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Mal amparado por escolas que evadem qualquer menção à análise sintática, o brasileiro nem sabe onde buscar régua e compasso para disciplinar a língua que fala. O português é uma entidade dinâmica, continuamente alterada e enriquecida por novas gírias, expressões, palavras importadas. Mas essa fluidez não faz dela um território sem leis. As gramáticas normativas [...] cumprem um bom papel no esclarecimento de dúvidas sobre o que é ou não correto na escrita. A fala, porém, admite muitas construções que seriam aberrantes na página impressa. “Vou no médico”, por exemplo, é a forma mais comum em conversas informais, ainda que o correto seja “ou ao médico”. O que é preciso é achar o equilíbrio, inclusive nas diferenças de registro: um adolescente não pode empregar com os avós o mesmo termo que utiliza nas baladas com sua turma.
(Jerônimo Teixeira e Daniela Macedo, “Nós falamos mal, mas você pode fazer melhor”. Veja, 11.08.2010)
Para responder a esta questão, atenha-se à passagem seguinte:
A fala, (I) porém, admite muitas construções que seriam aberrantes na página impressa. (II) “Vou no médico”, por exemplo, é a forma mais comum em conversas informais, (III) ainda que o correto seja “vou ao médico”.
A substituição dos trechos destacados mostra-se adequada ao padrão culto da língua escrita na alternativa
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A lateralidade ocorre quando se verifica o domínio de um lado do corpo sobre o outro, portanto a esfera motora da parte esquerda ou da direita tem ascendência em relação à outra. Nesse sentido, durante o processo de definição da lateralidade das crianças, o educador
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1384528
Ano: 2010
Disciplina: Direito Cultural, Desportivo e da Comunicação
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São Bernardo do Campo-SP
Disciplina: Direito Cultural, Desportivo e da Comunicação
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São Bernardo do Campo-SP
Em relação ao teatro no contexto educacional, autores como Ingrid Dormien Koudela, entre outros, diferenciam o chamado jogo teatral do jogo dramático fundamentalmente a partir
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Até hoje permanece certa confusão em torno da morte de Quincas Berro D’Água. Dúvidas por explicar, detalhes absurdos, contradições no depoimento das testemunhas, lacunas diversas. Não há clareza sobre hora, local e frase derradeira. A família, apoiada por vizinhos e conhecidos, mantém-se intransigente na versão da tranquila morte matinal, sem testemunhas, sem aparato, sem frase, acontecida quase vinte horas antes daquela outra propalada e comentada morte na agonia da noite, quando a lua se desfez sobre o mar e aconteceram mistérios na orla do cais da Bahia. Presenciada, no entanto, por testemunhas idôneas, largamente falada nas ladeiras e becos escusos, a frase final repetida de boca em boca representou, na opinião daquela gente, mais que uma simples despedida do mundo, um testemunho profético, mensagem do profundo conteúdo (como escrevia um jovem autor de nosso tempo).
(Jorge Amado, A Morte e a morte de Quincas Berro D’Água.)
Em – Até hoje permanece certa confusão em torno da morte de Quincas Berro D’Água. – a expressão destacada
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1384033
Ano: 2010
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São Bernardo do Campo-SP
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São Bernardo do Campo-SP
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Uma loja de materiais para pintura encomendou 200 pincéis. Ao receber a encomenda, o funcionário começou a formar pequenos maços, presos com elásticos, todos com a mesma quantidade de pincéis. Ao fazer isso, percebeu que poderiam ser colocados em cada maço 9, 12 ou 15 pincéis e que não ficaria nenhum pincel de fora, portanto, a encomenda veio com pincéis a menos. Em relação à encomenda feita, a quantidade de pincéis que ficou faltando foi
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A revolta dos tios
Duas garotas se aproximam, sorridentes. Olham para mim.
Sorrio de volta. Uma delas rapidamente atira-me o balde de água fria:
– Tio, que horas são?
Desabo. Mal consigo identificar os ponteiros do relógio. Tio? Nada mais frustrante do que ser chamado de tio. A não ser, é claro, por minhas adoráveis sobrinhas, que preferem utilizar meu nome de batismo. Tio, francamente, é duro de ouvir. O hábito começou nas escolas maternais, onde as crianças passaram a chamar a professora de tia. Por que os mestres não podiam, simplesmente, ser chamados de professores?
Hoje nos chamam tio e tia com toda a naturalidade, e somos obrigados a agir cordialmente, como se fosse elogio. Há pessoas que preferem atitudes individuais:
– Tio por quê? Não sou seu parente!
Outro dia me atrevi a chamar de tia uma gatinha que tinha idade para ser minha filha. Ela se vingou, verde de ódio:
– Que foi, nenê?
Já ousei também com a minha chefe:
– Tudo bem, tia?
Quase fui demitido. Sei que é impossível vencer a marcha das palavras, por mais irritantes que elas se tornem. Como não consigo perder a barriga, talvez possa fazer uma plástica no meu vocabulário. Ninguém estranhe se me encontrar cumprimentando os velhos amigos:
– E aí, tio? Tudo joia?
(Walcyr Carrasco. O golpe do aniversariante. Adaptado)
De acordo com o texto, o autor se decepciona quando as duas garotas lhe perguntam a hora porque
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Observe o mapa do estado de Minas Gerais.

(www.iga.br)
É correto afirmar que o estado localiza-se
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Livro: um objeto anacrônico?
Num artigo publicado em 2007, José Mindlin escreveu que o livro “tanto pode continuar sua trajetória de mais de 550 anos, como pode desaparecer em sua forma atual; mas apesar do risco de uma afirmação categórica, não tenho dúvidas de que vai permanecer”.
Concordo com o otimismo de Mindlin. (...) Mas talvez seja mais exato dizer, ainda citando Mindlin, que a “leitura encontrou formas paralelas de existência”. Ou seja, o texto na tela é uma das alternativas ao livro.
Para um leitor compulsivo que viaja muito, é preferível levar um e-book no bolso a carregar uma mala de livros. Mas para um leitor razoavelmente sedentário – e aí entram a subjetividade e as delícias do gozo – é mais prazeroso escolher um livro na estante de sua casa ou de uma biblioteca e lê-lo com interesse e paixão, anotando frases ou trechos que expressam uma ideia, reflexão, cena ou diálogo relevantes.
Apesar do avanço da tecnologia eletrônica – que um dia nos permitirá ler textos flutuando no ar – o livro de papel ainda tem algo de artesanal na sua concepção e impressão: da fonte a ser usada no miolo à escolha da capa, o tipo da orelha e da quarta-capa, o tipo de papel etc. Talvez muitos jovens de hoje não sintam falta desse processo que é ao mesmo tempo artesanal e tecnológico. Mas para um dinossauro que ainda usa sua caligrafia para esboçar a primeira versão de um texto, o lado artesanal é importante. Além disso, essa frase de um conto de Machado de Assis faz pleno sentido se lida no papel: “Sim, minha senhora... as palavras têm sexo”. Talvez no futuro o livro de papel seja um objeto de culto e prazer de uma imensa minoria de seres anacrônicos. Mas quem – a não ser cartomantes e poderosas mentes apocalípticas – pode prever o futuro?
Não oponho qualquer resistência ao livro digital, muito menos ao computador, que facilitou a vida de todo mundo. Afinal, qualquer texto de Kafka, na tela ou no papel, será um texto de Kafka. A questão mais funda e, no limite, sem resposta, é saber se no futuro haverá leitores.
(Milton Hatoum, O Estado de S.Paulo, 30.04.2010. Adaptado)
Assinale a alternativa que interpreta corretamente as ideias do texto.
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1383698
Ano: 2010
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São Bernardo do Campo-SP
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São Bernardo do Campo-SP
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- ECAGeralDireitos Fundamentais (art. 7º ao 69)Do Direito à Educação, à Cultura, ao Esporte e ao Lazer (Art. 53 a 59)
Ao observar que havia muitas crianças e adolescentes, em idade escolar, perambulando pelas ruas do bairro onde se localiza a escola em que trabalha, o inspetor de alunos, Jeferson, preocupado com a situação levou o problema para a equipe gestora, que resolveu analisar a possibilidade de abrir novas vagas para matrícula desses alunos. Com essa medida, Jeferson auxiliou os pais desses alunos a cumprirem o que estabelece o ECA, no art. 55, que trata da
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As crianças desenvolvem suas capacidades de maneira heterogênea, assim, a educação tem por função criar condições para o desenvolvimento integral de todas as crianças, considerando, também, as possibilidades de aprendizagem que apresentam nas diferentes faixas etárias.
No quadro apresentado, encontram-se relacionadas, na coluna da direita, algumas capacidades das crianças e na coluna da esquerda, o seu significado.
| I. Capacidade de ordem cognitiva | 1. Aprender a conviver com as diferenças |
| II. Capacidade de ordem afetiva | 2. Resolução de problemas |
| III. Capacidade de ordem ética | 3. Compreensão de si mesmo e do outro |
| IV. Capacidade de relação interpessoal | 4. Construção de valores |
Assinale a alternativa que contém a correspondência correta entre as duas colunas.
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