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Foram encontradas 40 questões.

452176 Ano: 2011
Disciplina: Informática
Banca: UFMT
Orgão: Pref. Rondonópolis-MT
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A primeira coluna apresenta termos relacionados à Internet e a segunda, o significado de cada termo. Numere a primeira com a segunda.

1 – URL

2 – e-mail

3 – Browser

4 – HTTP

( ) Protocolo de comunicação utilizado para transferir dados pela Internet.

( ) Programa utilizado para acessar as páginas da Internet.

( ) Endereço de uma página de Internet.

( ) Endereço de correio eletrônico.

Assinale a sequência correta.

 

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417312 Ano: 2011
Disciplina: Administração Geral
Banca: UFMT
Orgão: Pref. Rondonópolis-MT
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Falar em falta de motivação

O envolvimento acontece quando há sentido no que se faz.

Uma parábola conta que um homem olhava uma construção. Curioso, perguntou a um dos operários o que ele estava fazendo. Triste, ele respondeu: “Erguendo uma parede”. Em seguida, questionou outro trabalhador, que disse: "Estou fazendo um prédio". Percebendo que havia um homem alegre e envolvido com os afazeres, não resistiu e repetiu a pergunta. Ouviu: “Estou construindo uma escola e, com isso, ajudando a acabar com o analfabetismo e fazer com que as pessoas sejam mais felizes”.

Muitos gestores reclamam da “falta de motivação” da equipe [...] “O envolvimento de fato decorre de uma dinâmica interna que tem a ver com o sentido que os homens dão às próprias ações”, explica Bernard Charlot, filósofo francês e professor visitante da Universidade Federal de Sergipe. Para ele, não há desejo se o indivíduo não vê sentido no que faz: “As pessoas conseguem trabalhar juntas quando estão envolvidas no mesmo propósito, mesmo que cada uma atribua um sentido diferente ao que realiza.”[...]

Os gestores precisam estabelecer metas compartilhadas e promover a comunicação efetiva, criando uma cultura produtiva na instituição. É necessário modificar as estruturas que dificultam o cotidiano e criar processos de colaboração para que os ambientes valorizem os que ali trabalham, imprimindo um tratamento profissional à equipe.

(ALMEIDA, Daniele. Revista Nova Escola. Edição 003. Agosto/Setembro de 2009.) Questão 37

O texto destaca a importância de se estabelecer metas compartilhadas para se obter uma cultura produtiva na instituição. Sobre a importância das metas para o desenvolvimento de uma organização, assinale a afirmativa INCORRETA.

 

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408417 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: UFMT
Orgão: Pref. Rondonópolis-MT
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Instrução: Leia atentamente o texto da cronista Lya Luft e responda a questão a seguir.

A arte da celebração

A passagem de ano não deveria pedir projetos (e posteriores remorsos), mais projetos (e mais futuros arrependimentos), e sim abrir a portinhola de algum alívio, alguma alegria. Mas talvez a gente goste de sofrer. Lembrei-me agora da deliciosa historinha do monge muito velho, quase centenário, que num remoto mosteiro pede a um monge bem moço que o ajude ainda uma vez a ir à biblioteca que guarda preciosos alfarrábios. Pela última vez, ele quer folhear uma enciclopédia ou encíclica papal, algo assim ─ a princípio, o moço não entende direito. O jovem monge instala, então, o velhíssimo velhinho junto a uma mesa imensa, tudo lá é muito grande e muito antigo. Mesa de carvalho, é claro. É um aposento secreto no fundo da biblioteca, onde só os monges iniciados entram. O rapaz consegue o livrão, coloca-o na mesa diante do velhíssimo velhinho e sai, dizendo: “Qualquer coisa, toque essa sineta que eu venho acudi-lo.”

Passa-se o tempo, o jovem monge se distrai com seus afazeres, até que se lembra: e o ancião, como estará? Preocupa-se com o longo silêncio ─ será que ele morreu? Corre até o fundo da biblioteca, até a sala secreta, e encontra o velho monge batendo repetidamente a cabeça no tampo da mesa.

- Mestre, o que houve? O senhor vai se machucar!

O monge centenário chora e repete certas palavras que o moço custa a entender:

- Imagine, imagine! A palavra de ordem, a recomendação, a essência, não era celebate. Mas celebrate!

Logicamente, em inglês a coisa tem mais graça, mas mesmo quem lê aqui há de entender: desperdiçamos tempo, vida e energia sofrendo por bobagens, arruinando as alegrias, ignorando afetos, trabalhando mais do que seria necessário para a nossa dignidade, curtindo mais o negativo do que o positivo, quando afinal a ordem divina metafórica é que não precisamos fazer o sacrifício do celibato, mas celebrar a vida. Pessoalmente, sempre acreditei que a melhor homenagem que se faz a uma divindade, se nela acreditamos, é celebrar ─ respeitando, amando, curtindo, cuidando ─ a vida, a natureza, a arte, o enigma de tudo.

Mas nós, humanos, nem sempre espertos (embora a gente se ache, e muito), em vez de celebrar a passagem de ano, passamos boa parte dela nos enrolando. As providências excessivas, as compras, as comidas, as dívidas, em dezenas de prestações... Os planos. Mas para que planos, quando o melhor é ter um só? Ser mais feliz, mais alegre, mais amoroso, mais honrado, mais pacífico. [...]

(Revista VEJA, 05/01/2011.) Questão 01

Lya Luft usou a história de um monge como

 

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387206 Ano: 2011
Disciplina: Matemática
Banca: UFMT
Orgão: Pref. Rondonópolis-MT
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A figura a seguir apresenta o esboço de um cilindro circular reto e a sua respectiva planificação. Analise-a.

enunciado 387206-1

Admitindo-se r = 2 cm e H = 4 cm, pode-se afirmar que as medidas da área total e do volume do cilindro são, respectivamente:

 

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387141 Ano: 2011
Disciplina: Estatística
Banca: UFMT
Orgão: Pref. Rondonópolis-MT
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Admita que a Prefeitura de Rondonópolis tenha promovido um curso básico de informática para 460 jovens com faixa etária de 13 a 17 anos. A tabela abaixo apresenta a relação das idades dos jovens matriculados no curso com suas respectivas frequências absolutas.

enunciado 387141-1

A partir dessas informações, analise as afirmativas.

I - A moda das idades dos jovens matriculados no curso é 15 anos.

II - A média aritmética das idades (I ) dos jovens matriculados no curso básico de informática é calculada por meio da expressão:

enunciado 387141-2

III - A mediana das idades dos jovens matriculados no curso é 14,5 anos.

Está correto o que se afirma em

 

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385855 Ano: 2011
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: UFMT
Orgão: Pref. Rondonópolis-MT
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Em relação ao que estabelece o Estatuto da Criança e do Adolescente, Lei n.º 8.069/1990, que dá proteção integral à criança e ao adolescente, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) É obrigação dos pais ou responsáveis conhecer o processo pedagógico, bem como participar da definição das propostas educacionais.

( ) Constitui dever da criança organizar e participar de entidades estudantis.

( ) É assegurado à criança e ao adolescente o direito de igualdade de condições para acesso e permanência na escola.

( ) Constitui direito da criança e do adolescente serem respeitados por seus educadores.

Assinale a sequência correta.

 

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385846 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: UFMT
Orgão: Pref. Rondonópolis-MT
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Instrução: Leia atentamente o texto da cronista Lya Luft e responda a questão a seguir.

A arte da celebração

A passagem de ano não deveria pedir projetos (e posteriores remorsos), mais projetos (e mais futuros arrependimentos), e sim abrir a portinhola de algum alívio, alguma alegria. Mas talvez a gente goste de sofrer. Lembrei-me agora da deliciosa historinha do monge muito velho, quase centenário, que num remoto mosteiro pede a um monge bem moço que o ajude ainda uma vez a ir à biblioteca que guarda preciosos alfarrábios. Pela última vez, ele quer folhear uma enciclopédia ou encíclica papal, algo assim ─ a princípio, o moço não entende direito. O jovem monge instala, então, o velhíssimo velhinho junto a uma mesa imensa, tudo lá é muito grande e muito antigo. Mesa de carvalho, é claro. É um aposento secreto no fundo da biblioteca, onde só os monges iniciados entram. O rapaz consegue o livrão, coloca-o na mesa diante do velhíssimo velhinho e sai, dizendo: “Qualquer coisa, toque essa sineta que eu venho acudi-lo.”

Passa-se o tempo, o jovem monge se distrai com seus afazeres, até que se lembra: e o ancião, como estará? Preocupa-se com o longo silêncio ─ será que ele morreu? Corre até o fundo da biblioteca, até a sala secreta, e encontra o velho monge batendo repetidamente a cabeça no tampo da mesa.

- Mestre, o que houve? O senhor vai se machucar!

O monge centenário chora e repete certas palavras que o moço custa a entender:

- Imagine, imagine! A palavra de ordem, a recomendação, a essência, não era celebate. Mas celebrate!

Logicamente, em inglês a coisa tem mais graça, mas mesmo quem lê aqui há de entender: desperdiçamos tempo, vida e energia sofrendo por bobagens, arruinando as alegrias, ignorando afetos, trabalhando mais do que seria necessário para a nossa dignidade, curtindo mais o negativo do que o positivo, quando afinal a ordem divina metafórica é que não precisamos fazer o sacrifício do celibato, mas celebrar a vida. Pessoalmente, sempre acreditei que a melhor homenagem que se faz a uma divindade, se nela acreditamos, é celebrar ─ respeitando, amando, curtindo, cuidando ─ a vida, a natureza, a arte, o enigma de tudo.

Mas nós, humanos, nem sempre espertos (embora a gente se ache, e muito), em vez de celebrar a passagem de ano, passamos boa parte dela nos enrolando. As providências excessivas, as compras, as comidas, as dívidas, em dezenas de prestações... Os planos. Mas para que planos, quando o melhor é ter um só? Ser mais feliz, mais alegre, mais amoroso, mais honrado, mais pacífico. [...]

(Revista VEJA, 05/01/2011.) Questão 01

A primeira coluna apresenta tipos de registro de linguagem e a da direita, exemplos. Numere a primeira coluna de acordo com a segunda.

1 – Registro formal

2 – Registro informal

( ) - Mestre, o que houve? O senhor vai se machucar!

( ) Lembrei-me agora da deliciosa historinha do monge muito velho, quase centenário

( ) Mas talvez a gente goste de sofrer.

( ) “Qualquer coisa, toque essa sineta que eu venho acudi-lo.”

Assinale a sequência correta.

 

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382968 Ano: 2011
Disciplina: Matemática
Banca: UFMT
Orgão: Pref. Rondonópolis-MT
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Matheus e Rafaela decidiram montar um quebra-cabeças com 100 peças. Combinaram que, após embaralharem as peças, cada um ficaria com metade e que, um sucessivamente ao outro, teria um tempo determinado para encontrar e encaixar uma peça, até que a montagem do quebra-cabeças estivesse completa. O que não conseguisse dentro do tempo estipulado passaria a vez. Depois de algum tempo, 52 peças estavam encaixadas e Rafaela tinha o dobro de peças mais três que a quantidade de Matheus. A partir dessas informações, qual a quantidade de peças que Rafaela tinha a mais que Matheus?

 

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379913 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: UFMT
Orgão: Pref. Rondonópolis-MT
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Instrução: Leia atentamente o texto da cronista Lya Luft e responda a questão a seguir.

A arte da celebração

A passagem de ano não deveria pedir projetos (e posteriores remorsos), mais projetos (e mais futuros arrependimentos), e sim abrir a portinhola(b) de algum alívio, alguma alegria. Mas talvez a gente goste de sofrer. Lembrei-me agora da deliciosa historinha do monge muito velho, quase centenário, que num remoto mosteiro(a) pede a um monge bem moço que o ajude ainda uma vez a ir à biblioteca que guarda preciosos alfarrábios. Pela última vez, ele quer folhear uma enciclopédia ou encíclica papal, algo assim ─ a princípio, o moço não entende direito. O jovem monge instala, então, o velhíssimo velhinho junto a uma mesa imensa, tudo lá é muito grande e muito antigo. Mesa de carvalho, é claro. É um aposento secreto no fundo da biblioteca, onde só os monges iniciados entram. O rapaz consegue o livrão, coloca-o na mesa diante do velhíssimo velhinho e sai, dizendo: “Qualquer coisa, toque essa sineta que eu venho acudi-lo.”

Passa-se o tempo, o jovem monge se distrai com seus afazeres(c), até que se lembra: e o ancião, como estará? Preocupa-se com o longo silêncio ─ será que ele morreu? Corre até o fundo da biblioteca, até a sala secreta, e encontra o velho monge batendo repetidamente a cabeça no tampo da mesa.

- Mestre, o que houve? O senhor vai se machucar!

O monge centenário chora e repete certas palavras que o moço custa a entender:

- Imagine, imagine! A palavra de ordem, a recomendação, a essência, não era celebate. Mas celebrate!

Logicamente, em inglês a coisa tem mais graça, mas mesmo quem lê aqui há de entender: desperdiçamos tempo, vida e energia sofrendo por bobagens, arruinando as alegrias, ignorando afetos, trabalhando mais do que seria necessário para a nossa dignidade(d), curtindo mais o negativo do que o positivo, quando afinal a ordem divina metafórica é que não precisamos fazer o sacrifício do celibato, mas celebrar a vida. Pessoalmente, sempre acreditei que a melhor homenagem que se faz a uma divindade, se nela acreditamos, é celebrar ─ respeitando, amando, curtindo, cuidando ─ a vida, a natureza, a arte, o enigma de tudo.

Mas nós, humanos, nem sempre espertos (embora a gente se ache, e muito), em vez de celebrar a passagem de ano, passamos boa parte dela nos enrolando. As providências excessivas, as compras, as comidas, as dívidas, em dezenas de prestações... Os planos. Mas para que planos, quando o melhor é ter um só? Ser mais feliz, mais alegre, mais amoroso, mais honrado, mais pacífico. [...]

(Revista VEJA, 05/01/2011.) Questão 01

A cronista utilizou várias palavras com sentido figurado, conotativo, imprimindo literariedade ao texto. Qual alternativa apresenta palavra com sentido conotativo?

 

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376736 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: UFMT
Orgão: Pref. Rondonópolis-MT
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enunciado 376736-1

Sobre a construção da charge, analise as afirmativas.

I - O contexto social apresentado na charge sugere uma situação socioeconômica de pobreza.

II - Os componentes casebres de madeira, lixo a céu aberto, terreno baldio fortalecem a crítica implícita na charge.

III - O maior número de covas abertas do que de caixões indica a expectativa de mais mortes de crianças.

Está correto o que se afirma em

 

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