Foram encontradas 120 questões.
Sobre a portabilidade de recursos de planos de benefícios de entidades abertas para planos de benefícios de entidades fechadas de previdência complementar, e vice-versa, é correto afirmar, segundo a Instrução Conjunta SUSEP/PREVIC 01/2014.
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- Teoria Geral da ConstituiçãoTeoria dos Direitos FundamentaisCaracterísticas dos Direitos Fundamentais
Os direitos fundamentais ligados ao valor fraternidade ou solidariedade, relacionados ao desenvolvimento ou progresso, ao meio ambiente, à autodeterminação dos povos, bem como ao direito de propriedade sobre o patrimônio comum da humanidade são considerados pela doutrina pátria de:
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O planejamento é a função administrativa que determina antecipadamente o que se deve fazer e quais objetivos devem ser alcançados. O fato de que o planejamento se projeta para o futuro e deve ser suficiente e prudentemente flexível para aceitar ajustamentos e correções, pressupondo avanços e recuos, alterações e modificações em função de eventos novos, traduz com maior aderência a ideia de que o planejamento:
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- PODC: Processo OrganizacionalProcesso Administrativo: PlanejamentoPlanejamento Estratégico, Tático e Operacional
Com relação aos níveis planejamento nas organizações, tem-se que a distinção entre planejamento estratégico e planejamento tático deve sempre ser feita em termos relativos, porque, em termos absolutos, ambos ocupam os dois extremos de um espectro contínuo de possibilidades.
Analise as afirmativas a seguir, relativas aos níveis de planejamento.
I. O planejamento estratégico atua no nível institucional e possui uma extensão de longo prazo e reduzido grau de incerteza.
II. Com relação à amplitude de seus efeitos, o planejamento tático abrange partes da empresa, ou seja, sua amplitude é departamental.
III. O planejamento tático, com relação ao nível de decisão, apresenta sempre um alcance menor no tempo, com relação ao planejamento estratégico, ou seja, é dimensionado para média prazo.
Está correto o que se afirma em:
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Considere o seguinte trecho de uma planilha escrita no MS Excel, do ambiente MS Office:
| Lin\col | B | C |
| 1 | 3 | Legume |
| 2 | 4 | Legume |
| 3 | 6 | Fruta |
| 4 | 1 | Fruta |
| 5 | 2 | Legume |
| 6 | 4 | Fruta |
| 7 | 5 | Legume |
A execução da fórmula:
=(SOMA(B1 :B7)/CONT.SE(C1 : C7;"=Fruta"))*
(SE(B6>(B4+B5);3;6))
Produzirá como resposta avalor:
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Texto para responder à questão.
NÃO
Pelo cumprimento do estatuto
Pelo cumprimento do estatuto
Os crimes cometidos por quatro adultos e um adolescente contra o casal de estudantes do Colégio São Luis chocaram a todos. A dor dos pais é mais que justa e de igual forma o anseio pela responsabilização. Da comoção provocada emerge, novamente, a discussão sobre a redução da maioridade penal.
O primeiro equívoco por trás desse debate é supor que o Estatuto da Criança e do Adolescente não pune aqueles que infringem a lei. Isso não é verdade. O ECA prevê seis tipos de medidas socioeducativas para os adolescentes infratores, que vão da advertência à internação, com privação de liberdade por um período máximo de três anos.
Isso é pouco? Para alguém de 15 anos que fique preso até os 18, significou um sexto de sua vida. Não se pode dar a isso o nome de impunidade. E o ECA, além de trazer uma concepção de reeducação em vez da repressão, possui instrumento de ação rápida, que permite que um adolescente possa ser sentenciado a uma medida de prestação de serviços à comunidade no dia seguinte ao ato. Tampouco aqui temos impunidade.
O adolescente é uma pessoa em formação. Esse é o conceito adotado pela ONU e pela sociedade brasileira. Analisando a legislação sobre idade penal de 57 países, a pesquisa "Crime Trends", realizada pela ONU, constatou que apenas 17% adotam idade menor do que 18 anos como definição legal de adulto. E, excetuando os EUA e a Inglaterra, todos os demais são países de médio ou baixo índice de desenvolvimento humano.
O movimento nos países desenvolvidos é justamente o contrario: a Alemanha fez retornar a idade penal para 18 anos e criou, inclusive, uma sistemática diferenciada para o tratamento de infratores entre 18 e 21 anos. O Japão, ao se surpreender com um súbito aumento da criminalidade entre seus jovens, ampliou a maioridade penal para 20 anos, por entender que é com educação que se previne a violência. Itália, Bélgica, França, Austria, Suécia, Dinamarca e Chile, dentre outros, seguem igualmente as recomendações dos especialistas mundiais e as principais convenções internacionais. Diminuir a idade penal implica estar na contracorrente da maioria dos países desenvolvidos. Mais, significa lançar adolescentes em prisões abarrotadas, dominadas por dentro pelo crime organizado.
A verdade é que o ECA jamais foi de fato implementado, e onde isso aconteceu os índices de reincidência caíram, como prova a experiência da cidade de São Carlos (SP). Nos três anos de existência do Núcleo de Atendimento Integrado, uma parceria de governo estadual, prefeitura, Ministério Público, sociedade civil e Juizado da Infância e Juventude, houve queda de 70% nas ocorrências de roubo. [ ... ]
O que há de diferente ali? Trabalha-se principalmente com prevenção e reeducação. O adolescente que cometeu um delito menos grave, como furto, é atendido para que não venha a praticar um ato mais violento depois. É mais inteligente, mais humano e mais econômico.
Outro equívoco é o de que nossa juventude está cada vez mais violenta. Dos crimes violentos cometidos no país, apenas 1.09% foram praticados por adolescentes.
[ ... ]
As organizações da sociedade civil trabalham pela efetiva implementação do ECA, uma legislação que existe há 13 anos, para que possamos sair do pensamento repressivo e vingativo para uma perspectiva educacional de responsabilização. Reduzir a idade penal é a falsa solução de um problema real. Nossos jovens precisam de segurança para eles, não contra eles. Se o lar não oferece essa segurança ao jovem, dizia o pediatra inglês Winnicott, este busca fora de casa as quatro paredes de que necessita. E essas quatro paredes não são as de uma prisão, mas as da escola, da família, do clube, da associação de bairro, do cinema, da igreja e da comunidade.
É importante envidarmos esforços para a construção do futuro da juventude brasileira, com propostas que transformem essa sociedade geradora de tantos infratores.
NAVES, Rubens. Pelo cumprimento do estatuto. Folha de S. Paulo. São Paulo, 15nov. 2003. Brasil. Opinião, p.A3.
Feitos eventuais ajustes indispensáveis, ao se passar a flexão verbal destacada em "Dos crimes violentos cometidos no país, apenas 1,09% FORAM PRATICADOS por adolescentes" para a voz passiva sintética, a forma correta na transposição seria:
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Texto para responder à questão.
NÃO
Pelo cumprimento do estatuto
Pelo cumprimento do estatuto
Os crimes cometidos por quatro adultos e um adolescente contra o casal de estudantes do Colégio São Luis chocaram a todos. A dor dos pais é mais que justa e de igual forma o anseio pela responsabilização. Da comoção provocada emerge, novamente, a discussão sobre a redução da maioridade penal.
O primeiro equívoco por trás desse debate é supor que o Estatuto da Criança e do Adolescente não pune aqueles que infringem a lei. Isso não é verdade. O ECA prevê seis tipos de medidas socioeducativas para os adolescentes infratores, que vão da advertência à internação, com privação de liberdade por um período máximo de três anos.
Isso é pouco? Para alguém de 15 anos que fique preso até os 18, significou um sexto de sua vida. Não se pode dar a isso o nome de impunidade. E o ECA, além de trazer uma concepção de reeducação em vez da repressão, possui instrumento de ação rápida, que permite que um adolescente possa ser sentenciado a uma medida de prestação de serviços à comunidade no dia seguinte ao ato. Tampouco aqui temos impunidade.
O adolescente é uma pessoa em formação. Esse é o conceito adotado pela ONU e pela sociedade brasileira. Analisando a legislação sobre idade penal de 57 países, a pesquisa "Crime Trends", realizada pela ONU, constatou que apenas 17% adotam idade menor do que 18 anos como definição legal de adulto. E, excetuando os EUA e a Inglaterra, todos os demais são países de médio ou baixo índice de desenvolvimento humano.
O movimento nos países desenvolvidos é justamente o contrario: a Alemanha fez retornar a idade penal para 18 anos e criou, inclusive, uma sistemática diferenciada para o tratamento de infratores entre 18 e 21 anos. O Japão, ao se surpreender com um súbito aumento da criminalidade entre seus jovens, ampliou a maioridade penal para 20 anos, por entender que é com educação que se previne a violência. Itália, Bélgica, França, Austria, Suécia, Dinamarca e Chile, dentre outros, seguem igualmente as recomendações dos especialistas mundiais e as principais convenções internacionais. Diminuir a idade penal implica estar na contracorrente da maioria dos países desenvolvidos. Mais, significa lançar adolescentes em prisões abarrotadas, dominadas por dentro pelo crime organizado.
A verdade é que o ECA jamais foi de fato implementado, e onde isso aconteceu os índices de reincidência caíram, como prova a experiência da cidade de São Carlos (SP). Nos três anos de existência do Núcleo de Atendimento Integrado, uma parceria de governo estadual, prefeitura, Ministério Público, sociedade civil e Juizado da Infância e Juventude, houve queda de 70% nas ocorrências de roubo. [ ... ]
O que há de diferente ali? Trabalha-se principalmente com prevenção e reeducação. O adolescente que cometeu um delito menos grave, como furto, é atendido para que não venha a praticar um ato mais violento depois. É mais inteligente, mais humano e mais econômico.
Outro equívoco é o de que nossa juventude está cada vez mais violenta. Dos crimes violentos cometidos no país, apenas 1.09% foram praticados por adolescentes.
[ ... ]
As organizações da sociedade civil trabalham pela efetiva implementação do ECA, uma legislação que existe há 13 anos, para que possamos sair do pensamento repressivo e vingativo para uma perspectiva educacional de responsabilização. Reduzir a idade penal é a falsa solução de um problema real. Nossos jovens precisam de segurança para eles, não contra eles. Se o lar não oferece essa segurança ao jovem, dizia o pediatra inglês Winnicott, este busca fora de casa as quatro paredes de que necessita. E essas quatro paredes não são as de uma prisão, mas as da escola, da família, do clube, da associação de bairro, do cinema, da igreja e da comunidade.
É importante envidarmos esforços para a construção do futuro da juventude brasileira, com propostas que transformem essa sociedade geradora de tantos infratores.
NAVES, Rubens. Pelo cumprimento do estatuto. Folha de S. Paulo. São Paulo, 15nov. 2003. Brasil. Opinião, p.A3.
De acordo com os estudos de regência verbal e com o padrão culto da Iíngua, leia as afirmações sobre os verbos do fragmento "A verdade é que o ECA jamais foi de fato implementado, e onde isso aconteceu os índices de reincidência caíram".
I. As formas verbais compõem o núcleo do predicado da oração a que pertencem.
II. O primeiro verbo é de estado e não é núcleo da oração a que pertence.
III. O último verbo, CAÍRAM, é intransitivo.
IV. Todos os verbos do fragmento exigem complemento.
Está correto apenas o que se afirma em:
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Texto para responder à questão.
NÃO
Pelo cumprimento do estatuto
Pelo cumprimento do estatuto
Os crimes cometidos por quatro adultos e um adolescente contra o casal de estudantes do Colégio São Luis chocaram a todos. A dor dos pais é mais que justa e de igual forma o anseio pela responsabilização. Da comoção provocada emerge, novamente, a discussão sobre a redução da maioridade penal.
O primeiro equívoco por trás desse debate é supor que o Estatuto da Criança e do Adolescente não pune aqueles que infringem a lei. Isso não é verdade. O ECA prevê seis tipos de medidas socioeducativas para os adolescentes infratores, que vão da advertência à internação, com privação de liberdade por um período máximo de três anos.
Isso é pouco? Para alguém de 15 anos que fique preso até os 18, significou um sexto de sua vida. Não se pode dar a isso o nome de impunidade. E o ECA, além de trazer uma concepção de reeducação em vez da repressão, possui instrumento de ação rápida, que permite que um adolescente possa ser sentenciado a uma medida de prestação de serviços à comunidade no dia seguinte ao ato. Tampouco aqui temos impunidade.
O adolescente é uma pessoa em formação. Esse é o conceito adotado pela ONU e pela sociedade brasileira. Analisando a legislação sobre idade penal de 57 países, a pesquisa "Crime Trends", realizada pela ONU, constatou que apenas 17% adotam idade menor do que 18 anos como definição legal de adulto. E, excetuando os EUA e a Inglaterra, todos os demais são países de médio ou baixo índice de desenvolvimento humano.
O movimento nos países desenvolvidos é justamente o contrario: a Alemanha fez retornar a idade penal para 18 anos e criou, inclusive, uma sistemática diferenciada para o tratamento de infratores entre 18 e 21 anos. O Japão, ao se surpreender com um súbito aumento da criminalidade entre seus jovens, ampliou a maioridade penal para 20 anos, por entender que é com educação que se previne a violência. Itália, Bélgica, França, Austria, Suécia, Dinamarca e Chile, dentre outros, seguem igualmente as recomendações dos especialistas mundiais e as principais convenções internacionais. Diminuir a idade penal implica estar na contracorrente da maioria dos países desenvolvidos. Mais, significa lançar adolescentes em prisões abarrotadas, dominadas por dentro pelo crime organizado.
A verdade é que o ECA jamais foi de fato implementado, e onde isso aconteceu os índices de reincidência caíram, como prova a experiência da cidade de São Carlos (SP). Nos três anos de existência do Núcleo de Atendimento Integrado, uma parceria de governo estadual, prefeitura, Ministério Público, sociedade civil e Juizado da Infância e Juventude, houve queda de 70% nas ocorrências de roubo. [ ... ]
O que há de diferente ali? Trabalha-se principalmente com prevenção e reeducação. O adolescente que cometeu um delito menos grave, como furto, é atendido para que não venha a praticar um ato mais violento depois. É mais inteligente, mais humano e mais econômico.
Outro equívoco é o de que nossa juventude está cada vez mais violenta. Dos crimes violentos cometidos no país, apenas 1.09% foram praticados por adolescentes.
[ ... ]
As organizações da sociedade civil trabalham pela efetiva implementação do ECA, uma legislação que existe há 13 anos, para que possamos sair do pensamento repressivo e vingativo para uma perspectiva educacional de responsabilização. Reduzir a idade penal é a falsa solução de um problema real. Nossos jovens precisam de segurança para eles, não contra eles. Se o lar não oferece essa segurança ao jovem, dizia o pediatra inglês Winnicott, este busca fora de casa as quatro paredes de que necessita. E essas quatro paredes não são as de uma prisão, mas as da escola, da família, do clube, da associação de bairro, do cinema, da igreja e da comunidade.
É importante envidarmos esforços para a construção do futuro da juventude brasileira, com propostas que transformem essa sociedade geradora de tantos infratores.
NAVES, Rubens. Pelo cumprimento do estatuto. Folha de S. Paulo. São Paulo, 15nov. 2003. Brasil. Opinião, p.A3.
A frase "este busca fora de casa as quatro paredes de que necessita .. ", como efeito expressivo, possui exemplo de:
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São crimes de responsabilidade contra a existência política da União, nos termos da Lei 1.079/1950:
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Em se tratando de vírus de computador, classificam-se as fases de execução de um vírus em 4 fases distintas. A fase em que o vírus está se replicando, infectando novos arquivos em outros sistemas é conhecida como a fase de:
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