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600168 Ano: 2014
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: UFRGS
Orgão: TJ-RS
Electronic Waste
Electronic waste (or E-waste.) isn’t just waste – it contains some very toxic substances, such as mercury, lead, cadmium, arsenic, beryllium and brominated flame retardants. When the latter are burned at low temperatures, they create additional toxins, such as halogenated dioxins and furans –some of the most toxic substances known to humankind.
The toxic materials in electronics can cause cancer, reproductive disorders, endocrine disruption, and many other health problems if this waste stream is not properly managed. Many of the toxic constituents are elements, which means they never disappear, even though they may change form.
Other toxic chemicals in electronics do not break down over time, instead accumulating in the food chain and biosphere. Not only do these toxins presente risks to communities and the global ecosystem, but also to electronics recycling workers around the world.
Unfortunately, only a small percentage of e-waste is recycled. Even when we take it to a recycling center, if available, there is no guarantee that it is actually recycled – not in the way most of us think of that term. A small percentage of e- waste is estimated to be sent to recyclers. In the U.S., this is as little as 11-14%. The remainder is most often dumped or burned, either in formal landfills and incinerators, or informally dumped or burned. These inappropriate disposal methods for electronic waste fail to reclaim valuable materials or manage the toxic materialssafely. In effect, our soil, water, and air are easily contaminated.
An estimated 70-80% of the e-waste that is given to recyclers is exported to countries with developing economies, in effect externalizing the real costs of managing hazardous waste and products. Once there, primitive technologies such as open air burning and riverside acid baths are used to extract a few materials. The rest of the toxic materials are usually dumped.
Unlike other countries in the world, the U.S. sends a significant portion of its hazardous e-waste to U.S. prisons to be processed in less-regulated environments without the worker protections and rights afforded in the private sector. , such operations amount to government subsidies, undermining the development of responsible privatesector recycling infrastructure and distorting the economics of recycling.
(http://www.e-stewards.org/the-e-waste-crisis/)
Qual a melhor tradução para a expressão The remainder?
 

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INSTRUÇÃO: Para responder à questão, considere a planilha MS-Excel abaixo. Para facilitar a visualização, foram feitas algumas formatações.
Enunciado 598838-1
Para se obter o número de candidatos por vaga (coluna D), foi digitada uma fórmula na célula D2. Essa fórmula servirá de base para ser copiada e colada para as células D3 até D5. Qual é essa fórmula?
 

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Mais do que combater as teses racistas que são difundidas em muitos países e sociedades que afirmam serem superiores em relação às outras no que concerne à etnia, devemos voltar nosso olhar para outras vertentes preconceituosas nas sociedades que se consideram avançadas, seja no âmbito tecnológico, ou até mesmo na linguagem e na escrita.
Essa tendência refere-se à superioridade cultural de uma civilização ou grupo em relação a outros que são compreendidos como inferiores e tratados como obsoletos e desvalorizados em todos os seus aspectos culturais.
As sociedades que, durante toda a história da humanidade, foram exploradas, embora perdessem traços culturais, não deixaram de lado suas principais circunscrições que as identificam, assim como seus costumes, crenças e modo de vida próprio. No entanto, as civilizações exploradoras conseguiram desviar o foco dos problemas ocasionado pela exploração, para uma “terrível” imagem dos povos que não se adequaram ao seu estilo de vida, fazendo-nos acreditar que essas civilizações não têm nenhuma relevância cultural no cenário mundial.
Nossas convicções ideológicas pessoais prevalecem muito mais do que qualquer relação social com povos que não pensam como nós pensamos e que fogem de nossos padrões de vida. Somos levados a querer que o outro grupo seja o reflexo ideal do nosso próprio conceito de “sociedade ideal”, caso contrário rotulamos o outro grupo como inferior e irrelevante para o progresso da humanidade.
Ao julgarmos uma cultura em relação à nossa e afirmar sua inferioridade, não devemos partir de valores como avanços tecnológicos e científicos, pois nenhuma civilização é tão “inferior” que não tenha nenhuma característica específica que a nossa ainda não conseguiu desenvolver. Desse modo, se consideramos o diferente como inferior, também podemos cair no mesmo grau de inferioridade, na medida em que o outro grupo nos terá como sendo também inferiores em determinados aspectos.
Adaptado de: LIMA, Fabiano de Albuquerque. Disponível em: <http://www.opovo.com.br/app/jornaldoleitor/noticiasse cundarias/artigos/2013/09/17/noticiajornaldoleitorartigos,- 3131118/a-pretensao-de-uma-superioridadecultural.shtml>. Acessado em 07 jul. 2014.
Quanto à classificação das palavras usadas no texto, é correto afirmar que
 

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592977 Ano: 2014
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: UFRGS
Orgão: TJ-RS
Electronic Waste
Electronic waste (or E-waste.) isn’t just waste – it contains some very toxic substances, such as mercury, lead, cadmium, arsenic, beryllium and brominated flame retardants. When the latter are burned at low temperatures, they create additional toxins, such as halogenated dioxins and furans –some of the most toxic substances known to humankind.
The toxic materials in electronics can cause cancer, reproductive disorders, endocrine disruption, and many other health problems if this waste stream is not properly managed. Many of the toxic constituents are elements, which means they never disappear, even though they may change form.
Other toxic chemicals in electronics do not break down over time, instead accumulating in the food chain and biosphere. Not only do these toxins presente risks to communities and the global ecosystem, but also to electronics recycling workers around the world.
Unfortunately, only a small percentage of e-waste is recycled. Even when we take it to a recycling center, if available, there is no guarantee that it is actually recycled – not in the way most of us think of that term. A small percentage of e- waste is estimated to be sent to recyclers. In the U.S., this is as little as 11-14%. The remainder is most often dumped or burned, either in formal landfills and incinerators, or informally dumped or burned. These inappropriate disposal methods for electronic waste fail to reclaim valuable materials or manage the toxic materialssafely. In effect, our soil, water, and air are easily contaminated.
An estimated 70-80% of the e-waste that is given to recyclers is exported to countries with developing economies, in effect externalizing the real costs of managing hazardous waste and products. Once there, primitive technologies such as open air burning and riverside acid baths are used to extract a few materials. The rest of the toxic materials are usually dumped.
Unlike other countries in the world, the U.S. sends a significant portion of its hazardous e-waste to U.S. prisons to be processed in less-regulated environments without the worker protections and rights afforded in the private sector. , such operations amount to government subsidies, undermining the development of responsible privatesector recycling infrastructure and distorting the economics of recycling.
(http://www.e-stewards.org/the-e-waste-crisis/)
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna da linha 46, e que significa: além disso.
 

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Suspiros de fumaça
“Parar de fumar é muito fácil. Eu mesmo já parei umas 20 vezes.” Assim dizia meu pai brincando para minimizar sua maior derrota: nunca conseguiu largar o cigarro. Quando, pela doença, as proibições chegaram, fumava escondido. Anos depois que partiu, minha mãe seguia encontrando maços em esconderijos insólitos.
Meu primeiro contato com o comércio foi comprando cigarros para meu pai. Diligentemente, não aceitava o troco em balas, o acerto justo dignificava a missão. Hoje me lembro dessas incursões com um pingo de culpa, como se nelas houvesse uma névoa de conivência.
Claro, eu era criança. Se é para ter culpa, melhor lembrar dos últimos anos do meu avô materno, quando eu já era adolescente. Outro que levou o cigarro até o fim. Embora a questão seja quem levou quem. Respirando muito mal, os médicos cortaram-lhe o hábito. Mas houve um apelo e uma concessão: três meios cigarros ao dia. Quando estava comigo, roubava no jogo e eu fazia escandalosa vista grossa. Trocávamos olhares e eu esquecia de cortar o cigarro, ou me enganava na difícil matemática que é discernir entre três e quatro.
Sinto falta do cheiro de tabacaria, de comprar cigarros, mas não sei o que faria com eles. Eu jamais fumei e meus fumantes se foram. Não descobri se nunca fumei para não desafiar quem derrotou meu pai ou para triunfar onde ele falhou.
Quando minha mulher chegou na minha vida, fumava. Trazia essa familiaridade de um gozo que eu não entendia. O cigarro para Diana era um amigo fiel que pontuava e sublinhava sua vida. Antes disso, depois daquilo, no momento de angústia, nos momentos de alegria, contra a solidão, enfim, arrimo para todas as pausas. Mas minha paciência com o cigarro, e o custo que ele me trouxe, já havia esgotado. Agora, era eu ou ele. Quase perdi! Havia um inimigo na trincheira, minhas memórias, tinha uma queda pelo inimigo. Mas consegui. Depois de anos de luta e com o decisivo apoio da minha tropa de choque, minhas duas filhas, vencemos.
Se existe algo que aprendi com o cigarro é não menosprezar sua força e o preço que os fumantes estão dispostos a pagar. Tingir de morte o seu prazer, como a medicina explica e agora está impresso em qualquer maço, a meu ver, pouco ajuda. Talvez só denote o que ele é, uma tourada com a finitude, desafiando e chamando a morte a cada tragada.
O preço por esse prazer letal é enorme para a saúde pública. Mas o pior, talvez mais doloroso por ser mais próximo, é testemunhar essa escolha entre a fuga solitária do canudinho de fumaça e a nossa companhia. Gostaria que todos os fumantes que amei tivessem preferido a minha companhia dele, preferência sempre terei ciúme. Precisamos ganhar os fumantes de volta para nós.
Adaptado de: CORSO, Mário. Suspiros de fumaça. Zero Hora, 12/06/2014.
Assinale a alternativa que apresenta ideia que se pode depreender da leitura do texto.
 

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Suspiros de fumaça
“Parar de fumar é muito fácil. Eu mesmo já parei umas 20 vezes.” Assim dizia meu pai brincando para minimizar sua maior derrota: nunca conseguiu largar o cigarro. Quando, pela doença, as proibições chegaram, fumava escondido. Anos depois que partiu, minha mãe seguia encontrando maços em esconderijos insólitos.
Meu primeiro contato com o comércio foi comprando cigarros para meu pai. Diligentemente, não aceitava o troco em balas, o acerto justo dignificava a missão. Hoje me lembro dessas incursões com um pingo de culpa, como se nelas houvesse uma névoa de conivência.
Claro, eu era criança. Se é para ter culpa, melhor lembrar dos últimos anos do meu avô materno, quando eu já era adolescente. Outro que levou o cigarro até o fim. Embora a questão seja quem levou quem. Respirando muito mal, os médicos cortaram-lhe o hábito. Mas houve um apelo e uma concessão: três meios cigarros ao dia. Quando estava comigo, roubava no jogo e eu fazia escandalosa vista grossa. Trocávamos olhares e eu esquecia de cortar o cigarro, ou me enganava na difícil matemática que é discernir entre três e quatro.
Sinto falta do cheiro de tabacaria, de comprar cigarros, mas não sei o que faria com eles. Eu jamais fumei e meus fumantes se foram. Não descobri se nunca fumei para não desafiar quem derrotou meu pai ou para triunfar onde ele falhou.
Quando minha mulher chegou na minha vida, fumava. Trazia essa familiaridade de um gozo que eu não entendia. O cigarro para Diana era um amigo fiel que pontuava e sublinhava sua vida. Antes disso, depois daquilo, no momento de angústia, nos momentos de alegria, contra a solidão, enfim, arrimo para todas as pausas. Mas minha paciência com o cigarro, e o custo que ele me trouxe, já havia esgotado. Agora, era eu ou ele. Quase perdi! Havia um inimigo na trincheira, minhas memórias, tinha uma queda pelo inimigo. Mas consegui. Depois de anos de luta e com o decisivo apoio da minha tropa de choque, minhas duas filhas, vencemos.
Se existe algo que aprendi com o cigarro é não menosprezar sua força e o preço que os fumantes estão dispostos a pagar. Tingir de morte o seu prazer, como a medicina explica e agora está impresso em qualquer maço, a meu ver, pouco ajuda. Talvez só denote o que ele é, uma tourada com a finitude, desafiando e chamando a morte a cada tragada.
O preço por esse prazer letal é enorme para a saúde pública. Mas o pior, talvez mais doloroso por ser mais próximo, é testemunhar essa escolha entre a fuga solitária do canudinho de fumaça e a nossa companhia. Gostaria que todos os fumantes que amei tivessem preferido a minha companhia dele, preferência sempre terei ciúme. Precisamos ganhar os fumantes de volta para nós.
Adaptado de: CORSO, Mário. Suspiros de fumaça. Zero Hora, 12/06/2014.
Com a expressão esconderijos insólitos, o narrador faz referência aos locais
 

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582286 Ano: 2014
Disciplina: Estatística
Banca: UFRGS
Orgão: TJ-RS

INSTRUÇÃO: Para responder a questão, considere o enunciado a seguir:

Fez-se um estudo com um grupo de 31 alunos do curso de Educação Física de uma universidade, registrando-se entre outras variáveis, a idade em anos, o peso em quilogramas, o tempo gasto por cada aluno, em minutos, para correr dois quilômetros e meio, o batimento cardíaco de cada aluno (Bat_Card.) enquanto corre e a taxa de absorção de oxigênio, em milímetros, por quilograma de peso corporal por minuto. Os alunos faziam parte de três turmas de semestres diferentes do curso.

No que se refere ao estudo com todos os alunos, estabeleceu-se a relação da taxa de absorção de oxigênio em função do tempo gasto para correr dois quilômetros e meio, através de uma regressão linear simples, obtendo-se os resultados abaixo.

Enunciado 582286-1

Observe as afirmações abaixo, considerando o nível de significância igual a 0,05.

I - A estimativa do coeficiente de regressão linear (b = -3,31) é significativa (p < 0,0001), indicando que a cada minuto de tempo a mais gasto para correr dois quilômetros e meio, estima-se uma diminuição de 3,31 na taxa de absorção de oxigênio, em milímetros, por quilograma de peso corporal.

II - O coeficiente de determinação é 0,74, indicando que 74% da variação na taxa de absorção de oxigênio, em milímetros, por quilograma de peso corporal, por minuto, é explicada pela regressão linear da taxa em função do tempo gasto em minutos para correr dois quilômetros e meio.

III - O teste de significância para o coeficiente de regressão linear é procedido de forma equivalente, tanto pelo teste t (t = -9,17; p < 0,0001), quanto pelo teste F da análise de variância (F = 84,01; p < 0,0001), valendo, nesse caso, a equivalência F = t².

Quais estão corretas?

 

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581148 Ano: 2014
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: UFRGS
Orgão: TJ-RS
Electronic Waste
Electronic waste (or E-waste.) isn’t just waste – it contains some very toxic substances, such as mercury, lead, cadmium, arsenic, beryllium and brominated flame retardants. When the latter are burned at low temperatures, they create additional toxins, such as halogenated dioxins and furans –some of the most toxic substances known to humankind.
The toxic materials in electronics can cause cancer, reproductive disorders, endocrine disruption, and many other health problems if this waste stream is not properly managed. Many of the toxic constituents are elements, which means they never disappear, even though they may change form.
Other toxic chemicals in electronics do not break down over time, instead accumulating in the food chain and biosphere. Not only do these toxins presente risks to communities and the global ecosystem, but also to electronics recycling workers around the world.
Unfortunately, only a small percentage of e-waste is recycled. Even when we take it to a recycling center, if available, there is no guarantee that it is actually recycled – not in the way most of us think of that term. A small percentage of e- waste is estimated to be sent to recyclers. In the U.S., this is as little as 11-14%. The remainder is most often dumped or burned, either in formal landfills and incinerators, or informally dumped or burned. These inappropriate disposal methods for electronic waste fail to reclaim valuable materials or manage the toxic materialssafely. In effect, our soil, water, and air are easily contaminated.
An estimated 70-80% of the e-waste that is given to recyclers is exported to countries with developing economies, in effect externalizing the real costs of managing hazardous waste and products. Once there, primitive technologies such as open air burning and riverside acid baths are used to extract a few materials. The rest of the toxic materials are usually dumped.
Unlike other countries in the world, the U.S. sends a significant portion of its hazardous e-waste to U.S. prisons to be processed in less-regulated environments without the worker protections and rights afforded in the private sector. , such operations amount to government subsidies, undermining the development of responsible privatesector recycling infrastructure and distorting the economics of recycling.
(http://www.e-stewards.org/the-e-waste-crisis/)
palavra there, está se referindo a:
 

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Considere a planilha MS-Excel abaixo, que contém duas datas.
Enunciado 581136-1
A célula D5 foi formatada para conter número com 0 (zero) casas decimais. Nessa célula, foi digitada uma fórmula para calcular a diferença entre as duas datas (Data 2 - Data 1). Qual é essa fórmula?
 

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INSTRUÇÃO: Para responder à questão, considere a planilha MS-Excel abaixo. Para facilitar a visualização, foram feitas algumas formatações.
Enunciado 580835-1
Para se obter a percentagem sobre o total de inscritos (coluna E), foi digitada uma fórmula em E2, que foi copiada e colada para as células E3 até E5. Após, foi utilizada uma formatação sobre as células E2 até E6. Qual é a fórmula e a formatação usadas, respectivamente?
 

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