Magna Concursos

Foram encontradas 50 questões.

2242408 Ano: 2015
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: CETAP
Orgão: TCM-PA
Em 2003, com o advento da Emenda Constitucional n,'41. várias regras de aposentadoria foram reformadas, e, com a introdução do §19 no art. 40 da Constituição Federal, foi criado o abono de permanência que consiste em uma:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
De acordo com os eventos apresentados a seguir e observando o Regime Orçamentário, descrito na Lei n°. 4320/64 e alterações, o lucro apurado, no mês de Novembro de 2014, foi de:
1 - Despesa empenhada em Setembro e paga dois meses depois R$10.000,00
2 - Despesa empenhada em Novembro e paga no próprio mês R$2.500,00
3 - Despesa empenhada em Julho com vencimento em Dezembro R$3.000,00
4 - Receita realizada em Setembro e arrecadada em Novembro R$5.000,00
5 - Receita realizada em Novembro e arrecadada em Dezembro R$15.000,00
6 - Receita realizada em Novembro e arrecadada em Novembro R$50.000,00
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2242403 Ano: 2015
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: CETAP
Orgão: TCM-PA
Uma empresa adquiriu uma máquina pelo valor de R$200.000,00 no dia 01/10/2014, mesma data em que a máquina foi colocada em funcionamento no processo produtivo. No momento da aquisição, o gestor da empresa estimou a vida útil da máquina em 8 anos, e que, após esse período, o valor de mercado da máquina seria de R$50.000,00. Qual o valor de despesa com depreciação deve ser reconhecido no ano de
2014?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Na Constituição do Estado do Pará, apenas não se refere à regra atinente ao "Controle dos atos da Administração Pública":

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Envelhecer é uma arte?

Nas palavras de Cícero, envelhecer é coisa boa. Dois mil anos depois, com fartura de números, o tema reaparece nas pesquisas iniciadas por R. Easterlin. Detecta-se uma "curva da fossa": entre 40 e 50 anos, bate um pessimismo, uma insegurança difusa. Mas daí para a frente voltamos a ficar de bem com a vida, cada vez mais felizes - óbvio, só até o corpo fracassar. Será?

Esse lado emocional-filosófico é nebuloso. Amadurecemos com a idade, como sugerem as pesquisas? Ou acumulamos azedumes e rabugices? Ficamos cada vez mais impacientes com a burrice humana? Ou mais bem blindados contra ela? Cada um é cada um.

Exploremos alguns temas em que o terreno parece menos pantanoso.

O psicólogo A. Maslow documentou o que significava para ele ir ficando velho. Percebia uma perda progressiva da motivação para fazer as coisas e lidar com desafios. Mais e mais empreitados deixavam de valer a pena. É o meu caso: já trabalhei no governo, mas hoje nenhum cargo me tentaria. Sinto engulho só de vislumbrar o pesadelo da burocracia pública.

Em sua última entrevista, Paulo Freire segue caminho paralelo a Maslow, afirmando que envelhecer é perder a curiosidade. Se ele tem razão, no meu caso, permaneço jovem, pois minha curiosidade sobrevive, onívora.

O acaso das faculdades mentais é bem documentado pela pesquisa. Degrada-se a memória, sobretudo a de curto prazo e a dos nomes e datas. O raciocínio matemático começa a derrapar já a partir dos 30. De fato, todos os avanços na área foram feitos por jovens.

A boa notícia é que a capacidade de julgamento, a sabedoria, o esprit de finesse, mencionado por Pascal, não apenas sobrevivem, mas progridem. Comprovou-se que os velhos precisam ler menos para decidir sobre algum assunto, com igual competência. E, nas humanidades, amadurecemos com os anos, e muito. Romancistas e historiadores? Prefiram os velhos. Aleluia! Com o passar dos anos, políticos entendem melhor a natureza humana, por isso sobrevivem na carreira.

Sabemos também que a inteligência reage como um músculo. A qualquer idade, é fortalecida com exercícios e evapora com a inação. Daí a importância de exercitar a ambos. Se encolhem os desafios mentais na aposentadoria, risco à vida! Não é o contracheque que salva vidas; mas a letargia intelectual mata. Se ficarmos esperando pela morte, ela virá mais célere. Com medo de morrer, continuo trabalhando, freneticamente.

Na minha incauta opinião, conversa de doença não faz bem à saúde. Tampouco é uma boa receita para a longevidade voltar aos lugares em que se viveu ou trabalhou, não encontrar mais conhecidos e ser tratado como um estranho.

Caminhando pelas ruas, vemos logo quem tem jeito de aposentado. Falta chispa nos olhos e o andar sugere que não quer chegar a parte alguma. Quem lê obituário, para ficar sabendo dos amigos que morreram, mostra na cara sua vocação para a morte. Cruz-credo! Aliás, a solidão é fatal! Por isso, vale o conselho de Samuel Johnson: enquanto jovem, é preciso cultivar os amigos, pois com a idade vai ficando difícil renovar o plantel.

A decadência do corpo é inexorável. Mais dias de indisposição, dói aqui, dói acolá, mais enguiços e reparos, mais remedinhos para isso ou para aquilo. Contudo, avanços na medicina e melhores estilos de vida freiam espetacularmente a degradação do corpo. Mantêm serelepes muito velhos que, faz poucas décadas estariam derrubados. Vejam nas ilustrações antigas a imagem dos avós, circunspectos e encarquilhados. Gente nas mesmas idades está hoje malhando nas academias, subindo montanhas e gabando-se de suas proezas, em todos os azimutes. Obviamente isso dá trabalho: há que buscar remédios miraculosos, próteses, mandar recauchutar o coração, fazer dietas e exercícios árduos para manter a massa muscular. No meu modesto julgamento, compensa.

Isso são teorias.

O único ganho indisputável é não ter de entrar em filas. Outro dia, estava no banco e, como a fila dos velhos não andava, um jovem me ofereceu seu lugar na outra. Relutei, mas acabei aceitando. Feita a transação, saí correndo, para que ele não me visse partir na minha moto BMW 650 GS.

(Fonte: CASTRO, Claudio de Moura. Revista Veja. 2408 ed. São Paulo: Abril. 14/01/2015.)

O acréscimo do adjunto adverbial provocou uma falha de regência na alternativa:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Envelhecer é uma arte?
Nas palavras de Cícero, envelhecer é coisa boa. Dois mil anos depois, com fartura de números, o tema reaparece nas pesquisas iniciadas por R. Easterlin. Detecta-se uma "curva da fossa": entre 40 e 50 anos, bate um pessimismo, uma insegurança difusa. Mas daí para a frente voltamos a ficar de bem com a vida, cada vez mais felizes - óbvio, só até o corpo fracassar. Será?
Esse lado emocional-filosófico é nebuloso. Amadurecemos com a idade, como sugerem as pesquisas? Ou acumulamos azedumes e rabugices? Ficamos cada vez mais impacientes com a burrice humana? Ou mais bem blindados contra ela? Cada um é cada um.
Exploremos alguns temas em que o terreno parece menos pantanoso.
O psicólogo A. Maslow documentou o que significava para ele ir ficando velho. Percebia uma perda progressiva da motivação para fazer as coisas e lidar com desafios. Mais e mais empreitados deixavam de valer a pena. É o meu caso: já trabalhei no governo, mas hoje nenhum cargo me tentaria. Sinto engulho só de vislumbrar o pesadelo da burocracia pública.
Em sua última entrevista, Paulo Freire segue caminho paralelo a Maslow, afirmando que envelhecer é perder a curiosidade. Se ele tem razão, no meu caso, permaneço jovem, pois minha curiosidade sobrevive, onívora.
O acaso das faculdades mentais é bem documentado pela pesquisa. Degrada-se a memória, sobretudo a de curto prazo e a dos nomes e datas. O raciocínio matemático começa a derrapar já a partir dos 30. De fato, todos os avanços na área foram feitos por jovens.
A boa notícia é que a capacidade de julgamento, a sabedoria, o esprit de finesse, mencionado por Pascal, não apenas sobrevivem, mas progridem. Comprovou-se que os velhos precisam ler menos para decidir sobre algum assunto, com igual competência. E, nas humanidades, amadurecemos com os anos, e muito. Romancistas e historiadores? Prefiram os velhos. Aleluia! Com o passar dos anos, políticos entendem melhor a natureza humana, por isso sobrevivem na carreira.
Sabemos também que a inteligência reage como um músculo. A qualquer idade, é fortalecida com exercícios e evapora com a inação. Daí a importância de exercitar a ambos. Se encolhem os desafios mentais na aposentadoria, risco à vida! Não é o contracheque que salva vidas; mas a letargia intelectual mata. Se ficarmos esperando pela morte, ela virá mais célere. Com medo de morrer, continuo trabalhando, freneticamente.
Na minha incauta opinião, conversa de doença não faz bem à saúde. Tampouco é uma boa receita para a longevidade voltar aos lugares em que se viveu ou trabalhou, não encontrar mais conhecidos e ser tratado como um estranho.
Caminhando pelas ruas, vemos logo quem tem jeito de aposentado. Falta chispa nos olhos e o andar sugere que não quer chegar a parte alguma. Quem lê obituário, para ficar sabendo dos amigos que morreram, mostra na cara sua vocação para a morte. Cruz-credo! Aliás, a solidão é fatal! Por isso, vale o conselho de Samuel Johnson: enquanto jovem, é preciso cultivar os amigos, pois com a idade vai ficando difícil renovar o plantel.
A decadência do corpo é inexorável. Mais dias de indisposição, dói aqui, dói acolá, mais enguiços e reparos, mais remedinhos para isso ou para aquilo. Contudo, avanços na medicina e melhores estilos de vida freiam espetacularmente a degradação do corpo. Mantêm serelepes muito velhos que, faz poucas décadas estariam derrubados. Vejam nas ilustrações antigas a imagem dos avós, circunspectos e encarquilhados. Gente nas mesmas idades está hoje malhando nas academias, subindo montanhas e gabando-se de suas proezas, em todos os azimutes. Obviamente isso dá trabalho: há que buscar remédios miraculosos, próteses, mandar recauchutar o coração, fazer dietas e exercícios árduos para manter a massa muscular. No meu modesto julgamento, compensa.
Isso são teorias.
O único ganho indisputável é não ter de entrar em filas. Outro dia, estava no banco e, como a fila dos velhos não andava, um jovem me ofereceu seu lugar na outra. Relutei, mas acabei aceitando. Feita a transação, saí correndo, para que ele não me visse partir na minha moto BMW 650 GS.
(Fonte: CASTRO, Claudio de Moura. Revista Veja. 2408 ed. São Paulo: Abril. 14/01/2015.)
"Não é o contracheque que salva a vidas; mas a letargia intelectual mata", Sobre o fragmento é incorreto afirmar:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2242324 Ano: 2015
Disciplina: Administração Geral
Banca: CETAP
Orgão: TCM-PA
"A teoria de complexidade, desenvolvida com base na observação da natureza, traz novos insights á compreensão do que acontece no mundo. (...) O Instituto Santa Fé, destinado a buscar um arcabouço teórico capaz de conduzir á compreensão da natureza e da humanidade, é o mais importante centro de pesquisas em caos e complexidade, nos Estados Unidos. Estuda sistemas complexos adaptativos. A teoria dos sistemas já sinalizava para o fato de que uma das caracteristicas dos sistemas abertos é sua capacidade de adaptação ao ambiente. Veja que não falo de acomodação, o que traz em seu bojo a ideia de passividade; falo em adaptação, o que pressupõe antenas ligadas, monitorando o ambiente, agindo e reagindo como num jogode xadrez. Falo em ação. (...)".
(Fonte: VERGARA, Sylvia. Gestão de Pessoas. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2006.)
Não há dúvidas, quando se considera os contextos contemporâneos em que estão inseridas as organizações, de que a teoria anteriormente relatada pode ajudar na compreensão do universo organizacional, á medida que descobriu que os sistemas adaptativos:
I - são capazes de aprender e se auto-regulam;
II - se baseiam na pertinência da vertical idade dos processos;
III - tem como pressuposto a participação como desencadeadora de identidade organizacional.
IV - defendem a necessidade de agilização e fluidez do processo informacional.
É correto o que se afirma em:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Em atenção à Lei nº 5.810/94 - Regime Jurídico Único dos Servidores Públicos Civis da Administração Direta, das Autarquias e das Fundações Públicas do Estado do Pará, apenas não se pode afirmar:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2242319 Ano: 2015
Disciplina: Administração Geral
Banca: CETAP
Orgão: TCM-PA
Considerado uma forma visual de representação da estrutura organizacional, o organograma circular:
I - tende a suplantar demais formas de elaboração gráfica, vez que é a mais recente técnica;
II - tem um visual mais suave;
III - reduz possibilidade de conflitos;
IV - ilustra a autoridade hierárquica da periferia para o centro.
É correto o que se afirma em:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2242318 Ano: 2015
Disciplina: Administração Geral
Banca: CETAP
Orgão: TCM-PA
Visões tradicionais do modelo de organização ideal defendíam a ideia de uma amplitude de controle de aproximadamente sete subordinados por Administrador. No entanto, as organizações contemporâneas, mais enxutas que as tradicionais, têm apresentado amplitudes de controle maiores. O fato é que diversos fatores influenciam, diretamente, naquilo que pode se considerar amplitude de controle ideal, são eles:
I - complexidade do trabalho;
II - sofisticação dos sistemas de informação e comunicação;
III - estilo pessoal dos administradores;
IV - similaridade de tarefas.
Estão corretamente listados os fatores contidos:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas