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2302698 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Gramado-RS
O segredo para viver cem anos está em suas mãos, não em seus genes
Todos nós conhecemos famílias nonagenárias, que parecem indestrutíveis. Mas o que está por trás de sua longevidade? Até agora se pensava que "a diferença entre os que vivem muito e os que vivem pouco dependia entre 15% e 30% da genética", explica Miguel Pita, professor da Universidade Autónoma de Madrid. No entanto, um novo estudo publicado na revista Genetics joga por terra esta ideia.
A pesquisa, intitulada “As estimativas da hereditariedade da longevidade humana estão substancialmente infladas por causa da combinação seletiva”, foi conduzida por um grupo de pesquisadores radicado na Califórnia (EUA) que comparou 54 milhões de árvores genealógicas do Ancestry, um banco de dados que conecta pessoas de todo o mundo com seus ancestrais. De acordo com os resultados, os genes influenciam, mas muito menos do que se pensava anteriormente. Apenas 7%.
As conclusões são relativamente surpreendentes, embora a ciência já soubesse que o DNA pesava menos que o estilo de vida. "A ideia geral que tínhamos até agora era que, nas sete ou oito primeiras décadas de vida, o estilo de vida é mais importante que a genética", diz Pita. "Digamos que o estilo de vida se sobrepõe ao efeito da genética. Se você consegue manter uma dieta saudável, com pouco álcool, pouco fumo e muito exercício, viverá muito mais do que se não fizer isso, independentemente da genética que tenha."
É a partir da sétima e oitava décadas que a genética intervém, acrescenta este especialista: "Todas aquelas pessoas que são nonagenárias e centenárias, além de terem tido um estilo de vida adequado, tendem a possuir uma determinada genética". O professor Pita dá dois exemplos: "A genética é importante porque, se você tem uma propensão muito grande ao câncer, obviamente a duração de sua vida será afetada". No entanto, ele faz uma comparação com o talento para a música. "Todos podemos nos esforçar e tocar violão mais ou menos bem, mas, para sermos um gênio, precisamos de uma certa genética", diz ele.
A novidade deste estudo está na maneira como os dados foram analisados, e é isso que é enfatizado no complicado título. "O que diz é que a diferença entre viver muito ou viver um pouco por causa da influência da genética não é muita. Que é maior a influência ambiental." Este trabalho demonstra que os estudos anteriores que apontavam que os genes tinham 30% da culpa por alguém viver pouco ou muito não foram muito bem feitos: “Baseavam-se em uma combinação seletiva, de modo que, quando parecia que duas pessoas tinham a mesma genética, o que elas tinham, na verdade, era o mesmo ambiente”.
"O que se vê é que pessoas com características semelhantes, a mesma origem social e até traços físicos semelhantes tendem a combinar entre si, de modo que não são seus genes o que as faz viver mais tempo; é que estão se agrupando entre si”, afirma o especialista.
Isso não significa que, com melhorias na genética, não iremos viver mais. "A genética é muito importante", diz Miguel Pita. "Se identificamos quais são os genes que causam aumento da mortalidade e administramos os medicamentos para combatê-los, a longevidade aumentará muito. Embora pareça que a genética não influencia muito, pode, sim, aumentar muito a expectativa de vida." Parece contraditório, mas não é. "A genética pode fazer com que todos nós vivamos mais. Sempre haverá um ambiente no qual ela influencia mais do que em outro, mas o controle dos genes aumentará a longevidade", conclui o especialista.
Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/12/19/ciencia/1545227085_353401.html
(Texto adaptado para esta prova)
Assinale a alternativa que apresenta linguagem conotativa.
 

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2302697 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Gramado-RS
O segredo para viver cem anos está em suas mãos, não em seus genes
Todos nós conhecemos famílias nonagenárias, que parecem indestrutíveis. Mas o que está por trás de sua longevidade? Até agora se pensava que "a diferença entre os que vivem muito e os que vivem pouco dependia entre 15% e 30% da genética", explica Miguel Pita, professor da Universidade Autónoma de Madrid. No entanto, um novo estudo publicado na revista Genetics joga por terra esta ideia.
A pesquisa, intitulada “As estimativas da hereditariedade da longevidade humana estão substancialmente infladas por causa da combinação seletiva”, foi conduzida por um grupo de pesquisadores radicado na Califórnia (EUA) que comparou 54 milhões de árvores genealógicas do Ancestry, um banco de dados que conecta pessoas de todo o mundo com seus ancestrais. De acordo com os resultados, os genes influenciam, mas muito menos do que se pensava anteriormente. Apenas 7%.
As conclusões são relativamente surpreendentes, embora a ciência já soubesse que o DNA pesava menos que o estilo de vida. "A ideia geral que tínhamos até agora era que, nas sete ou oito primeiras décadas de vida, o estilo de vida é mais importante que a genética", diz Pita. "Digamos que o estilo de vida se sobrepõe ao efeito da genética. Se você consegue manter uma dieta saudável, com pouco álcool, pouco fumo e muito exercício, viverá muito mais do que se não fizer isso, independentemente da genética que tenha."
É a partir da sétima e oitava décadas que a genética intervém, acrescenta este especialista: "Todas aquelas pessoas que são nonagenárias e centenárias, além de terem tido um estilo de vida adequado, tendem a possuir uma determinada genética". O professor Pita dá dois exemplos: "A genética é importante porque, se você tem uma propensão muito grande ao câncer, obviamente a duração de sua vida será afetada". No entanto, ele faz uma comparação com o talento para a música. "Todos podemos nos esforçar e tocar violão mais ou menos bem, mas, para sermos um gênio, precisamos de uma certa genética", diz ele.
A novidade deste estudo está na maneira como os dados foram analisados, e é isso que é enfatizado no complicado título. "O que diz é que a diferença entre viver muito ou viver um pouco por causa da influência da genética não é muita. Que é maior a influência ambiental." Este trabalho demonstra que os estudos anteriores que apontavam que os genes tinham 30% da culpa por alguém viver pouco ou muito não foram muito bem feitos: “Baseavam-se em uma combinação seletiva, de modo que, quando parecia que duas pessoas tinham a mesma genética, o que elas tinham, na verdade, era o mesmo ambiente”.
"O que se vê é que pessoas com características semelhantes, a mesma origem social e até traços físicos semelhantes tendem a combinar entre si, de modo que não são seus genes o que as faz viver mais tempo; é que estão se agrupando entre si”, afirma o especialista.
Isso não significa que, com melhorias na genética, não iremos viver mais. "A genética é muito importante", diz Miguel Pita. "Se identificamos quais são os genes que causam aumento da mortalidade e administramos os medicamentos para combatê-los, a longevidade aumentará muito. Embora pareça que a genética não influencia muito, pode, sim, aumentar muito a expectativa de vida." Parece contraditório, mas não é. "A genética pode fazer com que todos nós vivamos mais. Sempre haverá um ambiente no qual ela influencia mais do que em outro, mas o controle dos genes aumentará a longevidade", conclui o especialista.
Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/12/19/ciencia/1545227085_353401.html
(Texto adaptado para esta prova)
Analise as seguintes assertivas sobre os nexos presentes no texto e suas relações:
I. A palavra ‘mas’ é uma conjunção adversativa que pode ser substituída por ‘porém’ sem modificar o sentido e a estrutura da frase em que está inserida.
II. A expressão ‘No entanto’ pode ser substituída por ‘Entretanto’ sem acarretar problemas de sentido ou estrutura na frase em que se insere.
III. O vocábulo ‘embora’ inicia uma oração que exprime um fato que se concede, que se admite, em oposição a outro, podendo ser substituído por ‘porquanto’.
Quais estão corretas?
 

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2302696 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Gramado-RS
O segredo para viver cem anos está em suas mãos, não em seus genes
Todos nós conhecemos famílias nonagenárias, que parecem indestrutíveis. Mas o que está por trás de sua longevidade? Até agora se pensava que "a diferença entre os que vivem muito e os que vivem pouco dependia entre 15% e 30% da genética", explica Miguel Pita, professor da Universidade Autónoma de Madrid. No entanto, um novo estudo publicado na revista Genetics joga por terra esta ideia.
A pesquisa, intitulada “As estimativas da hereditariedade da longevidade humana estão substancialmente infladas por causa da combinação seletiva”, foi conduzida por um grupo de pesquisadores radicado na Califórnia (EUA) que comparou 54 milhões de árvores genealógicas do Ancestry, um banco de dados que conecta pessoas de todo o mundo com seus ancestrais. De acordo com os resultados, os genes influenciam, mas muito menos do que se pensava anteriormente. Apenas 7%.
As conclusões são relativamente surpreendentes, embora a ciência já soubesse que o DNA pesava menos que o estilo de vida. "A ideia geral que tínhamos até agora era que, nas sete ou oito primeiras décadas de vida, o estilo de vida é mais importante que a genética", diz Pita. "Digamos que o estilo de vida se sobrepõe ao efeito da genética. Se você consegue manter uma dieta saudável, com pouco álcool, pouco fumo e muito exercício, viverá muito mais do que se não fizer isso, independentemente da genética que tenha."
É a partir da sétima e oitava décadas que a genética intervém, acrescenta este especialista: "Todas aquelas pessoas que são nonagenárias e centenárias, além de terem tido um estilo de vida adequado, tendem a possuir uma determinada genética". O professor Pita dá dois exemplos: "A genética é importante porque, se você tem uma propensão muito grande ao câncer, obviamente a duração de sua vida será afetada". No entanto, ele faz uma comparação com o talento para a música. "Todos podemos nos esforçar e tocar violão mais ou menos bem, mas, para sermos um gênio, precisamos de uma certa genética", diz ele.
A novidade deste estudo está na maneira como os dados foram analisados, e é isso que é enfatizado no complicado título. "O que diz é que a diferença entre viver muito ou viver um pouco por causa da influência da genética não é muita. Que é maior a influência ambiental." Este trabalho demonstra que os estudos anteriores que apontavam que os genes tinham 30% da culpa por alguém viver pouco ou muito não foram muito bem feitos: “Baseavam-se em uma combinação seletiva, de modo que, quando parecia que duas pessoas tinham a mesma genética, o que elas tinham, na verdade, era o mesmo ambiente”.
"O que se vê é que pessoas com características semelhantes, a mesma origem social e até traços físicos semelhantes tendem a combinar entre si, de modo que não são seus genes o que as faz viver mais tempo; é que estão se agrupando entre si”, afirma o especialista.
Isso não significa que, com melhorias na genética, não iremos viver mais. "A genética é muito importante", diz Miguel Pita. "Se identificamos quais são os genes que causam aumento da mortalidade e administramos os medicamentos para combatê-los, a longevidade aumentará muito. Embora pareça que a genética não influencia muito, pode, sim, aumentar muito a expectativa de vida." Parece contraditório, mas não é. "A genética pode fazer com que todos nós vivamos mais. Sempre haverá um ambiente no qual ela influencia mais do que em outro, mas o controle dos genes aumentará a longevidade", conclui o especialista.
Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/12/19/ciencia/1545227085_353401.html
(Texto adaptado para esta prova)
Analise as seguintes assertivas sobre a pontuação do texto:
I. A vírgula introduz um aposto.
II. A vírgula introduz um adjunto adverbial deslocado.
III. O ponto final poderia ser substituído por dois-pontos sem acarretar problemas, desconsiderando necessidade de ajuste de letras maiúsculas ou minúsculas.
Quais estão corretas?
 

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2302695 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Gramado-RS
O segredo para viver cem anos está em suas mãos, não em seus genes
Todos nós conhecemos famílias nonagenárias, que parecem indestrutíveis. Mas o que está por de sua longevidade? Até agora se pensava que "a diferença entre os que vivem muito e os que vivem pouco dependia entre 15% e 30% da genética", explica Miguel Pita, professor da Universidade Autónoma de Madrid. No entanto, um novo estudo publicado na revista Genetics joga por terra esta ideia.
A pesquisa, intitulada “As estimativas da hereditariedade da longevidade humana estão substancialmente infladas por causa da combinação seletiva”, foi conduzida por um grupo de pesquisadores radicado na Califórnia (EUA) que comparou 54 milhões de árvores genealógicas do Ancestry, um banco de dados que conecta pessoas de todo o mundo com seus ancestrais. De acordo com os resultados, os genes influenciam, mas muito menos do que se pensava anteriormente. Apenas 7%.
As conclusões são relativamente surpreendentes, embora a ciência já soubesse que o DNA pesava menos que o estilo de vida. "A ideia geral que tínhamos até agora era que, nas sete ou oito primeiras décadas de vida, o estilo de vida é mais importante que a genética", diz Pita. "Digamos que o estilo de vida se sobrepõe ao efeito da genética. Se você consegue manter uma dieta saudável, com pouco álcool, pouco fumo e muito exercício, viverá muito mais do que se não fizer isso, independentemente da genética que tenha."
É da sétima e oitava décadas que a genética , acrescenta este especialista: "Todas aquelas pessoas que são nonagenárias e centenárias, além de terem tido um estilo de vida adequado, tendem a possuir uma determinada genética". O professor Pita dá dois exemplos: "A genética é importante porque, se você tem uma propensão muito grande ao câncer, obviamente a duração de sua vida será afetada". No entanto, ele faz uma comparação com o talento para a música. "Todos podemos nos esforçar e tocar violão mais ou menos bem, mas, para sermos um gênio, precisamos de uma certa genética", diz ele.
A novidade deste estudo está na maneira como os dados foram analisados, e é isso que é enfatizado no complicado título. "O que diz é que a diferença entre viver muito ou viver um pouco por causa da influência da genética não é muita. Que é maior a influência ambiental." Este trabalho demonstra que os estudos anteriores que apontavam que os genes tinham 30% da culpa por alguém viver pouco ou muito não foram muito bem feitos: “Baseavam-se em uma combinação seletiva, de modo que, quando parecia que duas pessoas tinham a mesma genética, o que elas tinham, na verdade, era o mesmo ambiente”.
"O que se vê é que pessoas com características semelhantes, a mesma origem social e até traços físicos semelhantes tendem a combinar entre si, de modo que não são seus genes o que as faz viver mais tempo; é que estão se agrupando entre si”, afirma o especialista.
Isso não significa que, com melhorias na genética, não iremos viver mais. "A genética é muito importante", diz Miguel Pita. "Se identificamos quais são os genes que causam aumento da mortalidade e administramos os medicamentos para combatê-los, a longevidade aumentará muito. Embora pareça que a genética não influencia muito, pode, sim, aumentar muito a expectativa de vida." Parece contraditório, mas não é. "A genética pode fazer com que todos nós vivamos mais. Sempre haverá um ambiente no qual ela influencia mais do que em outro, mas o controle dos genes aumentará a longevidade", conclui o especialista.
Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/12/19/ciencia/1545227085_353401.html
(Texto adaptado para esta prova)
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas.
 

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2302694 Ano: 2019
Disciplina: Direito Financeiro
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Gramado-RS
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A Lei Complementar nº 101/2000 estabelece normas de finanças públicas voltadas para a responsabilidade na gestão fiscal. Com relação à execução orçamentária e ao cumprimento das metas, a lei estabelece que:
 

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2302692 Ano: 2019
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Gramado-RS
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Considerando que você, sendo um analista de projeto, ao calcular o VPL de um projeto de investimento, obteve como resultado um valor negativo. Em relação ao projeto analisado, o que você deveria recomendar?
 

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2302691 Ano: 2019
Disciplina: Conhecimentos Bancários
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Gramado-RS
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A empresa Sucesso S.A contraiu três empréstimos com taxas contratuais iguais a 20% a.a., 30% a.a. e 40% a.a. Qual o custo efetivo, respectivamente, dessas operações para a empresa, sabendo que a alíquota do Imposto de Renda é de 30%?
 

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2302690 Ano: 2019
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Gramado-RS
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A Constituição Federal de 1988, Art. 37, prevê a observância, por parte da Administração Pública, do Princípio da Impessoalidade. Analisando o seu contexto em harmonia com os demais princípios constitucionais, tem-se que esse Princípio:

 

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2302689 Ano: 2019
Disciplina: Auditoria Governamental e Controle
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Gramado-RS
Provas:
O Sistema de Controle Interno do Poder Executivo Federal tem como finalidades básicas:
 

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2302688 Ano: 2019
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Gramado-RS
Provas:
Para a Contabilidade Pública, os Créditos Adicionais são valores que se adicionam ou acrescem ao orçamento, quer como reforço de dotações existentes, quer como dotações destinadas à cobertura de encargos provenientes da criação de novos serviços, ou ainda, para atender a despesas imprevisíveis e urgentes. Nesse sentido, sobre Créditos Adicionais, assinale a alternativa INCORRETA.
 

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