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De acordo com Marcelo Braz e Joaquina Teixeira, a reafirmação do projeto ético-político do Serviço Social na entrada do século XXI tem como desafio todos os abaixo citados, EXCETO:
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A luxação da Articulação Temporomandibular (ATM) ocorre quando o côndilo mandibular excursiona externamente a cavidade glenoide, permanecendo em uma condição de travamento anterior à eminência articular do temporal.
Sobre o assunto, analise as afirmativas abaixo:
I. Os fatores etiológicos da luxação da ATM são múltiplos e podem incluir cavidade glenoide pouco profunda, frouxidão do ligamento temporomandibular ou da capsula articular e excessiva atividade do músculo pterigoideo lateral e dos músculos infra-hioideos devido ao uso de medicamentos ou doença.
II. Quando o deslocamento e o travamento do côndilo mandibular anterior à eminência articular ocorre com frequência, essa condição passa a ser chamada de luxação recorrente ou recidivante.
III. A eminectomia é, atualmente, um dos tratamentos mais eficaz e definitivos para a luxação da ATM recidivante.
Assinale a alternativa CORRETA.
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A avaliação da segurança de cena é uma prioridade do profissional socorrista do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU).
Sobre a conduta adequada dos profissionais no atendimento pré-hospitalar, leia as afirmações abaixo:
I. Para a segura avaliação da cena, o socorrista deverá compreender a situação a ser encontrada, considerando informações passadas pela central de regulação, por outras equipes no local ou testemunhas; observar o tipo/natureza do evento, o acesso e a presença de agentes de risco que comprometam a segurança.
II. Após a compreensão da cena, o socorrista deverá realizar o segundo passo na avaliação, visando à evolução da situação nos próximos minutos e os riscos diretos à vítima e equipe. Isso inclui fatores como: o risco de choque elétrico, de explosão ou vazamento de produtos; hostilidade e/ou violência na cena.
III. O terceiro passo na avaliação da cena está centrado nas medidas para controlar a situação. Para isso, o socorrista deve evitar o acionamento de recursos de apoio e/ou especializados através da central de regulação médica.
IV. Somente após a avaliação precisa e definição da cena como segura é que a equipe de socorristas deve se aproximar do paciente.
Estão CORRETAS apenas
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A avaliação nutricional comumente utiliza o modelo dos dois compartimentos – massa gorda e massa magra-devido à simplicidade e objetividade de aplicação. No entanto, o modelo multicompartimental permite obtenção de informações mais precisas da composição corporal.
Considerando o nível de organização do corpo humano, se for realizada uma avaliação em nível molecular, serão avaliados
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Texto
Sabe Quem Morreu!?
Por Rômulo Zanotto
A morte atravessa séculos para nos encontrar. Num infarto do miocárdio, num acidente de trânsito, num quarto de hospital, numa poça de vômito no banheiro de casa ou num parque de diversões repleto de gente. É certo que ela virá. Nascemos sentenciados de morte. No entanto, a escondemos debaixo do tapete tanto quanto possível.
No século XX, a morte passou para o ambiente esterilizado dos hospitais, escondida e calada. Até então, morria-se em casa, via-se, velava-se em cima da mesa. Hoje, apesar de o obituário da Folha vir editado no caderno Cotidiano, como um recado eloquente a nos lembrar muito bem o lugar que a morte ocupa no dia a dia, não se convive com ela. A morte é uma espécie de não acontecimento. Morre-se longe dos olhos. (...)
A despeito de tabu na vida, a morte sempre foi um prato cheio para a literatura e para as artes em geral. Seja no campo das artes visuais, do cinema, do teatro, da dança, da música ou da literatura, a morte inspirou grandes obras, em todos os tempos. (...) Tolstói se tornou uma espécie de “especialista em morte na literatura” de tanto descrever pormenorizadamente o trespasse de seus heróis (...). Maldito fardo! Aqui, no Brasil, Clarice escreveu sobre a hora da morte, que é A hora da estrela; Gerald Thomas dirigiu um eloquente espetáculo sobre a morte da mãe, Rainha Mentira; Brás Cubas escreveu suas memórias póstumas através de Machado (...).
Mas se as artes sempre tiveram a morte como tema, o morrer artístico também vem se tornando uma narrativa cada vez mais confessional, de não ficção, escrita na primeira pessoa do singular. Nos últimos anos, David Bowie e Leonard Cohen, “ao saber que iam morrer” – digo, na presença iminente da morte; digo, ao saber do diagnóstico incurável de suas doenças – fizeram um álbum de despedida; Oliver Sacks, o neurologista e escritor anglo-americano, ao saber de sua metástase sem volta publicou uma série de belíssimos textos de despedida, tecendo odes à vida; os textos de Sacks, por sua vez, inspiram-se na autobiografia de poucas páginas do filósofo oitocentista David Hume, escrita quando este também soube da sua morte anunciada por uma doença incurável.
Ao escrever seus textos e “compartilhar” a própria morte, como se perguntasse ao leitor “sabe quem vai morrer!?”, no futuro, e a resposta entusiástica fosse “eu!” – com exclamação! -, Sacks nos convida a partilhar com ele sua experiência do fim. O exemplo mostra como a morte também começa a ficar desavergonhada e sair do armário, como parece acontecer com tudo neste início de século. E em tons especialmente confessionais, bem aos moldes destes novos tempos.
Assim é que, se boa parte das pessoas, senão a maioria, ainda prefere morrer nos bastidores, longe dos olhos dos outros, uma pequena vanguarda de pioneiros já escolhe vir ao centro do palco para morrer, oferecendo seu “repertório de morte” como arte. (...)
Falando em bastidores, outro que preferiu encarar a própria finitude, ao invés de se trancar no camarim com um bocado de gim, foi Chico Buarque. Mesmo querendo viver para sempre, o compositor sabe que, às vezes, chega a roda-vida e carrega o destino pra lá. Pensando, então, em “quando seu tempo passar”, escreveu para a atual amada – a última? – uma cantiga, Tua Cantiga, para que ela lembre dele quando ele – oh, metade afastada de si! – não estiver mais aqui.
Apesar de “a expressão da morte” estar se tornando cada vez mais presente nos dias de hoje – não só nas artes, mas também nas redes sociais -, Camila Appel volta à conversa para lembrar que a despedida por meio da arte sempre existiu. (...) O que acontece agora é que com a tendência à narrativa íntima e confessional proposta pelas redes sociais, estas expressões artísticas ganham visibilidade e naturalidade. Afinal, se a cultura de massa do século XX colocou todos os tabus no armário e a morte nos bastidores, a cultura da convergência do século XXI tem exibido o making-of desses bastidores.
Mas, como acontece tantas vezes, a arte antecipou a interpretação da sua época. Entre agosto e setembro de 1994, vinte anos antes de Sacks, no Brasil, Caio Fernando Abreu publicou uma série histórica e antológica de crônicas em sua coluna quinzenal no jornal O Estado de São Paulo. Vivendo enfermo em Porto Alegre, limitado pelos muros do Hospital Menino Deus, o escritor contava o inefável: que tinha AIDS e morreria. (...) “Em quem está com Aids o que mais dói é a morte antecipada que os outros nos conferem”, escreveu. Talvez por isso Caio conseguisse contar com tanta força o que visse, como a visão do próprio rosto refletido nas pupilas dilatadas da morte: porque já estava lá, sem que ainda tivesse deixado de estar aqui. Pelo lugar privilegiado em que se encontrava.
Após anos de experiência acompanhando a morte de pacientes, especialistas em cuidados paliativos constatam que as pessoas, antes da morte, sentem uma “redenção ao amor”. Talvez por isso Frida Kahlo, que passou a vida inteira pintando suas dores – dores de Frida Kahlo! – tenha mergulhado o pincel na tinta uma última vez dois dias antes da morte para escrever “viva la vida” em uma natureza morta que havia pintado dois anos antes. Fazer o quê, se o infinitivo do verbo viver é também o gerúndio do verbo morrer? Um dia nascemos, um dia morremos, e isso é tudo. (...)
Disponível em: https://mortesemtabu.blogfolha.uol.com.br/2018/06/15/sabe-quem-morreu/ Acesso em: 15 jun. 2018. Adaptado.
A perspectiva sob a qual o Texto aborda o tema da morte está CORRETAMENTE sintetizado em:
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Na avaliação sistemática do paciente traumatizado, é importante considerar várias ações em resposta ao choque hemorrágico.
Sobre esse assunto, analise as afirmativas abaixo:
I. A resposta inicial à hemorragia circulatória é uma compensação fisiológica, havendo uma liberação de catecolaminas endógenas e hormônios.
II. A resposta ao choque corresponde que a ação das catecolominas aumentarão a resistência vascular e a pressão arterial diastólica e reduzirão a pressão de pulso.
III. Na avaliação primária, a circulação torna-se prioridade depois que as vias aéreas e a respiração foram definitivamente avaliadas.
Assinale a alternativa CORRETA.
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A Rede Cegonha (RC), instituída no âmbito do Sistema Único de Saúde, consiste numa rede de cuidados, que visa assegurar à mulher o direito ao planejamento reprodutivo e à atenção humanizada à gravidez, ao parto e ao puerpério, bem como à criança o direito ao nascimento seguro e ao crescimento e desenvolvimento saudáveis.
Sobre a RC, assinale a alternativa CORRETA.
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De acordo com o “Manual ABCDE das Hepatites Virais para Cirurgiões-Dentistas” do Ministério da Saúde (2010), as hepatites virais são transmitidas entre seres humanos, através de várias fontes contaminantes. O único tipo de hepatite, na qual a transmissão sanguínea é rara, porque o tempo em que o vírus encontrado no sangue é curto (cinco a sete dias), é a
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Assinale a alternativa que indica as características de um retalho dividido.
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Segundo Lopes e Siqueira (2015), a Endodontia está envolvida com o controle e a prevenção da infecção pulpar e perirradicular. Dessa forma, é dever do profissional conhecer as principais nuances do processo infeccioso endodôntico, reconhecendo os principais microrganismos envolvidos, suas vias de acesso ao sistema de canais radiculares, o padrão de colonização microbiana desse sistema e as consequências da infecção endodôntica para o hospedeiro.
De acordo com o exposto acima, assinale a alternativa CORRETA.
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