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São consideradas tipos de medidas de intensidade do som todas as alternativas abaixo, EXCETO:
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Na perspectiva teórico-clínica adotada por Rogers, existe o pressuposto da tendência atualizadora. Sobre esta, é INCORRETO afirmar que
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1638004
Ano: 2018
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Paulista-PE
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Paulista-PE
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O Ministério do Meio Ambiente aponta sobre a Educação Ambiental, concebendo-a como
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Acerca do desenvolvimento neuropsicomotor, assinale a alternativa CORRETA.
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1635900
Ano: 2018
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Paulista-PE
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Paulista-PE
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Acerca do gerenciamento relativo do Sistema Nacional de Unidades de Conservação - SNUC - e suas respectivas atribuições, analise as afirmativas e coloque V nas Verdadeiras e F nas Falsas.
( ) São órgãos executores: O Instituto Chico Mendes e o Ibama, em caráter supletivo, os órgãos estaduais e municipais, com a função de implementar o SNUC, subsidiar as propostas de criação e administrar as unidades de conservação federais, estaduais e municipais nas respectivas esferas de atuação.
( ) Órgão consultivo e deliberativo: O Conselho Nacional do Meio Ambiente - CONAMA, com as atribuições de acompanhar a implementação do Sistema.
( ) Podem integrar o SNUC, excepcionalmente e a critério do CONAMA, unidades de conservação de nível regional, com função complementar ao SNUC, subsidiando as propostas de criação e de administrar autarquias federais, estaduais e municipais, respectivamente.
( ) Órgão central: O Ministério do Meio Ambiente cuja finalidade é ser um órgão implementador e atuante.
( ) Conselho deliberativo: O Conselho Nacional do Meio Ambiente e o CONAMA como órgão consultivo.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
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Texto
Sabe Quem Morreu!?
Por Rômulo Zanotto
A morte atravessa séculos para nos encontrar. Num infarto do miocárdio, num acidente de trânsito, num quarto de hospital, numa poça de vômito no banheiro de casa ou num parque de diversões repleto de gente. É certo que ela virá. Nascemos sentenciados de morte. No entanto, a escondemos debaixo do tapete tanto quanto possível.
No século XX, a morte passou para o ambiente esterilizado dos hospitais, escondida e calada. Até então, morria-se em casa, via-se, velava-se em cima da mesa. Hoje, apesar de o obituário da Folha vir editado no caderno Cotidiano, como um recado eloquente a nos lembrar muito bem o lugar que a morte ocupa no dia a dia, não se convive com ela. A morte é uma espécie de não acontecimento. Morre-se longe dos olhos. (...)
A despeito de tabu na vida, a morte sempre foi um prato cheio para a literatura e para as artes em geral. Seja no campo das artes visuais, do cinema, do teatro, da dança, da música ou da literatura, a morte inspirou grandes obras, em todos os tempos. (...) Tolstói se tornou uma espécie de “especialista em morte na literatura” de tanto descrever pormenorizadamente o trespasse de seus heróis (...). Maldito fardo! Aqui, no Brasil, Clarice escreveu sobre a hora da morte, que é A hora da estrela; Gerald Thomas dirigiu um eloquente espetáculo sobre a morte da mãe, Rainha Mentira; Brás Cubas escreveu suas memórias póstumas através de Machado (...).
Mas se as artes sempre tiveram a morte como tema, o morrer artístico também vem se tornando uma narrativa cada vez mais confessional, de não ficção, escrita na primeira pessoa do singular. Nos últimos anos, David Bowie e Leonard Cohen, “ao saber que iam morrer” – digo, na presença iminente da morte; digo, ao saber do diagnóstico incurável de suas doenças – fizeram um álbum de despedida; Oliver Sacks, o neurologista e escritor anglo-americano, ao saber de sua metástase sem volta publicou uma série de belíssimos textos de despedida, tecendo odes à vida; os textos de Sacks, por sua vez, inspiram-se na autobiografia de poucas páginas do filósofo oitocentista David Hume, escrita quando este também soube da sua morte anunciada por uma doença incurável.
Ao escrever seus textos e “compartilhar” a própria morte, como se perguntasse ao leitor “sabe quem vai morrer!?”, no futuro, e a resposta entusiástica fosse “eu!” – com exclamação! -, Sacks nos convida a partilhar com ele sua experiência do fim. O exemplo mostra como a morte também começa a ficar desavergonhada e sair do armário, como parece acontecer com tudo neste início de século. E em tons especialmente confessionais, bem aos moldes destes novos tempos.
Assim é que, se boa parte das pessoas, senão a maioria, ainda prefere morrer nos bastidores, longe dos olhos dos outros, uma pequena vanguarda de pioneiros já escolhe vir ao centro do palco para morrer, oferecendo seu “repertório de morte” como arte. (...)
Falando em bastidores, outro que preferiu encarar a própria finitude, ao invés de se trancar no camarim com um bocado de gim, foi Chico Buarque. Mesmo querendo viver para sempre, o compositor sabe que, às vezes, chega a roda-vida e carrega o destino pra lá. Pensando, então, em “quando seu tempo passar”, escreveu para a atual amada – a última? – uma cantiga, Tua Cantiga, para que ela lembre dele quando ele – oh, metade afastada de si! – não estiver mais aqui.
Apesar de “a expressão da morte” estar se tornando cada vez mais presente nos dias de hoje – não só nas artes, mas também nas redes sociais -, Camila Appel volta à conversa para lembrar que a despedida por meio da arte sempre existiu. (...) O que acontece agora é que com a tendência à narrativa íntima e confessional proposta pelas redes sociais, estas expressões artísticas ganham visibilidade e naturalidade. Afinal, se a cultura de massa do século XX colocou todos os tabus no armário e a morte nos bastidores, a cultura da convergência do século XXI tem exibido o making-of desses bastidores.
Mas, como acontece tantas vezes, a arte antecipou a interpretação da sua época. Entre agosto e setembro de 1994, vinte anos antes de Sacks, no Brasil, Caio Fernando Abreu publicou uma série histórica e antológica de crônicas em sua coluna quinzenal no jornal O Estado de São Paulo. Vivendo enfermo em Porto Alegre, limitado pelos muros do Hospital Menino Deus, o escritor contava o inefável: que tinha AIDS e morreria. (...) “Em quem está com Aids o que mais dói é a morte antecipada que os outros nos conferem”, escreveu. Talvez por isso Caio conseguisse contar com tanta força o que visse, como a visão do próprio rosto refletido nas pupilas dilatadas da morte: porque já estava lá, sem que ainda tivesse deixado de estar aqui. Pelo lugar privilegiado em que se encontrava.
Após anos de experiência acompanhando a morte de pacientes, especialistas em cuidados paliativos constatam que as pessoas, antes da morte, sentem uma “redenção ao amor”. Talvez por isso Frida Kahlo, que passou a vida inteira pintando suas dores – dores de Frida Kahlo! – tenha mergulhado o pincel na tinta uma última vez dois dias antes da morte para escrever “viva la vida” em uma natureza morta que havia pintado dois anos antes. Fazer o quê, se o infinitivo do verbo viver é também o gerúndio do verbo morrer? Um dia nascemos, um dia morremos, e isso é tudo. (...)
Disponível em: https://mortesemtabu.blogfolha.uol.com.br/2018/06/15/sabe-quem-morreu/ Acesso em: 15 jun. 2018. Adaptado.
Considerando alguns dos aspectos formais da gramática de nossa língua, aplicados ao Texto, analise as afirmativas a seguir.
1. Em: “A despeito de tabu na vida, a morte sempre foi um prato cheio para a literatura e para as artes em geral.” (3º parágrafo), a locução conjuntiva destacada, de valor concessivo, destaca uma contradição (na vida, a morte é um tabu) e introduz uma oposição (mesmo que a morte seja um tabu, a morte sempre foi um prato cheio (...).
2. No enunciado: “Tolstói se tornou uma espécie de especialista em morte na literatura de tanto descrever pormenorizadamente o trespasse de seus heróis.” (3º parágrafo), há uma relação sintático-semântica de comparação.
3. No enunciado: “ ‘Em quem está com Aids o que mais dói é a morte antecipada que os outros nos conferem’, escreveu.” (9º parágrafo), os termos destacados exercem, respectivamente, as funções de complemento direto e complemento indireto da forma verbal “conferem”.
4. O enunciado: “Fazer o quê, se o infinitivo do verbo viver é também o gerúndio do verbo morrer?” (10º parágrafo) faz uma alusão ao aspecto processual (que se prolonga no tempo) do gerúndio e se justifica com a ideia de que estar vivo é também estar morrendo.
Estão CORRETAS:
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O sistema estomatognático é composto de estruturas estáticas ou passivas e de estruturas dinâmicas ou ativas, que são equilibradas e controladas pelo sistema nervoso central.
Assinale a alternativa que corresponde a uma estrutura dinâmica.
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1629577
Ano: 2018
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Paulista-PE
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Paulista-PE
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No cuidado ao Idoso, fazem parte dos objetivos de tratamento na Terapia Ocupacional todas as considerações citadas abaixo, EXCETO:
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O Programa Saúde na Escola (PSE) é uma estratégia de integração da saúde e educação para o desenvolvimento da cidadania e da qualificação das políticas públicas brasileiras. Sobre o assunto, analise as assertivas abaixo:
I. Mesmo sendo um programa instituído pelo Ministério da Saúde, no caso de crianças e adolescentes menores de 18 anos, antes de fazer a avaliação de saúde bucal, deve ser obtida autorização dos pais ou responsável por meio da assinatura de termo de consentimento.
II. Os escolares que apresentarem necessidade de tratamento odontológico devem ter um plano terapêutico definido para continuidade do cuidado, que deverá ser articulado, agendado e ter seu seguimento na rede de saúde.
III. A ação de escovação supervisionada realizada por profissionais da saúde (escovação supervisionada direta) deverá ocorrer minimamente uma vez ao ano, e a realizada por educadores (escovação supervisionada indireta) poderá ocorrer mais vezes, no cotidiano escolar.
Assinale a alternativa que corresponde à resposta CORRETA.
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Vivemos atualmente um boom gastronômico jamais visto. As revistas publicam amplas matérias sobre gastronomia, e todas as emissoras de televisão transmitem programas relacionados com o assunto. Conseguimos saborear esses variados pratos porque possuímos o paladar. Os órgãos receptores principais do paladar são as papilas linguais, que contêm os botões gustativos, no entanto, esses botões também existem em outras regiões da cavidade bucal.
Em relação a essa outra região, assinale a opção CORRETA.
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