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2602378 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: ACESSE
Orgão: Pref. Ribeirão Preto-SP

Menos mortes, mais cuidado

Denúncias de violênciaa e crimes contra o povo indígena yanomami voltaram a estampar os jornais. É a fotografia da sistemática violação de direitos humanos no Brasil, em que crianças e adolescentes são as maiores vítimas. Segundo estudo do Unicef, 80% das crianças yanomamis com menos de cinco anos apresentam desnutrição crônica, consequência da insegurança alimentar provocada pelo garimpo ilegal em seus territórios. Esse dado sozinho deveria bastar, mas existem inúmeros outrosb que compõem um Brasil guiado pelo ódio, pela intolerância e pelo maisc completo desprezo pela vida.

A tragédia vivida há décadas pelos yanomamis na Amazônia é espelho de uma nação que fecha os olhos diante de crianças assassinadas, desnutridas, sem educação de qualidade, submetidas à violência e ao trabalho infantil, sem proteção e cuidado. Longe dali, no Rio de Janeiro, 100 crianças foram baleadas de 2016 a 2021 durante a guerra que se trava entre a polícia e o tráfico – a maior parte delas é negra, pobre e vive em comunidades periféricas. Trinta dessas crianças não sobreviveram, de acordo com levantamento da ONG Fogo Cruzado.

Em meio à pandemia, mais de 130 mil crianças e adolescentes ficaram órfãos de seus cuidadores no país, como mostra relatório do Conselho Nacional de Saúde (CNS) e do Conselho Nacional de Direitos Humanos (CNDH). Estudantes estão desmaiando de fome. Meninas e meninos são acometidos por doenças que voltaram ao nosso mapa por falta de vacinação, como é o caso do sarampo.

Enquanto isso, nos bastidores do poder político, perde-se de vista aquilod que realmente importa. Não se prioriza articular e debater propostas para a prevenção e o enfrentamento das violências, combate à fome e à pobreza. Em meio a fake news, desinformação e descaso, lideranças deixam à margem o sofrimento cotidiano da população.

O Brasil de 2022 se encontra em franco retrocesso com relação a marcos civilizatórios conquistados nas últimas décadas. Conquistas essas que resultaram, por exemplo, na Constituição de 1988, cujo artigo 227 sacramentou a ideia de que crianças e adolescentes são sujeitos de direitos. Seu texto traz lado a lado as palavras "absoluta prioridade", para enfatizar que os direitos de meninas e meninas devem estar em primeiro lugar, sempre.

Faz parte também das vitórias históricas da democracia brasileira a aprovação do Estatuto da Criança e do Adolescente pelo Congresso Nacional, em 1990. Trata-se de uma das legislações mais avançadas do planeta para a proteção e promoção de direitos desse segmento da população. Ali o Brasil se compromete em garantir a universalização do acesso à educação e à saúde e em proteger cada criança e adolescente contra "qualquere forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão". Todo atentado a seus direitos fundamentais, seja por ação ou omissão, deve ser punido "na forma da lei", estabelece o artigo 5º.

As eleições presidenciais representam um momento decisivo para que se recupere e faça valer o que já conquistamos. Necessitamos renovar nosso compromisso com a democracia e a verdade para tornar possível o projeto de país que queremos construir.

É frente a esse contexto que nasce a Agenda 227, movimento de organizações da sociedade civil comprometido em mobilizar as candidaturas à Presidência da República para que integrem a seus planos de governo um conjunto de ações estruturantes voltadas à garantia dos direitos da infância e da adolescência.

Colocar crianças e adolescentes no centro das políticas públicas significa o caminho mais curto e eficaz para rompermos o processo de reprodução intergeracional de miséria e desigualdade que marca nossa história, passando a construir um país mais justo e igualitário.

Uma sociedade que faz valer os direitos de suas meninas e meninos é uma sociedade orientada pelo cuidado, pela tolerância, pela empatia e pela solidariedade.

(Miriam Pragita, Lucas José Ramos Lopes e

Renato Godoy. https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2022/06/menos-mortes-maiscuidado. shtml. 9/6/22)

Assinale a opção em que a palavra, no texto, exerça papel adjetivo.

 

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2602377 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: ACESSE
Orgão: Pref. Ribeirão Preto-SP

Menos mortes, mais cuidado

Denúncias de violência e crimes contra o povo indígena yanomami voltaram a estampar os jornais. É a fotografia da sistemática violação de direitos humanos no Brasil, em que crianças e adolescentes são as maiores vítimas. Segundo estudo do Unicef, 80% das crianças yanomamis com menos de cinco anos apresentam desnutrição crônica, consequência da insegurança alimentar provocada pelo garimpo ilegal em seus territórios. Esse dado sozinho deveria bastar, mas existem inúmeros outros que compõem um Brasil guiado pelo ódio, pela intolerância e pelo mais completo desprezo pela vida.

A tragédia vivida há décadas pelos yanomamis na Amazônia é espelho de uma nação que fecha os olhos diante de crianças assassinadas, desnutridas, sem educação de qualidade, submetidas à violência e ao trabalho infantil, sem proteção e cuidado. Longe dali, no Rio de Janeiro, 100 crianças foram baleadas de 2016 a 2021 durante a guerra que se trava entre a polícia e o tráfico – a maior parte delas é negra, pobre e vive em comunidades periféricas. Trinta dessas crianças não sobreviveram, de acordo com levantamento da ONG Fogo Cruzado.

Em meio à pandemia, mais de 130 mil crianças e adolescentes ficaram órfãos de seus cuidadores no país, como mostra relatório do Conselho Nacional de Saúde (CNS) e do Conselho Nacional de Direitos Humanos (CNDH). Estudantes estão desmaiando de fome. Meninas e meninos são acometidos por doenças que voltaram ao nosso mapa por falta de vacinação, como é o caso do sarampo.

Enquanto isso, nos bastidores do poder político, perde-se de vista aquilo que realmente importa. Não se prioriza articular e debater propostas para a prevenção e o enfrentamento das violências, combate à fome e à pobreza. Em meio a fake news, desinformação e descaso, lideranças deixam à margem o sofrimento cotidiano da população.

O Brasil de 2022 se encontra em franco retrocesso com relação a marcos civilizatórios conquistados nas últimas décadas. Conquistas essas que resultaram, por exemplo, na Constituição de 1988, cujo artigo 227 sacramentou a ideia de que crianças e adolescentes são sujeitos de direitos. Seu texto traz lado a lado as palavras "absoluta prioridade", para enfatizar que os direitos de meninas e meninas devem estar em primeiro lugar, sempre.

Faz parte também das vitórias históricas da democracia brasileira a aprovação do Estatuto da Criança e do Adolescente pelo Congresso Nacional, em 1990. Trata-se de uma das legislações mais avançadas do planeta para a proteção e promoção de direitos desse segmento da população. Ali o Brasil se compromete em garantir a universalização do acesso à educação e à saúde e em proteger cada criança e adolescente contra "qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão". Todo atentado a seus direitos fundamentais, seja por ação ou omissão, deve ser punido "na forma da lei", estabelece o artigo 5º.

As eleições presidenciais representam um momento decisivo para que se recupere e faça valer o que já conquistamos. Necessitamos renovar nosso compromisso com a democracia e a verdade para tornar possível o projeto de país que queremos construir.

É frente a esse contexto que nasce a Agenda 227, movimento de organizações da sociedade civil comprometido em mobilizar as candidaturas à Presidência da República para que integrem a seus planos de governo um conjunto de ações estruturantes voltadas à garantia dos direitos da infância e da adolescência.

Colocar crianças e adolescentes no centro das políticas públicas significa o caminho mais curto e eficaz para rompermos o processo de reprodução intergeracional de miséria e desigualdade que marca nossa história, passando a construir um país mais justo e igualitário.

Uma sociedade que faz valer os direitos de suas meninas e meninos é uma sociedade orientada pelo cuidado, pela tolerância, pela empatia e pela solidariedade.

(Miriam Pragita, Lucas José Ramos Lopes e

Renato Godoy. https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2022/06/menos-mortes-maiscuidado. shtml. 9/6/22)

“Trata-se de uma das legislações mais avançadas do planeta para a proteção e promoção de direitos desse segmento da população.”

O pronome sublinhado no período acima desempenha papel

 

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2602376 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: ACESSE
Orgão: Pref. Ribeirão Preto-SP

Menos mortes, mais cuidado

Denúncias de violência e crimes contra o povo indígena yanomami voltaram a estampar os jornais. É a fotografia da sistemática violação de direitos humanos no Brasil, em que crianças e adolescentes são as maiores vítimas. Segundo estudo do Unicef, 80% das crianças yanomamis com menos de cinco anos apresentam desnutrição crônica, consequência da insegurança alimentar provocada pelo garimpo ilegal em seus territórios. Esse dado sozinho deveria bastar, mas existem inúmeros outros que compõem um Brasil guiado pelo ódio, pela intolerância e pelo mais completo desprezo pela vida.

A tragédia vivida há décadas pelos yanomamis na Amazônia é espelho de uma nação que fecha os olhos diante de crianças assassinadas, desnutridas, sem educação de qualidade, submetidas à violência e ao trabalho infantil, sem proteção e cuidado. Longe dali, no Rio de Janeiro, 100 crianças foram baleadas de 2016 a 2021 durante a guerra que se trava entre a polícia e o tráfico – a maior parte delas é negra, pobre e vive em comunidades periféricas. Trinta dessas crianças não sobreviveram, de acordo com levantamento da ONG Fogo Cruzado.

Em meio à pandemia, mais de 130 mil crianças e adolescentes ficaram órfãos de seus cuidadores no país, como mostra relatório do Conselho Nacional de Saúde (CNS) e do Conselho Nacional de Direitos Humanos (CNDH). Estudantes estão desmaiando de fome. Meninas e meninos são acometidos por doenças que voltaram ao nosso mapa por falta de vacinação, como é o caso do sarampo.

Enquanto isso, nos bastidores do poder político, perde-se de vista aquilo que realmente importa. Não se prioriza articular e debater propostas para a prevenção e o enfrentamento das violências, combate à fome e à pobreza. Em meio a fake news, desinformação e descaso, lideranças deixam à margem o sofrimento cotidiano da população.

O Brasil de 2022 se encontra em franco retrocesso com relação a marcos civilizatórios conquistados nas últimas décadas. Conquistas essas que resultaram, por exemplo, na Constituição de 1988, cujo artigo 227 sacramentou a ideia de que crianças e adolescentes são sujeitos de direitos. Seu texto traz lado a lado as palavras "absoluta prioridade", para enfatizar que os direitos de meninas e meninas devem estar em primeiro lugar, sempre.

Faz parte também das vitórias históricas da democracia brasileira a aprovação do Estatuto da Criança e do Adolescente pelo Congresso Nacional, em 1990. Trata-se de uma das legislações mais avançadas do planeta para a proteção e promoção de direitos desse segmento da população. Ali o Brasil se compromete em garantir a universalização do acesso à educação e à saúde e em proteger cada criança e adolescente contra "qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão". Todo atentado a seus direitos fundamentais, seja por ação ou omissão, deve ser punido "na forma da lei", estabelece o artigo 5º.

As eleições presidenciais representam um momento decisivo para que se recupere e faça valer o que já conquistamos. Necessitamos renovar nosso compromisso com a democracia e a verdade para tornar possível o projeto de país que queremos construir.

É frente a esse contexto que nasce a Agenda 227, movimento de organizações da sociedade civil comprometido em mobilizar as candidaturas à Presidência da República para que integrem a seus planos de governo um conjunto de ações estruturantes voltadas à garantia dos direitos da infância e da adolescência.

Colocar crianças e adolescentes no centro das políticas públicas significa o caminho mais curto e eficaz para rompermos o processo de reprodução intergeracional de miséria e desigualdade que marca nossa história, passando a construir um país mais justo e igualitário.

Uma sociedade que faz valer os direitos de suas meninas e meninos é uma sociedade orientada pelo cuidado, pela tolerância, pela empatia e pela solidariedade.

(Miriam Pragita, Lucas José Ramos Lopes e

Renato Godoy. https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2022/06/menos-mortes-maiscuidado. shtml. 9/6/22)

O texto constitui exemplo de tipologia

 

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2602375 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: ACESSE
Orgão: Pref. Ribeirão Preto-SP

Menos mortes, mais cuidado

Denúncias de violência e crimes contra o povo indígena yanomami voltaram a estampar os jornais. É a fotografia da sistemática violação de direitos humanos no Brasil, em que crianças e adolescentes são as maiores vítimas. Segundo estudo do Unicef, 80% das crianças yanomamis com menos de cinco anos apresentam desnutrição crônica, consequência da insegurança alimentar provocada pelo garimpo ilegal em seus territórios. Esse dado sozinho deveria bastar, mas existem inúmeros outros que compõem um Brasil guiado pelo ódio, pela intolerância e pelo mais completo desprezo pela vida.

A tragédia vivida há décadas pelos yanomamis na Amazônia é espelho de uma nação que fecha os olhos diante de crianças assassinadas, desnutridas, sem educação de qualidade, submetidas à violência e ao trabalho infantil, sem proteção e cuidado. Longe dali, no Rio de Janeiro, 100 crianças foram baleadas de 2016 a 2021 durante a guerra que se trava entre a polícia e o tráfico – a maior parte delas é negra, pobre e vive em comunidades periféricas. Trinta dessas crianças não sobreviveram, de acordo com levantamento da ONG Fogo Cruzado.

Em meio à pandemia, mais de 130 mil crianças e adolescentes ficaram órfãos de seus cuidadores no país, como mostra relatório do Conselho Nacional de Saúde (CNS) e do Conselho Nacional de Direitos Humanos (CNDH). Estudantes estão desmaiando de fome. Meninas e meninos são acometidos por doenças que voltaram ao nosso mapa por falta de vacinação, como é o caso do sarampo.

Enquanto isso, nos bastidores do poder político, perde-se de vista aquilo que realmente importa. Não se prioriza articular e debater propostas para a prevenção e o enfrentamento das violências, combate à fome e à pobreza. Em meio a fake news, desinformação e descaso, lideranças deixam à margem o sofrimento cotidiano da população.

O Brasil de 2022 se encontra em franco retrocesso com relação a marcos civilizatórios conquistados nas últimas décadas. Conquistas essas que resultaram, por exemplo, na Constituição de 1988, cujo artigo 227 sacramentou a ideia de que crianças e adolescentes são sujeitos de direitos. Seu texto traz lado a lado as palavras "absoluta prioridade", para enfatizar que os direitos de meninas e meninas devem estar em primeiro lugar, sempre.

Faz parte também das vitórias históricas da democracia brasileira a aprovação do Estatuto da Criança e do Adolescente pelo Congresso Nacional, em 1990. Trata-se de uma das legislações mais avançadas do planeta para a proteção e promoção de direitos desse segmento da população. Ali o Brasil se compromete em garantir a universalização do acesso à educação e à saúde e em proteger cada criança e adolescente contra "qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão". Todo atentado a seus direitos fundamentais, seja por ação ou omissão, deve ser punido "na forma da lei", estabelece o artigo 5º.

As eleições presidenciais representam um momento decisivo para que se recupere e faça valer o que já conquistamos. Necessitamos renovar nosso compromisso com a democracia e a verdade para tornar possível o projeto de país que queremos construir.

É frente a esse contexto que nasce a Agenda 227, movimento de organizações da sociedade civil comprometido em mobilizar as candidaturas à Presidência da República para que integrem a seus planos de governo um conjunto de ações estruturantes voltadas à garantia dos direitos da infância e da adolescência.

Colocar crianças e adolescentes no centro das políticas públicas significa o caminho mais curto e eficaz para rompermos o processo de reprodução intergeracional de miséria e desigualdade que marca nossa história, passando a construir um país mais justo e igualitário.

Uma sociedade que faz valer os direitos de suas meninas e meninos é uma sociedade orientada pelo cuidado, pela tolerância, pela empatia e pela solidariedade.

(Miriam Pragita, Lucas José Ramos Lopes e

Renato Godoy. https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2022/06/menos-mortes-maiscuidado. shtml. 9/6/22)

Em relação à leitura do texto e suas possíveis inferências, analise as afirmativas a seguir:

I. Quando da construção do Estatuto da Criança e do Adolescente, o país vivia sem quaisquer garantias de proteção ao menor, o que levou à necessidade de construir esse Estatuto para tal.

II. No período da pandemia, devido ao alto índice de mortes, muitas crianças ficaram órfãs de seus pais e responsáveis, em números que superam os cem mil de casos.

III. Os casos de condições precárias de vida entre os indígenas não são as únicas mazelas que crianças e adolescentes sofrem no cenário contemporâneo.

Assinale

 

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2602374 Ano: 2022
Disciplina: Matemática
Banca: ACESSE
Orgão: Pref. Ribeirão Preto-SP

Na rua Mal Bataã os postes são colocados de x em x metros; as lixeiras, de y em y metros; e os quebra-molas, de z em z metros. O início da rua tem um poste, uma lixeira e um quebra-molas, alinhados. Sabendo que o MDC(x,y,z) x MMC(x,y,z) = 120, x = 4 e z = 6, assinale a opção que indique corretamente a que distância (em metros) desse início os três estarão alinhados novamente.

 

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2602373 Ano: 2022
Disciplina: Matemática
Banca: ACESSE
Orgão: Pref. Ribeirão Preto-SP

O pH de uma solução é o logaritmo decimal do inverso da sua concentração.

Veja:

!$ pH = log \left( { \large 1 \over H^+} \right) !$

Para uma solução cuja concentração é de !$ 4x 10^{-9} !$ mol/l, o pH correto é

Dados: log2=0,30

 

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2602372 Ano: 2022
Disciplina: Matemática
Banca: ACESSE
Orgão: Pref. Ribeirão Preto-SP

Para Pascoal descobrir a senha que abre o cofre com a herança de seu avô, só resta um número. Esse número corresponde à soma dos algarismos do determinante da matriz a seguir:

!$ { \begin{bmatrix} 0\,\,\,2\,\,\,0\,\,\,0\\3\,\,\,9\,\,\,0\,\,\,0\\0\,\,\,7\,\,\,2\,\,0\\0\,\,5\,\,0\,\,-1 \end{bmatrix}} !$

Esse número é

 

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2602371 Ano: 2022
Disciplina: Matemática
Banca: ACESSE
Orgão: Pref. Ribeirão Preto-SP

Bruninha ama flores e Matemática. Ela resolve calcular a área das pétalas formadas por arcos de circunferência e inscritas em um quadrado de lado 2m.

Enunciado 3534217-1

Sendo !$ \pi = 3 !$, assinale a opção que indique corretamente o valor encontrado por Bruninha.

 

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2602370 Ano: 2022
Disciplina: Matemática
Banca: ACESSE
Orgão: Pref. Ribeirão Preto-SP

Um tanque com 500 litros de água perde 8% de sua capacidade a cada minuto, devido a um vazamento. Nesse caso, o número de minutos necessários para que o volume de água no reservatório seja mais próximo a 420 litros é

 

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2602368 Ano: 2022
Disciplina: Matemática
Banca: ACESSE
Orgão: Pref. Ribeirão Preto-SP

De acordo com Ubiratan D’Ambrosio, precursor e idealizador da Etnomatemática no Brasil, a palavra ETNOMATEMÁTICA pode ser decomposta em três partes. Nesse sentido, “ETNO” significa

 

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