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Texto para questão
How do we measure attention?
Attention, broadly defined, is the ability to direct the
mind on a specific task, says Gloria Mark, author of Attention
Span: A Groundbreaking Way to Restore Balance, Happiness
and Productivity. There are two main types of attention, Mark
explains. Involuntary attention is automatic—it’s what allows us
to react to a loud noise or a jarringly bright light. Focalized
attention, by contrast, is the ability to concentrate on a specific
task. This latter type is what scientists measure when
researching attention spans.
Since the early 2000s, Mark has tracked focalized
attention by observing how long people remain on a task
before switching to something else—such as checking email
or opening a new browser tab. At first, Mark used in-person
observations— researchers shadowed employees throughout
the office. In recent years, she has tracked attention spans
using software that monitors people’s computers.
“Data from our first study, in 2003, revealed that people
spent an average of 2.5 minutes on something before turning
their attention to a different task,” she says, “Our most recent
study done over the past five years shows that the figure has
gone down to 40 seconds.” The measure doesn’t capture how
long people can focus under ideal conditions, Mark notes,
meaning shorter attention spans don’t reflect a permanent loss
of attention capacity, but changes in how often people break
their focus in daily life.
National Geographic. Jan 21, 2026. Adaptado.
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Leia o poema a seguir:
MEIRELES, Cecília. Retrato. In: Viagem.
A sequência “assim calmo, assim triste, assim magro”, apresentada na primeira estrofe do poema, constitui um exemplo de paralelismo sintático porque
MEIRELES, Cecília. Retrato. In: Viagem.
A sequência “assim calmo, assim triste, assim magro”, apresentada na primeira estrofe do poema, constitui um exemplo de paralelismo sintático porque
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Texto para a questão
O voluntário da pátria
Os franceses com sua incontornável paixão por
classificar tudo, inventaram a palavra “incontornável” para
definir algo ou alguém de que ou de quem não se pode fugir
ou abrir mão. E que bom que a tenham inventado, porque não
há melhor maneira de explicar a presença, hoje, como
sempre, de Antônio Carlos Jobim entre nós.
A história o dá como tendo morrido de uma
complicação cardíaca aos 67 anos durante uma cirurgia no
Hospital Mount Sinai, em Nova York, em 8 de dezembro de
1994, e, dias depois, sido trazido para o Rio, velado no Jardim
Botânico e levado ao Cemitério São João Batista, num cortejo
que emocionou a cidade. Desde então, Tom deixou de ser
visto nas ruas do Rio, onde, apesar de mundialmente famoso,
circulava com o mais carioca dos à vontades e se deixava
abordar por populares, amorosos e reverentes. Mas isso é só
um formalismo. Tom não morreu.
É o que sua permanência em nosso dia a dia faz
pensar. Suas canções, em qualquer gênero, estilo ou formato,
não saem de circulação. Estão em shows, rádios, discos e no
streaming, indiferentes a fronteiras. Não há país a que se vá que não se possa ouvi-las, em salas de concerto, cabarés e
até na rua. Cantores e músicos de toda parte continuam a
gravar songbooks de sua obra. Livros são escritos a seu
respeito, filmes são produzidos. Enquanto tantos de seus
parceiros e contemporâneos foram reduzidos a referências
nos livros de história, Tom parece fisicamente vivo e ativo.
Mas sua preocupação com o meio ambiente, em
termos de preservação e defesa de mares, matas e seres, que
tantas incompreensões lhe rendeu, só há pouco entrou para a
pauta nacional. Tom foi, antes de muitos, um ouvidor do Brasil,
um ombudsman por conta própria. Ninguém o contratou ou
escalou para isso – ao contrário, era um voluntário da pátria.
E, não fosse ele um músico, ninguém mais equipado para
ouvir o país, do pio do inhambu aos gritos da floresta sendo
abatida a machado ou serra. Mas quantos outros músicos o
seguiram nessa missão?
Tom não morreu, e a qualquer hora dessas vamos
cruzar com ele, aflito, à sombra de alguma árvore que já não
está mais lá.
O ouvidor do Brasil:99 vezes Tom Jobim. Ruy Castro
“Mas isso é só um formalismo. Tom não morreu.”
Em relação ao trecho apresentado, a conjunção, “mas” estabelece, no contexto, uma relação de:
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Texto para a questão
O voluntário da pátria
Os franceses com sua incontornável paixão por
classificar tudo, inventaram a palavra “incontornável” para
definir algo ou alguém de que ou de quem não se pode fugir
ou abrir mão. E que bom que a tenham inventado, porque não
há melhor maneira de explicar a presença, hoje, como
sempre, de Antônio Carlos Jobim entre nós.
A história o dá como tendo morrido de uma
complicação cardíaca aos 67 anos durante uma cirurgia no
Hospital Mount Sinai, em Nova York, em 8 de dezembro de
1994, e, dias depois, sido trazido para o Rio, velado no Jardim
Botânico e levado ao Cemitério São João Batista, num cortejo
que emocionou a cidade. Desde então, Tom deixou de ser
visto nas ruas do Rio, onde, apesar de mundialmente famoso,
circulava com o mais carioca dos à vontades e se deixava
abordar por populares, amorosos e reverentes. Mas isso é só
um formalismo. Tom não morreu.
É o que sua permanência em nosso dia a dia faz
pensar. Suas canções, em qualquer gênero, estilo ou formato,
não saem de circulação. Estão em shows, rádios, discos e no
streaming, indiferentes a fronteiras. Não há país a que se vá que não se possa ouvi-las, em salas de concerto, cabarés e
até na rua. Cantores e músicos de toda parte continuam a
gravar songbooks de sua obra. Livros são escritos a seu
respeito, filmes são produzidos. Enquanto tantos de seus
parceiros e contemporâneos foram reduzidos a referências
nos livros de história, Tom parece fisicamente vivo e ativo.
Mas sua preocupação com o meio ambiente, em
termos de preservação e defesa de mares, matas e seres, que
tantas incompreensões lhe rendeu, só há pouco entrou para a
pauta nacional. Tom foi, antes de muitos, um ouvidor do Brasil,
um ombudsman por conta própria. Ninguém o contratou ou
escalou para isso – ao contrário, era um voluntário da pátria.
E, não fosse ele um músico, ninguém mais equipado para
ouvir o país, do pio do inhambu aos gritos da floresta sendo
abatida a machado ou serra. Mas quantos outros músicos o
seguiram nessa missão?
Tom não morreu, e a qualquer hora dessas vamos
cruzar com ele, aflito, à sombra de alguma árvore que já não
está mais lá.
O ouvidor do Brasil:99 vezes Tom Jobim. Ruy Castro
“Mas isso é só um formalismo. Tom não morreu.”
Considerando o trecho apresentado, assinale a alternativa em que a reescrita mantém o sentido original do excerto.
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O voluntário da pátria
Os franceses com sua incontornável paixão por
classificar tudo, inventaram a palavra “incontornável” para
definir algo ou alguém de que ou de quem não se pode fugir
ou abrir mão. E que bom que a tenham inventado, porque não
há melhor maneira de explicar a presença, hoje, como
sempre, de Antônio Carlos Jobim entre nós.
A história o dá como tendo morrido de uma
complicação cardíaca aos 67 anos durante uma cirurgia no
Hospital Mount Sinai, em Nova York, em 8 de dezembro de
1994, e, dias depois, sido trazido para o Rio, velado no Jardim
Botânico e levado ao Cemitério São João Batista, num cortejo
que emocionou a cidade. Desde então, Tom deixou de ser
visto nas ruas do Rio, onde, apesar de mundialmente famoso,
circulava com o mais carioca dos à vontades e se deixava
abordar por populares, amorosos e reverentes. Mas isso é só
um formalismo. Tom não morreu.
É o que sua permanência em nosso dia a dia faz
pensar. Suas canções, em qualquer gênero, estilo ou formato,
não saem de circulação. Estão em shows, rádios, discos e no
streaming, indiferentes a fronteiras. Não há país a que se vá que não se possa ouvi-las, em salas de concerto, cabarés e
até na rua. Cantores e músicos de toda parte continuam a
gravar songbooks de sua obra. Livros são escritos a seu
respeito, filmes são produzidos. Enquanto tantos de seus
parceiros e contemporâneos foram reduzidos a referências
nos livros de história, Tom parece fisicamente vivo e ativo.
Mas sua preocupação com o meio ambiente, em
termos de preservação e defesa de mares, matas e seres, que
tantas incompreensões lhe rendeu, só há pouco entrou para a
pauta nacional. Tom foi, antes de muitos, um ouvidor do Brasil,
um ombudsman por conta própria. Ninguém o contratou ou
escalou para isso – ao contrário, era um voluntário da pátria.
E, não fosse ele um músico, ninguém mais equipado para
ouvir o país, do pio do inhambu aos gritos da floresta sendo
abatida a machado ou serra. Mas quantos outros músicos o
seguiram nessa missão?
Tom não morreu, e a qualquer hora dessas vamos
cruzar com ele, aflito, à sombra de alguma árvore que já não
está mais lá.
O ouvidor do Brasil:99 vezes Tom Jobim. Ruy Castro
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Texto para a questão
O voluntário da pátria
Os franceses com sua incontornável paixão por
classificar tudo, inventaram a palavra “incontornável” para
definir algo ou alguém de que ou de quem não se pode fugir
ou abrir mão. E que bom que a tenham inventado, porque não
há melhor maneira de explicar a presença, hoje, como
sempre, de Antônio Carlos Jobim entre nós.
A história o dá como tendo morrido de uma
complicação cardíaca aos 67 anos durante uma cirurgia no
Hospital Mount Sinai, em Nova York, em 8 de dezembro de
1994, e, dias depois, sido trazido para o Rio, velado no Jardim
Botânico e levado ao Cemitério São João Batista, num cortejo
que emocionou a cidade. Desde então, Tom deixou de ser
visto nas ruas do Rio, onde, apesar de mundialmente famoso,
circulava com o mais carioca dos à vontades e se deixava
abordar por populares, amorosos e reverentes. Mas isso é só
um formalismo. Tom não morreu.
É o que sua permanência em nosso dia a dia faz
pensar. Suas canções, em qualquer gênero, estilo ou formato,
não saem de circulação. Estão em shows, rádios, discos e no
streaming, indiferentes a fronteiras. Não há país a que se vá que não se possa ouvi-las, em salas de concerto, cabarés e
até na rua. Cantores e músicos de toda parte continuam a
gravar songbooks de sua obra. Livros são escritos a seu
respeito, filmes são produzidos. Enquanto tantos de seus
parceiros e contemporâneos foram reduzidos a referências
nos livros de história, Tom parece fisicamente vivo e ativo.
Mas sua preocupação com o meio ambiente, em
termos de preservação e defesa de mares, matas e seres, que
tantas incompreensões lhe rendeu, só há pouco entrou para a
pauta nacional. Tom foi, antes de muitos, um ouvidor do Brasil,
um ombudsman por conta própria. Ninguém o contratou ou
escalou para isso – ao contrário, era um voluntário da pátria.
E, não fosse ele um músico, ninguém mais equipado para
ouvir o país, do pio do inhambu aos gritos da floresta sendo
abatida a machado ou serra. Mas quantos outros músicos o
seguiram nessa missão?
Tom não morreu, e a qualquer hora dessas vamos
cruzar com ele, aflito, à sombra de alguma árvore que já não
está mais lá.
O ouvidor do Brasil:99 vezes Tom Jobim. Ruy Castro
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O voluntário da pátria
Os franceses com sua incontornável paixão por
classificar tudo, inventaram a palavra “incontornável” para
definir algo ou alguém de que ou de quem não se pode fugir
ou abrir mão. E que bom que a tenham inventado, porque não
há melhor maneira de explicar a presença, hoje, como
sempre, de Antônio Carlos Jobim entre nós.
A história o dá como tendo morrido de uma
complicação cardíaca aos 67 anos durante uma cirurgia no
Hospital Mount Sinai, em Nova York, em 8 de dezembro de
1994, e, dias depois, sido trazido para o Rio, velado no Jardim
Botânico e levado ao Cemitério São João Batista, num cortejo
que emocionou a cidade. Desde então, Tom deixou de ser
visto nas ruas do Rio, onde, apesar de mundialmente famoso,
circulava com o mais carioca dos à vontades e se deixava
abordar por populares, amorosos e reverentes. Mas isso é só
um formalismo. Tom não morreu.
É o que sua permanência em nosso dia a dia faz
pensar. Suas canções, em qualquer gênero, estilo ou formato,
não saem de circulação. Estão em shows, rádios, discos e no
streaming, indiferentes a fronteiras. Não há país a que se vá que não se possa ouvi-las, em salas de concerto, cabarés e
até na rua. Cantores e músicos de toda parte continuam a
gravar songbooks de sua obra. Livros são escritos a seu
respeito, filmes são produzidos. Enquanto tantos de seus
parceiros e contemporâneos foram reduzidos a referências
nos livros de história, Tom parece fisicamente vivo e ativo.
Mas sua preocupação com o meio ambiente, em
termos de preservação e defesa de mares, matas e seres, que
tantas incompreensões lhe rendeu, só há pouco entrou para a
pauta nacional. Tom foi, antes de muitos, um ouvidor do Brasil,
um ombudsman por conta própria. Ninguém o contratou ou
escalou para isso – ao contrário, era um voluntário da pátria.
E, não fosse ele um músico, ninguém mais equipado para
ouvir o país, do pio do inhambu aos gritos da floresta sendo
abatida a machado ou serra. Mas quantos outros músicos o
seguiram nessa missão?
Tom não morreu, e a qualquer hora dessas vamos
cruzar com ele, aflito, à sombra de alguma árvore que já não
está mais lá.
O ouvidor do Brasil:99 vezes Tom Jobim. Ruy Castro
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Texto para a questão
O voluntário da pátria
Os franceses com sua incontornável paixão por
classificar tudo, inventaram a palavra “incontornável” para
definir algo ou alguém de que ou de quem não se pode fugir
ou abrir mão. E que bom que a tenham inventado, porque não
há melhor maneira de explicar a presença, hoje, como
sempre, de Antônio Carlos Jobim entre nós.
A história o dá como tendo morrido de uma
complicação cardíaca aos 67 anos durante uma cirurgia no
Hospital Mount Sinai, em Nova York, em 8 de dezembro de
1994, e, dias depois, sido trazido para o Rio, velado no Jardim
Botânico e levado ao Cemitério São João Batista, num cortejo
que emocionou a cidade. Desde então, Tom deixou de ser
visto nas ruas do Rio, onde, apesar de mundialmente famoso,
circulava com o mais carioca dos à vontades e se deixava
abordar por populares, amorosos e reverentes. Mas isso é só
um formalismo. Tom não morreu.
É o que sua permanência em nosso dia a dia faz
pensar. Suas canções, em qualquer gênero, estilo ou formato,
não saem de circulação. Estão em shows, rádios, discos e no
streaming, indiferentes a fronteiras. Não há país a que se vá que não se possa ouvi-las, em salas de concerto, cabarés e
até na rua. Cantores e músicos de toda parte continuam a
gravar songbooks de sua obra. Livros são escritos a seu
respeito, filmes são produzidos. Enquanto tantos de seus
parceiros e contemporâneos foram reduzidos a referências
nos livros de história, Tom parece fisicamente vivo e ativo.
Mas sua preocupação com o meio ambiente, em
termos de preservação e defesa de mares, matas e seres, que
tantas incompreensões lhe rendeu, só há pouco entrou para a
pauta nacional. Tom foi, antes de muitos, um ouvidor do Brasil,
um ombudsman por conta própria. Ninguém o contratou ou
escalou para isso – ao contrário, era um voluntário da pátria.
E, não fosse ele um músico, ninguém mais equipado para
ouvir o país, do pio do inhambu aos gritos da floresta sendo
abatida a machado ou serra. Mas quantos outros músicos o
seguiram nessa missão?
Tom não morreu, e a qualquer hora dessas vamos
cruzar com ele, aflito, à sombra de alguma árvore que já não
está mais lá.
O ouvidor do Brasil:99 vezes Tom Jobim. Ruy Castro
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Questão presente nas seguintes provas
Texto para a questão
O voluntário da pátria
Os franceses com sua incontornável paixão por
classificar tudo, inventaram a palavra “incontornável” para
definir algo ou alguém de que ou de quem não se pode fugir
ou abrir mão. E que bom que a tenham inventado, porque não
há melhor maneira de explicar a presença, hoje, como
sempre, de Antônio Carlos Jobim entre nós.
A história o dá como tendo morrido de uma
complicação cardíaca aos 67 anos durante uma cirurgia no
Hospital Mount Sinai, em Nova York, em 8 de dezembro de
1994, e, dias depois, sido trazido para o Rio, velado no Jardim
Botânico e levado ao Cemitério São João Batista, num cortejo
que emocionou a cidade. Desde então, Tom deixou de ser
visto nas ruas do Rio, onde, apesar de mundialmente famoso,
circulava com o mais carioca dos à vontades e se deixava
abordar por populares, amorosos e reverentes. Mas isso é só
um formalismo. Tom não morreu.
É o que sua permanência em nosso dia a dia faz
pensar. Suas canções, em qualquer gênero, estilo ou formato,
não saem de circulação. Estão em shows, rádios, discos e no
streaming, indiferentes a fronteiras. Não há país a que se vá que não se possa ouvi-las, em salas de concerto, cabarés e
até na rua. Cantores e músicos de toda parte continuam a
gravar songbooks de sua obra. Livros são escritos a seu
respeito, filmes são produzidos. Enquanto tantos de seus
parceiros e contemporâneos foram reduzidos a referências
nos livros de história, Tom parece fisicamente vivo e ativo.
Mas sua preocupação com o meio ambiente, em
termos de preservação e defesa de mares, matas e seres, que
tantas incompreensões lhe rendeu, só há pouco entrou para a
pauta nacional. Tom foi, antes de muitos, um ouvidor do Brasil,
um ombudsman por conta própria. Ninguém o contratou ou
escalou para isso – ao contrário, era um voluntário da pátria.
E, não fosse ele um músico, ninguém mais equipado para
ouvir o país, do pio do inhambu aos gritos da floresta sendo
abatida a machado ou serra. Mas quantos outros músicos o
seguiram nessa missão?
Tom não morreu, e a qualquer hora dessas vamos
cruzar com ele, aflito, à sombra de alguma árvore que já não
está mais lá.
O ouvidor do Brasil:99 vezes Tom Jobim. Ruy Castro
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Considere a campanha social: “Amor não causa dor. Violência
contra a mulher é crime!”
Em relação à perspectiva da pragmática textual e da construção de implícitos discursivos, a articulação entre os dois períodos permite concluir que o texto:
Em relação à perspectiva da pragmática textual e da construção de implícitos discursivos, a articulação entre os dois períodos permite concluir que o texto:
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