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Foram encontradas 507 questões.

767036 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Vitória Santo Antão-PE
O professor Olavo pediu a um de seus alunos que somasse alguns números naturais em sequência (isto é, 1 + 2 + 3 ... ) o máximo que pudesse. Quando ele parou, deu como resposta 564. Professor Olavo afirmou que a resposta estava errada e que seu aluno tinha deixado passar um número enquanto somava. O número que o aluno deixou de somar é:
 

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A Resolução-RDC n° 216, de 15 de Setembro de 2004 foi elaborada considerando a necessidade de harmonização das ações de inspeção sanitária em serviços de alimentação e a necessidade de elaboração de requisitos higiênicos-sanitários gerais para serviços de alimentação aplicáveis em todo território nacional. Considerando este documento, responda a questão.
Correlacione as colunas e assinale a alternativa correspondente à sequência correta.
I. Anti-sepsia
II. Boas Práticas
III. Desinfecção
IV. Higienização
V. Limpeza
( ) Operação de remoção de substâncias minerais e ou orgânicas indesejáveis, tais como terra, poeira, gordura e outras sujidades.
( ) Operação que compreende duas etapas, a limpeza e a desinfecção.
( ) Redução, por método físico e ou agente químico, do número de microrganismos em nível que não comprometa a qualidade higiênico-sanitária do alimento.
( ) Operação que visa a redução de microrganismos presentes na pele em níveis seguros, durante a lavagem das mãos.
( ) Procedimentos que devem ser adotados por serviços de alimentação a fim de garantir a qualidade higiênico sanitária e a conformidade dos alimentos com a legislação sanitária.
 

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Analizando los sintagmas presentados, podemos señalar que la opción que apunta correctamente las partes y sus respectivas unidades son:
I. ¡Qué preciosidad! – Sintagma nominal independiente: interjección.
II. Mentir trae dolores de cabeza – Sintagma verbo-nominal con núcleo del Sintagma verbal “trae”.
III. El pobre está escondido - Sintagma verbo-nominal con “estar”, con predicado verbal y el atributo “escondido”.
IV. Rita y Carlos son argentinos legítimos - Sintagma verbo-nominal, con predicado nominal , sujeto compuesto (Rita y Carlos) y atributo (argentinos legítimos).
 

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Morre, aos 101 anos, a artista plástica Tomie Ohtake. Ela pintou até o último minuto de sua longa existência, 101 anos completados em 21 de novembro passado e comemorados com uma exposição de pinturas monocromáticas na galeria carioca de sua produtora Nara Roesler, que passou a representar a pintora Tomie Ohtake em 1986. Internada desde a terça-feira, 10, na UTI do Hospital Sírio Libanês, a artista morreu nesta quinta-feira, 12/02/15, vítima de complicações advindas de uma pneumonia. Entre as obras públicas mais conhecidas de Tomie Ohtake em São Paulo está o Monumento aos 80 anos da Imigração Japonesa na Avenida 23 de Maio.
(Texto adaptado e extraído - http://divirta-se.uai.com.br/app/noticia/arte-e-livros/2015/02/12)
Enunciado 766367-1
(Imagem: http://divirta-se.uai.com.br)
A característica artística principal da artista está no(a):
 

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766363 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Vitória Santo Antão-PE
Em uma de suas aulas de matemática, o professor Gauus explicou para seus alunos que uma permutação de um número natural é um outro número natural que possui exatamente os mesmos algarismos em uma outra ordem. Se todas as permutações do número 12345 foram escritas em ordem crescente, o número que ocupará a 80ª posição nesta lista será:
 

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A desigualdade social e a pobreza são problemas sociais que afetam a maioria dos países na atualidade. A pobreza existe em todos os países, pobres ou ricos, mas a desigualdade social é um fenômeno que ocorre principalmente em países não desenvolvidos. O conceito de desigualdade social é um guarda-chuva que compreende diversos tipos de desigualdades, desde desigualdade de oportunidade, resultado, etc., até desigualdade de escolaridade, de renda, de gênero, etc. De modo geral, a desigualdade econômica – a mais conhecida – é chamada imprecisamente de desigualdade social, dada pela distribuição desigual de renda. No Brasil, a desigualdade social tem sido um cartão de visita para o mundo, pois é um dos países mais desiguais. Segundo dados da ONU, em 2005 o Brasil era a 8º nação mais desigual do mundo. O índice Gini, que mede a desigualdade de renda, divulgou em 2009 que a do Brasil caiu de 0,58 para 0,52 (quanto mais próximo de 1, maior a desigualdade), porém esta ainda é gritante.
http://www.brasilescola.com/sociologia/classes-sociais.htm
Sobre esse assunto, assinale a alternativa correta.
 

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Após a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional de n.º 9.394/96, revalorizam-se as ideias de Piaget, Vygostsky e Wallon. Um dos pontos em comum entre esses psicólogos é o fato de serem:
 

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É um centro privado de inovação, fundado em 1996, que utiliza engenharia avançada em Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) para solucionar problemas complexos para empresas e indústrias de diversos setores, a exemplo de telecomunicações, eletroeletrônicos, automação comercial, financeira, mídia, energia, saúde e agronegócios.

 

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760826 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Vitória Santo Antão-PE
TEXTO 1
Por que ensinar valores?
Dizer a uma criança de cinco anos para que coma salada, porque salada “faz bem” não a induz a devorá-la. Se o fizer, fará para agradar a mãe ou, pior ainda, comerá salada “apesar de detestá-la”, porque ainda que não ouse revelar, tem medo da mãe. A criança não gosta das saladas não porque a química que compõe seu organismo a rejeita, mas sim porque não compreende porque deve comer salada. As palavras da mãe não garantem a convicção e em seu nível de conhecimento, comer salada não faz qualquer sentido, ao contrário, por exemplo, de entupir-se de guloseimas. Em verdade, quem recusa a salada na criança não são as suas células gustativas que caracterizam o paladar, mas seu cérebro, pois o cérebro humano jamais aceita o que não lhe faz pleno sentido.
A referência à salada e a circunstância da criança são apenas exemplos simbólicos. Em qualquer idade, somente gostamos do que possui sentido e por esse motivo não somos capazes de decorar um punhado de palavras esdrúxulas, como por exemplo “murufratagitrari, brucutrape, saratripiu”, mas guardamos com carinho o recado gostoso de que “amanhã será domingo de sol e a praia nos espera”. Se pensarmos bem, a aparente dificuldade da memória para registrar os dois recados acima é absolutamente a mesma, mas fixamos a segunda e não a primeira porque a segunda faz sentido. Em síntese, o “combustível” do cérebro humano é sempre a “significação” e quando tentam nos enfiar na memória frases sem essa essência, reagimos como reage a criança diante da salada imposta.
É por esse motivo que é importante ensinar valores.
Os valores não são, como habitualmente se pensa, atributos desejáveis ao ser humano, ou fundamentos da dignidade da pessoa, ou objeto de escolhas morais, ou qualidade que pode fazê-lo mais ou menos bonito no contexto social. Ao contrário, os valores são os alicerces da humanidade, a essência da preservação da espécie e o “alimento” que integra e faz prosperar os grupos sociais. Mais que isso, “Valores” são, em última instância, aquilo que pode ser vivenciado como algo que faz sentido e, dessa forma, como tudo quanto dá razão à vida. A vida biológica do homem, tal como a vida biológica da mosca, não necessita ser vivida. Representa simplesmente uma circunstância evolutiva, um acidente orgânico e, dessa forma, basta durar apenas o tempo para se reproduzir. Com essa missão orgânica concluída, a vida não tem mais motivo e morrer ou não constitui apenas um acidente que termina um outro que a gerou.
Mas, o homem não é apenas constituído por uma vida biológica. É uma vida que alcança a plenitude do sentido porque ama, sofre, constrói, se zanga, se surpreende, foge da tristeza, anseia pela felicidade, cultiva a simpatia, exibe compaixão, embaraça-se, assusta-se com a culpa, cresce com o orgulho, mortifica-se com a inveja e por isso tudo causa espanto e admiração, indignação ou desprezo. Sem sentir-se “inundado” pelas emoções e pelos valores, a vida não é vida e se fosse possível não tê-los, bastava ao homem passar pela vida e não viver”.
É por esse motivo, insistimos, que é importante ensinar valores.
Mas se não se duvida dessa importância, é essencial que se descubra que ensinar valores tal como se insiste com a criança que coma salada, implica em sua rejeição ou, pior ainda, em um domínio sem compreensão, uma aprendizagem sem significação, logo rejeitada pelo cérebro. Valores não se ensinam, pois, com conselhos.
Nada contra os conselhos. Se bonitos e bem intencionados até que não ficam mal em quem quer que seja. Mas, acredita-se que possam ser “apreendidos” representa uma outra história. Os valores, tal como as saladas, precisam de momentos certos para serem mostrados e, sobretudo, necessitam de exemplos para serem explorados, circunstâncias específicas para que sejam compreendidos, ambientes emocionalmente preparados para que sejam discutidos. Assim como não se discute a boa intenção da mãe em tentar empanturrar seu filho de cinco anos de saladas, também não se discute a intencionalidade de se ensinar valores de forma discursiva. Isso até pode ser satisfatório para a consciência de quem transmite, mas certamente é inútil para o cérebro de quem acolhe. Se é que acolhe.
(Disponível em: http://www.celsoantunes.com.br/pt/textos_exibir.php?tipo=TEXTOS&id=11 acesso em 16 de jan. 2015.)
Todo texto apresenta características que o fazem estar relacionado a uma função da linguagem. O texto de Celso Antunes prioriza, principalmente, a função:
 

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760766 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Vitória Santo Antão-PE
TEXTO 2
Cuitelinho
(Renato Teixeira)
Cheguei na beira do porto
Onde as onda se espaia(A)
As garça dá meia volta
E senta na beira da praia
E o cuitelinho não gosta
Que o botão de rosa caia,ai,ai
Ai quando eu vim
da minha terra
Despedi da parentália(B)
Eu entrei no Mato Grosso
Dei em terras paraguaias(C)
Lá tinha revolução
Enfrentei fortes batáia(D),ai, ai
A tua saudade corta
Como aço de naváia
O coração fica aflito
Bate uma, a outra faia
E os óio se enche d'água
Que até a vista se atrapáia(E), ai...
(Disponível em http://letras.mus.br/renato-teixeira/298332/. Acesso em 16 de jan. 2015.)
A gramática normativa exige que haja concordância entre todos os termos presentes na oração, seja entre nomes ou entre nomes e verbos. No entanto, há na gramatica discursiva um fato bastante comum nas variedades linguísticas de menor prestigio: o primeiro termo que compõe o sujeito, ao ser pluralizado, transmite aos demais a ideia de plural. Esse fato fica evidente no trecho:
 

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