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Foram encontradas 602 questões.

1554157 Ano: 2018
Disciplina: Nutrição
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Paulista-PE
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Qual das alternativas abaixo NÃO está de acordo com a Organização Mundial de Saúde, OMS (WHO -WORLD HEALTH ORGANIZATION - Diet, Nutrition and the prevention of chronic diseases. WHO technical Report Series – 916, 2003), para distribuição de nutrientes em uma dieta em relação percentual ao valor energético total?
 

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1553385 Ano: 2018
Disciplina: Odontologia
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Paulista-PE
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Esse osso é par e situa-se na região lateral e inferior da cabeça, constitui a parede lateral do crânio e abriga parte da ATM. A saliência óssea atrás da orelha chama-se Apófise Mastoide.
Enunciado 1553385-1
Fonte: https://pt.depositphotos.com/59528947
Assinale a alternativa que corresponde ao nome CORRETO desse osso.
 

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1553226 Ano: 2018
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Paulista-PE
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Em relação ao Acidente Vascular Encefálico assinale a alternativa INCORRETA.
 

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Texto
Sabe Quem Morreu!?
Por Rômulo Zanotto
A morte atravessa séculos para nos encontrar. Num infarto do miocárdio, num acidente de trânsito, num quarto de hospital, numa poça de vômito no banheiro de casa ou num parque de diversões repleto de gente. É certo que ela virá. Nascemos sentenciados de morte. No entanto, a escondemos debaixo do tapete tanto quanto possível.
No século XX, a morte passou para o ambiente esterilizado dos hospitais, escondida e calada. Até então, morria-se em casa, via-se, velava-se em cima da mesa. Hoje, apesar de o obituário da Folha vir editado no caderno Cotidiano, como um recado eloquente a nos lembrar muito bem o lugar que a morte ocupa no dia a dia, não se convive com ela. A morte é uma espécie de não acontecimento. Morre-se longe dos olhos. (...)
A despeito de tabu na vida, a morte sempre foi um prato cheio para a literatura e para as artes em geral. Seja no campo das artes visuais, do cinema, do teatro, da dança, da música ou da literatura, a morte inspirou grandes obras, em todos os tempos. (...) Tolstói se tornou uma espécie de “especialista em morte na literatura” de tanto descrever pormenorizadamente o trespasse de seus heróis (...). Maldito fardo! Aqui, no Brasil, Clarice escreveu sobre a hora da morte, que é A hora da estrela; Gerald Thomas dirigiu um eloquente espetáculo sobre a morte da mãe, Rainha Mentira; Brás Cubas escreveu suas memórias póstumas através de Machado (...).
Mas se as artes sempre tiveram a morte como tema, o morrer artístico também vem se tornando uma narrativa cada vez mais confessional, de não ficção, escrita na primeira pessoa do singular. Nos últimos anos, David Bowie e Leonard Cohen, “ao saber que iam morrer” – digo, na presença iminente da morte; digo, ao saber do diagnóstico incurável de suas doenças – fizeram um álbum de despedida; Oliver Sacks, o neurologista e escritor anglo-americano, ao saber de sua metástase sem volta publicou uma série de belíssimos textos de despedida, tecendo odes à vida; os textos de Sacks, por sua vez, inspiram-se na autobiografia de poucas páginas do filósofo oitocentista David Hume, escrita quando este também soube da sua morte anunciada por uma doença incurável.
Ao escrever seus textos e “compartilhar” a própria morte, como se perguntasse ao leitor “sabe quem vai morrer!?”, no futuro, e a resposta entusiástica fosse “eu!” – com exclamação! -, Sacks nos convida a partilhar com ele sua experiência do fim. O exemplo mostra como a morte também começa a ficar desavergonhada e sair do armário, como parece acontecer com tudo neste início de século. E em tons especialmente confessionais, bem aos moldes destes novos tempos.
Assim é que, se boa parte das pessoas, senão a maioria, ainda prefere morrer nos bastidores, longe dos olhos dos outros, uma pequena vanguarda de pioneiros já escolhe vir ao centro do palco para morrer, oferecendo seu “repertório de morte” como arte. (...)
Falando em bastidores, outro que preferiu encarar a própria finitude, ao invés de se trancar no camarim com um bocado de gim, foi Chico Buarque. Mesmo querendo viver para sempre, o compositor sabe que, às vezes, chega a roda-vida e carrega o destino pra lá. Pensando, então, em “quando seu tempo passar”, escreveu para a atual amada – a última? – uma cantiga, Tua Cantiga, para que ela lembre dele quando ele – oh, metade afastada de si! – não estiver mais aqui.
Apesar de “a expressão da morte” estar se tornando cada vez mais presente nos dias de hoje – não só nas artes, mas também nas redes sociais -, Camila Appel volta à conversa para lembrar que a despedida por meio da arte sempre existiu. (...) O que acontece agora é que com a tendência à narrativa íntima e confessional proposta pelas redes sociais, estas expressões artísticas ganham visibilidade e naturalidade. Afinal, se a cultura de massa do século XX colocou todos os tabus no armário e a morte nos bastidores, a cultura da convergência do século XXI tem exibido o making-of desses bastidores.
Mas, como acontece tantas vezes, a arte antecipou a interpretação da sua época. Entre agosto e setembro de 1994, vinte anos antes de Sacks, no Brasil, Caio Fernando Abreu publicou uma série histórica e antológica de crônicas em sua coluna quinzenal no jornal O Estado de São Paulo. Vivendo enfermo em Porto Alegre, limitado pelos muros do Hospital Menino Deus, o escritor contava o inefável: que tinha AIDS e morreria. (...) “Em quem está com Aids o que mais dói é a morte antecipada que os outros nos conferem”, escreveu. Talvez por isso Caio conseguisse contar com tanta força o que visse, como a visão do próprio rosto refletido nas pupilas dilatadas da morte: porque já estava lá, sem que ainda tivesse deixado de estar aqui. Pelo lugar privilegiado em que se encontrava.
Após anos de experiência acompanhando a morte de pacientes, especialistas em cuidados paliativos constatam que as pessoas, antes da morte, sentem uma “redenção ao amor”. Talvez por isso Frida Kahlo, que passou a vida inteira pintando suas dores – dores de Frida Kahlo! – tenha mergulhado o pincel na tinta uma última vez dois dias antes da morte para escrever “viva la vida” em uma natureza morta que havia pintado dois anos antes. Fazer o quê, se o infinitivo do verbo viver é também o gerúndio do verbo morrer? Um dia nascemos, um dia morremos, e isso é tudo. (...)
Disponível em: https://mortesemtabu.blogfolha.uol.com.br/2018/06/15/sabe-quem-morreu/ Acesso em: 15 jun. 2018. Adaptado.
No Texto, a morte é também referida como:
1. “infarto do miocárdio” (1º parágrafo).
2. “o obituário” (2º parágrafo).
3. “o trespasse” (3º parágrafo).
4. “a (...) finitude” (7º parágrafo).
Estão CORRETOS:
 

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1552967 Ano: 2018
Disciplina: Psicologia
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Paulista-PE
Não raro, observamos atitudes agressivas, físicas ou verbais, contra homossexuais, transexuais e travestis, as quais decorrem de crenças, como a de que são promíscuos.
Sobre tais crenças e sua relação com a atitude preconceituosa, como as citadas, é CORRETO afirmar que são
 

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1548353 Ano: 2018
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Paulista-PE
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Fases de desenvolvimento organizam-se por idades, mas variam de sujeito a sujeito e podem ser representadas por períodos, padrões e ou etapas evolutivas.
Sobre isso, analise as afirmativas abaixo:
I. O desenvolvimento apresenta-se num envolvimento com fatores psicossociais, culturais e meio ambiente.
II. Um marco referencial motor torna-se uma habilidade fundamental, cujo alcance está associado à aquisição de movimentos voluntários posteriores.
III. Como regra geral, as habilidades motoras amplas desenvolvem-se mais cedo, e as finas, mais tarde.
IV. Frente aos estudos de Sigmund Freud, Winnicott, René Spitz, em cada fase de desenvolvimento com alterações neurológicas, hormonais, temos também mudanças emocionais e/ou psicoafetivas.
Estão CORRETAS
 

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1547426 Ano: 2018
Disciplina: Saúde Pública
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Paulista-PE
Na natureza, alguns mosquitos são vetores de várias doenças, dependendo de sua espécie e da região que habita. O mosquito Aedes aegypti é originário do Egito na África. Devido ao clima favorável noutros locais, noutros países, o mosquito se espalhou em áreas tropicais e subtropicais, sendo ele responsável pelas doenças: dengue, febre amarela, zika e chikungunya. Essa espécie pica seres humanos geralmente durante o dia. Com epidemias de dengue e zika, vírus atuais afligem muito as pessoas. Contudo, o controle da população do Aedes aegypti é um assunto que deve estar na pauta de saúde pública coletiva por se tornarem epidemias mundiais. Mas, desde 1986, enfrenta-se, quase ininterruptamente, as epidemias de dengue. Hoje, os quatro sorotipos que circulam no Brasil, onde se convive com falhas na prevenção, são dependentes de muitos aspectos que extrapolam o setor da saúde pública.
De uma forma geral nos surtos da doença, a dengue, devemos destacar, principalmente, os aspectos
 

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1546467 Ano: 2018
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Paulista-PE
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O ciclo hidrológico, ou ciclo da água, é o movimento contínuo da água na natureza, a forma como ela vai mudando de estado em função da gravidade, radiação solar, dentre outros.
Sobre as etapas do ciclo hidrológico, analise os itens abaixo:
I. Precipitação e Insolação
II. Escoamento Superficial e Insolação
III. Evaporação e Infiltração
IV. Transpiração e Evapotranspiração
V. Precipitação
Estão CORRETOS
 

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1545948 Ano: 2018
Disciplina: Odontologia
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Paulista-PE
Em relação à técnica de cirurgia ortognática, assinale a alternativa CORRETA.
 

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1545474 Ano: 2018
Disciplina: Nutrição
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Paulista-PE
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Observe o seguinte cardápio:
Salada de folhas verdes, picadas, temperadas com azeite e tempero seco – à vontade
Um filé de frango sem pele assado
Seis colheres de sopa de macarrão cozido com uma concha de molho de tomate
Uma taça de salada de frutas picadas
Sobre esse cardápio, analise os itens abaixo:
I. É adequado para o almoço de uma pessoa idosa de 70 anos.
II. Tem uma boa fonte de licopeno.
III. Tem preparações fontes de vitaminas e minerais.
IV. Tem um valor calórico reduzido, ou seja, é uma refeição própria para promover perda de peso.
V. Obedece à lei da qualidade.
Está CORRETO o que se afirma em
 

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