais clínicos de
fadiga respiratória, FR de 18 irpm, SpO2 de 96% em ar
ambiente, CVF (Capacidade Vital Forçada) de 85% do valor
previsto (Ref.: ≥ 80%). Sobre o manejo desse paciente na UTI,
assinale a alternativa correta.
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Paciente de 68 anos de idade, internado na UTI por
pneumonia grave, evolui no 4º dia com rebaixamento do nível
de consciência leve (Glasgow 13), sem sinais focais. Está em
ventilação mecânica, hemodinamicamente estável.
• Exames laboratoriais:
Na+: 118 mEq/L
K+: 4,2 mEq/L
Osmolaridade plasmática: 260 mOsm/kg
Osmolaridade urinária: 520 mOsm/kg
Sódio urinário: 60 mEq/L
Creatinina: 0,9 mg/dL
Glicemia: 110 mg/dL
Sem uso de diuréticos. Exame físico sem sinais de hipovolemia ou hipervolemia. Assinale a alternativa que apresenta a melhor conduta inicial.
• Exames laboratoriais:
Na+: 118 mEq/L
K+: 4,2 mEq/L
Osmolaridade plasmática: 260 mOsm/kg
Osmolaridade urinária: 520 mOsm/kg
Sódio urinário: 60 mEq/L
Creatinina: 0,9 mg/dL
Glicemia: 110 mg/dL
Sem uso de diuréticos. Exame físico sem sinais de hipovolemia ou hipervolemia. Assinale a alternativa que apresenta a melhor conduta inicial.
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Paciente de 6 anos de idade, encontra-se internado na UTI
pediátrica por pneumonia grave, em ventilação mecânica
invasiva há 48 horas, em modo volume controlado com volume
corrente de 7 mL/kg, FR de 22 irpm, PEEP de 6 cmH2O e fluxo
inspiratório constante de 50 L/min. Nas últimas horas
apresenta queda discreta da SpO2 para 92% e aumento súbito
das pressões ventilatórias. A pressão de pico elevou-se de
28 para 45 cmH2O, enquanto a pressão de platô permanece
em 19 cmH2O, com driving pressure de 13 cmH2O. As curvas
ventilatórias mostram grande diferença entre pressão de pico
e platô, padrão serrilhado na curva de fluxo inspiratório e fluxo
expiratório retornando à linha de base. Diante desses
achados, qual é a conduta mais adequada neste momento?
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