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Foram encontradas 860 questões.

4143949 Ano: 2026
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: AOCP
Orgão: UNIRIO
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Em um sistema elétrico industrial, a avaliação de desempenho utiliza indicadores que permitem acompanhar as condições operacionais dos equipamentos ao longo do tempo. Um desses indicadores é definido a partir dos períodos em que a unidade permanece funcionando e dos períodos em que se encontra em manutenção para reparo, sendo interpretado como a probabilidade de que o item esteja em condição de funcionamento em determinado instante, sob condições de uso especificadas. Considerando essa definição, o conceito associado a esse indicador é o de

 

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4143948 Ano: 2026
Disciplina: Psiquiatria
Banca: AOCP
Orgão: UNIRIO
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Paciente de 25 anos, durante o exame do estado mental, apresenta fala muito rápida, em tom elevado. Além disso, responde antes mesmo de o examinador terminar a pergunta, muda de assunto com facilidade e é difícil de ser interrompido pelo examinador. Essas características são mais compatíveis com qual alteração de linguagem/fala?

 

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4143947 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: UNIRIO

O texto a seguir refere-se às questões 17 e 18.

Texto 2

Enunciado 4682046-1

Assinale a alternativa cuja reescrita fornecida altere substancialmente o sentido da frase presente no primeiro quadro do texto.

 

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4143946 Ano: 2026
Disciplina: Informática
Banca: AOCP
Orgão: UNIRIO
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Ao analisar dados de diferentes setores de uma instalação elétrica utilizando o Excel (Microsoft 365), você precisa consolidar informações provenientes de duas tabelas separadas, de modo que ambas sejam tratadas como uma única estrutura analítica na criação da tabela dinâmica. Para isso, é necessário que as duas tabelas façam parte de um mesmo conjunto de dados unificado. Nesse sentido qual é o recurso do Excel que permite combinar várias tabelas para uso em uma única tabela dinâmica?

 

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4143945 Ano: 2026
Disciplina: Desenho Técnico e Industrial
Banca: AOCP
Orgão: UNIRIO
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Você está revisando um projeto de instalação elétrica em AutoCAD 2025 e precisa indicar, no desenho, o comprimento real de um trecho de eletroduto representado por um segmento inclinado em relação aos eixos principais do desenho. O valor cotado deve corresponder à distância efetiva entre os dois pontos desse trecho, e não às suas projeções horizontal ou vertical. Considerando esse cenário, assinale a alternativa que apresenta o tipo de dimensão que deve ser utilizado para registrar corretamente essa medida no AutoCAD 2025.

 

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4143944 Ano: 2026
Disciplina: Estatística
Banca: AOCP
Orgão: UNIRIO
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Durante testes funcionais em um equipamento de medição, um técnico registrou a quantidade de vezes que um relé interno era acionado durante um ciclo de operação. Após várias observações em condições idênticas, verificou-se que o número de atuações do relé por ciclo podia assumir os seguintes valores: \( X \) ∈ {\( 0 \), \( 1 \), \( 2 \), \( 3 \)}. A distribuição observada para a variável aleatória \( X \) foi:

x0123
P(X =x)0,100,400,300,20

Considerando que esses são os únicos valores possíveis para X no processo avaliado, com base nessas informações, qual é a probabilidade de ocorrer no máximo uma atuação do relé em um ciclo de operação?

 

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4143943 Ano: 2026
Disciplina: Psiquiatria
Banca: AOCP
Orgão: UNIRIO
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A respeito da agorafobia e seu tratamento, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s).

I. A agorafobia pode incluir medo de utilizar transporte público, estar em espaços abertos ou fechados, ficar em filas ou multidões ou sair de casa sozinho, por receio de não conseguir escapar ou de não receber ajuda caso tenha sintomas de pânico ou forte mal-estar.

II. A terapia cognitivo-comportamental com exposição gradual às situações temidas é uma das principais formas de tratamento, podendo ser associada a antidepressivos ISRS em casos moderados a graves.

III. Benzodiazepínicos são a monoterapia de escolha para tratamento prolongado da agorafobia, pois apresentam baixo risco de dependência e de recaída após a suspensão.

 

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4143942 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: UNIRIO

O texto a seguir refere-se às questões de 1 a 16.

Texto 1

ENTENDA POR QUE SER MULTITAREFA É UM MITO QUE FAZ MAL AO CÉREBRO

Participar de uma reunião, checar mensagens e adiantar um relatório ao mesmo tempo. Quem nunca sentiu um certo orgulho por conseguir fazer várias coisas simultaneamente? Mas, a longo prazo, a vida multitarefas, ou multitasking, cobra seu preço. Chegar ao fim do dia com a cabeça a mil e não conseguir dormir é um clássico. Viver com a sensação de cansaço também. Por essas e outras, seria sensato parar de glorificar esse comportamento e, sempre que possível, fazer uma coisa de cada vez.

Ninguém ganha com o multitasking

Multitarefa não é só realizar duas ou mais tarefas ao mesmo tempo. Alternar entre uma ação e outra ou executar várias atividades seguidas, sem pausas, são variações sobre o mesmo tema: uma tentativa de dar conta das mil e uma demandas do dia a dia. Com a divisão desproporcional das funções domésticas e do cuidado, as mulheres tendem a desenvolver ainda mais essa “capacidade”.

Pesquisadores que estudam o impacto do multitasking nos processos mentais garantem que a nossa mente não foi projetada para lidar com várias tarefas ao mesmo tempo. Por exemplo, o renomado neurocientista Earl Miller, do Massachusetts Institute of Technology (MIT), nos Estados Unidos, acredita que só podemos ter um ou dois pensamentos de cada vez.

Pesquisas recentes reforçam essa ideia. Um estudo dos departamentos de psicologia da Iowa State University e da California State University Northridge, publicado no mês passado na Frontiers in Psychology, mostrou que quem recorre à multitarefa com frequência busca mais gratificação imediata, subestima o tempo gasto nas atividades e tem menor autocontrole. Em resumo, a alternância constante entre estímulos ativa mais os circuitos de recompensa do que os de autorregulação — o que ajuda a explicar por que é tão difícil largar o celular.

Até a produtividade pode ser prejudicada. Ao contrário do que parece, alternar entre tarefas pode tornar tudo mais lento. Um estudo publicado no Journal of Experimental Psychology mostra que, ao mudar de atividade, o cérebro precisa se reajustar, retomar o raciocínio e lembrar as “regras” de cada função. O multitasking também nos impede de executar algumas ações no “piloto automático”, o que nos poupa alguns recursos mentais.

Pane no sistema cerebral

Um estudo da Cardiff University, do Reino Unido, indica que o multitasking tende a reconfigurar nossas conexões cerebrais, reduzindo a capacidade de manter o foco e de prestar atenção. Isso pode resultar em vários problemas, como um aumento na quantidade de erros e acidentes. Uma pesquisa de 2018, por exemplo, descobriu que adultos são mais propensos a cometer deslizes ao dirigir se estiverem realizando outras tarefas ao mesmo tempo, como ajustar o Waze ou checar o WhatsApp.

A falta de atenção também prejudica a memória, já que é preciso estar presente para que as experiências se fixem. Além disso, ao pular de uma tarefa para outra sem pausa, nosso cérebro não tem tempo de consolidar o que aprendeu ou de alcançar pensamentos mais profundos.

O multitasking também reduz a criatividade, que é estimulada quando a mente está livre de exigências complexas. “Muitas vezes, não estamos conseguindo memorizar as coisas porque não estamos presente de verdade, mas divididos em multitarefas no presencial e no online. Existe uma ilusão de que a atenção pode ser dividida, o que não é verdade”, explica Natália Mota, neurocientista e psiquiatra computacional.

Lidar com tarefas simultâneas também pode sobrecarregar o sistema nervoso e gerar sensação de urgência constante, o que contribui para o aumento da ansiedade. Tudo isso, a médio prazo, abre caminho ao esgotamento mental e ao burnout.

Monotasking e seus benefícios

Em um mundo que valoriza o multitasking como uma habilidade desejável, focar uma atividade por vez (monotasking) é cada vez mais difícil. Na correria, também parece que não temos outra opção. Mas poderíamos, pelo menos, parar de romantizar esse processo, reconhecer as suas consequências e evitar essa prática quando possível.

Um bom primeiro passo para quem deseja adotar o monotasking é limitar as distrações, começando pelos momentos de lazer — por exemplo, deixar o celular de lado enquanto assiste a séries. Já no trabalho, isso pode significar tanto procurar um local mais silencioso ou desligar notificações. Vale também agendar horários específicos para checar emails, mensagens e outras atividades que costumam nos distrair.

Mas esse talvez seja um preço necessário para perceber o que está em excesso ou o que consome mais tempo do que deveria. Essa mudança pode levar a transformações mais profundas. E o cérebro agradece.

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2025/11/entenda-por-queser-multitarefa-e-um-mito-que-faz-mal-ao-cerebro.shtml. Acesso em: 10 dez. de 2025.

Assinale a alternativa em que o item destacado é um pronome relativo que retoma uma palavra mencionada anteriormente.

 

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4143941 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: AOCP
Orgão: UNIRIO
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Em um procedimento de verificação em uma bancada de testes, a equipe de manutenção avaliou o comportamento de uma fonte variável utilizada para alimentar um pequeno circuito de ensaio. Durante o processo de inicialização com rampa, a tensão, em volts, fornecida ao elemento monitorado variou conforme a seguinte função: \( v \)(\( t \)) = \( 3 \)\( t \)\( 2 \)\( 2 \)\( t \), em que \( t \) representa o tempo, em segundos, a partir do início da aplicação da tensão. Foi estabelecido que é necessário determinar a taxa instantânea de variação da tensão, dada pela derivada \( d \)\( v \)/\( d \)\( t \), para verificar se o comportamento temporal da fonte está dentro dos parâmetros esperados. Com base nesses dados, calcule \( \dfrac{dv}{dt} \) no instante \( t \) = \( 2 \) segundos e assinale a alternativa correta.

 

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4143940 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: UNIRIO

O texto a seguir refere-se às questões de 1 a 16.

Texto 1

ENTENDA POR QUE SER MULTITAREFA É UM MITO QUE FAZ MAL AO CÉREBRO

Participar de uma reunião, checar mensagens e adiantar um relatório ao mesmo tempo. Quem nunca sentiu um certo orgulho por conseguir fazer várias coisas simultaneamente? Mas, a longo prazo, a vida multitarefas, ou multitasking, cobra seu preço. Chegar ao fim do dia com a cabeça a mil e não conseguir dormir é um clássico. Viver com a sensação de cansaço também. Por essas e outras, seria sensato parar de glorificar esse comportamento e, sempre que possível, fazer uma coisa de cada vez.

Ninguém ganha com o multitasking

Multitarefa não é só realizar duas ou mais tarefas ao mesmo tempo. Alternar entre uma ação e outra ou executar várias atividades seguidas, sem pausas, são variações sobre o mesmo tema: uma tentativa de dar conta das mil e uma demandas do dia a dia. Com a divisão desproporcional das funções domésticas e do cuidado, as mulheres tendem a desenvolver ainda mais essa “capacidade”.

Pesquisadores que estudam o impacto do multitasking nos processos mentais garantem que a nossa mente não foi projetada para lidar com várias tarefas ao mesmo tempo. Por exemplo, o renomado neurocientista Earl Miller, do Massachusetts Institute of Technology (MIT), nos Estados Unidos, acredita que só podemos ter um ou dois pensamentos de cada vez.

Pesquisas recentes reforçam essa ideia. Um estudo dos departamentos de psicologia da Iowa State University e da California State University Northridge, publicado no mês passado na Frontiers in Psychology, mostrou que quem recorre à multitarefa com frequência busca mais gratificação imediata, subestima o tempo gasto nas atividades e tem menor autocontrole. Em resumo, a alternância constante entre estímulos ativa mais os circuitos de recompensa do que os de autorregulação — o que ajuda a explicar por que é tão difícil largar o celular.

Até a produtividade pode ser prejudicada. Ao contrário do que parece, alternar entre tarefas pode tornar tudo mais lento. Um estudo publicado no Journal of Experimental Psychology mostra que, ao mudar de atividade, o cérebro precisa se reajustar, retomar o raciocínio e lembrar as “regras” de cada função. O multitasking também nos impede de executar algumas ações no “piloto automático”, o que nos poupa alguns recursos mentais.

Pane no sistema cerebral

Um estudo da Cardiff University, do Reino Unido, indica que o multitasking tende a reconfigurar nossas conexões cerebrais, reduzindo a capacidade de manter o foco e de prestar atenção. Isso pode resultar em vários problemas, como um aumento na quantidade de erros e acidentes. Uma pesquisa de 2018, por exemplo, descobriu que adultos são mais propensos a cometer deslizes ao dirigir se estiverem realizando outras tarefas ao mesmo tempo, como ajustar o Waze ou checar o WhatsApp.

A falta de atenção também prejudica a memória, já que é preciso estar presente para que as experiências se fixem. Além disso, ao pular de uma tarefa para outra sem pausa, nosso cérebro não tem tempo de consolidar o que aprendeu ou de alcançar pensamentos mais profundos.

O multitasking também reduz a criatividade, que é estimulada quando a mente está livre de exigências complexas. “Muitas vezes, não estamos conseguindo memorizar as coisas porque não estamos presente de verdade, mas divididos em multitarefas no presencial e no online. Existe uma ilusão de que a atenção pode ser dividida, o que não é verdade”, explica Natália Mota, neurocientista e psiquiatra computacional.

Lidar com tarefas simultâneas também pode sobrecarregar o sistema nervoso e gerar sensação de urgência constante, o que contribui para o aumento da ansiedade. Tudo isso, a médio prazo, abre caminho ao esgotamento mental e ao burnout.

Monotasking e seus benefícios

Em um mundo que valoriza o multitasking como uma habilidade desejável, focar uma atividade por vez (monotasking) é cada vez mais difícil. Na correria, também parece que não temos outra opção. Mas poderíamos, pelo menos, parar de romantizar esse processo, reconhecer as suas consequências e evitar essa prática quando possível.

Um bom primeiro passo para quem deseja adotar o monotasking é limitar as distrações, começando pelos momentos de lazer — por exemplo, deixar o celular de lado enquanto assiste a séries. Já no trabalho, isso pode significar tanto procurar um local mais silencioso ou desligar notificações. Vale também agendar horários específicos para checar emails, mensagens e outras atividades que costumam nos distrair.

Mas esse talvez seja um preço necessário para perceber o que está em excesso ou o que consome mais tempo do que deveria. Essa mudança pode levar a transformações mais profundas. E o cérebro agradece.

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2025/11/entenda-por-queser-multitarefa-e-um-mito-que-faz-mal-ao-cerebro.shtml. Acesso em: 10 dez. de 2025.

A respeito do seguinte excerto: “Um bom primeiro passo para quem deseja adotar o monotasking é limitar as distrações [...]”, assinale a alternativa correta.

 

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