Foram encontradas 50 questões.
1413416
Ano: 2010
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São Bernardo do Campo-SP
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São Bernardo do Campo-SP
Segundo os compêndios de literatura brasileira, são características da linguagem árcade:
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1412906
Ano: 2010
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São Bernardo do Campo-SP
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São Bernardo do Campo-SP
O movimento de educadores a respeito da municipalização do ensino obrigou que as autoridades explicassem aos professores as responsabilidades e prioridades com a Educação, distribuídas aos diferentes níveis de governo, nos termos em que a Constituição Federal de 1988 estabelece:
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Para responder à questão, leia os poemas de Oswald de Andrade:
Erro de português
Quando o português chegou
Debaixo duma bruta chuva
Vestiu o índio
Que pena!
Fosse uma manhã de sol
O índio tinha despido o português
Debaixo duma bruta chuva
Vestiu o índio
Que pena!
Fosse uma manhã de sol
O índio tinha despido o português
As meninas da gare
Eram três ou quatro moças bem moças e bem gentis
Com cabelos mui pretos pelas espáduas
E suas vergonhas tão altas e tão saradinhas
Que de nós as muito bem olharmos
Não tínhamos nenhuma vergonha
Com cabelos mui pretos pelas espáduas
E suas vergonhas tão altas e tão saradinhas
Que de nós as muito bem olharmos
Não tínhamos nenhuma vergonha
Relicário
No baile da Corte
Foi o conde d’Eu quem disse
Pra Dona Benvinda
Que farinha de Suruí
Pinga de Parati
Fumo de Baependi
É comê bebê pitá e caí
Foi o conde d’Eu quem disse
Pra Dona Benvinda
Que farinha de Suruí
Pinga de Parati
Fumo de Baependi
É comê bebê pitá e caí
3 de maio
Aprendi com meu filho de dez anos
Que a poesia é a descoberta
Das coisas que eu nunca vi
Que a poesia é a descoberta
Das coisas que eu nunca vi
Acerca dos textos de Oswald de Andrade é correto afirmar:
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Mal amparado por escolas que evadem qualquer menção à análise sintática, o brasileiro nem sabe onde buscar régua e compasso para disciplinar a língua que fala. O português é uma entidade dinâmica, continuamente alterada e enriquecida por novas gírias, expressões, palavras importadas. Mas essa fluidez não faz dela um território sem leis. As gramáticas normativas [...] cumprem um bom papel no esclarecimento de dúvidas sobre o que é ou não correto na escrita. A fala, porém, admite muitas construções que seriam aberrantes na página impressa. “Vou no médico”, por exemplo, é a forma mais comum em conversas informais, ainda que o correto seja “ou ao médico”. O que é preciso é achar o equilíbrio, inclusive nas diferenças de registro: um adolescente não pode empregar com os avós o mesmo termo que utiliza nas baladas com sua turma.
(Jerônimo Teixeira e Daniela Macedo, “Nós falamos mal, mas você pode fazer melhor”. Veja, 11.08.2010)
É correto concluir que, para os autores dessa matéria de Veja,
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Tratando do tema ensino de línguas modernas, Eddy Roulet (em seu Teorias linguísticas, gramáticas e ensino de línguas) afirma que o principal objetivo desse ensino é permitir ao indivíduo comunicar-se com outros nas diversas situações pessoais e profissionais da vida quotidiana. Acrescenta que a compreensão de tal objetivo envolve a aceitação de três condições, que são, nas palavras do linguista:
Em primeiro lugar, dominar uma língua como instrumento de comunicação não é apenas questão de poder construir e entender orações gramaticais. Trata-se também de saber como usar essas orações em determinados contextos linguísticos e não-linguísticos. [...] Em segundo lugar, comunicar-se com interlocutores não é apenas uma questão de transmitir informações ou formular perguntas referentes aos objetos e acontecimentos que nos cercam. [...]
Em terceiro lugar, e como corolário, comunicar-se satisfatoriamente em uma comunidade linguística não é simplesmente questão de conhecer uma língua pura, homogênea e monolítica; é preciso saber ao menos compreender e se possível empregar diferentes variedades da língua usada numa comunidade específica.
Observe os textos I, II e III.
I. O critério de admissibilidade social na língua é dado, segundo se observa, pelos usos da comunidade, que hierarquiza as formas como adequadas ou não, dependendo das circunstâncias em que o ato de fala ocorre. (Dino Preti, A gíria e outros temas).
II. [...] nível de fala ou registro formal, empregado em situações de formalidade, com predominância da linguagem culta, comportamento mais tenso, mais refletido, incidência de vocabulário técnico; e nível de fala ou registro coloquial, para situações familiares, diálogos informais em que há maior intimidade entre os falantes, com predominância de estruturas e vocabulário da linguagem popular, gíria e expressões obscenas ou de natureza afetiva. (Dino Preti, Sociolinguística – os níveis de fala, Adaptado).
III. O que chamamos de meias (aquelas curtas) os portugueses chamam de peúgas; preferimos que nossos aviões aterrissem, eles, que aterrem; o que conhecemos por trem, em Portugal se diz comboio. E nosso vulgar fone de ouvido (que também alguns de nós gostam de chamar de headfone...) lá se sofistica, e vira auscultador.
Associa(m)-se ao tema da variação linguística, que Roulet aponta como terceira condição para a compreensão do objetivo do ensino de línguas modernas, o(s) texto(s)
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1410863
Ano: 2010
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São Bernardo do Campo-SP
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São Bernardo do Campo-SP
A Lei n.º 11.274/2006, ao alterar a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei n.º 9.394/96), estabeleceu nova organização do ensino no país, impondo
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Não acredito no purismo linguístico, não. Desde que o homem é homem, as culturas e, consequentemente, as línguas se interpenetram. Hoje, quem é que reclama da palavra “otorrinolaringologista”, todinha grega? Quem é que não usa a palavra “garagem” (ou “garage”, tanto faz), que vem do francês? Mas (quase.) tudo na vida tem limite. Em se tratando da língua, ou, mais especificamente, dos estrangeirismos, o limite é imposto pelo bom senso. Não vejo o menor sentido, por exemplo, no tosco uso da palavra off, que aparece na porta de algumas lojas. Não se trata de caso que enriquece a língua, que preenche espaço até então vago etc. Trata-se de subdesenvolvimento mesmo. Incurável. Ou, como dizia Nelson Rodrigues, do complexo de vira-lata. No lugar de off, parece conveniente usar a ultraconhecida palavra “desconto”, cujo significado qualquer brasileiro conhece.
Que me diz o leitor de traduzir “Smoking is not allowed” por “Fumando não é permitido”? Alguém teria coragem de traduzir smoking por “fumando” nesse caso? Certamente não, mas muita gente traduz ao pé da letra frases como “I will be sending” ou “We will be booking” (por “Vou estar enviando” e “Vamos estar reservando”, respectivamente.) Como se vê pela mensagem com que se avisa que não é permitido fumar, o gerúndio inglês nem sempre continua gerúndio quando traduzido para o português.
Onde estaria a inadequação de frases como “O senhor pode estar anotando o número?” ou “Um minuto, que eu vou estar transferindo a ligação”, que hoje em dia pululam e ecoam nos escritórios, no telemarketing etc.? O problema não está na estrutura – “flexão dos verbos ‘ir’, ‘poder’ etc. + estar + gerúndio” –, mas no mau uso que dela se tem feito. Essas construções são da nossa língua há séculos, ou alguém teria peito de dizer que uma frase como “Eu bem que poderia estar dormindo” é inadequada?
Qual é o problema então? Vamos lá. Quando se diz, por exemplo, “Não me telefone nessa hora, porque eu vou estar almoçando”, indica-se um processo (o almoço) que terá certa duração, que estará em curso, mas – santo Deus! –, quando se diz “Um minuto, que eu vou estar transferindo a ligação”, emprega-se a construção “vou estar transferindo” para que se indique um processo que se realiza imediatamente. Quanto tempo se leva para a transferência de uma ligação? Meses ou segundos? O diabo é que, para piorar, “Vou estar transferindo” é uma verdadeira contorção verbal, que substitui, sem nenhuma vantagem, a construção “Vou transferir”, mais curta, rápida, direta – e apropriada. (...)
(Pasquale Cipro Neto, A praga do gerundismo. Disponível em: www.redebrasilatual.com.br)
Sobre os empréstimos linguísticos, Pasquale Cipro Neto entende que
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Que me diz o leitor de traduzir “Smoking is not allowed” por “Fumando não é permitido”? Alguém teria coragem de traduzir smoking por “fumando” nesse caso? Certamente não, mas muita gente traduz ao pé da letra frases como “I will be sending” ou “We will be booking” (por “Vou estar enviando” e “Vamos estar reservando”, respectivamente.) Como se vê pela mensagem com que se avisa que não é permitido fumar, o gerúndio inglês nem sempre continua gerúndio quando traduzido para o português.
Onde estaria a inadequação de frases como “O senhor pode estar anotando o número?” ou “Um minuto, que eu vou estar transferindo a ligação”, que hoje em dia pululam e ecoam nos escritórios, no telemarketing etc.? O problema não está na estrutura – “flexão dos verbos ‘ir’, ‘poder’ etc. + estar + gerúndio” –, mas no mau uso que dela se tem feito. Essas construções são da nossa língua há séculos, ou alguém teria peito de dizer que uma frase como “Eu bem que poderia estar dormindo” é inadequada?
Qual é o problema então? Vamos lá. Quando se diz, por exemplo, “Não me telefone nessa hora, porque eu vou estar almoçando”, indica-se um processo (o almoço) que terá certa duração, que estará em curso, mas – santo Deus! –, quando se diz “Um minuto, que eu vou estar transferindo a ligação”, emprega-se a construção “vou estar transferindo” para que se indique um processo que se realiza imediatamente. Quanto tempo se leva para a transferência de uma ligação? Meses ou segundos? O diabo é que, para piorar, “Vou estar transferindo” é uma verdadeira contorção verbal, que substitui, sem nenhuma vantagem, a construção “Vou transferir”, mais curta, rápida, direta – e apropriada. (...)
(Pasquale Cipro Neto, A praga do gerundismo. Disponível em: www.redebrasilatual.com.br)
Leia as frases a seguir:
Pizza ______ moda da casa.
Escreve ________ Machado de Assis.
Prefere cerveja ________ vinho.
Assistiu _______ jogo ontem.
Assinale a alternativa que as completa, observando-se os princípios da língua culta escrita, quanto à regência verbal.
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Leia o texto, para responder à questão.
Ora sabereis que a sua riqueza de expressão intelectual é tão prodigiosa, que falam numa língua e escrevem noutra.[...] Nas conversas, utilizam-se os paulistanos dum linguajar bárbaro e multifário, crasso de feição e impuro na vernaculidade. [...] Mas si de tal desprezível língua se utilizam na conversação os naturais desta terra, logo que tomam da pena, se despojam de tanta asperidade, e surge o Homem Latino, de Lineu, exprimindo-se numa outra linguagem, mui próxima da vergiliana, no dizer dum panegirista, meigo idioma, com imperescível galhardia, se intitula: língua de Camões!
(Mário de Andrade, Macunaíma.)
A Carta pras Icamiabas, escrita por Macunaíma a suas súditas
amazonas representa, no contexto do romance em que se encontra,
amazonas representa, no contexto do romance em que se encontra,
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Mal amparado por escolas que evadem qualquer menção à análise sintática, o brasileiro nem sabe onde buscar régua e compasso para disciplinar a língua que fala. O português é uma entidade dinâmica, continuamente alterada e enriquecida por novas gírias, expressões, palavras importadas. Mas essa fluidez não faz dela um território sem leis. As gramáticas normativas [...] cumprem um bom papel no esclarecimento de dúvidas sobre o que é ou não correto na escrita. A fala, porém, admite muitas construções que seriam aberrantes na página impressa. “Vou no médico”, por exemplo, é a forma mais comum em conversas informais, ainda que o correto seja “ou ao médico”. O que é preciso é achar o equilíbrio, inclusive nas diferenças de registro: um adolescente não pode empregar com os avós o mesmo termo que utiliza nas baladas com sua turma.
(Jerônimo Teixeira e Daniela Macedo, “Nós falamos mal, mas você pode fazer melhor”. Veja, 11.08.2010)
Ainda segundo os autores,
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