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Leia o texto para responder à questão a seguir.
Vamos rebobinar a fita da história até o século 17. Na época, o Brasil e as colônias britânicas que viriam a formar os Estados Unidos já representavam polos antagônicos na economia mundial, mas na posição inversa da de hoje.
Por aqui, produzíamos a maior riqueza conhecida na época, a cana-de-açúcar, que foi capaz de tornar Recife uma das cidades mais ricas do mundo. Nas colônias da América do Norte, não havia um clima propício para a cana. A solução, então, foi improvisar. Primeiro, elas se tornaram um grande fornecedor de alimentos e animais de tração para as ilhas caribenhas que disputavam a produção de cana com o Brasil – já que nessas ilhas todo o território se destinava à produção de açúcar.
Aí que as coisas começaram a se desenhar. Enquanto nós e os caribenhos caíamos de cabeça na monocultura de cana, a América do Norte usava o ouro que recebia das Antilhas para criar variedade na agricultura, na pecuária, na pesca. Tudo num círculo virtuoso capaz de não só distribuir melhor a riqueza, como também criar mais riqueza. Da necessidade cada vez maior de barcos de pesca, por exemplo, surgiu uma indústria naval que logo passaria a vender embarcações para as potências europeias.
No Brasil, acontecia justamente o contrário. A cana enriquecia meia dúzia de senhores de engenho, e essa renda permanecia concentrada. Em vez de regar outros setores da economia, acabava reinvestida em mais monocultura. E seguimos assim até o século 20. Agora o café era a nova cana. Fora isso, pouco havia mudado.
(Superinteressante, agosto de 2017. Adaptado)
De acordo com o texto, as limitações impostas pela natureza fizeram com que a América do Norte
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Em uma planilha do Microsoft Excel 2007, em sua configuração padrão, tem-se a seguinte tabela dinâmica:

Assinale a alternativa que apresenta o resultado correto ao se dar um duplo clique com o botão principal do mouse na célula C2.
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Integram o Sistema de Planejamento e Orçamento:
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De acordo com o Guia Referencial para Medição de Desempenho e Manual para Construção de Indicadores, se o indicador fornecer informações sobre as principais variáveis estratégicas e prioridades definidas de ações, produtos ou impactos esperados, ele atende ao critério de identificação e seleção denominado
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Leia a tira.

(André Dahmer. Folha de S.Paulo, 17.08.2017)
A leitura da tira permite concluir que a personagem considera
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Considere a planilha a seguir, criada no Microsoft Excel 2007, em sua configuração original, na qual a linha 3 é apresentada com o recurso Autofiltro ativado.

Ao se aplicar um filtro em qualquer coluna entre as colunas A e D, alguns registros não serão exibidos, como é demonstrado na imagem a seguir.

Assinale a alternativa que apresenta a fórmula que foi inserida na célula D1, que exibe a soma apenas das linhas em exibição.
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Unidades que atuam na gestão orçamentária e financeira, identificadas pela siglas UO, UGO, UGE, UGF, têm como, atribuição maior,
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Leia o texto para responder à questão a seguir.
Vamos rebobinar a fita da história até o século 17. Na época, o Brasil e as colônias britânicas que viriam a formar os Estados Unidos já representavam polos antagônicos na economia mundial, mas na posição inversa da de hoje.
Por aqui, produzíamos a maior riqueza conhecida na época, a cana-de-açúcar, que foi capaz de tornar Recife uma das cidades mais ricas do mundo. Nas colônias da América do Norte, não havia um clima propício para a cana. A solução, então, foi improvisar. Primeiro, elas se tornaram um grande fornecedor de alimentos e animais de tração para as ilhas caribenhas que disputavam a produção de cana com o Brasil – já que nessas ilhas todo o território se destinava à produção de açúcar.
Aí que as coisas começaram a se desenhar. Enquanto nós e os caribenhos caíamos de cabeça na monocultura de cana, a América do Norte usava o ouro que recebia das Antilhas para criar variedade na agricultura, na pecuária, na pesca. Tudo num círculo virtuoso capaz de não só distribuir melhor a riqueza, como também criar mais riqueza. Da necessidade cada vez maior de barcos de pesca, por exemplo, surgiu uma indústria naval que logo passaria a vender embarcações para as potências europeias.
No Brasil, acontecia justamente o contrário. A cana enriquecia meia dúzia de senhores de engenho, e essa renda permanecia concentrada. Em vez de regar outros setores da economia, acabava reinvestida em mais monocultura. E seguimos assim até o século 20. Agora o café era a nova cana. Fora isso, pouco havia mudado.
(Superinteressante, agosto de 2017. Adaptado)
Na passagem “Por aqui, produzíamos a maior riqueza conhecida na época, a cana-de-açúcar, que foi capaz de tornar Recife uma das cidades mais ricas do mundo.” (2° parágrafo), a informação em destaque estabelece com a que a antecede uma relação cujo sentido é de
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Leia a charge.
(Pancho. Rolmops&Catchup. Gazeta do Povo, 03.05.2017)
Na charge, a personagem está machucada, porque seguiu a sugestão de “chutar o balde” em sentido literal. Em sentido figurado, a expressão pode ser interpretada, no contexto, como
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Por serviço entende-se que é
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